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domingo, 28 de fevereiro de 2010

O “Amazoniagate”. Enxurrada de revelações (V)

E quando pareecia que tinha acabado a série de manipulações descobertas do IPCC, veio ainda o “Amazoniagate” apontado por “The Telegraph” entre outros.

O prof. Richard North denunciou mais uma afirmação do “Quarto Relatório de Avaliação” (AR4) do IPCC segundo a qual “até 40% da floresta amazônica” poderia ser prejudicada pela “mudança climática”.

A fonte utilizada, mais uma vez, era um folheto de autoria de Andy Rowell, um ativista contra o tabaco e pela segurança alimentar que trabalhou para a WWF e Greenpeace, entre outras, e escreve sobre meio ambiente para o jornal “The Guardian” porta-voz do socialismo inglês.

O método se repete...

“Mas o descaramento do IPCC não termina aí. Após procurar no relatório do WWF de “cabo a rabo”, não foi encontrada nenhuma evidência para suportar a afirmação do IPCC de que '40% da Amazônia está ameaçada pela mudança climática.'” (fonte)

Na Grã Bretanha, o Dr. Phil Jones - o polêmico diretor do CRU, investigado no "Climagate - e seu colega sino-americano Wei-Chyung Wang, da Universidade Albany, New York, foram também acusados de fraude científica por um pesquisador britânico independente.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"O maior embuste da história"

Na Folha de S.Paulo, 24 de fevereiro de 2010, o Dr. Rogério Cezar de Cerqueira Leite, professor emérito da Unicamp e membro do Conselho Editorial da Folha, publicou um artigo manifestando-se alarmado diante da extensão das queixas contra os maus cientistas que montaram fraudes a respeito do “aquecimento global”.

Ele teme que a reação da opinião pública diante da descoberta das tramóias desses cientistas infiéis possa levar as pessoas a caírem do outro lado do cavalo.

Para isso exemplifica com propriedade com a “mais perversa farsa científica de todos os tempos” montada pelo teólogo progressista e precursor do Vaticano II Pe Teilhard de Chardin SJ.

Este forjou uma ossada pretensamente humana que batizou de “homem de Piltdown” e que pertenceria ao suposto elo-perdido. Ela comprovaria a teoria darwiniana da evolução.

Obviamente, como o Professor afirma, a má conduta científica desse teólogo heterodoxo não é prova definitiva que Darwin errou.

Mas, é claro, lanhou não pouco as pregações darwinistas.

O mesmo pode se dizer do “climagate” e seus desdobramentos.

Não se vê o fundo. Enxurrada de revelações (IV)

O “Quarto Relatório de Avaliação” (AR4) do IPCC tirou as estimativas de emissão de CO2 das centrais nucleares, e a afirmação de que elas produziriam uma energia mais cara que as termoelétricas movidas a carvão o gás também de um site ambientalista, o da World Nuclear Association, menosprezando os cálculos científicos independentes.

O fato forma parte da longa série de denúncias dos procedimentos impróprios do IPCC publicada por diário “The Sunday Telegraph”.

Alan Thorpe, chefe do Natural Environment Research Council, principal órgão público que financia as pesquisas climáticas no Reino Unido lamentou: “nós abrimos as portas à confusão se começamos a apelar para a literatura cinza. Nós temos suficiente pesquisa que foi “peer-reviewed” para fornece provas da “mudança climática”, por isso é preocupante que o IPCC a tenha omitido.”

O professor Bob Watson (foto), ex-presidente do IPCC antes do Dr Pachauri e agora cientista chefe do Departamento para Meio Ambiente, Alimentos e Questões Rurais do Banco Mundial pediu que o IPCC mude seus métodos de compilar relatórios e convidou ao Dr. Pachauri para assumir suas responsabilidades na correção dos erros.

Para o professor Roger Pielke Jr, do Colorado University’s Centre for Science and Technology Policy Research, os autores do relatório do IPCC deliberadamente ignoraram um trabalho de sua autoria que contradizia as posições do IPCC sobre o custo dos desastres naturais provocados pelo clima.

Enquanto isso se passa com o IPCC, a investigação esclarecedora que deveria dissipar as dúvidas levantadas pelo “Climagate” afunda em obscuridades inquietantes.

A Universidade de East Anglia, em cujo seio funciona a Climatic Research Unit ‒ CRU, recusa-se a fornecer informações aos organismos oficiais ingleses.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mais erros substanciais do IPCC. Enxurrada de revelações (III)

Ainda revoavam os ecos do escândalo das geleiras do Himalaia quando novo relatório apontou do famigerado “Quarto Relatório de Avaliação” (AR4), mais erros substanciais.

