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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Santo e Feliz Natal e Ano Novo!



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sábado, 19 de dezembro de 2009

Fracasso da Conferência de Copenhague

O pano desceu, o show acabou. Os chefes de Estado e governo de 119 países dispersaram-se em desordem.

Nem ficaram para tirar a “foto de família” de praxe invariável nestes eventos.

Copenhague, que costuma ter temperaturas mitigadas em tempo de Natal, via o frio e a neve baterem recordes.

No auge da luta contra o “aquecimento global”, Obama anunciou que precisava voltar de pressa porque uma formidável nevasca avançava sobre Washington.

E, de fato, no vídeo da chegada na base Andrews da Força Aérea, mal se discerne o poderoso Air Force One taxiando no terminal.

Não faltaram, e até foram muitos os comentários em sites americanos, sobre a coincidência da tempestade e da frustração do projeto insano da reunião de Copenhague. Como se a mão de Deus tivesse parte...


Os presidentes Obama e Lula, mais os representantes da China, Índia e África do Sul consensuram um texto de duas folhas e meia que, quando apresentado ao plenário, foi vaiado por boa parte dos presentes.

A reunião que deveria ter terminado às 15 hs da sexta-feira alastrou-se até o amanhecer de sábado.

No fim nem hot-dog havia para comer, e os ativistas das ONGs estrebuchavam de furor pelo fracasso espetacular da reunião.

Desde Cuba, Fidel Castro tripudiou contra os “ricos”, fazendo um defasado duetto com a ardida mas infrutífera arenga final do presidente Lula.


Quase pedindo perdão pelo fiasco o presidente dinamarquês da assembléia rogou aos presentes que concordassem pelo menos em “tomar conhecimento” do texto. Isto feito, de madrugada a reunião foi extinta, sem documento final.

Acabou tudo?

É pouco provável. Não estamos diante de uma onda razoável, mas sim diante de uma estranha "religiao", sem Deus e com socialismo.

Já há novos encontros programados para 2010 visando resolver o impasse.

Mas, o mundo civilizado e não-socialista respira aliviado e se prepara para passar o Natal com esse pesadelo afastado, ainda que temporariamente, da Terra.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

No frio, um acordo de compromisso. Mas a ofensiva não vai parar


O Clima também quis fazer ouvir sua voz na Conferência universal para as mudanças climáticas de Copenhague, COP-15. Afinal é dele que está se falando.

E o fez do jeito dele: soberano, incoercível, incontrolável. Na sexta-feira, dia de encerramento da COP-15 aguardava-se ‒20ºC na Espanha, na Rússia já tinha atingido ‒25ºC.

Holanda, Bélgica, França estavam cobertas de neves extraordinárias para a época.

O “general inverno” parece não ter se impressionado com a presença de presidentes como Obama, Lula ou Sarkozy decididos a controlar as “mudanças climáticas” e conter o “aquecimento global”.


Na foto, num canal de Groningen, Holanda, um marreco parece se perguntar onde está o tal de “aquecimento global” que poderia lhe devolver a água líquida, agora congelada embaixo de suas patas. Tal vez seja um bicho “cético”. Um outro mais “realista” furou o gelo e bebe como pode pelo buraquinho.

Acreditar no “aquecimento global” só mesmo dentro do Bella Center de Copenhague.

Ali, além dos chefes de Estado e representantes de 193 países, mais de 22.000 pessoas ‒ membros de delegações oficiais, jornalistas, ativistas do ambientalismo, comunistas e anarquistas ‒, se apinham para conter o “aquecimento do planeta” e combater as “mudanças climáticas”, num local com capacidade máxima para 15.000 pessoas. Lá em verdade o aquecimento deve estar forte.

Parece cômico, e é melhor levá-lo com um sorriso. Mas, o ambiente é catastrófico. Os responsáveis dinamarqueses pediram desculpas pela confusão.

Johann Hari, colunista do “Independent” de Londres, descreveu no artigo “O surrealismo de Copenhague” para “O Globo”, o ambiente que lá se vive:

“À primeira vista, a conferência climática em Copenhague parece ter saído de uma tela surrealista de Salvador Dalí. Vi o arcebispo Desmont Tutu ser seguido por um enxame de estudantes japoneses vestidos de alienígenas e carregando cartazes dizendo “Levem-me ao seu líder” e “Sua espécie está louca?” Antes, passei por adolescentes revoltados, cobertos de preto e desfiando estatísticas sobre a quantidade de dióxido de carbono que pode ser absorvida. E assisti um casal vestido de vaca sendo atacado pela polícia, que o acusava de atirar pedras com seus cascos.”

Na “Folha de S.Paulo” com a seriedade e competência proverbial, o Prof. José Carlos de Almeida Azevedo, doutor pelo MIT e ex-reitor da UnB, publicou o artigo “Fraude e falsidade”. Nele diz:

“O livro Betrayers of the Truth — Fraud and Deceit in the Halls of Science (Traidores da Verdade — Fraude e Falsidade nos Umbrais da Ciência), de W. Broad e N. Wade, analisa casos de fraude e falsidade na comunidade científica e como elas permanecem não detectadas durante anos.

“Essas observações vêm a propósito da divulgação (climategate) pela internet de 1.079 e-mails e 79 documentos dos computadores do Centro de Pesquisas Climáticas da Universidade East Anglia (CRU, na sigla em inglês), órgão de referência mundial sobre o clima. A leitura de vários e-mails robustece a antiga suspeita de que há fraude na manipulação de dados do CRU, que sempre se recusou a revelá-los, contrariando procedimento salutar e usual da comunidade científica.

“Até agora, nada disso foi objeto de consideração na reunião em Copenhague, que parece cuidar mais de pancadarias e passeatas, na melhor tradição da juventude nazista, como lembrou o visconde Monckton.

“A maior ameaça à humanidade não é o aquecimento antropogênico. Afinal, a Terra está esfriando e se aproxima de um novo período glacial — isso é comprovado por vários fatores, incluindo a inexistência de manchas solares, que desapareceram há quase um ano. O que a ameaça a humanidade é a intromissão, na vida das pessoas e das nações, de órgãos sem mandato eletivo e de grupos econômicos, além da ONU. Eles querem nos governar e determinar às nações o que podem fazer, quanto podem crescer e consumir e se podem ser livres e independentes.”

E aqui o Prof. pôs, mais uma vez, o dedo na chaga. O que está acontecendo não é científico.

Antes bem é acintosamente anti-científico.

Estamos diante de um assalto ideológico ‒ de uma filosofia que parecia perimida, mas que soube se reciclar ‒ e que visa impor uma formidável canga na humanidade.

