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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Aquecimento global e mudança climática: vulcanólogo denuncia “enorme mentirada” visando um governo mundial ambientalista todo-poderoso

Entre apontamentos da década passada encontrei o seguinte artigo, do qual reproduzo excertos. É do famoso vulcanólogo Haroun Tazieff , ex-ministro da França, no governo de François Mitterrand, para a prevenção dos grandes riscos (1984-1986). Foi publicado pelo diário parisiense Le Monde, 2/6/92, sob o título “‘Efeito estufa’ e ‘buraco de ozônio’”.

Os seus argumentos são lógicos, incisivos, atualíssimos. Ele se soma à legião de cientistas que denuncia o que Tazieff qualifica de “enorme mentirada”.

Como é, desde aquela data, essa “enorme mentirada” só progridiu na mídia, nos governos e na ONU?

Não se entende à luz da ciência. Difícil acreditar que os donos da “mídia” não percebam que se trata de “má ciência-ficção”, como diz Tazieff.

O que é? Parece mesmo ser uma estranha religião... sem Deus é claro!

Escreveu o vulcanólogo:

“Há muitos anos uma campanha de imprensa, TV e rádio, conduzida com grande dispêndio a escala mundial se esforça em propagar rumores sobre pretensas certezas científicas segundo as quais um “efeito estufa” antropogénico estaria aquecendo a atmosfera de nosso planeta e que as conseqüências desse aquecimento serão catastróficas.

Mídia espalha enorme mentirada sobre aquecimento global (Haroun Tazieff)

“Em decorrência da dilatação das águas oceânicas e ao derretimento dos glaciares, o nível dos mares subiria vários metros pondo em perigo centenas de milhões de pessoas instaladas a menos de dois ou três metros de altura e engoliria inumeráveis cidades, entre as quais todas as megalópoles costeiras construídas logo acima do nível atual do mar.

“É-nos afirmado, sem a menor demonstração científica séria, mas na base de simples hipóteses de maneira alguma demonstradas, que a responsabilidade humana na acentuação do “efeito estufa” já não é mais contestada...

“Esta
afirmação é contrária à verdade: numerosos cientistas de alta qualificação contestam formalmente que a injeção de gases como os clorofluorocarbonetos, o metano e o gás carbônico acentuam o “efeito estufa” natural gerado pela atmosfera.

Fala-se de um aquecimento da atmosfera, de um aumento da “temperatura do planeta” como se fosse um fato tirado da observação, de um fenômeno devidamente constatado.

“Ora, na hora presente
nada permite semelhante afirmação, a não serem alegações de cientistas que têm interesses bem diversos.

Má ciência-ficção e não ciência (Haroun Tazieff)

“Por outra parte, o cenário-catástrofe da elevação do nível dos mares pelo derretimento dos glaciares pertence a uma ciência-ficção que ignora a física elementar: os glaciares da Antártida e os da Groenlândia têm uma temperatura de várias dezenas de graus negativos, e não são os três a seis graus anunciados pelos arautos do catastrofismo deste fim de milênio que alguma vez irão derreter um só centímetro cúbico de um glaciar de -20 ou -60C...

“Esta má ciência-ficção, entretanto vem sendo largamente difundida por todas as mídias do mundo há uma vintena de anos.

“O catastrofismo vende-se incomparavelmente melhor que o contrário. O poder de grupos de pressão tão transnacionais quanto poderosos
impede na prática que se exprimam publicamente os cientistas competentes e respeitosos da ética e que desejam restabelecer a verdade.

Má fé prepara autoridade política mundial ambientalista todo-poderosa (Haroun Tazieff)

“A enorme mentirada da ameaça mundial que representaria o gás carbônico e os clorofluorocarbonetos não só chegou a ser levada em linha de conta pelos responsáveis dos governos, mas é afirmada como incontestável pelos jornalistas, igualmente ludibriados pelos sofismas seudo-científicos.

“Essa falta de boa fé na informação de dados científicos importantes não vem sozinha. Ela envolve, por uma parte, cifras de negócios que atingem dezenas de bilhões anuais.

E a organização de uma espécie de governo mundial ambientalista todo-poderoso.”

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Socialismo francês agoniza e pensa em trocar de pele: aderirá à religião anticapitalista “verde”?


O Partido socialista francês vê tudo negro, escreveu o diário “Le Monde”, porta-voz oficioso dessa corrente político-ideológica.

“Da base até a cúpula todo mundo está abalado”, disse o dirigente Vincent Peillon. Para ele, “a árvore [o PS] está seca”.

Claude Bartolone, secretário para as relações internacionais, constata: “uma coisa é certa: os eleitores não nos acham nem úteis nem simpáticos”.

Para Manuel Valls, a líder do PS, Martine Aubry é comparável ao chefe da orquestra do Titanic. Zaki Laïdi, diretor de pesquisas na Faculdade de Ciências Políticas da Sorbonne, julga que “há décadas, os socialistas vinham compensando a perda de confiança ideológica pela confiança em si próprios. Hoje eles deixaram de acreditar em si mesmos”.

E Laurent Bouvet, professor da Universidade de Nice, completa : “O PS entrou em agonia”.

Também os "altermundialistas" agora dizem estar sem rumo e abandonam suas associações e se encaminham para o Partido Verde - PV, do líder anárquico Daniel Cohn-Bendit.

No Brasil, evolução análoga está se dando no PT. Mera coincidência?

As cobras trocam de pele. Não está ficando muito difícil adivinhar qual será a cor da nova pele do socialismo.

