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domingo, 15 de dezembro de 2013

Matilhas de lobos ("espécie protegida")
devoram até cavalos na França


Na França, o conto do lobo saiu da fantasia. Milagre ambientalista!

Com apenas uma diferença: o lobo pode matar a vontade e ai! do agricultor que defender o rebanho contra essa “espécie protegida” em “via de extinção”.

Após se multiplicarem a vontade nos Alpes protegidos pela legislação ambientalista, passaram a infestar as montanhas dos Vosges.

Tendo adquirido confiança, as matilhas atacam nas planícies da Champagne noticiou a RTL, a maior rádio do país.

Já não só devoram ovelhas mas cavalos e até os cachorros dos pastores. Calcula-se em várias centenas o número dos lobos “ativos”.

domingo, 8 de dezembro de 2013

“Verdes” não conseguem impor “paz de Varsóvia” na COP 19 e olham para o Vaticano

COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
Encerrou-se em Varsóvia mais uma reunião sobre a mudança do clima global — a COP-19, ou 19ª conferência dos países signatários da Convenção do Clima da ONU (1992).

Os ministros de Meio Ambiente tentaram driblar as realidades. Estas atrapalhavam as negociações para reduzir o nível de vida e de consumo dos homens com o pretexto de diminuir a produção de gases do efeito estufa – leia-se CO2, embora este gás seja só 0,03% da atmosfera.

Com sensatez Japão e Austrália recuaram de compromissos anteriormente assumidos de cortar suas emissões de carbono.

O PT teria gostado exibir resultados diante dos colegas verdes e vermelhos.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Modelos climáticos fajutos
alimentaram o pânico aquecimentista

Crença em modelos computacionais fajutos  evoca superstições imemoriais
Crença em modelos computacionais fajutos
evoca superstições imemoriais
Se as previsões climáticas do dia seguinte nem sempre dão certo, imagine-se como é difícil acertar no prazo de um século ou mais.

Entretanto, a previsão do “aquecimento global” se jogou alegremente nessa aventura. E agora está exposta à luz do dia como um “fora” que superou todo o imaginável.

O que houve?

Os especialistas John C. Fyfe, Nathan P. Gillett e Francis W. Zwiers, do ‘Canadian Centre for Climate Modelling and Analysis, Environment’, de Victoria, British Columbia, publicaram na revista “Nature Climate Change” uma tentativa de resposta honrada.

Eles analisaram 117 predições climáticas feitas nos anos ’90 comparando-as com os dados presentes sobre a temperatura da Terra.

De modo geral apenas três dessas 117 previsões acertaram, enquanto as outras 114 superestimaram a dimensão do aquecimento. Em média, elas anunciaram mais do que o dobro do aquecimento que de fato aconteceu.

Segundo os autores, alguns dos cientistas que fabricaram tais previsões precisam voltar à escola. Em outros posts vimos que alguns deles nem eram cientistas.