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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Eco-terroristas atacam em São Paulo: falsos ambientalistas moderados saem beneficiados

Land Rover incendiados por ecoterroristas
Eco-extremistas do Frente de Libertação da Terra (FLT) protagonizaram um simbólico fato pioneiro no Brasil.

Um magotinho deles reivindicou o incêndio ocorrido na concessionária de veículos de luxo Land Rover da Marginal do Pinheiros, informou “O Estado de S.Paulo”.

Numa carta publicada em português e espanhol que circulou por blogs e listas de e-mail, eles assumiram a autoria do atentado.

O FLT diz que só gastou R$ 10 com o material explosivo método “simples, barato e eficiente de destruição”. Ecologicamente correto?

O grupelho até agora não tinha se destacado no Brasil.

Porém, sua versão americana, o Earth Liberation Front, pratica freqüentes atentados eco-extremistas nos EUA e Europa há 30 anos.

Earth Liberation Front, atentado em West Covina, Califórnia
Os eco-extremistas brasileiros atentam contra utilitários esportivos tipo 4x4 aduzindo as idéias largamente pregadas por organismos oficiais da ONU, Ongs e personalidades como o senador Al Gore, segundo as quais estariam danificando o planeta, aquecendo-o e poluindo-o.

Os ativistas pretextaram comemorar a Semana Internacional de Libertação Animal (humana e não-humana) e da Terra, em São Paulo.

Na carta de motivos explicaram que “o alvo foi escolhido pelo simples fato da Land Rover ser uma das marcas líderes na construção, venda e incentivo à compra e utilização de SUV's. Automóveis altamente poluentes e danosos ao meio-ambiente.”

Pichação do Earth Liberation Front nos EUA
Eles anunciaram novas violências eco-terroristas, parafraseando os slogans do ecologismo alarmista: “nós não ficaremos parados assistindo a destruição do planeta e suas espécies de braços cruzados.

“Da mesma maneira que esses carros queimaram, outros carros, casas, caminhões e estabelecimentos que/de quem danificam e exploram a terra e os animais, também queimarão.”

“Esta ação foi feita em nome de todos que foram presos em nome da libertação total. Nós estamos com vocês!”, acrescentaram demagogicamente.

O Earth Liberation Front, e seu braço o FLT brasileiro, é mais uma célula eco-terrorista que visa antes de tudo golpes meramente de propaganda.

"Extremistas" e "moderados": jogo de cena
Ele assumiu a missão de praticar atos descabelados que deixem a seus correligionários que militam em ONGs e governos numa posição “moderada” ou “intermediária”.

Desta maneira, fica-lhes mais fácil obterem concessões em leis e portarias. Este é o objetivo comum de “moderados” e “extremistas”.

Por exemplo, Paul Watson, co-fundador de Greenpeace criou, em 1977, a Sea Shepherd Conservation Society (fotos) engajada em agressões contra baleeiros.

O grupo atacou marinheiros e operários com garrafas cheias de ácido butílico (irrita olhos, vias respiratórias e pele, além de intoxicar a carne processada).

A Greenpeace julga muito extremada a Sea Shepherd Conservation Society e aproxima-se aos governos do Japão e do Canadá agredidos pelas estripulias.

Extremistas intimidam para moderados colher os frutos
A Sea Shepherd Conservation Society, por sua vez qualifica os militantes da Greenpeace de “pacifistas medíocres que não fazem nada nem praticam verdadeiras ações diretas para deter o abuso dos oceanos por parte do homem".

Com este jogo a Greenpeace pode bancar de “moderada”, fazer frente comum com esses governos e obter deles concessões que constituem a verdadeira finalidade da manobra.

Colisão de baleeiro japonês com navio rápido ecoterrorista

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Outro grupinho semelhante é o PETA que visa defender os “direitos e liberdades dos animais”. Seus ativistas promovem o vegetarianismo, repudiam a distinção entre espécie humana e espécies animais (“especicismo”) e “qualquer tipo de exploração animal”.

Destacaram-se estragando com tinta as roupas de pele de mulheres e homens na rua.

Animal Liberation Front: "libertação dos animais" que servem ao homem
Ao lado das iniciativas barulhentas do PETA, campanhas do gênero “segunda-feira sem carne” parecem chochas.

As provocações destes eco-terroristas, aliás mal identificados, tornam as propostas “moderadas” que até ontem eram “radicais” mais sofríveis pela opinião pública.

Estratégia semelhante inspira o Animal Liberation Front ou Frente de Libertação Animal. Ele diz visar uma louca “libertação animal a través da ação direta e da desobediência civil”.

Nos EUA praticaram sabotagens e liberações de animais “escravizados”, por exemplo, em zôos, incendiaram chácaras de fim de semana, além de ataques psicológicos com falsas cartas-bomba.

Eles dizem integrar células sem chefes nem líderes, independentes e sem relações.

"Moderados": os grandes beneficiados. "Segunda sem carne"
O FBI considera o ALF como o grupo eco-terrorista mais perigoso.

