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domingo, 8 de dezembro de 2019

Neo-paganismo com pele ambientalista há anos denunciado na França, hoje triunfa no Vaticano

Embora pareça macumba, não o é.
É o papa Francisco adorando a Pachamama nos jardins do Vaticano.
Revista francesa há anos havia identificado
o paganismo incubado no movimento ecológico.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Há alguns anos, a revista “Nouvelles de France” foi em busca da causa da propaganda que distorce os fatos a respeito do “aquecimento global”.

Ela concentrou a análise na parcialidade de certa mídia obsessivamente voltada contra os cientistas que reagem com seriedade diante da falta de base na realidade da propaganda do “aquecimento global”.

De início, ela descartou aquilo que considerou “teses sempre fáceis demais”, que põem a culpa em lobbies econômicos satanizados ou em algum complô internacional.

Pesquisando a origem do mito aquecimentista, a revista encontrou, no fim dos anos 1960, a motivação ideológica que alimenta essa fantasia.

Ela a achou nos tempos da explosão do movimento hippie, do pacifismo e do esquerdismo cultural alimentado por Moscou contra os países livres e prósperos.

Na revista Science (vol. 155, pág. 1203), já em 1967 se encontra a seguinte frase, de autoria do historiador Lynn White Jr.:
“Nós continuaremos padecendo um agravamento da crise ecológica se não recusamos o axioma cristão segundo o qual a única razão de ser da natureza é servir ao homem”.
Para a publicação francesa, essa afirmação condensa o ponto de partida do ecologismo radical hodierno: a proclamação filosófica de que “o homem não tem direito algum sobre a natureza. Pelo contrário, deve se submeter a ela, e, se não o fizer, a deusa Natureza vingar-se-á, por exemplo com o aquecimento global”.

Ela reproduzia também palavras de Maurice Strong, secretário-geral da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente de 1970 a 1972; secretário-geral da ECO-92 no Rio de Janeiro, em 1992, e até 2005 conselheiro especial de Kofi Annan (então secretário geral da ONU) para questões ambientais:

“É possível que cheguemos a um ponto em que, para salvar o mundo, a solução será o afundamento da civilização industrial”.

Tal pensamento condensa um segundo aspecto da filosofia ambientalista radical:

“O ódio da sociedade industrial, que seria culpada de submeter a natureza por meio do trabalho humano”.

O Programa para o Meio Ambiente das Nações Unidas, dirigido originalmente por Strong e publicado em junho de 1990 com o título “Uma só Terra” (“Only One Earth”), convocava a celebração de um dia de reflexão sobre a atitude dos homens em relação à Terra.

Esse documento, de fato, é um manual de orações que deveriam ser recitadas nesse dia.

Adoração panteísta de ídolos censados representar a Pachamama, ou 'Mãe Terra' no Vaticano
Isso já não tem nada que ver com a ciência nem com a política da ONU. O Programa entra decididamente no âmbito religioso, ou – explicava a revista francesa – no neo-paganismo.
Eis o início da primeira prece. As outras são do mesmo teor e concluem com um Aleluia dedicado ao planeta:

“Ato de contrição.

Nós nos esquecemos daquilo que somos.

Nós nos afastamos da evolução do cosmos.

Nós nos separamos dos movimentos da terra.

Nós demos as costas aos ciclos da vida”.
Em 1997, tendo sido atribuído a Christine Stewart, então ministra do Meio Ambiente do Canadá, a apresentação de dados climáticos falsificados, ela respondeu descaradamente:
“Pouco importa que a parte científica seja completamente falsa, há benefícios colaterais para o meio ambiente...

“A mudança climática nos fornece a melhor chance de trazer justiça e igualdade ao mundo.

“É um excelente meio para redistribuir as riquezas”.

Eis – concluia “Nouvelles de France” – a terceira coluna do templo ecologista: a utopia político-social, que acreditávamos varrida da história em 1991 com a queda do comunismo.

Retrocesso de civilizados à adoração panteísta da natureza.
Ontem só se falava. Agora se faz. E no Vaticano, presidida por um Papa!

Ela visa organizar um “decrescimento” com dano para os “ricos”, até que estes fiquem iguais aos “pobres”.

Em suma:

— naturalismo filosófico;

— recusa da indústria, do trabalho humano, da civilização e do progresso;

— neopaganismo;

— igualitarismo (marxista?)


“Nouvelles de France” conclui, dizendo que há uma coerência nessas colunas: o “retorno à selva”, tão amado nos círculos neopagãos.

Segundo estes, houve um estilo de vida não cristão numa época abençoada onde não havia nem ricos nem pobres.

Naquela época todo o mundo vivia primariamente, com um mínimo de agricultura e de artesanato.

A humanidade, então, estava convencida de que só havia um grande mestre: a Natureza, venerada na figura de certas árvores ou mananciais.

Quando “Nouvelles de France” constatou há anos essas posições religiosas pagãs -- e de um comunismo utópico -- na fonte da revolução ecologista, o achado pode ter parecido imaginário demais.

Apalhaçada "procissão" da superstição da Pachamama pelo Vaticano.
Um triunfo supremo da Teologia da Libertação comuno-tribalista
Nosso blog, há anos recolhe essas informações nas suas pobres páginas, e as  divulga na continuidade do pensamento-denúncia do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira.

Podem ter parecido imaginativas demais.

