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domingo, 28 de março de 2010

Al Gore ganhou iglu junto ao Capitólio

Novo lar para Al Gore em Washington
Os netos do senador Jim Inhofe construíram um iglu com a abundante neve que caiu em Washington e o ofereceram ao ativista do “aquecimento global” e também senador Al Gore, noticiou a CNS News.

As sucessivas e violentas nevascas no Hemisfério Norte inspiraram muitas brincadeiras sobre o cada vez menos acreditável “aquecimento global”.

O iglu foi montado perto do Capitólio, sede do Legislativo americano, e foi batizado familiarmente de “Nova casa de Al Gore”.

Um cartaz convidava os passantes a buzinarem se acreditavam no “aquecimento global”. Obviamente ninguém buzinou, pois a quantidade de neve impedia os carros de circularem.

Cartaz reciclado para o iglu de Al Gore
O senador Inhofe preside a comissão da minoria do Senado para Meio Ambiente, Energia e Obras Públicas e polemizou diversas vezes com o outrora tagarela e hoje taciturno Al Gore, mas disse que seus netos não lhe informaram de nada.

Segundo o “The Wall Street Jornal” a idéia do iglu foi de Jace, 14, neta do senador Inhofe.

A menina disse em tom de brincadeira que queria responder ao apelo de Michelle Obama para que as crianças façam mais exercício, como parte de uma nova campanha para combater a obesidade infantil. “Nós apenas fizemos nossa parte para apoiar a nosso presidente”, observou.

A família Inhofe deplorou a falta de espírito de humor de Al Gore patenteada na ocasião.

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domingo, 21 de março de 2010

‘Avatar’: promoção subreptícia da religiosidade ecologista radical

O filme “Avatar” promove ladinamente o ecologismo como religião.

Ele sugere que quem não professa o radicalismo anti-cristão de tipo Nova Era e não pratica o culto panteísta da “mãe terra”, ou Gaia, é necessariamente “mau”, observou a agência ACIPrensa.

O ardiloso método para veicular uma religião panteísta anticristã foi denunciado em várias publicações. Os “bons” do filme, ou “Na’vi”, são humanóides com rabo que se conectam com os animais que aparecem com figuras próximas às de certa antiga demonologia.

Eles reproduzem os cultos à natureza pregados pelo ecologismo radical e o missionarismo comuno-progressista.

Os ritos dos Na'vi foram tirados dos festivais hippies dos anos 70.

Os humanos aparecem como uns exploradores “ruins”, exterminadores da vida e da natureza por razões comerciais.

Para a agência, o filme representa o dogma oficial de Hollywood de uma religião sem Deus e sem moral.

Para Moviefone“Avatar” reproduz num cenário muito diverso a mesma mensagem do filme hoje desprestigiado de Al Gore “Uma verdade inconveniente”: o homem é ruim e destrói a natureza.

Numerosas cenas tem duplo significado político anti-capitalista, anti-guerra e de ódio anti-EUA.

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quarta-feira, 17 de março de 2010

Será que os dogmas catastrofistas "derretem antes das geleiras"?

Sob o título “O dogma derrete antes das geleiras”, Veja publicou interessante artigo assinado por
Okky de Souza.

Tal vez peque de ingenuidade, supondo que as simples revelações das falcatruas de maus cientistas “catastrofistas” seriam suficientes para desanimar a onda anti-civilização industrial, promovida por ex-comunistas hoje porta-estandartes de um verde falsamente ecológico.

Porém, o artigo tece importantes considerações.

Quem duvida do aquecimento global é tratado como inimigo da humanidade. Agora, revelações sobre manipulações e fraudes nos relatórios climáticos mostram que os céticos devem ser levados a sério

Nos últimos anos, a discussão sobre o aquecimento global e suas consequências se tornou onipresente entre governos, empresas e cidadãos. É louvável que todos queiram salvar o planeta, mas o debate sobre como fazê-lo chegou ao patamar da irracionalidade

Entre cientistas e ambientalistas, estabeleceu-se uma espécie de fervor fanático e doutrinário pelas conclusões pessimistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da ONU. Segundo elas, ou se tomam providências radicais para cortar as emissões de gases do efeito estufa decorrentes da atividade humana, ou o mundo chegará ao fim do século XXI à beira de uma catástrofe. 

Nos últimos três meses, numa reviravolta espetacular, a doutrina do aquecimento global vem se desmanchando na esteira de uma série de escândalos. Descobriu-se que muitas das pesquisas que dão sustentação aos relatórios emi-tidos pelo IPCC não passam de especulação sem base científica. Pior que isso: os cientistas que conduzem esses estudos manipularam dados para amparar suas conclusões.

O primeiro abalo na doutrina do aquecimento global se deu no fim do ano passado, quando um grupo de hackers capturou e divulgou mais de 1 000 e-mails trocados entre cientistas ligados à Universidade de East Anglia, na Inglaterra, o principal centro mundial de climatologia. As mensagens revelam que cientistas distorceram gráficos para provar que o planeta nunca esteve tão quente nos últimos 1 000 anos. 