O Earth Liberation Front ou Frente de Libertação da Terra que agora diz ter aprontado o atentado em São Paulo, é uma derivação ainda mais espalhafatosa do grupelho.

ONGs e militantes ecologistas “moderados” colhem os benefícios desses golpes de cena obtendo entradas, apoios, financiamentos e até estímulos para suas pretensões e iniciativas ideológicas.


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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Biólogo atribui às “mudanças climáticas” uma próxima extinção da humanidade

Frank Fenner: "aquecimento global" iniciou a extinção da humanidade
São múltiplas as vozes que apontam um niilismo anti-humano fundamental em certa pregação ambientalista. Neste blog recolhemos muitos depoimentos neste sentido provenientes de um e outro lado da polêmica.

Porém, esse fundo anti-humano ficou especialmente patente em entrevista do professor Frank Fenner, professor de microbiologia da Australian National University.

O cientista prestou bons serviços na erradicação da varíola. Em contradição com seu trabalho para melhorar a existênica da humanidade, ele manifestou o fundo filosófico pessimista e apocalíptico que inspira o ambientalismo catastrofista.

Fenner declarou em entrevista ao diário de Sydney The Australian que “a raça humana extinguir-se-á nos próximos cem anos e o mesmo acontecerá com muitas espécies animais”. Os propósitos ‒ ou despropósitos ‒ de Fenner foram também reproduzidos pelo “Il Corriere della Sera

Os dois fatores que precipitariam esses assustadoras perspectivas seriam a explosão demográfica e o crescimento do consumo fora de controle. “Por causa deles os homens não conseguirão sobreviver”.

O realejo desta pregação apocalíptica volta sempre ao mesmo ponto de partida jamais demonstrado: “o início de tudo terá sido a mudança climática”, martelou Fenner.

“O Homo sapiens extinguir-se-á provavelmente dentro dos próximos 100 anos e o mesmo irá acontecer com muitos animais. A situação já é irreversível e acho que é tarde demais para remediá-la”, insistiu no seu pessimismo.

“Eu não fico dizendo isso porque ainda há pessoas que estão tentando fazer algo, embora as soluções estejam se adiando. Certamente, desde que a raça humana entrou na era conhecida como Antropoceno  sua influência sobre o planeta foi tal que pode ser comparado a uma das glaciações ou ao impacto de um cometa”.

Antropoceno é um termo cunhado em 2000 pelo Premio Nobel Paul Crutzen para definir a era geológica atual, na qual as atividades humanas são as principais culpadas da mudança climática.

Vida tribal: única opção tolerável para o alarmismo ambientalista
“Eis por que estou convencido de que teremos o mesmo destino dos habitantes da Ilha de Páscoa. Atualmente, as mudanças climáticas estão ainda numa fase muito precoce, mas já vemos mudanças significativas no clima”.

Fenner, em coerência com o credo anarco-ecologista fez o elogio da vida tribal:

“Os aborígines têm de mostrado que pode se viver 40 ou 50 mil anos sem a ciência, sem a produção de dióxido de carbono (CO2) e sem aquecimento global, mas o mundo civilizado não pôde. Dessa maneira, a raça humana corre o risco de sofrer o mesmo destino de muitas outras espécies que se extinguiram no transcurso dos anos”.

A visão catastrófica e pessimista de Fenner não parece, entretanto, encontrar grande ressonância entre seus próprios colegas. Porém, fazendo essas afirmações aloucadas abre espaço para que seu correligionários possam apresentar propostas que passem como “moderadas” diante da opinião pública.

“Pode ser que Frank esteja certo ‒ glosou amigavelmente o professor Stephen Boyden, agora aposentado, no Daily Mail ‒ mas alguns de nós ainda esperamos que possa se chegar a uma tomada de consciência da situação e que sejam implementadas as mudanças necessárias para alcançar um desenvolvimento verdadeiramente eco-sustentável”.

“A raça humana ‒ parafraseou Simon Ross, vice-presidente de “Optimum Population Trust”, uma ONG radicalmente anti-humana ‒ enfrenta os verdadeiros desafios como as alterações climáticas, a perda de biodiversidade e um crescimento sem precedentes da população”.

Na semana passada o príncipe Charles pareceu acreditar na imaginação de Fenner falando contra o crescimento da população mundial.

Agora é 2014 diz ambientalismo apocalíptico
Por sua vez, o professor Nicholas Boyle da Universidade de Cambridge foi ainda mais longe, fixando 2014 como a data do “Juízo Final”. Assim o explica no livro “2014: como sobreviver n próxima crise global”.

O autor repete o mesmo estribilho: o mundo vai para uma crise global sem precedentes que terá efeitos ainda mais vastos do que a crise econômica internacional. A culpa é das "mudanças climáticas". Apenas muda a data do desastre certo e definitivo: nos anos 60 aconteceria em 1980, depois passou para o 2000, depois ainda para 2012, e agora é 2014.