O que a URSS não conseguiu eles agora tentam com cores esverdeadas que, aliás, desbotam logo que expostas à análises científicas. Aparece então o velho vermelho tijolo ‒ sem a foice e o martelo aparentes ‒ para ditar “às nações o que podem fazer, quanto podem crescer e consumir e se podem ser livres e independentes”, como observou o Prof. Azevedo.

No fim desta sexta-feira, a mídia anuncia que teria saido um acordo de compromisso. “Copenhague: um acordo parcial ‘significativo’ mas ‘insuficiente’” diz “Le Monde”. “Casa Branca anuncia ‘significativo’ acordo sobre o clima”, diz “The New York Times” . A “Folha online” informa que o verdadeiro acordo ficou para 2010.

Ainda não se conhecem os termos do compactuado. Provavelmente não vão satisfazer nem a gregos nem a troianos.

Mas, a ofensiva “verde-vermelha”, ainda que amargurando uma frustração, não vai parar.

Afinal, para eles é uma questão de ideologia totalitária e “religião” libertária. Estranha combinação! Mas, já tentada em países como Cuba, com Fidel e Frei Beto de mãos dadas.

E a agropecuária brasileira está, a primeira, na mira. Que o diga a recém lançada Campanha da Fraternidade 2010!

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Americanos dão de ombros para “mudança climática” enquanto Babel desaba


Continua a brigaria em Copenhague por temas que ninguém entende direito, nem mesmo as delegações oficiais ou os ativistas de rua ‒ anarquistas, socialo-comunistas, agora reciclados em “ambientalistas”.

Enquanto isso, enquete Zogby Interactive apontou que os americanos se desinteressam cada vez mais pela “mudança climática”.

A labuta de Al Gore para salvar o planeta do aquecimento global parece estar caindo cada vez mais em ouvidos surdos, comentou a Reuters.

Quase a metade dos americanos, isto é 49%, disseram se importar “pouco” ou “nada” pela “mudança climática”. 35% interessam-se “algo” ou “muito”, segundo a pesquisa.


Anterior sondagem da Zogby é de 2007. A comparação aponta um pulo para cima de 10 pontos por parte dos “céticos”, enquanto que os “crédulos” perderam 13 pontos (estavam em 48%).

Stephen Harned, diretor executivo da National Weather Association, tentou explicar os resultados “negativos” da pesquisa dizendo: “acho que as pessoas reagem ao que está acontecendo ao seu redor. Nos últimos anos, especialmente na parte oriental dos Estados Unidos, as condições meteorológicas têm sido bastante normais”.

A acreditar nele, em 2007 quando a enquete deu resultados “positivos” o clima não diferia muito do de hoje. A resposta não responde nada e se contradiz a si própria.

Comentário caseiro politicamente incorreto (mas cheio de bom senso) para explicar a evolução da opinião popular seria: Mentira tem perna curta...

Mas a Cúpula de Copenhague não entende disso. Lá, as cabeças brigam por centenas de bilhões de euros ou dólares, como se nada fossem.

E ainda sonham com calotas polares derretendo, os níveis do mar subindo, a Amazônia desertificando, e bilhões de refugiados do clima pobres e famintos avançando por cima dos ricos consumistas que defendem suas riquezas egoisticamente ou fogem em pânico, numa guerra pelos últimos alimentos que nem Marx ou Malthus excogitaram.

É a versão ambientalista do filme de ciência-ficção “2012”, mas numa assembléia da ONU!


Por enquanto, desmanchando mesmo só está a cúpula de Copenhague.

O Al Gore, famoso “profeta” das alterações climáticas falou, mas no vozerio geral poucos ligaram.

Porém, a Conferência ainda aguarda um “salvador”. Será Obama? Será nosso presidente Lula?

Ou, mais modestamente, uma “pizza” planetária?

Num ambiente de confusão pode sair qualquer coisa...

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Babel do Clima: confusão das línguas e “luta de classes”


Tínhamos a intenção de, ao longo da Conferência de Copenhague, ir postando apanhados das informações relevantes publicadas na Internet e na imprensa escrita de São Paulo.

Para nossa decepção, isso tornou-se impossível. Não por falta de informação, mas pelo caos e balbúrdia que domina essa Conferência.

Enquanto redigíamos este post recebíamos mais uma notícia neste sentido cujo titular é: “Copenhague dominada pela tensão em um ambiente de caos”, da AFP. O conteúdo batia na tecla de muitos outros despachos de imprensa:
 “os ministros trabalham num ambiente caótico para esboçar um acordo mundial contra o aquecimento climático. No reinício das conversações em sessão plenária, a Índia denunciou o clima de caos reinante, Tuvalu comparou a conferência ao Titanic e o Brasil protestou à presidência dinamarquesa porque o chefe de sua delegação ficou preso nos controles de segurança. Pelo menos 170 pessoas foram detidas durante a manhã nos arredores do Bella Center, sede da Conferência da ONU. A estação de metrô junto ao centro de conferências está fechada e restrições foram impostas à entrada de representantes das ONGs.”


Na realidade, esse caos mental e seus subprodutos de desordem eram inevitáveis.

Afinal 22.000 pessoas concentradas enquanto lá fora faz um frio excepcional para discutir um “aquecimento global” que ninguém sabe ao certo no que é que consiste só podia dar em confusão.

Um exemplo disso. Recém chegada a Copenhague para chefiar a delegação brasileira na COP-15, Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, declarou na abertura de um evento sobre a Amazônia que “o meio ambiente é um obstáculo ao desenvolvimento sustentável.”

“O meio ambiente é um obstáculo ao desenvolvimento sustentável”: ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Foto de novembro, após reunião com presidente Lula sobre Conferência de Copenhague Foto Antônio Cruz-ABr


Tal vez tentando uma cortesia para nosso ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, Dilma disse que um dos programas dos quais o ministro falava não tinha “nada a ver” com o que fora perguntado.

O governador José Serra (PSDB-SP) e a senadora Marina Silva (PV-AC) propuseram que o Brasil contribuísse com US$ 1 bilhão para um fundo de combate à mudança climática. Mas a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) reagiu: “US$ 1 bilhão não faz nem cosquinha”.

É verdade que ao lado das cifras mirabolantes que estão em jogo em Copenhague “US$ 1 bilhão não faz nem cosquinha”, mas também é muito verdadeiro que é muito dinheiro ‒ pelo menos para quem não freqüenta os salões políticos. Esse bilhão em mãos honradas poderia trazer muito alívio a muitos necessitados no País, em vez de gastá-lo num infrutífero “combate à mudança climática”, i. é, as sempre instáveis chuva e bom tempo.

