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domingo, 1 de novembro de 2009

Conferência de Copenhague cada vez mais incerta, mas o Brasil segue ameaçado


O Brasil pode sofrer a curto prazo uma redução de sua plena soberania sobre largas partes do território nacional.

Isto poderá acontecer na cúpula da ONU sobre Mudanças Climáticas, a se realizar em dezembro, em Copenhague. Oficialmente, a finalidade da reunião é cortar as emissões de CO2.

Entretanto, duvida-se cada vez mais que esta Conferência chegue a qualquer acordo significativo. Aliás, é compreensível visto tratar essencialmente de um fantasma ideologico-propagandístico: o CO2 antropogénico como suposta causa de um não menos irreal “aquecimento global”.

Um eventual esvaziamento da Conferência terá um efeito positivo, mas temporário, para a humanidade. Pois os partidários da “religião verde” continuarão tentando impor suas crenças à uma humanidade que não quer acreditar nelas.

A diplomacia petista tinha acenado uma oposição às propostas dos países ricos em Copenhague baseada numa ideologia de luta de classes de nações ricas contra pobres. Pretendia também se fixar um Plano Clima com metas específicas. E, “ao torná-las públicas para todo o mundo, está se tomando um compromisso moral muito forte no debate internacional”, admitiu Tasso Azevedo, assessor especial do Ministério do Meio Ambiente para Clima.

O petismo preparava uma estimativa de quanta emissão de CO2 poderá reduzir até 2020. O plano prevê a diminuição do desmatamento em 70% até 2017, com base na média desmatada entre 1996 e 2005. Desta maneira moralmente não poderia expandir livremente sua agricultura nas regiões de floresta como a Amazônia.

A pressão ambientalista aponta a pecuária e o desmatamento como principais vilões no Brasil. Nossa agroindústria seria um dos piores bandidos intoxicadores do planeta com CO2. Segundo o último inventário oficial, com base em dados de 1994, o desmatamento representava 70% das emissões de CO2 do país.

Os ambientalistas, entretanto, não estão satisfeitos com o holocausto da agropecuária e exigem mais capitulações em pontos como transportes e energia (leia-se parar a construção de termoelétricas), como o fez saber Carlos Rittl, coordenador do programa de Energia e Mudanças Climáticas da WWF. O plano energético do Brasil prevê a construção de 82 novas usinas termelétricas.

Também os citadinos deverão se apertar o cinto, pois serão constrangidos a consumir menos, se habituando a um rebaixamento do nível dee vida progressivo mas muito real.

O secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Luiz Pinguelli Rosa (foto), exige que a classe média brasileira reduza seu consumo para combater o bicho papão do “aquecimento global”.

Este espantalho está sendo usado para reeditar velhas reivindicações da luta de classes marxista, revestidas não mais com a bandeira vermelha do comunismo, mas com a verde da ecologia.

“Os pobres podem aumentar seu consumo de energia, os mas ricos, não. A classe média terá que usar menos automóveis. Vai ter que economizar energia em casa etc. Esses automóveis horrorosos, com tração nas quatro rodas, têm que ser taxados fortemente”, disse Pinguelli Rosa a “O Globo” .

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5 comentários:

  1. Ótimo texto, veja esta reportagem do Wall Street Journal sobre o discurso de Christopher Monckton alertando os americanos sobre a perda de sua soberania. Muito bom! E fique a vontade para copiar.

    http://www.anovaordemmundial.com/2009/11/video-alguem-ja-leu-o-acordo-do-tratado.html

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  2. NA VERDADE, O AQUECIMENTO GLOBAL TÃO DEBATIDO, FALADO, ANALIZADO É MAIS UMA FORMA DE DEIXAR DE LADO A IMPORTANCIA DOS SINAIS DA VOLTA DE JESUS E SEU IMINENTE RETORNO A ESTE PLANETA.
    SE ACREDITAR-MOS QUE SALVAR A TERRA DO AQUECIMENTO GLOBAL ACREDITARIA-MOS QUE JESUS NÃO IRIA VOLTAR!!
    ESTE SINAIS NA NATUREZA,POLITICA, RELIGIÃO,CRIMINALIDADE SÃO CONSEQUENCIAS DO PECADO E DO AFASTAMENTO DE DEUS.

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  3. Vicente Lassandro Neto5 de novembro de 2009 21:31

    PETRÓLEO, MEIO AMBIENTE E GÁS CARBÔNICO (I)


    Vivemos num planeta chamado Terra, esta linda e incompreendida BOLA como será tratada em diante, e é necessário que se entenda como ela funciona para podermos nos posicionar de acordo com as leis naturais que a governam e não em oposição às mesmas como, atualmente, é feito.
    "A BELEZA E A VITALIDADE SÃO PRESENTES DA NATUREZA PARA AQUELES QUE VIVEM SUAS LEIS"

    Leonardo Da Vinci

    Mas como usufruir desta beleza e vitalidade se a humanidade desconhece as leis naturais da BOLA. Não entender o funcionamento o nosso planeta TERRA, ou seja, as suas leis naturais, se assemelha a algo como morarmos numa casa e não sabermos como ela é, ou seja, identificar os aposentos.

    Quando se domina este conhecimento sobre a BOLA, surgem novidades que estão em oposição a tudo o que se diz e escreve sobre a BOLA onde vamos enumerar, apenas, algumas delas que são os DEZ MANDAMENTOS MATERIALÍSTICOS SOBRE A BOLA.

