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domingo, 24 de novembro de 2013

Tribunal da França manda desmontar torres eólicas: prejudicam aos homens e à natureza

Prejudicam a saúde e à natureza, disse Tribunal
Os proprietários do castelo de Flers, na região francesa Nord-Pas-de-Calais, obtiveram ganho de causa no Tribunal de Grande Instância de Montpellier, o qual ordenou desmontar dez torres eólicas responsáveis por danos à saúde e ao horizonte visual do castelo e da aldeia vizinha.

A Compagnie du Vent, filial da grande empresa de eletricidade GDF-Suez, também foi condenada a pagar indenizações e vai recorrer.

A sentença causou rebuliço nas fileiras ambientalistas, e segundo o jornal “Le Monde”, poucas sentenças foram tão consultadas, copiadas e analisadas em toda a França.

Pois as queixas contra as torres eólicas estão se fazendo ouvir pelo país inteiro, enquanto cientistas e economistas criticam seu custo e real utilidade.

domingo, 17 de novembro de 2013

Totalitarismo tributário “verde” indigna a França

Portal da "ecotaxa": impostos ambientalistas acentuam totalitarismo tributário
Portal da "ecotaxa": impostos e controles ambientalistas praticam totalitarismo tributário
Para milhares de agricultores franceses, a arremetida “verde” saiu da propaganda e virou hostil realidade.

O governo francês “vermelho-verde” foi baixando sucessivos impostos para “salvar o planeta”.

A gota que fez derramar o copo foi a chamada “ecotaxa” que incide sobre os caminhões, mas acaba sendo paga pelos produtores rurais.

Impressionantes portais carregados de sensores para flagrar caminhões, cargas, emissão de CO2, etc. foram sendo instalados em auto-estradas e simples estradas de França. A “ecotaxa” deve render ao governo vários bilhões de reais por ano.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O tufão Haiyan e as manobras inescrupulosas
do alarmismo climático

O tufão Haiyan atingindo as Filipinas
O tufão Haiyan atingindo as Filipinas
Explorando a dor enorme que significou para as Filipinas o tufão Haiyan (ou Yolanda) o desastre vem sendo relacionado pela mídia ambientalista com o “aquecimento global”.

O viés alarmista que aflora em certos noticiários é de molde a impressionar o público para alguma decisão demagógica que possa adotar a 19ª Sessão da Conferência das Partes (COP 19) (Nineteenth session of the Conference of the Parties) agora reunida em Varsóvia.

A COP 19 é a reunião mais importante sobre clima do ano e tem o objetivo de 'preparar terreno' para novo acordo global climático em 2015.

Marc Morano, de “Climate Depot” preparou um valioso apanhado das posições dos cientistas e dos jornais, das verdades e das falsificações, sobre o grande tufão.

domingo, 10 de novembro de 2013

Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las - caso existissem

Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
A ser aplicado o plano proposto pela Comissão do Clima da Austrália, tentar deter o suposto incremento da temperatura mundial custará 50 vezes mais do que promover adaptações a ele – se é que existe.

Essa é a conclusão do site australiano “The climate sceptic party” após consultar diversos cientistas que demonstraram ter adotado as posições certas no debate sobre o aquecimento global.

Reduzir em nível mundial o aquecimento global segundo a proposta australiana custaria $3,2 quatrilhões de dólares ($3.200.000.000.000.000) para cada grau centígrado de aquecimento diminuído. [Toda a informação é calculada em dólares australianos, pouco menos valorizados que o dólar americano: 0,9343 $U.S.]

domingo, 3 de novembro de 2013

Malabarismos catastrofistas de ontem… e de hoje

Contrainformação aquecimentista durante 15 anos é confessada.  Afinal o oceano Pacífico foi mais forte  que todo o aquecimento global antropogênico, se existiu.  Mas não falta vontade de voltar com o mesmo realejo.
Contrainformação aquecimentista durante 15 anos é confessada.
Afinal o oceano Pacífico foi mais forte
que todo o aquecimento global antropogênico, se existiu.
Mas não falta vontade de voltar com o mesmo realejo.
Tornou-se lugar comum noticiar que a temperatura do planeta parou de subir nos últimos 15 anos.

E o próprio Quinto Relatório do IPCC -- órgão político e não científico -- abaixou fortemente as assustadoras previsões anteriores.

Esse tipo de notícias contradiz o bombardeio durante anos de informações segundo as quais a temperatura não parava de aumentar e, aliás, nunca pararia, salvo drásticas mudanças de tipo socialista planetário.

Os mares sepultariam as cidades e os últimos homens morreriam de calor no topo do Everest.

Aos já numerosos desmentidos desses exageros, figura um novo estudo que  diz trazer a explicação para essa contradição ululante.

Segundo ele. um resfriamento periódico das águas equatoriais do Pacífico teria “mascarado” o aquecimento, como se esse tivesse continuado, mas apenas que os equipamentos de medição em todo o planeta não registraram.

Segundo outra pesquisa da Universidade de Reading publicada no início do ano, se as temperaturas continuarem estáveis por mais alguns anos, elas sairão da margem de erro das simulações climáticas que tentam prever o comportamento da Terra sob a alta concentração do CO2.