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domingo, 28 de abril de 2013

IPCC muda seu alarmismo. Cientistas e jornalistas tentam se adaptar

Mutação do vermelho para o verde foi epidérmica

O jornal britânico “The Daily Mail” escreveu que nos anos 70 que cientistas e políticos estavam preocupados pela iminência de uma “idade de gelo”. Confira post anterior: Esboço de novo relatório do IPCC abandona fantasias aquecimentistas

Mas pouco depois mudaram, passando a achar o contrário. Isto porque segundo publicações do estilo da revista americana “Time”, ONGs, ONU, políticos e governos passaram a favorecer os cientistas que falavam de um iminente “aquecimento global” gerado pelo homem.

O que houve?

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O imenso "Brasil desconhecido" que o ambientalismo comunistoide quer malograr

Da esquerda para a direita: Dr. Plinio Xavier, Dr. Evaristo Miranda, Dr. Adolpho Lindenberg,
Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Dr. Caio Xavier da Silveira e Dr. Mario Navarro
Edson Carlos de Oliveira
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira realizou na noite do dia 18 de abril último, diante do auditório lotado do Club Homs, em São Paulo, importante conferência do Professor Evaristo Eduardo de Miranda sobre o Brasil que os brasileiros não conhecem.

O Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto, abriu o evento relatando o combate de 50 anos empreendido por Plinio Corrêa de Oliveira e seus discípulos contra a Reforma Agrária socialista e confiscatória no Brasil, panaceia cujos princípios remontam à Revolução bolchevista de 1917 na URSS.

domingo, 21 de abril de 2013

Artigo enganador sobre a Antártica e o aquecimento climático na revista “Veja”

Península Antártica: generalizar dados ao continente todo é erro primata
Península Antártica, onde fica a Ilha de Ross:
generalizar dados ao continente todo é erro primário
A revista “Veja” publicou em seu site, no dia 15/04/2013, matéria que dificilmente seria mais habilmente apresentada para ludibriar o leitor.

O título bate no realejo do aquecimento climático planetário que vem sendo abandonado em países mais bem informados: “Degelo na Antártida aumentou 10 vezes em 600 anos”. O subtítulo acentua o alarme: “derretimento intensificou-se na segunda metade do século XX, diz estudo”.

O artigo se apoia numa pesquisa publicada pela revista Nature Geoscience. Ela é de autoria dos cientistas Nerilie J. Abram, Robert Mulvaney, Eric W. Wolff, Jack Triest, Sepp Kipfstuhl, Luke D. Trusel, Françoise Vimeux, Louise Fleet e Carol Arrowsmith, patrocinados pela grande Universidade Nacional da Austrália.

O leitor que passa rápido sobre matéria tem ali tudo para sair impressionado pelo aquecimentismo catastrofista: a Antártica toda estaria derretendo em proporções desusadas, notadamente desde a intensificação do desenvolvimento industrial no século XX.

domingo, 14 de abril de 2013

Esboço de novo relatório do IPCC abandona fantasias aquecimentistas

Gráfico publicado pelo "The Daily Mail" de Londres
Gráfico publicado pelo "The Daily Mail" de Londres

Não são apenas os cidadãos que estão achando que o clima não está mais quente, mas também os próprios cientistas que há pouco pregavam o aquecimento global – escreveu o jornal britânico “The Daily Mail”.

O jornal apresentou dados a seu ver irrefutáveis, segundo os quais as predições oficiais sobre o aquecimento global foram “distorcidas catastroficamente” com um custo impressionante para os contribuintes.

Os britânicos teriam gastado inutilmente bilhões de libras esterlinas em impostos e subsídios para cortar emissões de gases estufa sem nenhuma razão séria.

terça-feira, 9 de abril de 2013

China: 400 “cidades do câncer” recenseadas

Criança com problemas respiratórios em Hefei, província de  Anhui
Pela vez primeira, o ministério chinês do Meio Ambiente publicou a lista das “cidades do câncer”.

Trata-se de urbes grandes, médias e pequenas, onde o nível de poluição é tão elevado que a proporção de pessoas atingidas pelo câncer superou os níveis mais alarmantes, noticiaram numerosas fontes, entre as quais o jornal “Le Figaro” de Paris.

Segundo a lista oficial, a China teria mais de 400 cidades em tal situação. Os grupos ecologistas, sempre lenientes e amigos do regime, falavam “apenas” em uma centena.

domingo, 7 de abril de 2013

Ambientalistas e socialistas trabalham para que a Espanha não atinja independência energética!

Mapa das jazidas não-convencionais espanholas
Mapa das jazidas não-convencionais espanholas
A Espanha identificou recursos de gás de xisto suficientes para atender às suas necessidades energéticas durante 39 anos. Atualmente o país importa quase 99% do que consome, segundo informou o jornal madrilense “El País”.

Porém, esse gás só pode ser aproveitado utilizando-se a conhecida e rentável tecnologia moderna de fraturamento hidráulico ou fracking.

O Conselho Superior de Engenheiros de Minas da Espanha apresentou relatório ao governo garantindo tratar-se de uma técnica segura, respeitadora dos critérios de segurança, que são basicamente os mesmos da mineração em todos os seus aspectos.