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segunda-feira, 30 de julho de 2012

O homem é uma “espécie invasora”? Sua inteligência e sua civilização uma desgraça para o planeta?


Por vezes, o tratamento que o ambientalismo dispensa ao homem e à civilização atinge abismos que parecem demasia anti-humana.

Certos arautos desse movimento ostentam uma ferocidade estarrecedora. Na coluna ao lado há alguns exemplos.

Essa predisposição anti-humana é descrita, também, no artigo “Ser humano: espécie invasora?” do Dr. José Eustáquio Diniz Alves, colunista do Portal EcoDebate, Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE.

domingo, 22 de julho de 2012

Nova era do petróleo está a caminho, mas alarmismo profetiza esgotamento da Terra. O que há?

Enigma: profecias falham mas "profetas" seguem pregando  que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Enigma: profecias falham, mas "profetas" seguem pregando
que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Quando jovem morei em Roma. Os imprevistos da vida me faziam passar com frequência diante de certo palazzo romano, não longe do Lungotevere.

Dentre as inúmeras peculiaridades dos palazzi romani, aquele entretanto me intrigava. Sobretudo uma placa junto ao pórtico de entrada. Nela estava escrito: Clube de Roma.

Em alguma parte eu lera que esse Clube anunciou o esgotamento do petróleo para 1980 e pediu com urgência a reformulação mundial do conceito de crescimento para o planeta.

Em verdade, naquela época eu não me preocupava muito se aquilo era uma turma de esquisitos, ou um boato jornalístico ou confusão minha.

Um dia, falando com um professor, comentei a placa, meu desinteresse e contei minha ignorância sobre o tal clube. Ele me respondeu muito seriamente se tratar de algo de muito peso, sustentado por Cresos famosos cujos nomes ele declinou como nomes sagrados. E eram potentados mesmo!

domingo, 15 de julho de 2012

A religião ambientalista
vista por um professor de filosofia

Cultos extravagantes na Rio+20:  o que tem a ver ambientalismo com religião?
Cultos extravagantes na Rio+20:
o que tem a ver ambientalismo com religião?
Luis Dufaur





Com frequência neste blog temos focalizado a existência de uma estranha religião imanente no ambientalismo. E nos referimos ao tipo de ambientalismo que pretende ser o mais coerente com os princípios básicos do movimento.

Também, com relativa frequência, ouvimos indagar o por quê dessa insistência em dita religião incubada, ou em questões religiosas. Porque, a primeira vista, a problemática ambientalista é basicamente científica.

Compreendemos perfeitamente esta dificuldade e a olhamos até com simpatia.

Pois, essa dificuldade foi também a nossa. E, em certo sentido continua sendo.

Tivemos dificuldade em admitir a ideia de uma religião singular por trás do ambientalismo mais “genuíno”.

Porém, com o tempo, foi ficando evidente para nós que o movimento ambientalista só se compreende bem pressupondo uma crença peculiar que o explica.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Terrorismo sobre o clima é ameaça à soberania nacional, diz professor de Meteorologia

O meteorologista Luiz Carlos Baldicero Molion, da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), além do domínio da ciência que demonstra em repetidas ocasiões, tem o mérito da paciência. Pois ele volta uma e outra vez para manter as posições da verdadeira ciência diante da desinformação que tenta confundir o público brasileiro.

E ele voltou a mostrar essas qualidades em mais uma entrevista à “Folha de S.Paulo”:

quinta-feira, 5 de julho de 2012

“Salvar o planeta” é “bobagem inigualável” diz ex-secretário de Meio Ambiente

"Salve o planeta: suicide-se"! Absurdos do catastrofismo ambientalista.
"Salve o planeta: suicide-se"! Absurdos do catastrofismo ambientalista.
Este blog assume uma posição estritamente não-partidária. Se reproduzimos comentários ou opiniões de personalidades engajadas em alguma associação política ou função pública, é só em virtude da temática que interessa ao blog.

Quer dizer, a adoção do ambientalismo e da ecologia pelos militantes do comunismo em crise, como método para obter sorrateiramente aquilo que não conseguem pela via da propaganda ou da convicção.

Neste sentido tem conteúdo relevante as afirmações do ex-secretário de Meio Ambiente e ex-presidente do Incra Xico Graziano, no artigo “Profetas do apocalipse” de 26/06/2012.

É mais uma voz que ecoa a denuncia, há muito feita, dos métodos apavorantes e catastrofistas empregados pelos “vermelhos” disfarçados de “verdes” para obter objetivos ideológicos que procuram não evidenciar.

Eis alguns excertos do artigo:

terça-feira, 3 de julho de 2012

Declaração final da Cúpula dos Povos: a Frente Ampla do retorno ao primitivismo anticapitalista “sustentável”

Rio+20: "Cúpula dos Povos". Foto Marcello Casal Jr-ABR
Até o presente vínhamos acompanhando neste blog o fenômeno de velhos militantes ou antigos movimentos da esquerda, mais ou menos eivados de marxismo, que se reciclavam e adotavam uma linguagem “verde” ou “ambientalista”.

E o faziam de um modo peculiar: distorciam o significado dos termos e manipulavam problemas gerados pela civilização industrial que pediam correções sensatas mais ou menos importantes, segundo os diversos casos.

Essas distorções e manipulações não visavam à melhoria do nível de vida da humanidade e a sábia gestão da natureza.

Pelo contrário, explorando pontos fracos da civilização industrial, em nome da natureza, da saúde e do bem do planeta, apresentavam propostas que levariam a consequências danosas.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CO2 nada tem a ver com o aquecimento global, diz mais um cientista americano

A Humanidade e suas crescentes emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases do efeito estufa na atmosfera não têm nada a ver com o aquecimento global.

Assim acredita Don Easterbrook, professor emérito de Geologia Glacial da Western Washington University, nos EUA, e apontado como um dos principais cientistas que contestam o consenso em torno do tema.

Segundo Easterbrook, suas pesquisas, com base na análise de amostras de gelo retiradas das geleiras da Groenlândia, indicam que a Terra passa por constantes ciclos de aquecimento e resfriamento, com duração aproximada de 30 anos cada.

— Não acredito no aquecimento global primeiro porque não há dados físicos que comprovem que isso está acontecendo — afirma. — Tudo que os arautos das mudanças climáticas têm são modelos computacionais fundamentalmente errôneos. Basta ver que se alimentássemos um dos modelos do IPCC com dados de 1980, suas previsões para o clima em 2010 não chegariam nem perto dos dados reais coletados naquele ano.

De acordo com Easterbrook, todo aquecimento das últimas décadas é fruto de um processo natural que já terminou, com evidências de que desde o ano 2000 a Terra entrou em uma tendência de resfriamento.