A senadora Marina Silva (PV-AC) teve propósitos genéricos não menos remarcáveis. “Acho que é uma causa tão nobre salvar o planeta”, disse ela.

Realmente seria algo muito nobre se a salvação dependesse do homem. Mas a realidade primária mostra que o homem precisaria atingir uns patamares de auto-grandeza inimagináveis para poder “combater a mudança climática”, e ainda por cima “salvar o planeta”.

Sem dúvida, um pouco de ordem e inteligência no governo dos países poderia trazer melhorias importantes à vida no planeta que todos desejamos.

Mas nessa confusão e auto-elevação às nuvens das própria capacidades que domina a reunião de Copenhague, nada de positivo ou realista pode sair.

A senadora agiu de modo mais congruente participando em eventos do Klimaforum, assembléia paralela que reúne os líderes “verdes” do mundo. Em torno do Klimaforum montam-se as badernas que estão assolando a cidade e provocado centenas de prisões.

Nesses ambientes “aquecidos” pelo radicalismo ou fanatismo, haveria ao menos alguma coerência ou “consenso” sobre o famigerado “aquecimento global” que é o ponto de partida desta universal confusão das línguas?

Lord Monckton ‒ no nosso blog podem-se encontrar muitas de suas posições ‒ entrevistou britanicamente ativistas de Greenpeace nas ruas.

É até engraçado. Ele fez perguntas sérias, ponderadas, científicas e os ambientalistas não foram capazes de responder à mais simples das indagações!

Ignorância, asneiras, e na maior parte dos casos silêncios perplexos... As cenas são de sair do sério, por isso preferimos reproduzir o clip a continuação.

Se seu email não visualiza corretamente os vídeos embaixo CLIQUE AQUI



O Commitee for a constructive tomorrow entrevistou manifestantes comunistas que pediam “salvar o planeta”. Neste caso, as respostas foram pelo menos coerentes: a grande preocupação é liquidar o capitalismo e implantar o socialismo ou o comunismo com o pretexto do “aquecimento global”, “salvação do planeta”, etc.



E aqui apalpa-se o fundo da Babel de Copenhague: um cenário em que a velha luta marxista de classes de “ricos contra pobres” renasce sob vestes de ambientalismo.

O vermelho de Lenine tingido de verde; a “vanguarda do proletariado” bancando de “ambientalismo”; a luta contra o burguesia em nome da redução das emissões de CO2; e a determinação política de destruir a ordem ocidental...

Bem disseram os Prof.s Luiz Carlos Molion e Evaristo Eduardo de Miranda no Canal Livre: em Copenhague não se discute ciência alguma, mas política.

Porém, lá está se jogando o futuro do mundo. Não o do clima que vai continuar com seus ciclos próprios independentes da atividade humana.

O que está se jogando é o governo dos homens que amanhã podem acordar sob uma ditadura do tipo soviético ou cubano ‒ entre nós com um condimento de CEBs e Teologia da Libertação ‒, porém pintada por fora de verde.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Cientistas brasileiros desmontan mitos de Copenhague no Canal Livre

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Al Gore pode perder o Oscar. IPCC professa “fé cega” no “aquecimento global”


Dois membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood pediram que seja retirado a Al Gore o Oscar concedido pelo documentário “Uma verdade inconveniente” em 2007, informou o diário "Los Angeles Times".

Os acadêmicos Roger L. Simon e Lionel Chetwynd sentiram ambiente para desafiar a sempre progressista Hollywood e denunciaram o documentário porque se fundamenta em afirmações erradas sobre o clima.

O detonante da denúncia foi o Climagate. Os abusos que agora estão sendo investigados na Universidade de East Anglia, na Inglaterra, teriam visado apagar dados e deformar outros para montar a tese do aquecimento global.

O documentário de Gore foi condenado pela justiça inglesa por falcatruas científicas que deformam o aprendizado das crianças.

“Há uma decisão da Corte Suprema da Inglaterra e Gales, número 2007/EWHC 2288 Adm. CO/3615/2007 - Caso Stuart Dimmock versus Ministério da Educação - que proibiu a exibição do filme nas escolas, até corrigirem 11 erros graves nele existentes. Na realidade, há 35 erros”, escreveu Prof. José Carlos Azevedo.

A fraude do Climagate, portanto, não seria estranha aos procedimentos dos promotores da tese do “aquecimento global antropogénico”.

O próprio diretor do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (IPCC) cujos relatórios ficaram postos em dúvida pela base, Rajendra Pachauri, disse que o ‘Climagate’ deve ser investigado para que “nada fique sob o tapete”.

Porém, tudo indica que oficialmente nada será dito no transcurso da Conferência de Copenhague.

Este silêncio é singular. Pois nós estaríamos diante da tal vez maior reunião de responsáveis do planeta discutindo uma coisa que não existe ou foi “provada” com dados deliberadamente distorcidos.

Pachauri, entretanto, fez um ato de “fé cega” não fenômeno e frisou que ainda que se verifique manipulação dos dados não mudaria nada o que se acredita sobre o “aquecimento global”.

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domingo, 13 de dezembro de 2009

O 'Climagate' e a Conferência de Copenhague: um dos maiores escândalos científicos da História

O Dr. José Joaquim Delgado Domingos, professor catedrático do Instituto Superior Técnico (IST), fundou em 1999 e dirige o grupo de Previsão Numérica do Tempo na Secção de Ambiente e Energia do IST a qual (desde 2001) efetua diariamente e disponibiliza ao público a previsão do tempo para Portugal (http://meteo.ist.utl.pt).

É membro da American Society of Mechanical Engineers, da Institution of Mechanical Engineers, do Combustion Institute, da Society for Industrial and Applied Mathematics, da American Meteorological Society, The American Association for Advancement of Sciences, entre outras.

A propósito da Conferência de Copenhague concedeu momentosa entrevista ao jornal Expresso de Portugal, e da qual reproduzimos alguns excertos:

Passaram há pouco 42 anos sobre um dos maiores desastres de origem climática em Portugal: as inundações de 1967 em Lisboa. Centenas de mortes e centenas de milhões de prejuízos materiais. Será que este desastre se deveu às emissões de CO2eq (CO2 equivalente) ou ao aquecimento global? Claro que não!

Aliás, na altura, a imprensa internacional explorava os receios de uma nova idade do gelo devido ao arrefecimento global que se verificava.

Catástrofe de Nova Orleães não foi causada pelo aquecimento global



A catástrofe não teve nada que ver com emissões de CO2eq ou aquecimento global. Segundo a ONU, mais de mil milhões de pessoas estão atualmente ameaçadas pela fome ou subnutrição, e agita-se o fantasma do seu aumento ou das suas migrações massivas se não forem combatidas as emissões de CO2eq para reduzir o aquecimento global.

