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domingo, 27 de maio de 2012

Ideologia verde: esquerdismo e radicalismo que geram atraso e pobreza

João Luiz Mauad: esquerdismo e radicalismo verde geram atraso e pobreza
João Luiz Mauad: esquerdismo e radicalismo verde geram atraso e pobreza
O administrador de empresas João Luiz Mauad, escreveu oportuno artigo em “O Globo” intitulado “A Ideologia Verde”. Extraímos dele alguns parágrafos particularmente clarividentes.

Com a aproximação da Conferência Rio+20, as declarações apocalípticas dão o tom do debate. Gilberto Carvalho, por exemplo, declarou que “o mundo se acabaria rapidamente se fosse universalizado o padrão de consumo das elites”.

No mesmo diapasão, o neoconservaciocista Delfim Neto — ninguém menos que um dos idealizadores da escandalosa Transamazônica — foi categórico, em entrevista ao Globo: “Conflitos serão inevitáveis. Não há como o planeta sustentar nove bilhões de pessoas com renda de US$ 20 mil cada”.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Brasil: veto ou não veto, radicalismo ou não radicalismo, fanatismo ou bom senso


Até o dr. James Lovelock, gurú do ambientalismo mundial, teve a honestidade e a coerência de reconhecer que errou anunciando de modo alarmista o "aquecimento global", suscitando compreensíveis reações.

Porém, no Brasil, desproporcionada pressão anti-científica está sendo feita para que a presidente Dilma Rousseff vete o Código Florestal aprovado pelo Congresso.

Os radicais "verdes" outrora "vermelhos" socialistas/comunistas fundamentam essa exigência de duvidoso fundo democrático em mitos como o do "aquecimento global" agora renegado pelo guru inglês.

O radicalismo ambientalista brasileiro, a nível de governo e de ONGs está ficando incompreensível à luz da natureza e do meio ambiente.

domingo, 20 de maio de 2012

ONGs verdes estrangeiras assumem controle ilegal de áreas brasileiras

“O sol, a lua e as estrelas há muito teriam desaparecido
se tivessem ficado ao alcance de mãos predatórias humanas”:
“religião” verde é a base. Ou é mero pretexto?
“Programa de desmatamento evitado” é o nome de um novo artifício ambientalista para bloquear o crescimento ou a saída da pobreza de vastas regiões do planeta.

Ele já está sendo explorado no Brasil.

O recurso utilizado chama-se REDD, ou mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (sigla em inglês).

Em tese, ele visa impedir o desmatamento e o progresso da agropecuária, a instalação de barragens e, em geral, obras básicas para a melhoria de vida em regiões longínquas.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Natureza desmente mito da desertificação da Amazônia e carência de água doce. Verdes se omitem

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) diz que o
rio Negro pode chegar a 30,13 metros,
superando em 39 centímetros a maior enchente
registrada, em Manaus, em 2009
Hoje a enchente do Rio Negro atingiu o máximo recorde histórico desde que existem medições, informa a imprensa nacional.

O rio Negro, em Manaus (AM), atingiu na manhã da quarta-feira 16 de abril a marca de 29,78m, batendo o recorde da cheia história de 2009, quando foi registrado 29,77m. Trata-se de recordes sucessivos.

A Marinha e as autoridades públicas estão fazendo quanto podem para mitigar os danos causados por este imenso fenômeno natural, especialmente auxiliando a população local mais atingida.

domingo, 13 de maio de 2012

Radicalismo ambientalista brasileiro está ficando incompreensível

Pífio apoio popular ao ambientalismo radical no debate do Código Florestal
Foto: Flavio Rodrigues Pozzebon/ABR
Segundo o Financial Times, o Brasil é um dos melhores países em matéria de “sustentabilidade”, conceito assaz enganoso mas muito explorado pelo ambientalismo.

Porém, contrariando esse dado básico, governo e ecologistas promovem “processos ambientais cada vez mais rigorosos”, prejudicando o País – acrescentou, intrigado, o jornal inglês.

O jornal apontou que “como anfitrião da conferência Rio + 20, poucos países grandes estão em uma posição melhor que a do Brasil para defender o desenvolvimento sustentável”. Como indicadores, o jornal mencionou:

domingo, 6 de maio de 2012

Professor da USP refuta mitos e mentiras do ambientalismo

Professor de climatologia na USP Ricardo Augusto Felício
Professor de climatologia na USP Ricardo Augusto Felício
O professor de climatologia na USP Ricardo Augusto Felício fez doutorado sobre a Antártida e afirma com todas as letras: “o aquecimento global é uma mentira”.

Segundo ele, não existem provas científicas desse fenômeno.

O Prof. Ricardo Augusto Felicio é professor de Climatologia do Depto. de Geografia da USP.

Ele é pesquisador da área de Climatologia Antártida e Variabilidade Climática.

O prof. Ricardo mostrou que o nível do mar não está aumentando e que o gelo derrete sim, mas depois volta a congelar, porque esse é o seu ciclo. O professor lembrou ainda que o El Niño, um fenômeno natural, faz esse nível variar cerca de meio metro.