    1 - A vida nesta BOLA, nas suas mais variadas e atuais formas, vegetal e animal, do ponto de vista humano, vai acabar, por falta de gás carbônico. Geologicamente falando, já acabou. Como a vida é um fenômeno natural, nada se pode fazer em relação à mesma. Nem contra, nem a favor. Seria como querer intervir nos ventos, nas chuvas, nos terremotos, maremotos e vai por aí em diante. Assim sendo, a preservação de animais e florestas representa perda de tempo e gasto inútil de recursos. A melhor maneira de protegê-los é ignorá-los observando, entre os animais de espécies diferentes, a lei da sobrevivência dos mais aptos.

    2 - Petróleo e água JAMAIS acabam. É impossível aos seres humanos e independente do número deles consumir todo o petróleo existente no interior da crosta terrestre. A espécie humana será banida da face do planeta antes que o petróleo acabe, não consumindo ou tentando consumí-lo na sua totalidade. Não confundir o volume de petróleo gerado pelo sistema, 5,5 quatrilhões de barris com aquele tocado pelos humanos, algo ao redor de 9,2 trilhões de barris e que não passam de 0,5%, mais precisamente, 0,16% do total gerado, apesar de 150 de atividade petrolífera iniciada, em 1859, nos Estados Unidos da América do Norte, com o poço do Coronel Drake, em Titusville, na Pensilvânia. Parar de queimar petróleo ou incentivar a redução do seu uso é SUICÍDIO COLETIVO

    3 - Como o petróleo não acaba, a busca por alternativos a ele representa perda de tempo e gasto inútil de recursos salvo os casos em que estes alternativos ao petróleo tenham um preço inferior ao dos derivados de petróleo, diante de IDÊNTICA qualidade e condição tributária.

    4 - As glaciações, nunca existiram e o "efeito estufa" não existe, é um terrorismo ambiental. O que existe é um aquecimento natural da atmosfera da BOLA que é contínuo, lento e gradual. Este aquecimento, por ser natural, não tem relação alguma com as atividades dos humanos. Pelo contrário, as atividades dos humanos agem no sentido de esfriar e não de esquentar mas elas, apenas, atenuam, um infinitésimo elevado ao infinitésimo. É imperceptível. A tendência é, naturalmente, aquecer. Com as atividades humanas aquece mais lentamente. Sem elas, mais rapidamente.

    (CONTINUA -- ver comentário seguinte)

    Esclarecimentos adicionais podem ser obtidos pelo telefone 71- 3348-4252 no horário de trabalho ou pelo e mail, vilanet@terra.com.br

    Atenciosamente

    Vicente Lassandro Neto
    GEÓLOGO, ECOLOGISTA e Engenheiro em Petróleo

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  4. Vicente Lassandro Neto5 de novembro de 2009 21:34

    PETRÓLEO, MEIO AMBIENTE E GÁS CARBÔNICO (II)
    (CONTINUAÇÃO DO COMENTÁRIO ANTERIOR)


    5 - Queimar petróleo, na forma de seus derivados, além de gerar trabalho, é ótimo pois posterga, do ponto de vista humano, o término da vida na BOLA. Do ponto de vista geológico, a vida já acabou. Parar de queimá-lo é um SUICÍDIO COLETIVO.

    6 - Destruir florestas, também, é ótimo e tem o mesmo efeito do item 5, da queima do petróleo. Conservá-las é outro SUICÍDIO COLETIVO.

    7 - Queimar as florestas destruídas é melhor ainda e tem efeito adicional ao da destruição. Não queimá-las e outro SUICÍDIO COLETIVO.

    8 - O nível do mar JAMAIS subirá. O que está ocorrendo é um abaixamento lento e gradual dos continentes, imperceptível aos humanos, mas que, de um momento para o outro, poderá ser violento. Quando irá ocorrer, não sei, e qualquer previsão é um erro grave, uma temeridade, um outro terrorismo ambiental. Caso todas as geleiras ocânicas derreterem o nível do amr não sobe um milímetro. Caso todas as geleiras continentais derreterem, o que é de remotíssima possibilidade, o nível dos oceanos subirá 43 metros. Como água não faz escada, neste caso, só resta correr para o interior.

    9 - Todo lixo orgânico, onde se inclui os copos e sacos plásticos, deve ser queimado em termelétricas, para aproveitar a energia nele contida, transformando-a em energia elétrica. A queima deve ser em locais específicos com a utilização de filtros apropriados para a fumaça e para as partículas. O lixo inorgânico, como as baterias, latas de alumínio e outros mais, se economicamente viável, deve ser reciclado. Caso contrário, veja o item 10.

    10 - Entender que o MAR é a lixeira NATURAL da BOLA e lançar nele a fração líquida de todos os esgotos domésticos e industriais. A fração sólida de todos os esgotos, domésticos e industriais, deve ser tratada como no item 9 sendo que a parte sólida inorgânica cujo aproveitamento não seja, economicamente, viável deve, também, ser lançada ao MAR e, de preferência, triturada. Com este procedimento deixaremos de poluir os rios e teremos, sempre, água potável e mais barata pois dispensa tratamento. Quem trata a água dos esgotos é o MAR e de GRAÇA.

    Esclarecimentos adicionais podem ser obtidos pelo telefone 71- 3348-4252 no horário de trabalho ou pelo e mail, vilanet@terra.com.br

    Atenciosamente

    Vicente Lassandro Neto
    GEÓLOGO, ECOLOGISTA e Engenheiro em Petróleo

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  5. Se formos seguir esses planos anti-aquecimento, vamos acabar como a Venezuela do Chávez.

    Banhos de três minutos e lanternas pra ir ao banheiro à noite.

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