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domingo, 28 de julho de 2013

Geradoras europeias de energia mudam diante do progresso do gás de xisto americano

Reflexos do gás de xisto dos EUA: E·ON pensa hibernar mais centrais de gás.
O crescimento da produção americana de gás de xisto está causando impacto na economia mundial. Esse gás não convencional pôs de lado o carvão nos EUA, cujo excedente o país vende a preço baixo.

Resultado: um número crescente de empresas europeias geradoras de energia elétrica fecham suas modernas plantas de ciclo combinado de gás. E as termoelétricas na base de carvão fazem a festa, escreveu “Wall Street Journal”.

domingo, 21 de julho de 2013

Climatólogos chilenos: esqueçam o “aquecimento antropogênico”, a natureza está jogando do outro lado

Patricio Aceituno, da Universidade de Chile
Patricio Aceituno, climatólogo da Universidade de Chile

“O aquecimento global se interrompeu pelo fim do século XX ou nos primeiros anos deste século, situação essa que persiste e para a qual os cientistas ainda não encontraram explicação alguma”, afirmou categoricamente Patricio Aceituno, climatólogo da Universidade do Chile, para o jornal de Santiago “El Mercurio”.

Essa paralisação já ganhou um nome em inglês: “climate hiatos” ou interrupção climática.

Aceituno voltou-se para a história do clima e achou o que não foi incluído na programação dos computadores dos aquecimentistas.

Ao longo de décadas, séculos e milênios, sempre aconteceram fortes flutuações no clima cuja natureza – além dos fenômenos físicos associados – ainda são motivo de especulação.

domingo, 14 de julho de 2013

ONU ri da ciência e intimida os cidadãos a respeito do aumento de CO2

ONU espalha pânico com artifícios de má lei:
condições atmosféricas no Mauna-Loa, maior vulcão do mundo
(4.169 metros de altura e 90 km de largura, na Ilha Havaí)
não podem ser generalizadas a toda a Terra em boa fé
Ouça sem pensar e apavore-se: o mundo “entrou numa nova zona de perigo”. Como se já não o tivesse o suficiente!

Segundo a responsável pelo clima da ONU, Christiana Figueres, a concentração de CO2 atingiu o limite de 400 partes por milhão (ppm), algo que há milhões de anos que não acontece, informou o semanário socialista francês “Le Nouvel Observateur”.

“O mundo deve acordar e perceber o que isso significa para a segurança dos homens, seu bem-estar e o desenvolvimento econômico”, disse ela, sem explicar do que estava falando, apesar de seu comunicado ser oficial.