As trocas de e-mails também mostraram que os climatologistas defensores da tese do aquecimento global boicotam os colegas que divergem de suas opiniões, recusando-se a repassar dados das pesquisas que realizam. Os e-mails deixam claro, ainda, que o grupo dos catastrofistas age para tentar impedir que os céticos (como são chamados os cientistas que divergem das teses do IPCC) publiquem seus trabalhos nas revistas científicas mais prestigiadas.

O climatologista inglês Phil Jones, diretor do Centro de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, sumo sacerdote do dogma da mudança climática e responsável pelos e-mails mais comprometedores, protagonizou o episódio mais dramático de reconhecimento de que muito do que divulga o IPCC não passa de má ciência. Em entrevista concedida depois de se tornar público que ele próprio tinha manipulado dados, Jones admitiu que, em dois períodos (1860-1880 e 1910-1940), o mundo viveu um aquecimento global semelhante ao que ocorre agora, sem que se possa culpar a atividade humana por isso. O climatologista reconheceu também que desde 1995 o mundo não experimenta aquecimento algum.

A reputação do IPCC sofreu um abalo tectônico no início do ano, quando se descobriu um erro grosseiro numa das pesquisas que compõem seu último relatório, divulgado em 2007. O texto afirma que as geleiras do Himalaia podem desaparecer até 2035, por causa do aquecimento global. O derretimento teria consequências devastadoras para bilhões de pessoas na Ásia que dependem da água produzida pelo degelo nas montanhas.

Os próprios cientistas que compõem o IPCC reconheceram que a previsão não tem o menor fundamento científico e foi elaborada com base em uma especulação.

O mais espantoso é que essa bobagem foi tratada como verdade incontestável por três anos, desde a publicação do documento.

Não demorou para que a fraude fosse creditada a interesses pessoais do presidente do IPCC, o climatologista indiano Rajendra Pachauri, cuja renúncia vem sendo pedida com veemência por muitos cientistas.

Pachauri é diretor do instituto de pesquisas Teri, de Nova Délhi, agraciado pela Fundação Carnegie, dos Estados Unidos, com um fundo de meio milhão de dólares destinado a realizar pesquisas... nas geleiras do Himalaia. A mentira sobre o Himalaia já havia sido denunciada por um estudo encomendado pelo Ministério do Ambiente da Índia, mas o documento foi desqualificado por Pachauri como sendo "ciência de vodu". Os relatórios do IPCC são elaborados por 3 000 cientistas de todo o mundo e, por enquanto, formam o melhor conjunto de informações disponível para estudar os fenômenos climáticos.

O erro está em considerá-lo infalível e, o que é pior, transformar suas conclusões em dogmas.


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quarta-feira, 10 de março de 2010

Dever de justiça para com os bons cientistas

Face a enxurrada de falsos aprontados pelo alarmismo ambientalista e largamente espalhada pela mídia, o simples cidadão concernido pela temática não se sente habilitado para se pronunciar sobre o mérito científico do caso. Porém, pode se permitir reflexões baseadas no bom senso.

Uma delas refere-se a um dever de justiça. Na obra de restaurar a imagem da ciência lanhada pelas estripulias do IPCC e cupinchas deveria se considerar uma justa reparação aos cientistas sérios, aliás muito numerosos, que foram denunciando os abusos que agora saem a luz.

Eles sofreram injustos ataques da mídia, são tratados com adjetivos demagógicos como “negacionistas”, etc., mas perseveraram sofrendo até prejuízos em suas atividades profissionais.

Hoje, fica patente, que eles salvaram a honra da ciência e impediram que ela ficasse desmoralizada diante do público.

É de se destacar, por exemplo, no âmbito brasileiro, a campanha de esclarecimento realizada com sobrada competência pelo Prof. Molion, bem conhecido dos leitores.

A afirmação do José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da UnB de que “para terminar com o aquecimento global é só desligar a eletricidade dos computadores” do IPCC, pode ter parecido uma ironia.

Hoje verifica-se que foi, como ele mesmo disse “uma afirmação que faço até com alguma responsabilidade científica”.

Também verificou-se inteiramente procedente a proposta dos 200 sábios alemães que pediram à Chanceler alemã Angela Merkel a “reunião de um painel imparcial”, ou seja, “livre de ideologia” para contra-restar o IPCC da ONU.

Estes são apenas exemplos. Muitos outros mereceriam ser acrescentados na lista dos cientistas que fizeram especiais méritos resistindo à onda dos alarmismos ambientalistas sustentada por maus cientistas, órgãos da mídia e políticos.

Entretanto, pode-se temer que essa tão justa reparação não aconteça.

Essa injustiça só faria sentido em função daquilo que parece ser o cerne do alarmismo: a sua já muitas vezes criticada “religião” ‒ religião sem Deus é claro ‒ professada por ex-militantes do socialismo e do comunismo reciclados para o ambientalismo anti-ocidental.

No nosso caso, um ambientalismo anti-brasileiro que vem entravando o progresso legitimo e sensato do País.