A situação dramática e escandalosa destes milhões de seres humanos não tem nada a ver com as emissões de CO2eq, nem com o aumento oficial de 0,8ºC na temperatura média global nos últimos 150 anos.

Temperaturas não aumentam desde 1998

Aliás, apesar de as emissões de CO2eq terem aumentado acima do cenário mais pessimista do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) da ONU, desde 1998 que a temperatura global não aumenta.


O que sucedeu em 1967 em Lisboa e se repete cada vez mais agravado por esse mundo fora não é devido a emissões de CO2eq ou alegado aquecimento global.

É devido simplesmente ao fato de fenômenos climáticos naturais, que sempre existiram, terem efeitos cada vez mais catastróficos porque as ações humanas sobre o território criaram as condições para isso ao desflorestarem as cabeceiras de rios (que agravaram o seu assoreamento e as conseqüentes inundações), ao aumentarem os riscos de deslizamento das encostas (porque eliminaram a vegetação que as estabilizava), ao construírem cada vez mais em leitos de cheia, e ao provocarem alterações cada vez mais extensas e profundas no uso do solo.

Um dos maiores escândalos científicos da História

É neste contexto que rebenta o escândalo do chamado Climategate. Em termos da comunidade científica, o Climategate é um dos maiores escândalos científicos da História, não só pelo modo como afeta a credibilidade pública da comunidade científica mas sobretudo pelas implicações econômicas e políticas de que se reveste.

De fato, nunca existiram tantas declarações, tantos tratados, tantos protocolos e tão gigantescos fluxos financeiros tendo como único fundamento a credibilidade e o suposto consenso da comunidade científica expresso nos Summary for Policy Makers (SPM) do IPCC.

Esse fundamento desapareceu, mas os interesses envolvidos (políticos, econômicos, financeiros e industriais) são de tal monta e a percepção pública da fraude científica é tão lenta que a ficção criada pela UE ainda se irá manter durante muito tempo.

Silenciar os cientistas críticos

Em termos científicos, o que os emails revelam são os esforços concertados dos seus autores, junto de editores de revistas prestigiadas, para não acolher publicações que pusessem em causa as suas teses ou os dados utilizados pelo grupo, recorrendo mesmo a ameaças de substituição de editores ou de boicote à revista que não se submetesse aos seus desígnios.


Propuseram-se mesmo alterar as regras de aceitação das publicações para consideração nos Relatórios do IPCC de modo a suprimir as críticas fundamentadas às suas conclusões. Em resumo, procuraram subverter, em seu benefício, toda a ética científica da prova, da contraprova e de replicação de resultados que está no cerne do método científico, controlando o próprio processo da revisão por pares.

Em conjunto, conseguiram impedir que fossem publicados a maioria dos dados e conclusões que pusessem em causa e com fundamento o seu dogma do aquecimento global devido às emissões de CO2eq.

Dados climáticos até 1960 destruídos

Antecipando porventura o que agora sucedeu, os responsáveis pelos dados climáticos de referência arquivados no CRU, vieram publicamente confirmar que destruíram os dados das observações instrumentais até 1960 e que apenas retiveram o resultado dos tratamentos corretivos e estatísticos a que os submeteram.

Ou seja, tornaram impossível verificar se tais dados foram ou não intencionalmente manipulados para fabricar conclusões. Neste momento há provas documentais indiretas de que o fizeram pelo menos nalguns casos.

Independentemente de tudo isto, o mais perturbador para os alarmistas é o fato de, contrariamente ao que os modelos utilizados pelo IPCC previam, não existir aquecimento global desde 1998, apesar do crescimento das emissões de CO2eq.

E se alguma coisa os ficheiros do Climagate revelam são os esforços feitos para que este fato não fosse do conhecimento público.

Comportamento escandaloso e intolerável

O comportamento escandaloso e intolerável de um grupo restrito de cientistas que atraiçoaram o que de melhor a Ciência tem só foi possível porque um grupo de políticos, sobretudo europeus, criou as condições para o tornar possível.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Cúpula do clima: pecuária “grande vilã” do ‘aquecimento global’, embora não haja provas


A 15ª Conferência sobre Mudanças Climáticas (COP-15) está se mostrando cada vez mais vazia de realidade e cada vez mais cheia de golpes de propaganda, ideologia e ‘religião’.

Corre largamente que a Conferência pode não chegar a nenhum resultado prático e dar num fracasso. Nesse caso os participantes emitiriam uma declaração de princípios para paliar a falta de compromissos juridicamente vinculantes.

Ao mesmo tempo, remitiriam para uma próxima reunião, tal vez em 2010, a tentativa de impor uma canga às nações.

Porém, não é de se excluir um “salto no vazio” com propostas utópicas, mais ou menos irrealizáveis que semeiem o caos nas relações entre os países.


Neste caso seria o triunfo de uma ‘religião’ cega aos dados da natureza, mas cheia de ojerizas contra a civilização ocidental.

A pecuária brasileira é uma “vítima” apontada antes mesmo de se definir o “crime”.

“A pecuária começa a se tornar uma grande vilã” da emissão de CO2 e do aquecimento global, afirmara Marcelo Galdos, do Cena (Centro de Energia Nuclear na Agricultura), instituição ligada à USP .

Os promotores da campanha contra a pecuária lidavam até pouco com os dados oficiais que não falam nesse sentido. Mas, isso já estava mudando antes da Cúpula do clima de Copenhague.

O petismo interessa-se por essa cimeira pois percebe o potencial anti-propriedade privada contido no cientificamente desclassificados “aquecimento global” e “catástrofe climática”.

Até não muito, o vilão nº1 nacional era o desmatamento. O ecologismo ideologizado não cessa de atacá-lo, mas agora o inclui no cômputo dos efeitos “aquecedores” da pecuária.

As críticas à indústria, que foi a que mais cresceu em termos de produção de gases-estufa (73,6% entre 1994 e 2005, cifra irrelevante a nível planetário, ou mesmo nacional) estão sendo poupadas. “Cuidado com os números”, desculpou Galdos, “mesmo com o crescimento, em termos absolutos, o peso industrial ainda é baixo.” O ataque concentra-se contra o agronegócio.


O Ministério do Meio Ambiente ignora o peso real da agropecuária nas emissões brasileiras. Numa apresentação feita ao presidente Lula, para tentar alinhavar uma proposta para a reunião do clima em Copenhague (Dinamarca), a importância das emissões de CO2 da agropecuária foi considerada estável no período que vai de 1994 a 2020.

Ficou assim impossível propor uma meta em contato com a realidade para diminuir as emissões da pecuária e da agricultura apresentável na Cúpula do clima. Porém, política é outra coisa.

