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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Royal Society dá marcha ré sobre o aquecimento global antropogênico


A Royal Society de Londres principal instituição científica da Grã-Bretanha flexibilizou a sua posição sobre o aquecimento global causado pelo homem.

Em um documento publicado após uma rebelião de mais de 40 dos seus companheiros, o novo guia da Royal Society para a mudança climática, diz que não há a certeza propalada sobre o aumento da temperatura prognosticado pela Sociedade. Trata-se de uma atualização do documento Climate Change Summary of Science.



O “Times” informou que segundo a nova posição da Royal Society permanecem “incertezas que provavelmente nunca serão significativamente reduzidas” esvaziando as profecias que davam por certa e demonstrada dita mudança.

Royal Society of London: brasão oficial 'Nullius in verba'
A Royal Society afastou-se das controvérsias sobre a mudança climática em que tinha caído.
Emitiu um “guia simples” segundo o "Times" em substituição ao documento anterior que refletia a posição da entidade.

Nesse guia evita fazer previsões sobre o impacto das alterações climáticas e se abstém de aconselhar os governos sobre como eles devem reagir.

O guia diz: “o tamanho dos futuros aumentos de temperatura e outros aspectos da mudança do clima, especialmente em escala regional, ainda estão sujeitos a incertezas”.

Nesta mudança de posição, a Royal Society ainda parece criticar cientistas que fizeram previsões sobre ondas de calor e elevação dos mares. Ela agora diz: “Há pouca confiança nas projeções específicas da futura mudança climática regional, exceto em escalas continentais”.

Esclarecendo esta afirmação acrescenta uma tese que até há pouco só se ouvia em boca de “realistas” ou “céticos”: “Não é possível determinar exatamente o quanto a Terra vai aquecer ou como o clima vai mudar no futuro. Resta a possibilidade de que vários aspectos ainda desconhecidos da mudança climática possam surgir e causar alterações significativas na nossa compreensão.”

A prudência e a falta de dogmatismo da posição da prestigiosa Sociedade causou malestar nos círculos ativistas e na esquerda política.

Dr. Klaus L. E. Kaiser
Em sentido contrário, para a Global Warming Policy Foundation, os anteriores posicionamentos da Sociedade davam a impressão enganosa de que a “ciência está definitivamente estabelecida”, enquanto que o novo guia admite que questões nevrálgicas permanecem em aberto.

No documento anterior a Royal Society pedia que os governos tomem “medidas urgentes” para reduzir as emissões de CO2 de modo “tão rápido quanto possível”.

Esse ativismo político foi substituído por uma avaliação mais sóbria da evidência científica nos debates climáticos.

“Se essa voz de moderação tivesse caracterizado a posição da Sociedade Real desde o início, a sua mensagem para o governo teria sido mais comedida”, disse o Dr. Benny Peiser, presidente da Global Warming Policy Foundation.

Sem dúvida, na mudança da Royal Society pesaram estudos como o do químico alemão, Dr. Klaus L. E. Kaiser que apontou erros substantivos no cálculo da persistência do CO2 na atmosfera terrestre. Cfr.

Prof. Claes Johnson
A análise do Dr. Kaiser foi apoiada pelo matemático sueco Claes Johnson, professor de Matemática Aplicada no Royal Institute of Technology de Estocolmo. O Dr. Johnson julga que o relatório anterior estava cheio de falhas científicas.

A descoberta dessas falhas gerou comentários alguns envergonhados e outros sarcásticos/hilariantes pela imprensa e na Internet.

O antigo relatório agora desmentido chegava a dizer, adotando a vulgata de Al Gore, que: “o conhecimento atual aponta que ainda que hoje houvesse uma completa interrupção das emissões de CO2 geradas pelo homem, seriam necessários vários milênios para as concentrações de CO2 voltarem aos níveis pré-industriais”.

O ridículo agora foi obstado.

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3 comentários:

  1. Nos EUA e na Europa, diferentemente do Brasil, a maior parte das pessoas nao acredita em aquecimento global pq durante o maior escandalo da ciencia climatica ano passado, o Climategate, houve alguma cobertura pela imprensa. Já no Brasil houve um completo blackout sobre o assunto.

    O Climategate expos o aquecimento global pelo que ele realmente é: a maior farsa científica da história!

