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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Climagate: chefe das atividades suspeitas renuncia mas polêmica não pára

O professor Phil Jones, diretor da Climatic Research Unit ‒ CRU, da Universidade de East Anglia, que está no olho do furacão do Climagate, pediu afastamento temporário enquanto procedem as investigações, informou o site da Universidade.

O reitor de East Anglia, professor Edward Acton, justificou a saída para garantir que o CRU possa continuar operando normalmente.

A importante Universidade anunciou também que disponibilizou mais de 95% dos dados do CRU sobre clima e temperaturas para “pesquisadores do clima, céticos e público”, como se os “céticos” não incluíssem muitos pesquisadores do clima, e até com grandes serviços prestados.

Houve numerosos pronunciamentos de um lado e outro. Os professores Trevor Davies, pró-reitor da Universidade, Phil Jones e o próprio CRU emitiram comunicados visando justificar suas atividades, agora fortemente impugnadas.

A Pennsylvania State University anunciou a abertura de uma investigação sobre a conduta acadêmica de Michael Mann, diretor do Earth System Science Center, da instituição, informou o “Washington Times” . Mann é um dos nomes mais suspeitos no "Climagate".

Para o “Washington Times” há dúzias de pesquisadores de outras instituições envolvidos no escândalo pela suspeita de queima de provas e destruição de trabalhos que tirariam relevância ao controvertido “aquecimento global”.


Nos EUA, o senador James M. Inhofe (republicano, de Oklahoma, foto), Membro do Comitê do Senado sobre Meio Ambiente e Obras Públicas, pediu a abertura de audiências sobre as revelações dos comprometedores e-mails entre alguns dos mais proeminentes climatologistas promotores da idéia do “aquecimento global antropogénico”.

Segundo o protocolo assinado pelo senador “os e-mails fraudulentos poderiam revelar a manipulação de dados importantes utilizados pelo Global Change Research Program dos EUA e do IPCC”.

Inhofe focou: “por exemplo, um cientista escreveu ter empregado um 'truque' para 'esconder o declínio" na evolução da temperatura global, e as tentativas visando abafar trabalhos que questionassem o “aquecimento global antropogênico” e para que não apareçam nos relatórios do IPCC”.


Na Austrália, o Senado recusou um projeto sobre o qual já havia concórdia visando fixar um teto para as emissões australianas de CO2.

A sorpresiva mudança não foi associada ao “Climagate”, mas a uma revolta dos senadores conservadores que faz lembrar a revolta que grassa entre os cientistas ludibriados pelas atividades do CRU e de seus eventuais cúmplices em outros países.

O senador Steve Fielding, (foto) um dos que votou contra o Governo, disse que a votação foi uma vitória do bom senso. “As famílias e as empresas australianas vão respirar aliviadas hoje, sabendo que não serão enforcadas com um imposto enorme”, disse ele.

De fato, a ofensiva em nome do combate ao “aquecimento global antropogénico” na prática estabelece um controle opressivo sobre os cidadãos. Ele fixa impostos e taxas asfixiantes do consumo visando um novo estilo de vida miserabilista, comparado a alguma espécie de religião místico-materialista. (ver declarações de Rajendra Pachauri em coluna ao lado)

É um aspecto da nova cara do comunismo em evolução.

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2 comentários:

  1. Aconselho a leitura do blog www.metsul.com , que há anos estuda o clima no sul do Brasil, utilizando relatos históricos, com mais de 1oo anos, onde se constata que o clima continua o mesmo.
    Saudações

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  2. Felizmente está chegando o fim dessa propaganda enganosa! Muitos prejuizos já foram causados. Chega!

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