Primeiro, em Londres, o presidente Lula anunciou que o País não apresentaria metas quantificáveis. Porém, após EUA confirmar que tampouco apresentaria números, uma decisão política levou o presidente a propor cortes de 36,1% e 38,9% das emissões brasileiras mas em relação a projeção feita para 2020. Com isso tentou se posicionar como líder salvador do planeta e apontar com o dedo as grandes potências.

A hesitação de Obama fez pensar que a posição americana mudaria, e a posição do presidente brasileiro pareceu se encolher. Encontrou-se com a chanceler alemã e os dois concordaram que não sairia tratado vinculante, e desde então ficou em silêncio. Por agora...

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Cúpula de Copenhague: deputados americanos bloquearão qualquer lei enquanto não acabar o “fascismo climático”


Uma delegação de congressistas republicanos viajará a Copenhague para deixar bem claro às delegações presentes que seu grupo não avalizará qualquer promessa do presidente Obama com relação ao controle de gases estufa.

A notícia foi difundida pela Fox News  e ecoada, entre outros pelo diário espanhol “El Mundo”.

O porta-voz do grupo deputado James Sensenbrenner fez o anúncio em Washington (foto). Os republicanos estão em minoria no Congresso. Porém, a vertiginosa perda de popularidade do presidente Obama deixou inseguros os congressistas democratas. O resultado é que o presidente não pôde aprovar as medidas demagógicas que imaginava ter prontas para a Cúpula de Copenhague.

Nesse contexto de divisão entre democratas, os republicanos mostraram-se hábeis em bloquear as promessas do presidente.


Acresce que a opinião pública americana acredita cada vez menos no “aquecimento global antropogênico”.

A empresa de sondagens Pew constatou em outubro que a percentagem de americanos que acredita no aquecimento global caiu de 71% para 57% desde abril de 2008. Mais importante ainda: só 36% acredita que esse aquecimento se deva à atividade humana.

“Não há como negá-lo: estamos perdendo. A negação da mudança climática está se espalhando como uma doença contagiosa”, comentou George Monbiot, ambientalista e colunista do "The Guardian" de Londres, a respeito das enquetes negativas para o alarmismo.

As reações do público dos EUA contra o alarmismo climático mostram-se muito “quentes” e a resistência pode ser feroz.

Sensenbrenner vai para esclarecer aos líderes mundiais reunidos na capital dinamarquesa que o Congresso americano não apoiará lei alguma pela redução dos gases estufa enquanto não acabe o que ele qualificou de “fascismo científico”.

O deputado escreveu ao presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), Rajendra Pachauri, exigindo que a Conferência evite utilizar trabalhos dos cientistas envolvidos no Climagate. Para Sensenbrenner ficou claro que os dados científicos foram distorcidos.

Mas, para Rajendra Pachauri não há como atender o pedido republicano sem esvaziar o conteúdo dos relatórios preparados para a Cúpula do clima.

Por sua vez, o parlamentar republicano Mike Pence, disse nesta terça-feira que Obama deveria evitar as promessas em Copenhague. “Sr. Obama, não faça em Copenhague promessas que nós não poderemos cumprir”, advertiu.

“Mas vale cair com Minas do que cair em Minas”... diz a velha sabedoria mineira. Obama terá inteligência para perceber tudo o que isso significa? Ou o fanatismo alarmista cegá-lo-á na hora decisiva de falar?

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Cúpula do clima: CO2 não determina aquecimento e muito discurso em Copenhague é demagogia, diz Prof. Molion


O professor Luiz Carlos Molion, representa a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e leciona na Universidade Federal de Alagoas.

Ele declarou em entrevista para Terra Magazine que as reduções de emissões de carbono propostas pela 15ª Conferência das Partes sobre o Clima (COP-15), não influenciarão o clima mundial. "O gás carbônico não controla o clima global", garante.

Molion estuda o clima desde 1970. Para mostrar a fragilidade do que se apressa em chamar “consenso científico” ele menciona que quando tirou o doutorado há 35 anos, nos EUA o “consenso” era em torno da idéia de que o mundo estava numa Era Glacial.

Eis alguns excertos da entrevista:

Qual a opinião do senhor sobre as movimentações em torno da Conferência do Clima?

Essas reduções de emissões de carbono não vão produzir efeito nenhum no clima. O gás carbônico não controla o clima global. Isto já foi demonstrado com pesquisas feitas no que nós chamamos de paleoclimatologia, em que se tenta reconstruir o clima passado, com base nos cilindros de gelo da estação de Vostok, na Antártica.


Ocorreu forte aquecimento entre 1925 e 1946, e nessa época, o homem lançava na atmosfera menos de 10% do carbono do que lança hoje. Então, aquele aquecimento, que é ainda maior do que esse atual, na realidade foi explicado por fenômenos naturais.

Todos os recordes de temperatura nos Estados Unidos, que têm uma série de dados bastante longa, ainda são daquela década de 1930.


Como seria mais seguro medir as temperaturas mundiais?

Tem um sistema a bordo de satélites que leva a sigla MSU, um sensor de microondas que existe desde 1968. Ele indica que, nesses 30 anos passados, não há um aumento significativo de temperatura. Houve um aquecimento entre 77 e 99, que coincide com o aquecimento do Oceano Pacífico Tropical. Os oceanos são grandes controladores do clima, em particular o Pacífico, porque ele sozinho ocupa 35% da superfície terrestre. Então, quando ele se aquece, o clima também fica mais quente: A atmosfera, o ar, é aquecido por baixo, as temperaturas mais elevadas estão próximas da superfície.


Desde 1999, o Oceano Pacífico esfria. Hoje, não só monitoramos os oceanos, mas existem mais de 3.200 boias à deriva e mergulhadoras. Elas mergulham até 2.000 metros de profundidade, se deslocam com a corrente marinha e nove dias depois elas sobem, e passam os dados para o satélite.

Esse sistema mostra que os oceanos, de maneira geral, estão esfriando nos últimos seis, sete anos. E, nos últimos 10 anos, a concentração de CO2 continua subindo.

Mas há uma sensação de que existem muitas mudanças climáticas ocorrendo no mundo...

Não. O que acontece é que hoje, a população está mais vulnerável aos fenômenos meteorológicos. Na realidade, os fenômenos intensos sempre ocorreram no passado. Por exemplo, a maior seca do nordeste foi em 1877 até 1879. O furacão americano mais mortífero foi no Texas em 1900.

Aliás, a quantidade de carbono lançada pelo homem é ínfima, é irrisória, se comparada com os fluxos naturais dos oceanos, solo e vegetação. Para atmosfera, saem 200 bilhões de toneladas de carbono por ano. O homem só lança seis.

