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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Falta de consenso sobre aquecimento global impediu acordo danoso em Poznan

14ª Conferencia Convenção do Clima das Nações Unidas
Enquanto a ONU e a mídia tudo faziam para abafar a voz dos cientistas que provam, com dados na mão, a manipulação ideológica ‒ anti-ocidental e anti-civilizatória ‒ do seudo “aquecimento global” e de seu suposto origem humano, a COP-14 (14ª Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas) reunida em Poznan, Polônia, foi incapaz de chegar a qualquer consenso para um acordo capaz de substituir o demagógico Protocolo de Kyoto.

Também houve poucos avanços na inclusão da redução do desmatamento e nenhum avanço em metas de redução de emissões.

De fato, pondo na base suposições que cientificamente não tem consenso, não pode se chegar a qualquer avanço sério. Só a medidas com viés demagógico, e no caso, anti-civilizatório e estatizante.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

2008: décimo ano consecutivo em que a Terra não esquentou. Há 6 anos ela está esfriando, demonstram cientistas

Neve recorde em Londres, fevereiro de 2009
O ano de 2008 foi mais um de pesadelo para os alarmistas do “aquecimento global”, escreveu o Dr. Richard Lindzen, climatologista do Massachusetts Institute of Technology (MIT), citado pelo Hawaii Reporter.

Uma das razões, e não é a menor, é que em 2008, pela décima vez consecutiva a temperatura global da Terra não aumentou.

E não somente isso, ela vem esfriando há seis anos sem interrupção.

Mas, o Prof. Lindzen, como muitos outros científicos honestos, se sente revoltado vendo que dados científicos básicos como este que deveriam ser informados largamente pela imprensa, são na prática abafados.

Fontaine des Innocents congelada em Paris, 2009Os holofotes midiáticos miram só os grupos ou órgãos que espalham o pânico do “aquecimento global”.

Por isso, Lindzen se pergunta:

1) se o medo do “aquecimento global” tem uma outra finalidade que não é científica;

2) se os problemas do clima não estão sendo manipulados para promover objetivos políticos.

A conduta desses grupos de pressão não é própria de cientistas.

Essa conduta, de fato, inibe o progresso da ciência e a promoção de políticas inteligentes em matéria de energia.

Se uma boa metade de membros da comunidade científica – precisamente os que mostram os exageros e absurdos do catastrofismo – são ignorados pelos jornais científicos, insultados com ataques pessoais pelos promotores desse alarmismo, ignorados e menosprezados pela mídia, então o genuíno progresso racional da ciência está sendo bloqueado.

Marselha sob a neve, 2009Lindzen preparou um bom estudo que descreve a origem do alarmismo pelo “aquecimento global”, a agenda política que está por trás dos alarmistas, suas táticas de intimidação, e as cumplicidades que há por trás de seus sucessos espetaculares na mídia profana.

Aeroporto de Barajas, Madri, 2009

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Teólogo romano denuncia origem comum do ambientalismo radical, do nazismo e do comunismo


Para o Pe. Paul Haffner, professor de teologia da celebérrima Universidade Gregoriana de Roma, os ambientalistas radicais professam um credo anti-religioso materialista.

Esse credo deu à luz no século 20 os grandes regimes totalitários. Esse materialismo radical está na origem do nazismo, do stalinismo, e de filosofias panteístas da Nova Era.

“O que liga a todos eles é, antes de tudo, a rejeição da revelação divina, de Cristo, e da visão cristã. Portanto, professam conjuntamente uma visão materialista da pessoa humana, segundo a qual o homem é só matéria, e ele igual a um animal, e deve ser tratada como tal”, disse o Pe. Haffner em entrevista a LifeSiteNews.

O Pe. Haffner é autor de mais de 20 livros e 100 artigos teológicos e agora publicou o livro “Rumo a uma Teologia do Meio Ambiente” pela editora Gracewing, da Inglaterra.

Muitos cristãos estão sendo confundidos pela virulência com que esses ambientalistas rejeitam a cosmovisão cristã e promovem a agenda anti-humana do controle populacional.

Ele se referiu às diversas iniciativas contra a vida promovidas pela ONU e ONGs como Planned Parenthood. Nos projetos mais extremos, o ecologismo apocalíptico exige a redução drástica da humanidade em nome de seus supostos e imaginários perigos ecológicos iminentes.

“É preciso lembrar que basicamente nazismo e comunismo são duas faces da mesma ideologia materialista e ateia”, acrescentou ele.

“O fato de um parecer de direita e o outro de esquerda é um mero aspecto enganoso. É preciso lembrar que há um elo filosófico muito forte que liga essas ideologias”.

Cartaz ambientalista radical na Alemanha. Acima: 'Comer carne deteriora o clima', embaixo 'Homens, não comam carne!'O ambientalismo, disse ele, tem em comum com o comunismo e o nazismo, “a idéia utópica da raça perfeita (nazismo), e do Estado perfeito (socialismo-comunismo). Eles são, na realidade, irmãos gêmeos”.

O Pe. Haffner sublinhou que “não é possível defender sinceramente o ambiente sem defender a vida. Porque o ambiente está feito para servir o homem e sua vida, e não o contrário, isto é que o homem está para servir meio ambiente”.

Este conceito da criação ordenada em função do homem e a ele submetida estabelece uma diferença fundamental entre a concepção cristã do meio ambiente e a do ambientalismo materialista que vê no homem uma forma de “câncer” do planeta.

Manifestação ecologista pelos animaisPara o professor Haffner, a respeito de demografia, equilíbrio social e equilibro homem-natureza, “se a raça humana vivesse de acordo com o plano de Deus, nenhum desses problemas seriam problemas. As pessoas nasceriam no seio da família, não haveria instabilidade social por causa da estabilidade que dá o casamento ordenado em função dos filhos”.

Para o Pe Haffner, essas filosofias materialistas anti-humana, foram geradas pelo “Iluminismo" do século 18, e nos filósofos que inspiraram a ímpia Revolução Francesa de 1789. De fato, o socialismo (que é a tintura mãe do nacional-socialismo de Hitler) e o comunismo germinaram à luz sinistra das convulsões e massacres do Terror.

Execução do rei Luis XVI na Revolução FrancesaO Terror tomou conta da França no auge da Revolução Francesa. Ele guilhotinou o rei e a rainha, dizimou os nobres e religiosos e massacrou o povo que se resistia a seus criminosos intentos igualitários. Foi o primeiro grande genocídio igualitário.

Naquelas jornadas revolucionárias registraram-se as primeiras cerimônias líricas de adoração da Natureza.

Hoje, estamos pagando as conseqüências daquelas idéias niveladoras e libertárias.

E o bem da Natureza? “Oh, bem da Natureza, quantos crimes se cometem em teu nome!” poderia se responder parafraseando uma famosa vítima morta na guilhotina erguida em nome da “Liberdade, igualdade e fraternidade”!.



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