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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Criacionismo cresce entre professores e alunos da França e da Inglaterra


29% dos professores ingleses acham que o criacionismo e o “intelligent design” deve ser ensinado nas aulas de ciência, indicou pesquisa do canal britânico Teachers TV, segundo o diário The Guardian de Londres.

Perto de 50% dos maestros que emitiram opinião julgam que proibir as alternativas à teoria da evolução é contraproducente. A interdição, segundo eles, prejudica o respeito que os estudantes devem à ciência.

Na França, noticiou “Le Monde”, personalidades laicistas e agnósticas fizeram soar a alarme diante dos progressos do criacionismo entre professores e alunos.

Armand de Ricqlès, professor no Collège de France, escreveu um trabalho para os maestros evolucionistas saírem dos apuros em que são postos pelos argumentos criacionistas.

Ricqlès convocou a uma “reação”, pois julga “inadmissível” que numa sociedade laicista como a inspirada pela Revolução Francesa o criacionismo tenha a expansão que está tendo.

Em vez de reprimir, ou afogar as posições criacionistas ou do “intelligente design”, por quê os evolucionistas não apresentem argumentos e provas verdadeiramente convincentes?


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