Qual a incerteza que nós temos nesses ciclos naturais? É de 40 bilhões de toneladas para cima e para baixo. Ou seja, existe uma incerteza de 80 bilhões que é oito vezes maior que o que o homem lança na atmosfera. Não tem como se controlar o carbono. E se controlar, se reduzir as emissões, não haverá impacto nenhum no clima.

O clima hoje deixou de ser um problema científico, ele é um problema político-econômico.

Mas a China não seria a única a reduzir, os EUA também reduziriam...

Para os países subdesenvolvidos e emergentes, excetuando-se o Brasil, reduzir significa gerar menos energia elétrica. Em muitos países só tem carvão mineral e petróleo para gerar energia. Eu não quero dizer com isso, que nós devemos sair por aí depredando o meio ambiente, tem que haver mudanças de hábito de consumos, mas as emissões de carbono não são o caminho correto.

Quem fabricou esse consenso?

Não existem consensos na ciência, ciência não é política, é experimentação.

A ciência progride pelos contras que vão surgindo. Se você tem uma teoria e mostra que ela vale, e se surge um único experimento que diz o contrário, então você tem que repensar toda a teoria.

Consensos são políticos, cientificamente eles não existem, cientificamente existem experimentações.

Então porque a impressão do consenso?


Existe uma trama por detrás disso tudo. Países como os do G7. Eles já não dispõem de recursos naturais, recursos energéticos. Por outro lado, eles não querem perder a hegemonia.

Os pesquisadores que vão de encontro a esse "consenso" sofrem algum tipo de represália?

Sim, mas isso é normal. A gente é perseguido, taxado como um indivíduo desatualizado e tem mais dificuldade de conseguir verba para pesquisa. Mas, de todas as pessoas que estão aqui no Brasil, talvez eu seja o climatologista mais sênior. Estudo clima há setenta anos e conclui meu doutorado há 35 anos, nos Estados Unidos.

No período que eu fazia meu doutorado, o clima estava tão frio que o "consenso" da época era que nós estávamos entrando numa Era Glacial. O clima é muito complexo e jamais poderia ser dominado pelo CO2. Ao contrário, o CO2 é resultante do aumento da temperatura, quando a temperatura aumenta os oceanos liberam mais CO2.

É, mas não da maneira correta. Quando você olha para os livros didáticos das crianças, diz lá que o homem está destruindo a camada de ozônio, que a Terra está se aquecendo, que o nível do mar vai subir... Isso está errado!


O que nós estamos fazendo? Educação ou lavagem cerebral? Na minha opinião, olhando todos os indicadores climáticos, nós vamos ter um resfriamento climático nos próximos vinte anos. O que vai acontecer com essa criançada quando eles perceberem que, ao invés de aquecer, está esfriando, e que esse esfriamento é muito pior para a humanidade?

Neve e gelo no porto de Marselha, 2009

Os países parecem dispostos a fazer acordos de redução em Copenhague...

É um discurso que não vai adiante. À medida em que a população aumenta, há a necessidade de mais energia elétrica, se a gente quiser incluir esse pessoal em uma sociedade que viva adequadamente.


Como incluir essas pessoas sem aumentar o consumo? Não existe como. Somos ainda muito dependentes dos combustíveis fósseis. Acho que vai ter muito discurso em Copenhague, vão fazer muitas promessas, mas são só demagógicas.

Não tem como cumprir essas metas. Se você olhar o Protocolo de Kyoto, a Europa não reduziu absolutamente nada, ao contrário. Conversa é conversa, na prática, não há como fazer isso.

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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Climagate: líder do “aquecimento global antropogénico” prefere que cúpula do clima fracasse


James Hansen, um dos pioneiros da hoje tempestuosa teoria do “aquecimento global antropogénico” e diretor do prestigiosíssimo Instituto Goddard da NASA para Estudos do Espaço, com sede em Nova York, declarou ao jornal “The Guardian”  ser preferível que a Conferência de Copenhague dê num fracasso. A declaração repercutiu logo na Espanha.

Para Hansen, qualquer acordo que possa surgir na capital dinamarquesa seria tão carente que no futuro ter-se-ia que recomeçar tudo de zero.

A lógica do raciocínio de Hansen tem algo de fanático insatisfeito. Se o “aquecimento global antropogénico” por ele pregado é tão grave, é claro que qualquer avanço imediato seria positivo. Porém, ele raciocina “tudo o nada” acometido de uma pressa inexplicável.

A modo de justificativa, Hansen comparou a luta contra a mudança climática com a luta contra a escravidão nos tempos de Abraham Lincoln ou contra o nazismo tocada por Winston Churchill. As duas comparações referem-se a guerras extremamente sanguinárias e longas. A Guerra Civil americana, e depois a II Guerra Mundial.

Alternativas extremadas e catastróficas como essas pecam por falta de ponderação. No Brasil, a escravidão foi abolida pacificamente. Por que não se inspirar na política jeitosa da princesa Isabel e de Dom Pedro II?

A comparação com o nazismo também revela uma visão pouco equilibrada da realidade. O nazismo tornou-se um perigo universal após tomar as rédeas do poder na Alemanha e em países aliados. Mas, no momento atual, quem tem as rédeas do poder na mão são os partidários do “aquecimento global antropogénico”. E isto no nível de instituições cientificas e no nível de governos, como comprova o farto noticiário sobre a reunião de Copenhague.

Então lutar contra quem? Contra outros cientistas "céticos" ou realistas? Contra a opinião pública que se resiste a engolir boatos ou pânicos?


O chefe do reputado Instituto Goddard ainda tentou uma analogia com o caso das indulgências no tempo da revolta protestante, que comparou com a proposta de criar créditos de carbono.

Hansen glosou a versão denegridora da Igreja Católica (“bispos coletavam montanhas de dinheiro e os pecadores compravam a redenção”) para tentar alicerçar sua atitude intransigente contra qualquer acordo. Para ele, obviamente, o “aquecimento global antropogénico” tem a importância de um caso religioso transcendental.

O uso do cachimbo deixa a boca torta. Acostumado ao exagero, o cientista parece ter perdido os pontos de referência certos.

Hansen está gravemente envolto no “Climategate”. Suas palavras sugerem urgência de “queimar arquivos”, pondo em surdina a polêmica sobre esse escândalo e as importantes problemáticas relacionadas.

Hansen manifestou-se também muito desgostoso com os políticos que embora aderindo rumorosamente ao mito do “aquecimento global” não se mostraram radicais e precipitados como ele quereria.

“Nestas matérias não pode haver compromisso”, exigiu.

Por quê não?

Que estranha pressa!