    Veja este vídeo de um ano de climategate:

    http://blog.antinovaordemmundial.com/2010/11/video-um-ano-depois-do-climategate-o-que-mudou/

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  2. A ARCA DE NOÉ E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

    Há muito anos atrás (período do Regime Militar), circulou um artigo que tinha como título “A Arca de Noé”.
    Nele era contada uma pequena estória. Nela o planeta passava por uma fase muito complicada e, para resolvê-la, um tal Noé resolveu construir uma grande arca de modo a colocar um casal de cada ser vivo e, quando o dilúvio chegasse, este grupo sobreviveria para repovoar o planeta.
    A estória evolui com a intervenção de um grupo de “iniciados” que aceitaram a idéia, mas consideraram que este era um empreendimento de grande porte e, desta forma, não poderia ser simplesmente conduzido por tal Noé. Seria necessário estruturar um empreendimento que pudesse conduzir a complexidade da construção da arca. Mudaram, de imediato, o nome do projeto que passou a se chamar “Arca das Mudanças Climáticas”.
    Os “iniciados” começaram a estruturação do empreendimento: eleição de presidente, diretorias, assessorias, núcleos de pesquisa, contratação de especialistas, secretárias, motoristas, sede própria e sedes descentralizadas em diferentes locais do planeta, enfim, o imprescindível para que um grande empreendimento pudesse ser desenvolvido sem risco.
    As tarefas foram divididas em vários Grupos de Trabalho, com reuniões realizadas não nas regiões do planeta onde eram inevitáveis os primeiros efeitos do dilúvio, mas sim em lugares aprazíveis onde os grupos pudessem trabalhar em condições adequadas a importância do projeto.
    Inevitável, estes grupos acabaram se dividindo entre “prós e contras” e cada um deles, sem se preocupar com o dilúvio a caminho, resolveram ignorar a variável tempo, consumindo o tempo disponível em apresentar estudos e pesquisas que reforçassem as suas posições. Isso demandou uma grande quantidade de recursos, que foram logo disponibilizados pelos países mais ricos do planeta.
    Surgiram especialistas, políticos especialistas, agentes de financiamento especialistas, centros de pesquisa especializados, típicos do entorno de operação de um grande empreendimento.
    Sendo muito especializadas, de imediato a sociedade foi relegada a um segundo plano, dado que, na visão do projeto, apenas um casal de humanos, decidido que seria escolhido entre a alta direção do “Arca das Mudanças Climáticas”. Na verdade, logo no início, as informações foram passadas a sociedade, mas em linguagem complicada que levou a um progressivo afastamento do tema, deixando aos “iniciados” a discussão e decisão sobre o assunto.
    E o tempo foi passando. Países que tinham “madeira” para a construção da arca tentaram impor condições ao andamento do projeto, mas foram logo afastados pelos países que “detinham a tecnologia do corte da madeira”, de modo a, progressivamente, ir reduzindo o tamanho do grupo dos “iniciados”. Foram observadas denúncias (“Arcagate”), mas, para os “não iniciados”, acabou ficando a dúvida de quem realmente tinha à razão.
    Concluindo, passado alguns anos veio o aviso que o dilúvio seria no dia seguinte.
    No empreendimento “Arca das Mudanças Climáticas” um desespero total; perdidos entre muitas alternativas não tinham tido tempo para concluir a arca. Ou seja, era inevitável que o dilúvio seria plenamente fatal para todos do planeta.
    Mas, do alto da torre de trinta andares construída para fazer funcionar o mega projeto, no dia seguinte, quando a água quase cobria o edifício, foi possível ver uma arca de madeira, com os “não iniciados” liderados por um tal Noé, passando ao largo.
    Você já pensou em que grupo está?
    Ainda há tempo para escolher o grupo certo.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

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  3. Transmissão ao vivo hoje, 24/11, na USP, às 19:00h de Brasília, de uma Super Mesa de Debate sobre Mudanças Climáticas, sob ponto de vista dos "céticos" (www.fakeclimate.com)
    Também é possível baixar o Manual do Céticos. O meio científico já acordou, mas a massa de manobra prefere acreditar no Fantástico, e já até falam em "créditos de carbono", "compensações" e todas essas baboseiras da pseudociência.

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