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domingo, 30 de junho de 2013

Afogado em preconceitos “verdes”, o Brasil não aproveita o gás de xisto

Não faltam jazidas no Brasil
Não faltam jazidas no Brasil
A revolução energética que se iniciou nos EUA com a exploração em grande escala dos recursos do xisto afeta os grandes produtores e exportadores de petróleo e gás, os investimentos industriais e transfere recursos do mercado brasileiro ao americano, interpelando os formuladores da política brasileira – observou “O Estado de S.Paulo”.

O gás de xisto custa nos EUA um quinto do gás encontrado no Brasil, cujas indústrias – de cerâmica, vidro e petroquímica, por exemplo – dependem muito do gás, perdendo competitividade, adiando sua expansão ou apontando investimentos para fora do País.

domingo, 23 de junho de 2013

Gás de xisto pode liberar Europa das cordas com que a Rússia poderia enforcá-la

Gasodutos russos construídos com tecnologia europeia

A Polônia e outros países europeus estão prestes a decidir o futuro das suas reservas de gás de xisto.

A tecnologia de fraturação hidráulica ou fracking forneceu uma inestimável oportunidade de salvar o continente do desastre e proteger seus legítimos interesses políticos e econômicos, escreveu a revista polonesa “Polityka”, de Varsóvia.

domingo, 16 de junho de 2013

Desaceleração do aquecimento global intriga cientistas, e a conduta destes intriga a opinião pública

2009: neve em Milão. Não aqueceu mas esfriou: agora como explicar?

Não poucos cientistas estão em dificuldades para explicar a desaceleração do aquecimento global, informou a agência Reuters.  De fato, o pressuposto do aquecimentismo nem se realizou e a catástrofe anunciada ficou adiada possivelmente para nunca.

E eles ainda se perguntam se o erro foi induzido por lacunas no conhecimento, quando os cientistas jamais dispuseram de equipamentos tão sofisticados para conhecer a realidade!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ardis cinematográficos para impedir exploração de gás de xisto

O ativista Josh Fox criou "Gasland", um "documentário" caricatual
Luis Dufaur





A polêmica sobre o gás de xisto tomou dimensões cinematográficas nos EUA quando Hollywood estreou “Promised Land” (“Terra Prometida”).

No filme, o ator Matt Damon interpreta um executivo de uma produtora do gás questionado.

Ele "engana" aos produtores rurais para que aceitem a exploração do xisto.

Mas, depois acontecem coisas estranhas e o rebanho de uma cidade começa a morrer bebendo água possivelmente contaminada.

domingo, 9 de junho de 2013

Brasil terá leilão de gás de xisto e já vem polêmica

A hostilidade militante contra a exploração do gás de xisto – o tipo mais procurado de gás não convencional – quer ser atiçada pela internacional ambientalista no Brasil.

Para isso tenta imitar as estratagemas de seus colegas ideológicos dos EUA, França e Bulgária, pois esta imensa fonte de energia está prestes a ser explorada no país em grande escala.

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) marcou para os dias 30 e 31 de outubro o primeiro leilão de blocos de gás não convencional.

Durante leiloes de maio de jazidas convencionais e pré-sal, movimentos sociais realizaram protestos em diferentes capitais do país com diversos pretextos.

As desordens serviram também de treino da militância das esquerdas para a polêmica do xisto.

Em Brasília, 800 manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) barraram o acesso de servidores ao Ministério de Minas e Energia.

Os emessetistas viraram “sem petróleo” rápido demais.

O Correio Braziliense conversou com algums deles acampados na Esplanada dos Ministérios.

Poucos sabiam o real motivo de estarem ali.

Para muitos o governo distribuiria ali mesmo novas terras.

“Não estou sabendo dessa história de petróleo, não”, disse uma mulher, sem se identificar.

Ela veio de Trevo, interior do Goiás, porque pelo transbordamento de um rio “perdemos a nossa casa. Agora, estamos esperando ganhar nosso pedaço de chão para voltar a plantar”.

O ambientalismo não tem verdadeira militância e precissa recorrer a “golpes” deste nível.

Voltanto ao gás não convencional, segundo a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, as reservas desse gás podem ultrapassar as do pré-sal.

Projeções da ANP indicam potencial de reservas de 500 TFC (trilhões de pés cúbicos), o dobro dos 226 TFCs conhecidos até hoje.

Entre as áreas oferecidas há algumas com potencial para a extração que não estão livres nos reservatórios subterrâneos, como o gás comum.

Para extraí-lo é preciso fragmentar (a técnica do fracking, ou fragmentação) as rochas, injetando no subsolo água, areia e produtos químicos.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Verdes que são vermelhos e índios que não são índios mas verdes e vermelhos

Pode queimar em nome do indigenismo aliado do ambientalismo
Ouvimos com frequência que antigos socialistas, comunistas, ou teólogos da libertação se tornaram radicais ambientalistas. Neste blog há muitos testemunhos e confissões.

Ainda com maior frequência ouvimos também que “indígenas” envolvidos em lultuosos incidentes até recentemente não são tais.

Ou que nem mesmo são brasileiros, mas trazidos de países vizinhos, sem sequer falarem rudimentos de português.

E eis que alguns desses imergem ousadamente em questões meio-ambientais, relativas às florestas, deflorestação, demarcação de reservas, proteção de espécies, etc.

E até circulam com fortes apoios de partidos, do CIMI, Funai, etc.

O que pensar?

domingo, 2 de junho de 2013

O clima está mudando entre os jornalistas aquecimentistas

Lawrence Solomon, diretor executivo de Energy Probe
Lawrence Solomon, diretor executivo de Energy Probe
Até há pouco tempo imperava um consenso jornalístico a respeito do aquecimento global. Mas agora esse consenso, feito na base do rolo compressor da propaganda, está rachando.

Em abril, o semanário talvez mais prestigioso do mundo – o britânico The Economist – entregou os pontos e voltou atrás em seu alarmismo, escreveu Lawrence Solomon, diretor executivo de Energy Probe, no “Finantial Post”.

The Economist reconheceu que se “os climatólogos fossem avaliados por uma agência de risco, sua sensibilidade climática seria revista para baixo”.

A revista britânica classifica agora como improváveis ou forçadas, as estimativas sobre o “aquecimento global antropogênico” emanadas de organismos como o Intergovernmental Panel on Climate Change – IPCC da ONU, que outrora caíam em seu goto.