Por certo, se houverem delongas, haverá mais debate. Nesse caso, os dados e os argumentos serão mais bem conhecidos pela opinião pública.

A pressa e intransigência do cientista faz pensar numa necessidade impingir de cambulhada um projeto envenenado que se fosse discutido na calma e na reflexão não teria condições de passar.

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domingo, 6 de dezembro de 2009

Chefe do IPCC propõe radical inversão dos costumes ocidentais


Na véspera da cimeira de Copenhague, o presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC, Rajendra Pachauri, exigiu radicais mudanças no estilo de vida ocidental para “evitar um desastre global” escreveu “The Observer” de Londres.

Suas exigências, se atendidas, precipitariam o Ocidente num regime de vida miserabilista que tem analogias com a miséria soviético-cubana, ou com a miséria místico-religiosa de “santões” e faquires da Índia. Porém, até os últimos atos “consumistas” seriam espionados, controlados, taxados e eventualmente punidos.

Segundo os exemplos desses “novos valores” por ele fornecidos em entrevista ao “The Observer” , os hóspedes dos hotéis deveriam ter o consumo de eletricidade controlado; pesados impostos deveriam cair sobre as empresas de aviação para dissuadir as pessoas de voar e a água gelada nos restaurantes deveria ser reduzida.

Rajendra Pachauri, não quer apenas uma mudança de costumes na sociedade ocidental mas uma radical mudança de filosofia de vida. Esse seria o único meio de evitar os mal demonstrados malefícios das mudanças climáticas.

‒ Agora precisamos urgentemente de um novo sistema de valores baseado no “consumo sustentável”, disse ele. Hoje atingimos o ponto onde o consumo e o desejo das pessoas de consumir cresceu fora de toda proporção. A realidade é que os nossos estilos de vida são insustentáveis.


Estilos de vida de países pobres favoreceriam o equilíbrio climático

“Eu não entendo por que não pode haver um medidor no quarto dos hotéis para registrar quanto V. consome com o ar condicionado ou aquecimento e depois v. teria que pagar”, explicou. Se esse critério é válido para hotéis, depois será válido para os locais públicos, de trabalho, e por fim, para a intimidade do lar. O consumo de cada cidadão será objeto de espionagem e controle incessante do Estado “verde”.

“Com mudanças deste tipo, poder-se-ia obter que o pessoal comece a medir seus atos consumistas”.

Pachauri também propôs que os governos taxarem as viagens aéreas para obter subsídios pesados que sejam aplicados em outras formas de transporte. Ele deplorou que as pessoas ainda façam a “opção irracional” de voar em trechos curtos. Deve se recorrer a taxas para desencorajá-las, acrescentou. Percursos como a "ponte aérea" São Paulo-Rio seriam especialmente atingidos.


Pachauri causou polêmica no ano passado, defendendo, em uma entrevista ao jornal Observer, que as pessoas devem comer menos carne por causa dos níveis de emissões de carbono associadas com a criação de gado.


Churrasco seria inimigo do clima do planeta


Ele também disse acreditar que o uso de carros deverá ser “reprimido”: “Acho que certamente podemos manipular os preços para regular o uso de veículos particulares”.

Pachauri atacou o costume de alguns restaurantes que oferecem água gelada aos clientes sem estes solicitarem. É apenas um esbanjamento enorme”, ele disse.

Em última análise, Pachauri disse que a necessária mudança de valores levará uma geração para acontecer.

“Acho que (...) os adultos foram corrompidos por causa dos caminhos que percorremos há anos.” Um argumento estranho aos estilos próprios do mundo científico, e mais próprio de Pol Pot e os khmers rouges...

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sábado, 5 de dezembro de 2009

Climagate: ONU promete investigar. Cientista espanhol diz que opinião pública foi ludibriada. A Babel do clima

O Dr. Gabriel Calzada, presidente do Instituto Juan de Mariana, professor da Universidade Rey Juan Carlos declarou a “El País”  que o “Climagate” “é um caso claro de corrupção científica. A opinião pública foi enganada. Isso não quer dizer que não haja aquecimento e que outros cientistas sérios possam ter razão. Porém, cai por terra a versão alarmista da mudança climática, que oculta que nos últimos 11 anos não houve aquecimento e [a fraude] do gráfico do taco de hóquei”.

Para “El País”, o “Climategate” foi tão longe que paira sobre a Conferência de Copenhague. Pois, observa o jornal, “se o aquecimento é falso e se a mão do homem não tem nada a ver, para o quê o mundo gastará bilhões trocando o sistema energético para reduzir as emissões de gases estufa?”

De que jeito fica o IPCC, criado pela ONU para atualizar o estado do conhecimento da mudança climática?, indaga o jornal porta-voz do socialismo espanhol. “Uma coisa é que alguns cientistas tenham agido pouco eticamente ou que utilizem expressões pouco adequadas. Mas uma coisa muito diversa é um caso que abala décadas de investigação”, acrescentou.

Num debate organizado em Madrid pelo muito oficial Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), o oceanógrafo Carlos Duarte fez a apologia do “aquecimento global”, sendo abertamente contestado pelo Dr. Miguel Losada, do Centro Andaluz de Meio Ambiente, da Universidade de Granada.

Losada, se apoiando em Einstein ‒”temos que fazer as coisas do modo mais simples, mas não mais simples do que necessário” ‒ desqualificou “o excesso de zelo que consiste em dizer que a mudança climática se deve ao CO2”.

Por sua parte, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas ‒ IPCC, da ONU ordenou investigar se os cientistas envoltos no Climagate manipularam as informações sobre o aquecimento global, informaram diversos órgãos da imprensa como o "Times" de Londres e "La Nación" de Buenos Aires. E, com menor destaque, alguns do Brasil.

O caso é delicado pois o IPCC é grande suspeito no caso, e uma investigação por ele conduzida poderá ser facilmente contestada ou ainda incriminada de parcialidade.

O chefe dos negociadores da Arábia saudita, Mohammad Al-Sabban (foto), disse à BBC que o Climagate terá “profundo impacto” na reunião de Copenhague. Segundo ele, o material hackeado sugere que a mudança climática não tem causa humana.

Mas a voz da Arábia Saudita é pouco respeitada e acusada de encobrir interesses do lobby do petróleo.


O panorama assemelha-se à da confusão das línguas na Torre de Babel.

E a confusão está no próprio ponto de partida: não há provas claras de que exista o tal “aquecimento global antropogénico”.

Construir um acordo formidável sobre essa incerteza básica, como aliás pretende-se, ou pretendia-se, fazer em Copenhague, equivale a construir um castelo sobre uma montanha de areia.

