Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

quinta-feira, 14 de março de 2013

“Direitos das plantas”: artifício para escravizar o homem racional

Michael Marder
Michael Marder: "liberar as plantas"!

Advogados ambientalistas de extremada irracionalidade defendem “direitos da natureza”, da “dignidade das plantas” (incluída na Constituição da Suíça), da “personalidade dos rios” (recentemente aprovada na Nova Zelândia) e de “ecocídio”, termo para condenar como “crime contra a paz” qualquer uso da terra por parte do homem, em qualquer escala.

Tal “crime” seria assimilado ao genocídio e à “limpeza étnica”.

Essas teorias são levantadas em jornais de tendência esquerdista como The New York Times.

Neste jornal, Michael Marder fez um apelo pela “liberação das plantas”.

Ele defendeu que “não se justifica o consumo indiscriminado de plantas.


Consumir: o crime máximo?
Então os homens deveriam morrer de fome coletiva?
A mesma lógica, em última instância, submete o corpo das plantas, dos animais e dos humanos a uma instrumentalização total, estabelecendo por cima deles uma mente racional e abstrata”.

A agência destaca que tais propósitos abstrusos devem ser levados a sério, pois os “misantropos verdes” pretendem amarrar os homens racionais nesses erros para assim melhor implementar uma agenda que causaria horror até a um Lenine ou um Stalin.


3 comentários:

  1. Quem vai julgar os vírus, bactérias e fungos, quem se matam entre si e também são exterminadores dos seres humanos? E os animais que se devoram entre si? Os tubarões, leões, hienas, chacais, urubus, abutres? E os peixes que devoram os plânctons?

    ResponderExcluir
  2. Esse negócio de "direito das plantas", "personalidade dos rios"....é bem coisa de boiola.

    ResponderExcluir
  3. O que me preocupa é que esses malucos estão impondo sua agenda com muita facilidade, posando de salvadores de um mundo que não está em risco.

    ResponderExcluir

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.