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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Prof. Molion (4): o CO2 é o gás da vida


Catolicismo — A elevada concentração na atmosfera de CO2 e outros gases que supostamente causam o efeito estufa não interferem na saúde humana?

Prof. Molion — O principal gás de efeito estufa, se é que esse efeito existe, é o vapor d’água (água na forma de gás). Em alguns lugares e ocasiões sua concentração chega a ser 100 vezes superior à do CO2.

Este, por sua vez, é um gás natural, é o gás da vida. Na hipótese, altamente improvável, de eliminarmos o CO2 da atmosfera, a vida cessaria na Terra.

O homem e os outros animais alimentam-se das plantas. Eles não produzem os alimentos que consomem. São as plantas que o fazem, por meio da fotossíntese, absorvendo CO2 e produzindo amidos, açúcares e fibras. Outros gases, como metano e óxidos de nitrogênio, estão presentes em concentrações muito baixas, que não causam problemas.


Fala-se muito que o aumento da temperatura global provocaria ipso facto uma proliferação do número de doenças que dependem de mosquitos como vetores (febre amarela, malária, dengue, por exemplo). Convém lembrar que a malária matou milhares de pessoas na Sibéria nos anos 1920, um período muito frio, e que já foi encontrado Aedes aegypti vivendo a –15°C (abaixo de zero).

Esses mosquitos continuam matando seres humanos e já sobreviveram a climas mais quentes e mais frios. Portanto, o problema seria mais de saneamento básico do que de clima. Entretanto, todo esforço que se fizer para diminuir a poluição do ar, águas e solos será muito benéfico para a humanidade.

A propósito, as concentrações de metano se estabilizaram nos últimos 20 anos, embora continuem a se expandir as atividades agropecuárias, como orizicultura e pecuária ruminante.

(Fonte: “Catolicismo”, janeiro 2010)

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2 comentários:

  1. Não encontrei endereço de e-mail para o blog, então vai por aqui mesmo. Gostaria de sugerir duas possíveis matérias, que ouvi falar mas que não encontrei muita coisa específica.
    A primeira seria o que sugeriu Joelmir Beting em sua coluna do dia 18/01/2010, sobre a lâmpada elétrica, onde sugere que "essa nova invenção de empresas [em busca de lucro] contribui muito mais para a 'mitigação do aquecimento global' que toda a falação de governos". O podcast pode ser encontrado aqui: http://www.band.com.br/jornalismo/colunista.asp?ID=120 (não tem permalink, hoje estava na página 2). Este tema é particularmente interessante porque mostra como não precisamos de governos para avançar na "sustentabilidade", algo que o próprio capitalismo busca isso tendo em vista a maximização dos lucros.
    A outra seria algo que ouvi não me lembro onde, e que dizia que o custo, em termos de energia consumida, para a produção de uma placa fotovoltaica para gerar energia elétrica, pode superar a energia por ela posteriormente produzida. Não sei se procede a informação nem encontrei nada que comprove-a, mas seria interessante se encontrassem algum estudo a respeito.
    Por fim, parabéns pelo ótimo blog.
    Contato: rafael.crivelli@hotmail.com
    Grande abraço.

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  2. Já tinha ouvido especulações a respeito da teoria de que o aquecimento global seria um mero "marketing global" no entanto nunca tinha tido acesso a argumentos convincentes. Pois ontem, eu assisti a uma discussão num programa de TV, em que o convidado era justamente o professor Luiz Carlos. Achei muito interessante e acima de tudo, achei que todos os comentários dele fazem muito sentido do ponto de vista químico, embora eu ainda tenha opiniões severamente contra os CFC´s.

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