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domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os glaciares do Himalaia e os métodos do alarmismo. Enxurrada de revelações (I)

A cada dia, a credibilidade IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática) e seus relatórios afundam um degrau.


Capa do famigerado "Climate change 2007 the physical science basis" (AR4)


Enquanto o “Climagate” vai se instalando como fonte constantemente reveladora de procedimentos impróprios, novas falsificações vieram a público.

A mais ecoada levou o IPCC a reconhecer oficialmente que publicara uma previsão mal fundamentada sobre o derretimento das geleiras do Himalaia.

O IPCC previra no seu relatório de 2007 que o “aquecimento global” derreteria as imensas geleiras da região por volta de 2035.

O IPCC sempre fez questão de sublinhar que seus relatórios baseavam-se em trabalhos de 2.500 climatólogos cujas análises eram cotejados e criticados por colegas igualmente categorizados.

Verificou-se há muito que os 2.500 climatólogos não eram tais, mas sim cientistas das mais diversas especialidades. Tirou-se igualmente a limpo que a maioria deles nem fora consultada. Eles foram incluídos na listagem a título de bibliografia, inchando os números, como denunciou o professor Richard Linzen do MIT.

Acrescenta que vários dos consultados deram pareceres diametralmente contrários aos publicados. Alguns deles chegaram a denunciar falcatruas e falsos científicos ovantes, pedindo serem tirados da famosa lista dos 2.500.

Himalaia, Kirguistão 

O Prof. Paul Reiter, do Instituto Pasteur de Paris e conselheiro da OMS, ameaçou o IPCC com processo na Justiça.

O IPCC insistia em colocá-lo como avalista de absurdos contrários aos fatos por ele melhor conhecidos na sua especialidade: mosquitos e malária.

O caso das geleiras causou celeuma na Índia, pois toda uma região sobrevive da agricultura irrigada pelos rios de degelo do Himalaia. A conclusão alarmista do IPCC contrariava também a evidencia que furava os olhos dos habitantes da região e dos cientistas indianos.

O geólogo indiano Vijay Kumar denunciou oficialmente o erro em novembro. Outros acompanharam a denúncia. Porém, o IPCC só se mexeu quando o ministro de ambiente indiano, Jairam Ramesh (foto), contestou frontalmente o órgão da ONU. O ministro até acusou o IPCC de “alarmista”.

Cientistas independentes procuraram a fonte da estranha avaliação do IPCC. De fato, na literatura científica nada há nesse sentido.

A única exceção foi defendida pela ciência soviética e previa o derretimento para 2350 ‒ um erro teria trocado a data por 2035, algo bastante desabonador para um trabalho de alto nível conferido por cientistas também titulados.

Por fim, a origem foi descoberta: um trabalho da ONG ambientalista WWF que, por sua vez, teria tirado as informações de um texto jornalístico publicado pela revista “New Scientist” que por sua vez remetia para um “estudo ainda não publicado”.

Nada científico, puro palavrório alarmista...

Pego com a mão na botija, o IPCC fez uma retratação pública. Tentou, porém, minimizar a gravidade do erro, afirmando que o restante do relatório não era questionado.

Poucas semanas outras espantosas revelações deixaram-no em pior posição ainda.

(continua no próximo post)



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