Parece que será verde como a da ambientalismo anticapitalista. É o que sugere a moda adotada pelo neo-marxismo, vinda de Paris!

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Aquecimento global, mudança climática causada pelo homem? A maioria dos cientistas não acredita


2009 pode ser considerado como o ano em que o falso “consenso” apocalíptico ruiu, diz o informe do Senado americano “More Than 700 International Scientists Dissent Over Man-Made Global Warming Claim”, elaborado pelo grupo republicano.

Exemplo disso é o grupo de pesquisadores russos da Antártica que “recusaram de vez a idéia de que o gás carbônico possa ser responsável por um aquecimento global” e o relatório divulgado pelo Heartland Institute que contesta o IPCC, declarando que “a natureza, e não a atividade humana, determina o clima”.

Também os membros de um grupo internacional de 13 cientistas - alguns deles do próprio IPCC - exigiram ao Secretário Geral da ONU que o IPCC “seja convocado a prestar contas e cessar com suas práticas enganosas”.

Por sua vez, um estudo revelou que de um total de mais de 51.000 cientistas canadenses, 68% discorda de que o aquecimento global seja algo assente nos meios científicos. E uma enquete realizada no simpósio da Japan Geoscience Union em 2008 “mostrou que o 90% dos participantes não acreditava no relatório do IPCC.”

Estas são apenas umas amostras do imenso relatório do Comitê do Senado.

Entretanto, Al Gore, o IPCC, outros ativistas do neo-comunismo “verde” seguem com ímpeto sua tarefa para sabotar a confiança na civilização e no progresso de tipo ocidental.

Para essa tarefa, que nem Lênin nem Stalin conseguiram empreender com êxito, eles contam com a cooperação ativa do macro-capitalismo publicitário e fortes apoios em governos como o do presidente Obama, ou do presidente Lula no Brasil.

A próxima conferência de Copenhague (de 7 a 18 de dezembro 2009) parece estar politica e ideologicamente decidida, para grave dano da ciência e da humanidade.

O pânico artificial pelo "aquecimento global" prepara medidas de tipo socialista, estatizante e violador das independências nacionais.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Inquisição verde tenta impor pensamento anti-cientifico em maior associação de cientistas do mundo

Uma maré de cientistas "céticos" membros da American Chemical Society (Sociedade Americana de Química) -- ACS, a maior associação de cientistas especializados do mundo, manifestou-se revoltada contra o editor-chefe da revista da associação.

Alguns deles estão pedindo para serem removidos, depois de um editorial da revista Chemical & Engineering News (C&EN). O editor em chefe Rudy Baum afirma nele que a mudança climática antropogênica (criada pelo homem) está se tornando mais cada vez mais incontestável por razões autoritativas.

O editorial alega que esta opinião consensual está crescendo, sendo cada vez mais difícil desafiá-la apesar dos esforços dos "negacionistas" do aquecimento global.

Baum destrata com termos depreciativos aqueles que se opõem ao novo "consenso". E concluiu seu editorial dizendo que os "negacionistas" estariam tentando "descarrilar os significativos esforços para responder a mudança climática."

A Sociedade Americana de Química alega ser a maior sociedade científica do mundo, contando com mais de 160.000 membros que trabalham a todos os níveis e em todos os campos da química, da engenharia química e conexos.

Porém, o editorial do dia 22 de junho de 2009 das Notícias de Química e Engenharia, assinado pelo editor-chefe Rudy Baum, está sofrendo condenações por parte de membros da sociedade.

Dezenas de cartas foram publicadas no dia 27 de Julho, castigando diretamente Baum. Alguns cientistas pediram a troca do editor-chefe.

Virtualmente todas as cartas publicadas no dia 27 de julho reprovavam as visões sobre a mudanca climática de Baum.

Os cientistas contestaram especialmente o uso do termo "negacionistas" (deniers) e a "associacão com os negacionistas do holocausto".

Além disto, eles qualificaram o editorial d "repugnante", "uma desgraça", "cheio de desinformacão", "indigno de um periódico científico".

O editor-chefe admite estar assustado pela oposição dos membros da sociedade.


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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Aquecimento global ou mudança climática causada pelo homem: “céticos” 13 x IPCC 1


Mais de 700 cientistas do mundo todo desafiam as afirmações do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) da ONU e do ex-vice-presidente Al Gore. Estes estão alarmando o mundo com a idéia de um suposto aquecimento global antrópico desastroso.

A informação está contida no U.S. Senate Minority Report, relatório de 255 páginas publicado em 2009 sob os auspícios do Comitê do Senado americano para Meio Ambiente e Obras Públicas.

Esses mais de 700 cientistas que desafiam o falso “consenso” equivalem a 13 vezes o número de cientistas da ONU (52 ao total) que aprovaram o alarmista 2007 Summary for Policymakers do IPCC.

A voz do coro dos cientistas “realistas” ou “céticos” ressoou com crescente força nos anos 2008 e 2009, constata o relatório.

Uma verdadeira enxurrada mundial de estudos, análises, coleções de dados do mundo real e de denúncias de improcedentes aplicações e comentários puseram em apertos o IPCC e o ativista Al Gore.

Acresce que os cientistas também não compreendem como Gore e o IPCC podem ter ganhado o Premio Nobel da Paz com sua anti-cientifica, ideológica e até estelionatária militância pelo catastrofismo climático.

Leia o documento completo (255 páginas em inglês) aqui.

Mais de 1.400 sites e blogs publicaram, mas a grande imprensa brasileira ainda o ignora!

Fontes: Senado dos EUA -- Canadá Free Press

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