O diário “The Sunday Telegraph”  resumiu-os assim:

1 -- Publicação de dados inapropriados sobre o potencial de produção mundial de energia elétrica a partir das ondas marítimas. Os dados seriam do site da empresa comercial Wavegen produtora dessa energia. Porém, enquanto a Wavegen reproduzia números largamente aceitos, o IPCC publicou números drasticamente divergentes.

2 -- Afirmações baseadas meramente em comunicados de imprensa e boletins.

3 -- Mais dois exemplos de afirmações baseadas em dissertações de estudantes, dois das quais não-publicadas.

4 -- Mais provas de afirmações fundadas em relatórios de grupos de pressão ambientalista.

5 -- No fim de janeiro, “The Sunday Telegraph” denunciou que o suposto derretimento dos glaciares do Himalaia foi tirado também de um artigo de um estudante publicado numa revista de alpinismo.

Em 5 de fevereiro o IPCC foi denunciado por anunciar que mais da metade da Holanda estava abaixo do nível do mar.

O erro originou-se pelo simples fato de ler mal as informações fornecidas pelo governo holandês.

O IPCC insiste se tratar de “erros menores”. Porém, nos ambientes científicos cresce a preocupação pelo fato do IPCC utilizar em seus relatórios “literatura cinza” — i. é fontes que não foram submetidas a uma verificação científica.

Crescem então as pressões para que renuncie o controvertido presidente do IPCC Rajendra Pachauri.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

IPCC reproduz panfletos alarmistas sob aparência de fonte científica. Enxurrada de revelações (II)

continua o post anterior

O artigo de “New Scientist” ‒ revista de popularização da ciência e não científica ‒ era assinado pelo glaciologista indiano Syed Hasnain. Interrogado recentemente, ele disse que seu comentário foi meramente “especulativo”.

O “comentário especulativo”, observou Inovação Tecnológica, foi extrapolado pelos autores do relatório do IPCC. Eles incluiram na especulação todas as geleiras no Himalaia, e não apenas as centrais e orientais.

Inúmeros glaciologistas qualificaram a alegação de injustificada.

Quanto Vijay Raina, um dos mais respeitados glaciologistas da Índia, escreveu artigo em novembro afirmando não haver sinal de recuo “anormal” nas geleiras do Himalaia, o presidente do IPCC, Rajendra Pachauri partiu para o ataque pessoal. E qualificou o escrito de “ciência voodoo”.

George Kaser, cientista do Instituto de Glaciologia de Innsbruck, na Áustria, disse ter informado seus colegas do IPCC sobre o erro no fim de 2006. “Foi depois da última revisão, mas antes da publicação, portanto existia a possibilidade de modificar o texto”, disse Kaser à Agência France Presse.

“Eu disse a eles”, insistiu. “Mas, por motivos que desconheço, ninguém reagiu.”

O resultado foi que o “Quarto Relatório de Avaliação” (AR4) do IPCC, publicado em 2007, alerta para o “fato” de que as geleiras do Himalaia estarem derretendo mais rapidamente do que as outras geleiras do mundo, e que “poderiam desaparecer até 2035 ou mesmo antes”.

Patrick Michaels, um “cético” do aquecimento global e intelectual do Cato Institute, convidou o chefe do IPCC, Rajendra Pachauri, a se demitir.

“Eu gostaria de saber como essa afirmação absurda passou pelo processo de revisão. Está obviamente errada”, acrescentou.

“É um artigo de má qualidade”, disse Graham Cogley, professor de geografia e geleiras na Trent University, Peterborough, Canadá, que apontou o erro. “Não foi revisado corretamente.”

O professor de ciência ambiental e política da Colorado University, Roger Pielke Jr., disse que os erros apontam para uma “avaria sistemática nos procedimentos do IPCC”, o que significa que poderia haver mais erros.

Marcelo Leite na “Folha de S.Paulo” apontou o notável paralelo com caso ocorrido no País.

Em 4 de março de 2007 um relatório do Ministério do Meio Ambiente (MMA), “Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade”, espalhou que a elevação do mar pela mudança do clima punha em risco 42 milhões de pessoas no Brasil.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Os glaciares do Himalaia e os métodos do alarmismo. Enxurrada de revelações (I)

A cada dia, a credibilidade IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática) e seus relatórios afundam um degrau.


Capa do famigerado "Climate change 2007 the physical science basis" (AR4)


Enquanto o “Climagate” vai se instalando como fonte constantemente reveladora de procedimentos impróprios, novas falsificações vieram a público.

A mais ecoada levou o IPCC a reconhecer oficialmente que publicara uma previsão mal fundamentada sobre o derretimento das geleiras do Himalaia.

O IPCC previra no seu relatório de 2007 que o “aquecimento global” derreteria as imensas geleiras da região por volta de 2035.

