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quarta-feira, 3 de março de 2010

Jornal pede governos, acadêmicos e mídia mais humildes, e mais respeitosos com os “céticos”

Yvo de Boer, o chefe da Convenção do Clima da ONU, anunciou ontem que deixará o cargo em 1º de julho, em meio à frustração generalizada com o colapso das negociações para conter o aquecimento global. Sua saída não só expõe os impasses do processo nas Nações Unidas como lança de vez o debate sobre clima à deriva. (Folha de S.Paulo, 19/2/10)

A saída de Yvo de Boer coroa um processo de desmoralização da Convenção do Clima que, se não a sepulta de vez, fere gravemente a perspectiva de um acordo que amplie e substitua o Protocolo de Kyoto após 2012.

A renúncia tornara-se inevitável na noite de 18 de dezembro, quando a cúpula de Copenhague desmoronou numa Babel de desacordos.

O holandês ficara abatido por não ter obtido o tratado “justo, ambicioso e legalmente vinculante” à utopia. Diante do inexpressivo texto aprovado por alguns poucos em Copenhague, o secretário-executivo não tinha mais o que fazer, opinou a “Folha de S.Paulo”, 19/2/10)

Por sua parte, a renúncia do presidente do IPCC, o climatologista indiano Rajendra Pachauri, vem sendo pedida com veemência por muitos cientistas, noticiou Veja.



Os pedidos ficaram especialmente vehementes após o pedido oficial de desculpas do IPCC pelo falseamento de dados que levou à rocambolesca história do derretimento das geleiras do Himalaia e, por extensão, do mundo todo.

“Pachauri é diretor do instituto de pesquisas Teri, de Nova Délhi, agraciado pela Fundação Carnegie, dos Estados Unidos, com um fundo de meio milhão de dólares destinado a realizar pesquisas... nas geleiras do Himalaia. A mentira sobre o Himalaia já havia sido denunciada por um estudo encomendado pelo Ministério do Ambiente da Índia, mas o documento foi desqualificado por Pachauri como sendo "ciência de vodu", escreveu Veja.

A desmoralização produzida pelas fraudes apontadas na “ciência do aquecimento global” levou a AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência) a convocar um simpósio de emergência em seu encontro anual, na Califórnia, noticiou a Folha de S.Paulo, 21/2/10.

O “The Daily Mail” comentou que, em nome do “aquecimento global” já foram gastos bilhões de libras esterlinas para tornar o mundo “mais verde”, financiando um duvidoso comércio de créditos de carbono.

Foram também gastos incontáveis galões de gasolina levando de avião especialistas, lobbistas e políticos para conferencias apocalípticas sobre “aquecimento global”.

Por sua vez, cada governo da Terra mudou suas políticas, centenas de instituições acadêmicas, TVs e jornais mudaram suas linhas de conduta em função da nova doutrina segundo a qual o homem é um super-aquecedor do planeta e deve se engajar em heróicas e custossísimas mudanças para evitar que o planeta vire um deserto e que os pólos derretam.

Tudo isto pretendia ter fundamento na ciência. Porém, uma das revelações dos emails do Climatic Research Unit é que o fundamento de tudo é caos e desorganização no escritório do cientista chefe Phil Jones.

Agora a singular virada do cientista, premido pelas investigações, deixou em estado de colapso sem precedentes, não o planeta, mas o arbitrário alarmismo.

“À luz das revelações do ‘Climategate’, concluiu o jornal, é hora dos governos, acadêmicos e mídia serem mais humildes nas suas reivindicações e tratar os céticos com muito mais cortesia”.

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