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segunda-feira, 30 de julho de 2007

Passeata contra ecologia exagerada fez sucesso na Inglaterra


A violência dos ecologistas pelos chamados “direitos dos animais”, ou ecoterrorismo, tem depredado laboratórios e fazendas de aperfeiçoamento de animais. Para isso, usam métodos que vêm sendo copiados no Brasil pela Via Campesina (uma multinacional das invasões) e o MLST. Devido a essa onda, Laurie Pycroft, estudante de Swindon, Inglaterra, organizou uma passeata a favor dos testes científicos com cobaias, nas ruas de Oxford, sede da famosa Universidade, onde os ecoterroristas bloqueavam a instalação de um laboratório novo. “Salve vidas humanas, teste em animais” e “Abaixo as ameaças, abaixo o medo, queremos pesquisas com animais aqui” — diziam os cartazes. O sucesso da marcha comprovou a repulsa da opinião pública inglesa às imposições antinaturais dos verdes.

Relatório do IPCC é contraditório e carece de provas


O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) publicou afinal seu relatório. Cientistas verificaram que o IPCC espalhou muitos exageros, imposturas e contradições. Com base nesse relatório, certa mídia, ecologistas exaltados e “inocentes-úteis” exigem privações incompatíveis com o progresso e a civilização. O pretexto é evitar conseqüências apocalípticas — até agora não comprovadas seriamente — do aquecimento global. No documento oficial do IPCC, a comunidade científica constatou falta de provas, de números indiscutíveis, de informações e pesquisas atualizadas; e abundância de dados conflitantes. O IPCC não é um órgão científico, mas sim político, que alberga militantes esquerdistas à procura de nova bandeira para destruir a civilização ocidental.

Aquecimento global: pretexto para redução da humanidade

Ecologistas radicais, estimulados pelo falso mito do aquecimento global, postulam drástica redução da população mundial. O ecologista Paul Watson, presidente do Sea Shepherd Conservation Society, qualificou os homens de “vírus”, de “AIDS da terra”. Pediu também que as famílias numerosas sejam indiciadas por “eco-crime”. Para ele, a população mundial deve baixar a menos de 1 bilhão, com pessoas vivendo num estado primitivo em comunidades menores de “20.000 pessoas separadas por áreas selvagens”. Algo muito parecido às utópicas tribos idealizadas pelo progressismo tribalista, que há anos subverte o Brasil. Contribuiria também para diminuir a humanidade a recente proposta de Frei Betto, de liberalizar o aborto.

Cientistas contestam alarmismo por aquecimento global

É ridículo falar em consenso científico a respeito do propalado “aquecimento global”, disse o cientista Fred Singer, professor da Universidade de Virginia e presidente do Science and Environmental Policy Project. No livro Unstoppable Global Warming: Every 1500 Years, Singer observa: "É pura fantasia dizer que grande número de cientistas especialistas em mudanças climáticas globais endossem uma interpretação alarmista dos dados recentes sobre o clima”. Pelo contrário, centenas deles argumentam contra o sensacionalismo midiático. O extremismo ecologista está se revestindo de ares científicos para conduzir sua ofensiva contra a civilização e o progresso.

A natureza dá lição ao exagero ecológico


O ecologismo sensacionalista sofreu rotundo desmentido quando cientistas do ministério francês do Meio Ambiente constataram a desaparição dos efeitos do afundamento do petroleiro Erika, na Bretanha, em 1999. Desde então as aves multiplicaram-se, as algas reocuparam a área, os golfinhos voltaram e as ostras há anos já se purificaram. A natureza consertou até os danos feitos por uma limpeza exagerada exigida pelo ecologismo radical. De fato, este transforma acidentes comuns em catástrofes apocalípticas, ignorando ou fingindo ignorar que Deus criou na natureza sábios mecanismos de assimilação dos desarranjos.

Pânico de acidente remoto com asteróide conduz ao desvario

Asteróide Apófis

A Associação dos Exploradores Espaciais (AAAS) de São Francisco (EUA), composta por ex-astronautas e astrônomos, pediu à ONU que salve a Terra de — o leitor não se espante — um asteróide! Segundo a AAAS, há uma chance de 0,002% de o asteróide Apófis atingir a Terra em 2036. Abstraindo ou negando a proteção da Divina Providência, o espírito humano descobre perigos insondáveis, sendo dominado por temores absurdos e quiméricos que o levam ao desvario.

Catastrofismo ecológico da ONU: fraude científica


Cientistas ativistas do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) da ONU divulgaram em Paris comunicado com slogans catastrofistas sobre o aquecimento global. O fato foi bombasticamente ecoado pela mídia mundial. Porém não publicaram o aguardado relatório oficial, em razão da oposição que fazem cientistas da maior relevância às afirmações apresentadas. Aliás, chama a atenção que os verdadeiros cientistas vêm sendo banidos do IPCC, disse Fabrizio Proietti, do Centro Europeo di Studi su Popolazione, Ambiente e Sviluppo, de Milão. Sintomaticamente, no Brasil, os chamados movimentos sociais passaram a explorar os slogans do IPCC, para incrementar a agitação na Amazônia e em todo o País. A própria Campanha da Fraternidade da CNBB toma, a respeito da Amazônia, posição pouco condizente com a soberania nacional.