Em 2006 o professor James Lovelock impulsionou o alarmismo anti-humano, sustentando que a população mundial perderia 500 milhões por causa do “aquecimento global” e das mudanças climáticas. Ela argumentou apocalipticamente que tentativa alguma para mudar o clima resolveria realmente o problema, mas apenas permitiria ganhar tempo.

De fato, há anos ele prega uma radical diminuição da população humana. A atual onda de medo infundado do “aquecimento global” forneceu-lhe mais um pretexto mais na moda.

E o mito do “aquecimento global antropogénico” encontrou nestes filósofos niilistas mais um apoio.

Dois mitos que, na falta de bases sólidas, se apóiam um no outro visando um mesmo fim inimaginável.

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ilhas do Pacífico crescem em altura e extensão e desmentem alarmismo climático

Ilhas Kiribati subiram e aumentaram
Estudo publicado na revista "Global and Planetary Change", sobre as ilhas de Tuvalu, Kiribati e da Micronésia aponta que as ilhas do Pacífico estão crescendo, e não afundando como se acreditava.

Essas ilhas em lugar de estarem à beira do afundamento pelo aumento do nível do mar na verdade estão subindo de nível devido ao acúmulo de corais e sedimentos, noticiou a BBC.

Nos últimos anos, a propaganda catastrofista fez acreditar que esses países seriam varridos do mapa devido ao aumento do nível do mar.

A perspectiva alarmou profundamente as populações locais, incapazes de responder a trabalhos supostamente muito certos.

Porém, o novo estudo sobre 27 ilhas, feito ao longo dos últimos 60 anos, sugere que a maioria permaneceu estável, e até algumas, na verdade, cresceram.

Usando fotos históricas e imagens de satélite, os geólogos descobriram que 80% das ilhas permaneceram iguais ou aumentaram ‒ em alguns casos, dramaticamente.

Para o professor Paulo Kench, da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, as ilhas não sofrem risco imediato de extinção.

“Esse prognóstico bastante sombrio para essas nações está incorreto”, disse ele, um dos participantes do estudo. “Agora temos provas para sugerir que a base física desses países ainda estará lá dentro de 100 anos, então talvez eles não tenham que deixar seus países”, acrescentou.

Tuvalu também foi beneficiada
A revista “New Scientist” reproduz mais alguns dados contidos no relatório.

Vários deles são até de uma evidência primária e deixam em ridículo o ecologismo apocalíptico.

Por exemplo, o fato de essas ilhas estarem formadas sobre corais. Os corais são produzidos por seres vivos pelo que aumentam estavelmente de volume.

“Os atóis estão compostos de material vivo”, explicou Arthur Webb, da South Pacific Applied Geoscience Commission, “então nos temos um crescimento contínuo”.

Outras ilhas acumulam sedimentos marítimos que as fazem crescer. O furacão Bebe que atingiu Tuvalu em 1972 depositou 140 hectares de detritos no setor oriental da ilha principal, aumentando sua área num 10 por cento.

John Hunter, oceanógrafo da Universidade de Tasmânia, Austrália, julgou que o estudo é sólido e traz boas notícias para quem estava pensando em evacuações.

O estudo observa que ainda que a massa total da ilha permaneça estável ou cresça, naturalmente sempre haverá algum lado por onde ela será erodida, e não se pode raciocinar apenas com um ou outro dado.

As maiores ilhas de Kiribati aumentaram sua área
Tuvalu está apenas 4,5 metros acima do nível do Pacífico e o alarmismo profetizava que seria uma das primeiras vítimas do “aquecimento global” e das “mudanças climáticas”.

Arthur Webb e Paul Kench acharam que sete ilhas de um dos nove atóis do arquipélago cresceram 3% por ano desde 1950. A ilha Funamanu ganhou 0,44 hectares, ou seja, perto de 30% de sua área inicialmente observada.

Mudanças similares foram constatadas na vizinha República de Kiribati. Nela, as três maiores ilhas urbanizadas ‒ Betio, Bairiki e Nanikai ‒ dilataram-se num 30% (36 hectares), 16,3% (5,8 hectares) e 12,5% (0,8 hectares), respectivamente.

Entretanto, o fato de a população das ilhas Carteret, parte de Papua Nova Guiné, ter tido que mudar de residência, não altera a conclusão do relatório, pois não se tratou de uma anedótica ascensão dos mares, mas de um problema local de erosão que mudou os limites das ilhas forçando o traslado.

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domingo, 6 de junho de 2010

Produtores de alimentos X Ambientalistas radicais

Plantações são melhores do ponto de vista dos "gases estufa" que as vegetações nativas
“Há provas abundantes de que as vegetações cultivadas produzem saldo positivo superior ao das vegetações nativas, na relação de oxigênio (O2) sobre gás carbônico (CO2) e metano (CH4), os temidos ‘gases do efeito estufa’”, escreveram Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves, autores de diversos livros sobre a problemática do agronegócio e da reforma agrária.

“Já se provou igualmente que as áreas desmatadas e plantadas da mata atlântica não tiveram influência sobre o clima, por exemplo, no regime de chuvas.