Se se fizer esse castelo, os adversários da ordem civilizada serão os únicos vencedores, pois eles já poderão antever o dia da queda da nossa civilização.

É urgente impor um freio a esses absurdos, fazer uma pausa prudente e trabalhar sobre dados solidamente fundados na realidade. Copenhague pode esperar ou ser esquecida para sempre se assim for melhor para o futuro da humanidade.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Copenhague não pode tomar decisões com base em falsidades, diz colunista


Na “Folha de S.Paulo”, o colunista João Pereira Coutinho fez observações oportunas a propósito do "Climategate" e a Conferência de Copenhague. Eis alguns excertos:

Aquecimento global não é coisa certa

Aquecimento global? Talvez exista. Variações climatéricas fazem parte da nossa história na Terra. Aliás, da nossa Pré-História. A questão está em saber se o aquecimento global é produto da ação humana e, em caso afirmativo, se repousa nas mãos dos homens a chave para salvar a nossa vida coletiva.

Acompanho os debates. Leio com interesse. Pondero. Uma única certeza: não existem certezas.

Um conselho: não transformar o aquecimento global em nova religião da humanidade. Não é fácil, eu sei: com o declínio das teologias tradicionais no Ocidente cristão, os homens sempre se apressaram a preencher o vazio ideológico com causas redentoras.

Utopia verde substitui utopia marxista vermelha

O marxismo foi uma delas, com a sua promessa de substituir o reino de Deus pelo reino do Proletariado.


Com a falência da utopia vermelha, veio a utopia verde. E com vantagens: o aquecimento global oferece, em linguagem “científica”, algumas das pragas bíblicas mais entranhadas na consciência comum. Basta ouvir os catastrofistas para imaginar glaciares que derretem, águas que sobem. Só falta mesmo Noé e a arca.

O meu conselho final seria deixar para a ciência uma discussão que é sobretudo científica. Acontece que a ciência dá sinais de manipulação e fraude. O sistema informático da Universidade de East Anglia foi atacado por “hackers” que divulgaram na internet cerca de mil e-mails e 3.000 documentos da reputada Unidade de Pesquisa do Clima.

Revelações do “Climategate” são assustadoras

Infelizmente, as revelações são assustadoras (para dizer o mínimo).

Lendo os e-mails, cuja autenticidade não foi desmentida, encontramos “cientistas” que, em nome da sua “cruzada”, manipulavam os dados para garantir um quadro de indesmentível aquecimento; que recusavam o acesso de outros cientistas às suas investigações (alegando, por vezes, perda ou destruição de dados); e que conspiravam para impedir a publicação de ensaios “céticos” sobre o aquecimento global em revistas da especialidade.

Conferência de Copenhague viciada pela base

E agora? Agora, o mundo prepara-se para reunir em Copenhague e garantir uma redução de 50% nas emissões de CO2 até 2050, tendo como referência os valores anteriores a 1990.

Não vale a pena repetir as consequências econômicas desastrosas que uma medida dessas teria para todos os envolvidos, e em especial para os países em vias de desenvolvimento: o uso de energias mais caras e “limpas” condenaria largas parcelas da humanidade a novos ciclos de pobreza, fome e doença.

Cientistas falsários precisam fazer limpeza

O problema é mais básico e urgente: confrontados com um escândalo científico dessa proporção, qualquer decisão política e econômica sobre o aquecimento global antropogênico não pode ser tomada com base em falsidades.

Antes de limpar o mundo, o mundo deveria exigir que os cientistas limpassem as suas cabeças primeiro.

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Climagate: chefe das atividades suspeitas renuncia mas polêmica não pára

O professor Phil Jones, diretor da Climatic Research Unit ‒ CRU, da Universidade de East Anglia, que está no olho do furacão do Climagate, pediu afastamento temporário enquanto procedem as investigações, informou o site da Universidade.

O reitor de East Anglia, professor Edward Acton, justificou a saída para garantir que o CRU possa continuar operando normalmente.

A importante Universidade anunciou também que disponibilizou mais de 95% dos dados do CRU sobre clima e temperaturas para “pesquisadores do clima, céticos e público”, como se os “céticos” não incluíssem muitos pesquisadores do clima, e até com grandes serviços prestados.

Houve numerosos pronunciamentos de um lado e outro. Os professores Trevor Davies, pró-reitor da Universidade, Phil Jones e o próprio CRU emitiram comunicados visando justificar suas atividades, agora fortemente impugnadas.

A Pennsylvania State University anunciou a abertura de uma investigação sobre a conduta acadêmica de Michael Mann, diretor do Earth System Science Center, da instituição, informou o “Washington Times” . Mann é um dos nomes mais suspeitos no "Climagate".

Para o “Washington Times” há dúzias de pesquisadores de outras instituições envolvidos no escândalo pela suspeita de queima de provas e destruição de trabalhos que tirariam relevância ao controvertido “aquecimento global”.


Nos EUA, o senador James M. Inhofe (republicano, de Oklahoma, foto), Membro do Comitê do Senado sobre Meio Ambiente e Obras Públicas, pediu a abertura de audiências sobre as revelações dos comprometedores e-mails entre alguns dos mais proeminentes climatologistas promotores da idéia do “aquecimento global antropogénico”.

Segundo o protocolo assinado pelo senador “os e-mails fraudulentos poderiam revelar a manipulação de dados importantes utilizados pelo Global Change Research Program dos EUA e do IPCC”.

Inhofe focou: “por exemplo, um cientista escreveu ter empregado um 'truque' para 'esconder o declínio" na evolução da temperatura global, e as tentativas visando abafar trabalhos que questionassem o “aquecimento global antropogênico” e para que não apareçam nos relatórios do IPCC”.


Na Austrália, o Senado recusou um projeto sobre o qual já havia concórdia visando fixar um teto para as emissões australianas de CO2.

A sorpresiva mudança não foi associada ao “Climagate”, mas a uma revolta dos senadores conservadores que faz lembrar a revolta que grassa entre os cientistas ludibriados pelas atividades do CRU e de seus eventuais cúmplices em outros países.

O senador Steve Fielding, (foto) um dos que votou contra o Governo, disse que a votação foi uma vitória do bom senso. “As famílias e as empresas australianas vão respirar aliviadas hoje, sabendo que não serão enforcadas com um imposto enorme”, disse ele.

De fato, a ofensiva em nome do combate ao “aquecimento global antropogénico” na prática estabelece um controle opressivo sobre os cidadãos. Ele fixa impostos e taxas asfixiantes do consumo visando um novo estilo de vida miserabilista, comparado a alguma espécie de religião místico-materialista. (ver declarações de Rajendra Pachauri em coluna ao lado)

É um aspecto da nova cara do comunismo em evolução.

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