O IPCC sempre fez questão de sublinhar que seus relatórios baseavam-se em trabalhos de 2.500 climatólogos cujas análises eram cotejados e criticados por colegas igualmente categorizados.

Verificou-se há muito que os 2.500 climatólogos não eram tais, mas sim cientistas das mais diversas especialidades. Tirou-se igualmente a limpo que a maioria deles nem fora consultada. Eles foram incluídos na listagem a título de bibliografia, inchando os números, como denunciou o professor Richard Linzen do MIT.

Acrescenta que vários dos consultados deram pareceres diametralmente contrários aos publicados. Alguns deles chegaram a denunciar falcatruas e falsos científicos ovantes, pedindo serem tirados da famosa lista dos 2.500.

Himalaia, Kirguistão 

O Prof. Paul Reiter, do Instituto Pasteur de Paris e conselheiro da OMS, ameaçou o IPCC com processo na Justiça.

O IPCC insistia em colocá-lo como avalista de absurdos contrários aos fatos por ele melhor conhecidos na sua especialidade: mosquitos e malária.

O caso das geleiras causou celeuma na Índia, pois toda uma região sobrevive da agricultura irrigada pelos rios de degelo do Himalaia. A conclusão alarmista do IPCC contrariava também a evidencia que furava os olhos dos habitantes da região e dos cientistas indianos.

O geólogo indiano Vijay Kumar denunciou oficialmente o erro em novembro. Outros acompanharam a denúncia. Porém, o IPCC só se mexeu quando o ministro de ambiente indiano, Jairam Ramesh (foto), contestou frontalmente o órgão da ONU. O ministro até acusou o IPCC de “alarmista”.

Cientistas independentes procuraram a fonte da estranha avaliação do IPCC. De fato, na literatura científica nada há nesse sentido.

A única exceção foi defendida pela ciência soviética e previa o derretimento para 2350 ‒ um erro teria trocado a data por 2035, algo bastante desabonador para um trabalho de alto nível conferido por cientistas também titulados.

Por fim, a origem foi descoberta: um trabalho da ONG ambientalista WWF que, por sua vez, teria tirado as informações de um texto jornalístico publicado pela revista “New Scientist” que por sua vez remetia para um “estudo ainda não publicado”.

Nada científico, puro palavrório alarmista...

Pego com a mão na botija, o IPCC fez uma retratação pública. Tentou, porém, minimizar a gravidade do erro, afirmando que o restante do relatório não era questionado.

Poucas semanas outras espantosas revelações deixaram-no em pior posição ainda.

(continua no próximo post)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Estátua de gelo fumegante para Al Gore que foge do debate

Em Fairbanks, Alaska, dois cidadãos erigiram uma escultura de gelo que pesa duas toneladas ironizando o ativista do “aquecimento global” Al Gore.

A escultura expele um jato de vapor enquanto caixas de som reproduzem excertos de falas do ativista sobre “mudança climática”, informou o jornal local “The Fairbanks Daily News-Miner”, citado por “The Washington Times”.

A montagem suscita a hilaridade dos passantes.

A escultura foi encomendada por dois empresários locais, Craig Compeau e Rudy Gavora. Eles desejavam que Gore participasse de um debate sobre o “aquecimento global” em Fairbanks.

Mas, como é bem sabido, o ativista tem pânico de participar numa mesa redonda com alguém crítico de suas posições. Ele fugiu de um convite pelo presidente da República Checa para terem um debate público. O convite chegou a ser impresso como matéria paga de página inteira no “The New York Times”.

O mesmo Al Gore foi intimado a comparecer a audiências no Congresso americano. Não podendo se furtar, incorreu em graves contradições e passou vergonha.

“Nós não acreditamos em suas teorias, nós achamos que há uma motivação financeira por trás delas”, explicou Craig Compeau.

O site frozengore.com fornece fotos e informações sobre a escultura e já atraiu mais de 1,7 milhão de visitas. Outro site mais accesível


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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Paleontólogo americano (II): furos na 'hipótese Gaia'

(continuação do post anterior)
‒ Veja: Quais são os furos na hipótese Gaia?

‒ Ward: Se as teses de Gaia estivessem corretas, alguns fenômenos comprobatórios já teriam sido observados.

O contínuo aumento da diversidade das formas de vida bem como da biomassa (o volume total de organismos vivos) seria um formidável indicador empírico da validade de Gaia. Seria um resultado consistente com a idéia de que, ao longo do tempo, as condições do planeta vão ficando mais acolhedoras para os seres vivos.

Não é o que se observa.