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domingo, 7 de março de 2010

Cientista-chave do “Climagate” admite não haver “aquecimento global” desde 1995

O inquérito sobre o ‘Climagate’ apresentando resultados inesperados, noticiou o diário de Londres “The Daily Mail” de Londres.

O professor Phil Jones, principal responsável do Climate Research Center da Universidade de East Anglia, que está no centro do escândalo recusou-se a responder os requerimentos administrativos de informação previstos pela lei inglesa Freedom of Information. A recusa é grave e pode dar em processos penais.

Os colegas de Jones acham que ele perdeu documentos.

Desse modo, o mundo correu o risco de sofrer uma colossal reforma política e econômica com base numa teoria do aquecimento global indocumentada...

O prof. Jones declarou à BBC carecer de “capacidades organizativas” e que seu escritório apresenta um caos de pilhas de papeis, pois seu arquivo “não é tão bom quanto devia ser”.

Agora bem, esses documentos são indispensáveis para conferir o fundamento científico do célebre “gráfico taco de hóquei” adotado por Jones e colegas.

Dito gráfico (ao lado) pretende condensar os dados climáticos dos últimos mil anos e demonstrar que as temperaturas mantiveram-se estáveis e sofreram brusco aumento nas últimas décadas do século XX.


Hockey Stick Graphic

Esse gráfico está na base da propaganda pseudo-cientifica do “aquecimento global”.

Desde o início suscitou as mais graves interrogações, pois fazia “tabula rasa” de dados mais solidamente estabelecidos.

Agora resulta que os documentos desapareceram.

Hockey Stick Graphic trabalhado pelo IPCC, ano 2000

O prof. Jones também admitiu a possibilidade de o mundo ter passado por um período mais quente que o atual nos tempos medievais.

O fato sugere que o atual “aquecimento global”, se existe, não foi gerado pelo homem, mas acontece naturalmente na história da natureza.

A declaração implica uma virada de 180º na posição do cientista-chave na teoria do “aquecimento global”.

Essa posição até pouco era exclusiva dos chamados “céticos” e/ou “negacionistas”

Jones ainda justificou outra posição “cética”: aquela que diz que nos últimos 15 anos, isto é, desde 1995, não houve aquecimento “estatisticamente significativo”.

Os trabalhos de Jones foram decisivos na ofensiva alarmista, notadamente a do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) da ONU que promoveu a falida reunião de Copenhague.

Gráfico não manipulado da evolução do clima nos últimos 1.000 anos no Hemisfério Norte. Em vermelho o período cálido medieval, em azul a pequena idade de gelo do Ancien régime


A entrevista ao prof. Jones foi feita pelo analista ambiental da BBC Roger Harrabin.

Segundo Harrabin, Jones coletou dezenas de milhares de documentos com dados colhidos no mundo todo para produzir o famigerado gráfico ‘taco de hóquei’.

Porém, segundo o entrevistador, os colegas de Jones testemunham que ‘seu escritório está entulhado de altas pilhas de papel, fragmentos reunidos ao longo dos anos, dezenas de milhares de peças, e que eles acham que Jones colheu as informações básicas e deixou se perder os papeis’.

É uma falta de método que sai do sério.

Jones, entretanto, disse a BBC continuar acreditando que a temperatura global aumenta por culpa do homem. Ele procurou se sair da contradição afirmando que o resfriamento atual só começou “recentemente e que a tendência global continua sendo o aquecimento”.

De sua parte, Harrabin, ativo propagandista da teoria aquecimentista sublinhou não haver maiores objeções contra o consenso científico sobre o caráter antropogénico do “aquecimento” planetário.

Os cientistas “céticos” entrevistados sobre o caso afirmam que sem a documentação científica fica muito difícil se emitir um juízo sobre como se chegou a tão singular teoria.

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quarta-feira, 3 de março de 2010

Jornal pede governos, acadêmicos e mídia mais humildes, e mais respeitosos com os “céticos”

Yvo de Boer, o chefe da Convenção do Clima da ONU, anunciou ontem que deixará o cargo em 1º de julho, em meio à frustração generalizada com o colapso das negociações para conter o aquecimento global. Sua saída não só expõe os impasses do processo nas Nações Unidas como lança de vez o debate sobre clima à deriva. (Folha de S.Paulo, 19/2/10)

A saída de Yvo de Boer coroa um processo de desmoralização da Convenção do Clima que, se não a sepulta de vez, fere gravemente a perspectiva de um acordo que amplie e substitua o Protocolo de Kyoto após 2012.

A renúncia tornara-se inevitável na noite de 18 de dezembro, quando a cúpula de Copenhague desmoronou numa Babel de desacordos.

O holandês ficara abatido por não ter obtido o tratado “justo, ambicioso e legalmente vinculante” à utopia. Diante do inexpressivo texto aprovado por alguns poucos em Copenhague, o secretário-executivo não tinha mais o que fazer, opinou a “Folha de S.Paulo”, 19/2/10)

Por sua parte, a renúncia do presidente do IPCC, o climatologista indiano Rajendra Pachauri, vem sendo pedida com veemência por muitos cientistas, noticiou Veja.