Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 4 de outubro de 2009

Geólogo australiano denuncia religião fanática ambientalista

Ian Plimer, professor Geologia da Mineração na Universidade de Adelaide lançou um best-seller científico: “Heaven And Earth: Global Warming, The Missing Science” (“Céu e Terra: aquecimento global desprovido de ciência”), noticiou o “Daily Mail” de Londres.

Nele, o autor desmonta peça por peça os sofismas dos ambientalistas alarmistas. Ele sublinha que aquecimentos globais são fenômenos regulares, inclusive os abruptos, e os homens não têm mais o que fazer se não se adaptar, como já fizeram outras vezes.

Mil anos atrás, na Idade Média, a Groenlândia (literalmente = Terra Verde) era cálida e sustentava uma rica agricultura. Na metade dos últimos seis milhões de anos, acrescenta Plimer, o clima foi mais quente do que agora.

Plimer explica que o suposto consenso em torno dos pontos de vista do IPCC, na realidade é um não-senso, isto é, uma insensatez. O IPCC desavergonhadamente apresentou uma lista de 2.500 cientistas que supostamente respaldam as conclusões do IPCC. Porém desses 2.500 “cientistas”, muitos não eram tais e/ou foram contados duas vezes, escreve Plimer.

Os cientistas que colaboraram com o IPCC escreveram: “não sabemos” se a atividade humana influencia o clima global. Mas a frase foi riscada no texto final por mãos políticas.

Plimer fustiga o abuso dos modelos climáticos computacionais. “Se a gente tortura o computador com bastantes dados, ele vai confessar qualquer coisa”, ironiza o cientista.

A grande pergunta, para Plimer é: “se os dados são de tal maneira inconcludentes, para não dizer contraditórios, por que é que a mensagem dos fanáticos é tão bem sucedida?”

Sempre houve catastrofistas, responde o autor, mas hoje temos políticos que cobiçam mais poder. E a mentira serve para isto. A desonestidade nos negócios públicos, os abusos nas despesas dos governos e as fraudes são moeda comum hoje, deplora Plimer.

O autor teme que após 200 anos sem que nenhuma bruxa fosse queimada numa Europa em que a Inquisição não existe mais, a prática possa voltar acalentada pela superstição e histeria dos seudo-religiosos do “aquecimento global”. Mais

Desejaria receber atualizações do blog "Verde: a cor nova do comunismo" gratis no meu Email

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.