Os modelos mais recentes indicam que a biomassa atingiu seu ápice em algum ponto entre 1 bilhão e 300 milhões de anos atrás e vem se reduzindo desde então. Quanto à biodiversidade, no melhor dos casos, ela se manteve estável nos últimos 300 milhões de anos.

‒ Veja: Em relação à “hipótese Medeia”, quais são as evidências de que ela é correta?

‒ Ward: Os episódios de extinção em massa registrados no passado geológico do planeta são uma dessas evidências.

Quando falamos nesses episódios catastróficos, as pessoas logo pensam nos dinossauros e lembram que o seu desaparecimento está ligado ao choque de um grande asteroide. Isso dá a falsa impressão de que desastres com causas externas seriam o principal risco para a nossa biosfera.
O caso dos dinossauros, no entanto, é uma exceção em meio a um grande número de episódios nos quais processos conduzidos pelos próprios seres vivos acarretaram reduções dramáticas na biomassa.

Meu exemplo preferido é o da grande extinção no fim do período permiano, cerca de 250 milhões de anos atrás, quando pereceram 90% das espécies marinhas e 70% do total da biota.

Por algum tempo acreditou-se que essa extinção também estava relacionada à queda de um asteroide. Essa tese hoje está quase abandonada.

Outra teoria que emergiu com força aponta bactérias como as assassinas responsáveis por essa hecatombe.

‒ Veja: Poderia explicar melhor?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Paleontólogo americano (I) desmitifica o “retorno à natureza” sonhado pelo ambientalismo radical

O paleontólogo americano Peter Ward está nas antípodas do que se qualifica de “cético” em matéria de “mudança climática”.

Por isso mesmo seu depoimento esvaziando um dos mitos mais insidiosos do ambientalismo catastrofista é insuspeito.

Ward qualifica de muito perigoso para a humanidade a ilusão ambientalista que apresenta a natureza de modo idílico e como oposta à civilização.

Para ele, o apelo ambientalista de uma “reconciliação” do homem com a natureza, retornando ao estilo primitivo de vida ‒ como seria o caso dos índios no Brasil ‒ é irreal.

De fato, esse mito é uma utopia que já fascinou os espíritos “iluminados” que preparam as massacres do Terror na Revolução Francesa. Jean-Jacques Rousseau foi o grande bardo.

O mesmo mito foi atualizado com a teoria ambientalista de Gaia, não menos fantasiosa que as de Rousseau.

No Brasil é pregado e posto em prática até com violência por órgãos como o CIMI ou a Funai, por exemplo na Roraima.

Peter Ward, trabalha para a Nasa e para a Universidade de Washington. Ele concedeu elucidativa entrevista a “Veja” sobre a matéria.

Ward escreveu o livro The Medea Hypothesis (A Hipótese Medeia), onde contesta a “hipótese Gaia”, versão Nova Era do velho mito, criada pelo inglês James Lovelock.

Eis excertos da entrevista:

‒ Veja: o discurso ambientalista de o homem “retornar à natureza” faz sentido?

‒ Ward: A utopia do retorno a um mundo mais simples, mais primitivo, mais natural, aponta na direção errada, tanto por motivos práticos quanto por motivos teóricos.

Num mundo com 6 bilhões de habitantes, não poderemos abrir mão das conquistas de nossa civilização tecnológica se quisermos cuidar de doenças e produzir alimentos em larga escala, para ficar nas necessidades mais básicas.

A civilização pré-industrial dos sonhos ambientalistas resultaria, muito rapidamente, em fome global. A fome acarretaria guerras e há poucas coisas feitas pelo homem mais devastadoras para o ambiente do que a guerra.

Esse é um dos motivos por que os “verdes” deveriam deixar de lado sua aversão à tecnologia, e considerá-la uma aliada.

Mas há outra razão para abandonarmos a tese do retorno ao primitivismo. A história do planeta mostra o contrário: a vida está sempre conspirando contra si própria, está sempre no caminho da autodestruição.

Cabe a nós, humanos, refrear essa tendência, mais uma vez, por meio de nossa inteligência e da tecnologia.

‒ Veja: A natureza não é uma mãe bondosa?

Ward: Ao contrário do que propõe uma das teorias mais difundidas nos últimos quarenta anos, a famosa hipótese Gaia, a mãe natureza não cuidará de nós eternamente se apenas voltarmos ao seu seio.

Gaia é uma referência à deusa Terra na mitologia grega, cujo nome também pode ser traduzido como “boa mãe”. A hipótese tem duas versões. Uma diz que os seres vivos colaboram entre si para manter as condições ambientais dentro de parâmetros compatíveis com a manutenção da vida.

A outra, mais radical, afirma que os organismos não apenas estão programados para manter os padrões de “habitabilidade” da Terra, como ainda conseguiriam melhorar a química da atmosfera e dos oceanos.