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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Darwinismo fana na Inglaterra e apela à força para impor suas hipóteses

Charles Darwin
No segundo centenário da nascença de Darwin [foto], mais da metade (51% x 40%) de seus conterrâneos acham que o evolucionismo não conseguiu explicar a complexidade da vida na Terra. E que, portanto, um desígnio inteligente deve ter presidido o aparecimento de um universo ordenado.

Além do mais, um terço dos britânicos acredita na Criação divina. Os dados são de enquete da firma ComRes e foram noticiados pelo diário "The Telegraph" de Londres.

A imagem do evolucionismo vem se deteriorando pronunciadamente no mundo todo. Mas piorou bem, após um dos seus máximos apologistas, o biólogo Richard Dawkins, promover a campanha do chamado “ônibus-ateu”: cartaz colados nos ônibus convidando a esquecer de Deus.

Com isso, ele patenteou uma coisa que o evolucionismo astutamente escondia: que a teoria é usada como um véu científico para promover o ateísmo.

Por isso, Marx e os teóricos socialistas aderiram irrestritamente e sem provas – que até agora não apareceram – à teoria darwiniana para tirar Deus da origem dos seres criados.

Entretanto, os evolucionistas enfurecem quando alguém propõe analisar friamente seus dogmas.

Richard Dawkins no 'ônibus ateu'Na Inglaterra, o biólogo Michael Reiss, foi obrigado a renunciar do cargo de Diretor de Educação da Royal Society, só pelo fato de sugerir que o criacionismo poderia ser discutido nas aulas, não como um erro, mas como uma interpretação do mundo.

Falando no Festival da Ciência, na Universidade de Liverpool, o Prof. Reiss observou que um décimo das crianças provém de famílias que acreditam mais no criacionismo do que no ponto de vista evolucionista.

Nessa situação, ele julga ser mais eficaz incluir a discussão sobre o criacionismo junto com as teorias científicas antes do que martelar as cabeças das crianças para mudar-lhes a opinião.

Reiss perdeu o cargo por causa dessa moderada proposta.

'Ônibus ateu', BarcelonaPositivamente, com atitudes desta o evolucionismo assume os ares de uma crença fundamentalista fanática. Ele não quer ouvir qualquer opinião em algo discordante de seus tabus absolutos e inverificáveis.

Sem provas nem argumentos convincentes, o evolucionismo recorre à força do governo para reprimir os dissidentes ou a imposições ideológicas de juízes infiéis. Parece pesadelo de novelas como 1984. Mas, o policiamento das mentes está se tornando a realidade do evoluído século XXI. E os evolucionistas estão na vanguarda da repressão.

Ainda na Grã-Bretanha, Paul Woolley, diretor da associação Theos disse: “Darwin está sendo usado por certos ateus hoje em dia para promover sua causa. O resultado é que, dada a falsa opção entre evolução e Deus, o povo está recusando a evolução.”

O líder ateu-evolucionista Dawkins indignou-se por causa dos resultados da pesquisa da ComRes, realizada sobre um total de 2.060 adultos. Muito grosseiramente, Dawkins disse à imprensa que grande parte da população inglesa é “ignorante como um porco” em matéria de ciência, segundo informou The Telegraph.

A falta de argumentos convincentes, xingatório e desrespeito… E isso é ainda chamado de ciência! É a ciência que se insurgiu contra a Igreja e virou uma caricatura do que deveria ser.

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quarta-feira, 8 de abril de 2009

Falsos mitos ecologistas pesaram na morte de mais de 200 australianos

Incêndios na Austrália: mitos ecologistas impediram medidas preventivas
Incêndios devastadores [foto] custaram a vida de mais de 200 australianos nos primeiros meses do ano. Estes incêndios são periódicos e a população bem sabe deles.

Porém, as autoridades locais intoxicadas pelo falso preservacionismo ecologista proibiram cortar ou podar as árvores e capim que cresce aos bordos das estradas e que são os pontos de partida desses incêndios.

Numa reunião dos povoadores de Arthurs Creek, no norte de Melbourne, Warwick Spooner — cuja mãe Marilyn e o irmão Damien pereceram na sua casa queimados pelas chamas — acusou o conselho municipal de Nillumbik por essa razão. Outro residente contou ter reclamado da prefeitura quatro vezes cortar a vegetação excedente em áreas públicas perto da sua casa, mas foi inútil.

O prefeito de Nillumbik, Bo Bendtsen prometeu mudanças na conduta da prefeitura. Mas é tarde demais, disse Spooner. “Nós perdemos famílias, gente”.

O caso australiano serve de advertência para os danos que podem causar os mitos ecologistas. Que nós não tenhamos jamais que deploraram catástrofes como essa por termos caído no conto de ideologias anti-humanas disfarçadas sob a cor verde.

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