Estado indiano equipara direitos de homens e elefantes!


A Suprema Corte de Justiça do estado de Rajastão (Índia) sentenciou que o elefante é uma “criatura vivente equivalente ao ser humano”, estando em pé de igualdade com o homem, inclusive para efeitos do seguro de vida, informou a agência indiana DNA. Na decisão, pesaram perniciosamente as falsas crenças hinduístas, segundo as quais a alma humana se reencarna sucessivamente em animais e vegetais. Daí um culto à natureza de tipo panteísta, como se vê na foto à esquerda, de populares “rezando” diante de um elefante morto. Até lá chegam os absurdos do paganismo. E até lá quer nos arrastar certo ecologismo radical!

Estranha assembléia esotérico-ecológico-esquerdista

Reuniu-se em Brasília o I Foro Espiritual Mundial para “construir uma nova religião planetária”. A “estrela” do evento foi o ex-frade e teólogo da libertação Leonardo Boff, que leu a Carta da Terra, manifesto gnóstico-panteísta que visa estulta e blasfematoriamente substituir os 10 Mandamentos. Espíritas, pajés, monges budistas, astrólogos, teósofos e adeptos de outras superstições misturaram-se sob o patrocínio da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, do Governo do Distrito Federal e da ONU. Foram palestrantes o ministro do Desenvolvimento Econômico, Social e de Combate à Fome, Patrus Ananias, e ministros do STF. Sincretismo, esoterismo, esquerdismo, e ecologismo trabalham para o mesmo caos universal, que alguns chamam de Nova Era.

Tragédia desmente utopismo ecologista


Um certo ecologismo irênico, muito pouco conhecedor da natureza, faz pensar que os bichos são sempre “bons” se tratados com carinho. Recente tragédia de impacto mundial desmentiu essa falácia. O naturalista australiano Steve Irwin morreu vítima de uma raia, que lhe feriu o coração enquanto tentava ousada filmagem no litoral da Austrália. É necessário que o homem exerça seu reinado sobre os animais, favorecendo os benéficos, eliminando os perigosos e selecionando os demais. Mas o ecologismo revolucionário revolta-se contra esta supremacia da natureza humana, fundada nas Sagradas Escrituras, na ordem do Universo e no próprio bom senso.

Ecologistas e “atividades terroristas domésticas”

Um júri de Oregon (EUA) condenou 11 ecologistas dos grupos Frente pela Libertação Animal e Frente pela Libertação da Terra. Cometeram 65 crimes, incluindo incêndios premeditados, formação de quadrilha e depredação de propriedades públicas e privadas. Para os promotores públicos, o caso é um "modelo de atividades terroristas domésticas". Eles agiram nos estados de Oregon, Wyoming, Washington, Califórnia e Colorado, de 1996 a 2001. Embora condenados, os extremistas seguem influenciando por meio de ONGs "moderadas" que enganam os ingênuos.

Fundador de Greenpeace desqualifica ecologismo

Sir Patrick Moore, fundador de Greenpeace, poderosa ONG ecologista, incitou os EUA a não ratificar o Protocolo de Kyoto, que deveria limitar a emissão de gases poluentes.

"Acho que todo o processo de Kyoto é um colossal gasto de tempo e dinheiro", disse Moore na 11ª Conferência Mundial sobre a Alteração Climática, em Montreal.

Ele também rejeitou as previsões alarmistas sobre o aquecimento global.

Para Moore, o movimento ecologista está dominado pela esquerda radical e não tem autenticidade. Isso o levou a sair do Greenpeace.

domingo, 29 de julho de 2007

Cultura de uvas desmente exageros ecologistas


A propaganda ecologista sobre o “aquecimento da Terra”, atribuído ao progresso material, recebeu mais um desmentido. Os registros paroquiais na Borgonha, França, guardam cuidadosamente as dadas das festas ligadas à vindima, desde a Idade Média. Como não mudaram a uva – da casta pinot noir –, os lotes e os métodos de cultura utilizados no decorrer dos séculos, esses registros fornecem um critério imutável e imparcial para se deduzir as temperaturas anuais. Assim, os cientistas constataram que a temperatura média do verão de 1370 foi maior que a de 2003. E que, a partir daquela data, houve oscilações para mais e para menos. O alarmismo ecologista, acentuado após a onda de calor que atingiu a França em 2003, sofreu contundente desmentido.

Ambientalismo danoso perde em plebiscito


Os proprietários urbanos e rurais do Estado de Oregon, EUA, prejudicados por leis ambientalistas abusivas, terão direito a indenização ou a serem eximidos do cumprimento dessas leis. A proposta foi aprovada em plebiscito em 2 de novembro último. Oregon possui grandes florestas naturais e pouca população. Esta, porém, vem sendo confinada em áreas suburbanas por leis ecologistas utópicas e danosas. Os ecologistas mais ativos nas cidades reagiram virulentamente. Porém, a medida obteve 60% de votos favoráveis, especialmente dos eleitores rurais que conhecem bem a natureza.