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domingo, 21 de março de 2010

‘Avatar’: promoção subreptícia da religiosidade ecologista radical

O filme “Avatar” promove ladinamente o ecologismo como religião.

Ele sugere que quem não professa o radicalismo anti-cristão de tipo Nova Era e não pratica o culto panteísta da “mãe terra”, ou Gaia, é necessariamente “mau”, observou a agência ACIPrensa.

O ardiloso método para veicular uma religião panteísta anticristã foi denunciado em várias publicações. Os “bons” do filme, ou “Na’vi”, são humanóides com rabo que se conectam com os animais que aparecem com figuras próximas às de certa antiga demonologia.

Eles reproduzem os cultos à natureza pregados pelo ecologismo radical e o missionarismo comuno-progressista.

Os ritos dos Na'vi foram tirados dos festivais hippies dos anos 70.

Os humanos aparecem como uns exploradores “ruins”, exterminadores da vida e da natureza por razões comerciais.

Para a agência, o filme representa o dogma oficial de Hollywood de uma religião sem Deus e sem moral.

Para Moviefone“Avatar” reproduz num cenário muito diverso a mesma mensagem do filme hoje desprestigiado de Al Gore “Uma verdade inconveniente”: o homem é ruim e destrói a natureza.

Numerosas cenas tem duplo significado político anti-capitalista, anti-guerra e de ódio anti-EUA.

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