Hoje estão diante dos olhos e na boca de todos. Basta ter dado uma olhada na preparação, no desenvolvimento e nas conclusões do Sínodo Pan-amazônico, e da Encíclica 'Laudato Si' que o preparou.

O, aliás ridículo e anticristão, culto da Pachamama no Vaticano foi a mais estonteante confirmação.



6 comentários:

  1. Nosso planeta foi criado por Deus para nos atender. Em vários sentidos, inclusive no sentido da BELEZA E DA CONTEMPLAÇÃO. Portanto, existem, sim, razões cristãs para combatermos abusos que são cometidos contra a natureza. Comecei a trabalhar na indústria nos anos 70. Não imagina o que eu vi em termos de agressão ao ambiente, e ao HOMEM. Coisas inacreditáveis. Este processo tem a ver, sim, com a Revolução Industrial. Uma aberração, que escravizou mulheres e crianças, em ambientes semelhantes ao inferno. Querem que eu prove?

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    1. como se comunismo fosse melhor ¬¬" já leu todas a bibliografias de karl marx? o cara pregava a morte de religiosos e de Ricos isso sem contar com a "ditadura do proletario" usada em cuba, na coreia do norte e na china... se for pra acabar com o capitalismo pra impor esse outro "inferno" na terra, então é melhor continuar como está até que se arranje uma medida melhor!!!

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  2. Então basicamente o ponto do artigo é: Se o foco é a preocupação com natureza, e as pessoas não são cristãs... Então é algo do inimigo para derrotar o progresso humano?
    Sabe, talvez ter outra religião não é significado de ser inimigo... Já pensou sobre isso?
    E a a frase "Retrocesso a adoração panteísta da* natureza"... Como pode-se julgar a adoração de outro ser humano de retrocesso? Retrocesso é matar e odiar outro ser vivo e dizer que é no nome de uma divindade (Isso para qualquer religião).
    Sinceramente fico triste em ver tanto ódio... Tudo é Um só! E o inimigo está dentro de nós mesmo quando projetamos esse ódio em outro ser.

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    1. Os ambientalistas que são de esquerda, unidos a esquerdistas de outros matizes que alimentam e divulgam esse tipo de ambientalismo, passaram a associar o progresso que foi impulsionado pelo sistema capitalista, com toda sorte de agressões e perigos para a natureza e consequentemente, para nós mesmos. Portanto, mesmo quando reconhecem os aspectos positivos do progresso que continua se desenvolvendo no capitalismo, tentam separar esses aspectos positivos do sistema sócio-político e econômico que tanto detestam, jogando na conta do capitalismo apenas os aspectos negativos. É nesse sentido que eles querem derrotar o progresso humano, uma vez que, capitalismo e progresso, para eles, é sinônimo de descaso com a ecologia, e predação dos recursos naturais. Evidentemente, objetivam com isso, convencer as pessoas de que um sistema não capitalista, que tenha como modelo os povos indígenas mais primitivos, que por isso estão mais próximos de uma organização social nos moldes da fase final do comunismo: sem Estado, com autogestão e radicalmente igualitário, seria a única alternativa aceitável, posto que segundo eles, tal sistema conseguiria preserva a natureza e acabar com os males sociais que existem.
      A questão quanto a uma outra religião, refere-se a estratégia de substituir, ao menos enquanto for necessário, o ateísmo pregado pela esquerda ortodoxa, por uma religião que pudesse substituir, principalmente, o cristianismo, já que a doutrina cristã contem uma série de postulados que defendem a ação do ser humano na natureza, desde que em conformidade com a vontade de Deus, e que por isso também, representa um obstáculo de grandes proporções aos interesses do ambientalismo comuno-tribalista. Essa estratégia visa contornar a resistência natural da maioria das pessoas ao ateísmo, levando-as a abraçar uma crença religiosa que aparentemente satisfaça seus anseios daquilo que transcende nossa existência material, mas que não os afastem dos ideais revolucionários de uma sociedade sem classes, sem hierarquia e sem direito a propriedade privada.
      O Sr. não acha que uma religião assim, pode muito bem ser considerada um inimigo?
      A esquerda ortodoxa sempre tachou qualquer forma de adoração de cunho religioso, como retrocesso. Porém, para sobreviver, eles não exitam em fazer aquilo que criticavam antes, se isso lhes convêm. Não se esqueça que este site denuncia justamente esse travestimento do comunismo em "defensor" da ecologia. Ou seja, são aqueles que antes chamavam a religião de ópio do povo, que retrocedem nesse ponto específico, para admitir que atualmente, estaria sendo necessária uma adoração panteísta da natureza, desde que isso ajude de alguma maneira a convencer as pessoas de que a natureza só seria "salva", se o capitalismo fosse substituído por um sistema econômico sem livre mercado, propriedade privada, livre iniciativa, classes sociais. Também é importante lembrar que muitos desses ambientalistas de esquerda, defendem o ecoterrorismo, que já matou e odeia caçadores por exemplo.
      Odiar o erro, não é o mesmo que projetar o ódio em outro ser, mas, dentre outras coisas, saber que o inimigo que está dentro de nós, pode confundir a criação com o Criador, e daí tirar as conclusões mais estapafúrdias sobre quem é quem na obra da criação.

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    2. P.S.: No penúltimo parágrafo, início da terceira linha, o correto é HESITAM.

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  3. Deus mande o Espírito em nome de Jesus para se renovar esta e outras filosofias de vida

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