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domingo, 25 de abril de 2010

O ‘Big Brother’ midiático prossegue impávido ‒ II

Propaganda levou mundo a quase adotar a irracionalidade
Perto do processo de demolição moral empreendido pela mídia e essa “comunidade científica” contra os verdadeiros cientistas que denunciavam a fraude do “aquecimento global” o caso de Galileo Galilei faz pobre figura.

Um odioso “clima de intimidação” foi montado contra os cientistas que defendiam a objetividade dos dados climáticos.

No Wall Street Journal, Richard Lindzen, o professor de Ciências Atmosféricas no célebre Massachusetts Institute of Technology, escreveu: “os cientistas que dissentem do alarmismo viram desaparecer seus fundos para pesquisa, seus trabalhos foram posto em derrisão, eles próprios foram qualificados de ‘títeres da indústria’, ‘cientistas piratas’ ou pior ainda. Em conseqüência, as mentiras sobre a mudança climática obtêm créditos trapaceando a ciência que supostamente é sua base”.

É fácil criar a ilusão de um consenso quando os que discordam são silenciados.

Leonard Evans, físico membro da National Academy of Engineering; escreveu no Washington Times que sua mulher é professor de história da arte e que seus colegas achavam que os cientistas como ele apoiavam a Al Gore, pois era o que liam no “The New York Times”. Porém, esses colegas estavam convencidos de que as teorias do ativista constituíam uma fraude.

Exageros midiatizados forjaram consenso inexistente
Fazer reformas importantes baseadas em argumentos irracionais só valida a irracionalidade, observa o físico.

Assim sendo, quem garante que futuramente não serão tentadas novas manipulações com base na mesma irracionalidade?

Evans faz uma pergunta muito grave, após constatar que os políticos e a mídia que promoveram esses absurdos continuam impávidos como o Big Brother orwelliano após espalhar as maiores contradições.

A “Folha de S.Paulo” publicou a editorial “Clima de desconfiança”. Nela escreve que o IPCC “dificilmente sairá incólume da crise de credibilidade que o acossa” depois das revelações do “Climagate”. O jornal paulist refere as críticas que grassam contra o IPCC nos ambientes científicos.

Porém, a inteligente editorial dá um exemplo do procedimento denunciado pelo Dr. Evans. Nada diz de uma séria correção de rumos do viés orwelliano da informação veiculada pelo jornal e seus colegas.

Agora bem, esse viés da mídia foi um dos principais “perpetradores” da colossal fraude do “aquecimento global”.

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