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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Falsos mitos ecologistas pesaram na morte de mais de 200 australianos

Incêndios na Austrália: mitos ecologistas impediram medidas preventivas
Incêndios devastadores [foto] custaram a vida de mais de 200 australianos nos primeiros meses do ano. Estes incêndios são periódicos e a população bem sabe deles.

Porém, as autoridades locais intoxicadas pelo falso preservacionismo ecologista proibiram cortar ou podar as árvores e capim que cresce aos bordos das estradas e que são os pontos de partida desses incêndios.

Numa reunião dos povoadores de Arthurs Creek, no norte de Melbourne, Warwick Spooner — cuja mãe Marilyn e o irmão Damien pereceram na sua casa queimados pelas chamas — acusou o conselho municipal de Nillumbik por essa razão. Outro residente contou ter reclamado da prefeitura quatro vezes cortar a vegetação excedente em áreas públicas perto da sua casa, mas foi inútil.

O prefeito de Nillumbik, Bo Bendtsen prometeu mudanças na conduta da prefeitura. Mas é tarde demais, disse Spooner. “Nós perdemos famílias, gente”.

O caso australiano serve de advertência para os danos que podem causar os mitos ecologistas. Que nós não tenhamos jamais que deploraram catástrofes como essa por termos caído no conto de ideologias anti-humanas disfarçadas sob a cor verde.

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