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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Face a Cancún (COP-16) prof. Molion desfaz mitos no "Canal Livre" da Band

O climatologista Luiz Carlos Molion foi entrevistado mais uma vez pelo “Canal Livre” da Band TV, no domingo 28 de novembro de 2010.

O professor Luiz Carlos Baldicero Molion dispensa apresentação. Formado em Física pela USP, com doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado na Inglaterra é a mais autorizada voz brasileira em climatologia.

Ex-diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Prof. Molion leciona atualmente na Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió, onde também dirige o Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT). Ele é representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial.

Mais uma vez, o Prof. Molion respondeu com a clareza, sapiência, bom senso e destemor que o tornaram tão respeitado e renomeado.




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Conferência do Clima (COP-16) em Cancún: fiasco anunciado

Fiasco de Copenhague deixou "comunismo verde" sem rumo

A iminente Conferência do Clima (COP-16) em Cancún, México, sofre de esvaziamento absoluto. Nenhum chefe de Estado europeu vai comparecer.

Por sua parte, o presidente Obama está com as mãos amarradas após recente surra eleitoral. Seu projeto para o meio-ambiente também pesou, e não pouco, nessa derrota.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Royal Society dá marcha ré sobre o aquecimento global antropogênico


A Royal Society de Londres principal instituição científica da Grã-Bretanha flexibilizou a sua posição sobre o aquecimento global causado pelo homem.

Em um documento publicado após uma rebelião de mais de 40 dos seus companheiros, o novo guia da Royal Society para a mudança climática, diz que não há a certeza propalada sobre o aumento da temperatura prognosticado pela Sociedade. Trata-se de uma atualização do documento Climate Change Summary of Science.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Prof. Harold Lewis: aquecimento global é a “maior e mais bem sucedida fraude pseudocientífica que eu já vi em minha longa vida de físico”

Harold Lewis, professor emérito de física da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, renunciou à Sociedade Americana de Física.

O número de títulos do catedrático é como que infindo. Seguem em inglês:

Harold Lewis is Emeritus Professor of Physics, University of California, Santa Barbara, former Chairman; Former member Defense Science Board, chairman of Technology panel; Chairman DSB study on Nuclear Winter; Former member Advisory Committee on Reactor Safeguards; Former member, President’s Nuclear Safety Oversight Committee; Chairman APS study on Nuclear Reactor Safety Chairman Risk Assessment Review Group; Co-founder and former Chairman of JASON; Former member USAF Scientific Advisory Board; Served in US Navy in WW II; books: Technological Risk (about, surprise, technological risk) and Why Flip a Coin (about decision making)

Eis o texto da carta feita pública pelo próprio professor Hal Lewis.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Passeio nos igarapés esvazia vaticínios catastrofistas

Veja vídeo
Passeio de lancha nos igarapés
perto de Manaus
Enquanto ONGs, o IPCC, Al Gore e Cameron profetizavam a desertificação da Amazônia e a Campanha da Fraternidade CNBB lançava confusos vaticínios sobre a água doce que estaria ficando escassa no Brasil e no mundo, amigos meus foram ver os igarapés na região de Manaus.

Vejam a desertificação que encontraram!!!

domingo, 7 de novembro de 2010

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (4)

continuação do post anterior


A economia do ambientalismo

Uma vez rejeitadas as utopias, e entendido que, por exemplo, 10 milhões de pessoas que vivem numa cidade grande não podem exigir que o ar seja igual ao de uma aldeia de 50 pessoas, podemos então finalmente nos dedicar a resolver os verdadeiros problemas ambientais, utilizando para tal o único mecanismo realmente possível: propriedade privada e sistema de preços.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (3)

continuação do post anterior
Aquecimento global

No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin. Na época, os ambientalistas estavam alarmados com um iminente resfriamento global. O mundo viveria uma nova era do gelo caso os governos não tomassem providências imediatas.