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domingo, 29 de janeiro de 2012

IV Internacional anarco-marxista adota bandeiras verdes ambientalistas para 2012

Fórum Social (ex-Mundial): no início prevalecia o vermelho, foto Valter Campanato-ABr

Intelectuais de esquerda e agitadores engajados no passado ano de 2011 no movimento anticapitalista voltaram a se reunir no Fórum Social Temático (ex-Mundial) de Porto Alegre para reavaliar suas táticas.

Num ambiente bastante desanimado e que só se tornou possível pela polpuda verba do governo petista de Rio Grande do Sul, os representantes da extrema-esquerda mundial passaram a reafivelar a máscara “verde” para o ano 2012.

O teólogo da libertação Frei Betto apresentou como alvo futuro a “Rio+20” que acontecerá em junho.

domingo, 15 de janeiro de 2012

“Aquecimento global” é “negócio” obscuro para ONGs alarmistas, diz ex-ministro do Meio Ambiente uruguaio

Ex-ministro do Meio Ambiente do Uruguai, Aramis Latchinian

O “aquecimento global” virou um negócio “muito conveniente” para diversos governos, ONGs e organismos multilaterais que visam lucrar sugando recursos da cooperação internacional e desviando prioridades na agenda ambiental e acadêmica, especialmente nos países da América Latina.

Essa é a opinião do ex-ministro do Meio Ambiente do Uruguai, Aramis Latchinian, que é biólogo marinho e gestor ambiental numa consultoria. Agora ele escreveu o livro Globotomía – del Ambientalismo Mediático a la Burocracia Ambiental, lançado na Argentina, na Venezuela e no Uruguai, conforme noticiou a “Folha de S.Paulo”.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Buraco de ozônio mantém a Antártida fria e atalha “aquecimento global”

Buraco de ozônio, 15-06-2004

O cerne da Antártida se mantém frio e nele o gelo não só não derrete mas está se expandindo desde a década de 1970, revelam dados de satélite da NASA analisados por cientistas brasileiros.

O choque entre as baixíssimas temperaturas desse cerne e as menos frias do entorno geram ventos que mantem a região central gelada.

O fenômeno não bate com o chavão do aquecimento global. Mas os cientistas julgam que a periódica diminuição da camada de ozônio é a que mantém os frios extremos na área central.

A ausência de ozônio contribuiria para acelerar os ventos em volta do continente antártico e isolar termicamente a região.