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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Centenas de cientistas recusam aquecimento global de origem humana fabulado pelo IPCC


Em sentido contrário às distorsões do ambientalismo ideologizado, o simpósio “Global Warming: Was It Ever Really A Crisis?” (“Aquecimento global: houve alguma vez uma crise real?”) reuniu 700 especialistas em New York, organizado pelo Heartland Institute.

Foi a maior congregação de "céticos" dos bluffes sensacionalistas. No evento algumas dúzias de oradores puseram na sombra os seudo entendidos catastrofistas.

Participou o presidente checo Vaclav Klaus, também presidente da União Européia, e o Prof. Richard Lindzen do MIT, tal vez o mais autorizado climatologista do mundo. A mídia brasileira ignorou o evento.

O IPCC trabalha com modelos computacionais alimentados de forma a dar resultados preconcebidos, escreveu Christopher Brooks. E na reunião do Heartland Institute, eminências como o Prof. Syun-Ichi Akasofu, ex-diretor do International Arctic Research Center, o Dr. Willie Soon do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics e o Prof. Paul Reiter do Pasteur Institute desmontaram com autoridade peças típicas do alarmismo, uma depois da outra.

Centenas de cientistas contestam aquecimento globalOs mares não estão subindo perigosamente; o gelo Antártico não está se derretendo com exceção de um canto estreito da Península Antártica; os furacões tropicais estão no seu menor nível dos últimos 30 anos; as mudanças climáticas devem ser atribuídas à atividade solar, etc.

O fato verdadeiramente assustador foi sublinhado pelo presidente da União Européia Václav Klaus na solene sessão de apertura. No Foro Econômico Mundial de Davos ele constatou que os seus colegas líderes do mundo imergiram decididamente nas fantasias do alarmismo e se recusam a todo diálogo.

O “International Herald Tribune” destacou a posição do Prof. Lindzen no simpósio de New York: não há prova científica sólida que apóie os modelos usados pelos alarmistas do IPCC para anunciar as conseqüências que eles dão de barato.

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2 comentários:

  1. O presidente da União Europeia é o português Durão Barroso.

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  2. O português Durão Barroso é o presidente da Comissão Europeia e não da União Europeia . Confira em http://pt.wikipedia.org/wiki/Dur%C3%A3o_Barroso.
    Enquanto presidente da República Checa, o próprio presidente checo exerce, rotativamente, a presidência da União Europeia . Confira o site http://www.eu2009.cz/en/czech-presidency/czech-presidency-4014/.
    Compreendemos a confusão .
    A União Européia -- UE, criou um tal emaranhado de rótulos, títulos e funções que fica quase impossível aos europeus e não-europeus perceber quais são as autoridades reais, objetivos e funcionamento da UE . É a muito falada, e aliás deplorável, falta de transparência da UE.
    Por isso, é multidão o número dos que se sentem alheios ao processo de "unificação europeia".
    Para eles, a UE, mais se assemelha a um OVNI que voa a anos luz da realidade, ou, até a uma espécie de nova União das Repúblicas Soviéticas Europeias , como tem sido denunciado por reconhecidos dissidentes da ex-URSS. Confira, entre muitos outros http://lumenrationis.blogspot.com/2007/10/unio-europia-nova-unio-sovitica-afirma.html.
    O espantoso abstensionismo na última eleição para o Parlamento Europeu é uma das muitas amostras desta preocupante tendência para o desinteresse e a ditadura velada de democratismo como houve na Rússia de Lenin e Stalin.

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