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domingo, 28 de fevereiro de 2010

O “Amazoniagate”. Enxurrada de revelações (V)

E quando pareecia que tinha acabado a série de manipulações descobertas do IPCC, veio ainda o “Amazoniagate” apontado por “The Telegraph” entre outros.

O prof. Richard North denunciou mais uma afirmação do “Quarto Relatório de Avaliação” (AR4) do IPCC segundo a qual “até 40% da floresta amazônica” poderia ser prejudicada pela “mudança climática”.

A fonte utilizada, mais uma vez, era um folheto de autoria de Andy Rowell, um ativista contra o tabaco e pela segurança alimentar que trabalhou para a WWF e Greenpeace, entre outras, e escreve sobre meio ambiente para o jornal “The Guardian” porta-voz do socialismo inglês.

O método se repete...

“Mas o descaramento do IPCC não termina aí. Após procurar no relatório do WWF de “cabo a rabo”, não foi encontrada nenhuma evidência para suportar a afirmação do IPCC de que '40% da Amazônia está ameaçada pela mudança climática.'” (fonte)

Na Grã Bretanha, o Dr. Phil Jones - o polêmico diretor do CRU, investigado no "Climagate - e seu colega sino-americano Wei-Chyung Wang, da Universidade Albany, New York, foram também acusados de fraude científica por um pesquisador britânico independente.



Os dois indiciados publicaram em “Nature” obre a influencia aquecedora das cidades.

É bem conhecido que o concreto, cimento e asfalto das áreas urbanas sobe localmente a temperatura. O resultado é que nas cidades faz mais calor que no campo. A diferença é mais sensível na noite.

Verificou-se que os Drs. Jones e Wang tinham feito “sumir” os dados de 40 estações climáticas da China em áreas rurais, de acordo com o “The Guardian” e ainda não levaram em consideração que outras 18 mudaram de localização geográfica, fato que muda os critérios comparativos das medições.

Wang alega que os dados foram fornecidos por um colega chinês que, por sua vez, perdeu os apontamentos...

Por fim, o próprio Phil Jones admitiu à revista Nature que não foram utilizadas "as melhores práticas" científicas em dita pesquisa que manobrou estranhamente os dados climáticos da China e da qual ele foi o autor principal.

Nesta enxurrada enjoativa de revelações perde-se o pé. Só fica certo uma imensa confusão.

Esta confusão, entretanto, faria sentido se obedecesse a uma ideologia e a uma estrategia que visa manipular a ciência para impor objetivos extra-científicos ou até anti-científicos...


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