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domingo, 6 de dezembro de 2009

Chefe do IPCC propõe radical inversão dos costumes ocidentais


Na véspera da cimeira de Copenhague, o presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC, Rajendra Pachauri, exigiu radicais mudanças no estilo de vida ocidental para “evitar um desastre global” escreveu “The Observer” de Londres.

Suas exigências, se atendidas, precipitariam o Ocidente num regime de vida miserabilista que tem analogias com a miséria soviético-cubana, ou com a miséria místico-religiosa de “santões” e faquires da Índia. Porém, até os últimos atos “consumistas” seriam espionados, controlados, taxados e eventualmente punidos.

Segundo os exemplos desses “novos valores” por ele fornecidos em entrevista ao “The Observer” , os hóspedes dos hotéis deveriam ter o consumo de eletricidade controlado; pesados impostos deveriam cair sobre as empresas de aviação para dissuadir as pessoas de voar e a água gelada nos restaurantes deveria ser reduzida.

Rajendra Pachauri, não quer apenas uma mudança de costumes na sociedade ocidental mas uma radical mudança de filosofia de vida. Esse seria o único meio de evitar os mal demonstrados malefícios das mudanças climáticas.

‒ Agora precisamos urgentemente de um novo sistema de valores baseado no “consumo sustentável”, disse ele. Hoje atingimos o ponto onde o consumo e o desejo das pessoas de consumir cresceu fora de toda proporção. A realidade é que os nossos estilos de vida são insustentáveis.


Estilos de vida de países pobres favoreceriam o equilíbrio climático

“Eu não entendo por que não pode haver um medidor no quarto dos hotéis para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois v. teria que pagar”, explicou. Se esse critério é válido para hotéis, depois será válido para os locais públicos, de trabalho, e por fim, para a intimidade do lar. O consumo de cada cidadão será objeto de espionagem e controle incessante do Estado “verde”.

“Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas”.

Pachauri também propôs que os governos taxarem as viagens aéreas para obter subsídios pesados que sejam aplicados em outras formas de transporte. Ele deplorou que as pessoas ainda façam a “opção irracional” de voar em trechos curtos. Deve se recorrer a taxas para desencorajá-las, acrescentou. Percursos como a "ponte aérea" São Paulo-Rio seriam especialmente atingidos.


Pachauri causou polêmica no ano passado, defendendo, em uma entrevista ao jornal Observer, que as pessoas devem comer menos carne por causa dos níveis de emissões de carbono associadas com a criação de gado.


Churrasco seria inimigo do clima do planeta


Ele também disse acreditar que o uso de carros deverá ser “reprimido”: “Acho que certamente podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares”.

Pachauri atacou o costume de alguns restaurantes que oferecem água gelada aos clientes sem estes solicitarem. É apenas um esbanjamento enorme”, ele disse.

Em última análise, Pachauri disse que a necessária mudança de valores levará uma geração para acontecer.

“Acho que (...) os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.” Um argumento estranho aos estilos próprios do mundo científico, e mais próprio de Pol Pot e os khmers rouges...

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