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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Prof. Molion aponta renovadas incongruências e até fraudes científicas em recente relatório do IPCC

Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion
Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion

Recentemente foi publicado o 5° Relatório/2013 (AR5) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Repleto de informações incoerentes, tal relatório é louvado por adeptos da “ideologia verde”, mas severamente criticado por cientistas sérios que não seguem a onda “politicamente correta”.

Um desses cientistas é o Prof. Luiz Carlos Molion. PHD em Meteorologia e professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em Maceió — onde também dirige o Instituto de Ciências Atmosféricas (ICAT).

Formado em Física pela USP, com doutorado em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e pós-doutorado na Inglaterra. Ex-diretor e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Em entrevista obtida por Nelson Ramos Barretto, correspondente de Catolicismo na capital federal, o ilustre climatólogo e professor da UFAL aponta inconsistências, e até mesmo fraudes científicas, nas teses defendidas sobre o tão propalado “aquecimento global”.

Sem exagero, o Prof. Molion pode ser – e, aliás, vem sendo – considerado a maior autoridade em matéria de meteorologia do Brasil, e até da América Latina.

Eis a entrevista:

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Denunciado esquema da União Europeia
para financiar ONGs ambientalistas

UE financia ambientalismo radical  para fingir que a sociedade exige medidas extremadas
UE financia ambientalismo radical
para fingir que a sociedade exige medidas extremadas

A União Europeia (UE) está pagando pesado para financiar grupos ambientalistas que fazem campanha contra ela própria, denunciou o jornal inglês “The Telegraph”.

Parece um absurdo, mas não o é. A UE, em matéria de ecologia pelo menos, tem objetivos extremistas que não ousa dizer.

Ela precisa então da “pressão da sociedade” para justificar medidas ambientalistas radicais. Mas a sociedade europeia não quer saber desses radicalismos.

Então, a UE financia campanhas de grupos ambientalistas verdes radicais, fingindo acreditar que esses grupos representam a sociedade.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Austrália manda abater tubarões assassinos
e ambientalistas fazem algazarra

Tuburão branco, ex-'espécie protegida', pode ser caçado na Austrália
Tuburão branco, ex-'espécie protegida', pode ser caçado na Austrália
Em três anos, os tubarões assassinos, ou tubarões brancos, feriram de morte sete banhistas da região de Austrália-Ocidental.

O governo decidiu por fim ao morticínio e seu plano entrou em vigor em janeiro.

Esses ferozes tubarões que já foram “espécie protegida” poderão ser mortos pelos pescadores desde que sejam avistados a menos de 20 quilômetros das praias, noticiou “Le Monde” de Paris.

Eles medem 3 metros e podem ser encontrados a menos de um quilômetro da costa.

Por volta de 70 grandes anzóis com isca serão instalados nas praias mais ameaçadas. Essas também serão patrulhadas por pescadores com armas de fogo.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Investidores em “energias renováveis”
veem suas aplicações sumirem com o vento

 As tecnologias estão imaturas, e montes de problemas  e consertos as tornaram ainda mais complicadas e caras
 As tecnologias estão imaturas, e montes de problemas
e consertos tornaram-nas ainda mais complicadas e caras
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O investimento em “energias renováveis” prometeu lucros pecuniários anuais acima dos 20%.

A promessa foi-se com o vento: os investidores alemães fogem desse sonho assim que podem, escreveu a revista alemã “Der Spiegel”.

Diante de dez equipes de TV e 50 jornalistas, Carsten Rodbertus subiu ao pódio da Prokon para anunciar: falimos!

Rodbertus é o fundador da Prokon, que, por sua vez, era considerada uma das mais experientes na produção dessas energias

Centenas de empregados da Prokon que nos últimos dias chegaram a trabalhar 12 dias consecutivos durante 12 horas por dia para evitar a concordata, concederam seu ultimo aplauso ao fundador do sonho que se foi.

Rodbertus contou que os investidores tinham aplicado na firma €1,4 bilhões, mas que agora diante da falta de resultados muitos deles estão reclamando o dinheiro de volta.

A Prokon teve que pedir concordata e 75.000 acionistas ficaram a ver navios.

Tribunais e varas da Alemanha estão se enchendo de processos de investidores que não estão sendo retribuídos como prometido e que alegam manobras confusas e falta de transparência, informou “Der Spiegel”.

No setor verde, a concordata da Prokon e a redução dos favorecimentos oficiais para as energias alternativas suscitam ainda maiores temores de fuga de aplicadores.

Prometiam pagar 270% em vinte anos,  mas apenas chegam a 2,5% anual
Prometiam pagar 270% em vinte anos,
mas apenas chegam a 2,5% anual
Os mais recentes estudos apontam que os aplicadores podem se achar com sorte se recuperam apenas o dinheiro que investiram há 20 anos.

Werner Daldorf, chefe do Comité de Investimentos da Associação Alemã para Energia Eólica, fez 1.150 relatórios para aconselhar investidores.

Tendo estudado mais de 170 parques eólicos comerciais em mais de 10 anos, Daldorf concluiu que os investidores receberam um retorno de 2,5% em média.

“Em dez anos, isso significa um retorno de 25%, quando a perspectiva era entre 60% e 80%”, diz Daldorf.

Ainda que o momento econômico vier a melhorar, só os parques eólicos em locais muito favoráveis poderão ser lucrativos.

Um quinto daqueles cujos orçamentos são analisáveis, deixaram de pagar pelo menos uma vez dividendos maiores de 2%, acrescenta Daldorf.

É o drama do aposentado Volker Hippe, narrado por “Der Spiegel”. Há treze anos ele aplicou os €35.000 de um seguro de vida obtido pela morte de sua mulher para legá-los para seus filhos então minores de idade.

Hippe investiu num parque eólico da Saxônia-Anhalt que prometia um retorno inicial anual de 5 a 6%, e mais de 20% a partir de 2012. Mas, há já um longo tempo que os pagamentos cessaram.

Uma das maiores causas de desventuras como essas, escreve a revista alemã, são certos bancos. Hippe caiu no UmweltBank (Banco Ambiental), especializado em investimentos “verdes”.

Num caderno informativo de 2001, o UmweltBank promovia aplicações “num campo eólico solidamente calculado” como sendo “um suplemento ideal para a aposentadoria”.

Acontece também, diz ironicamente “Der Spiegel”, que a Mãe Natureza nem sempre cooperou. As previsões climáticas em que se fundavam as aplicações com frequência foram ilusórias.

Um erro para abaixo de 10% na velocidade dos ventos pode abaixar a produção de energia em 30%.

A Breeze Two Energy de Darmstadt lançou ações no mercado por €470 milhões, prometendo ganhos de entre 5,3 e 6,1%.

Janeiro 2014: Carsten Rodbertus, fundador da empresa de energia renovável Prokon, declara-a inademplente
Janeiro 2014: Carsten Rodbertus, fundador da empresa de energia renovável Prokon,
declara-a inademplente
Mas, a empresa teve perdas significativas entre 2008 e 2011. Pelo fim de 2011, o balanço da companhia só contabilizava €205,5 milhões.

Ela evitou a falência pelo auxílio prestado por uma mudança das leis alemãs. Mas muitos sofreram a perda de suas poupanças.

Mesmo drama vivem os pequenos investidores da Prokon. O chefe Rodbertus pretende vender parte de seus parques para devolver o dinheiro. Mas não é claro quando e como os poupadores voltarão a ver seu pecúlio de novo, observa “Der Spiegel”.

Tal vez não só não pague os interesses, mas tampouco possa devolver o capital. Esse poderá ser o caminho previsível do negócio no futuro.