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domingo, 10 de maio de 2015

“Não há mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente o clima global”

O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
Luis Dufaur





No Fórum de Sustentabilidade, promovido pela Folha em 2014, o climatologista Luís Carlos Baldicero Molion, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pesquisador do Inpe, defendeu mais uma vez que a fala sobre efeito estufa e aquecimento global é para ser esquecida, porque nada disso existe, escreveu “Notícias Agrícolas”. 

Há uma tendência obsessiva na grande mídia, especialmente aquela que mais faz uso de um viés esquerdizante na apresentação da informação.

Ela insiste repetidamente nas assustadoras e fantasmagóricas ameaças que se abateriam sobre os homens caso estes prossigam na estrada do progresso e das melhorias nas condições de vida.

Entre esses fantasmas está o do ‘aquecimento global’ que derreteria os polos, afogaria centenas de milhões de moradores da orla marítima planetária ou os condenaria a um êxodo miserável, desertificaria a Amazônia, derreteria geleiras como a do Himalaia. No cenário extremo, a Terra azul viraria um planeta morto como o vermelho Vênus.


A única solução seria um esforço desesperado para estabelecer uma macrogovernança mundial encarregada de abafar a atividade humana civilizada, reduzir a população a um número exíguo de pessoas, e resigná-las a viver miseravelmente em aldeias verdes hipercontroladas, quiçá no meio de mato.

Não acreditamos nesse pessimismo negro. Tampouco o atribuímos a alguma doença ou degradação mental clínica. Mas sim à profissão de uma ideologia de fundo neocomunista espalhada subrepticiamente no Ocidente como substitutivo do comunismo soviético depois do fracasso da URSS.

Os dados históricos e doutrinários que apontam nesse sentido são suficientes para assim pensar.

Muitas vezes temos nos ocupado do tema no nosso blog. Também mostramos numerosas vezes que os apocalipses planetários não recolhem o consenso dos cientistas, como se pretende fazer crer.

Fraudes em ambientes de cientistas comprometidos como o do Climagate, manobras políticas obscuras ou falcatruas econômicas, fatos escandalosos como o que levou recentemente à renúncia de Rajenda Pachauri, presidente do IPCC da ONU (Intergovernmental Panel on Climate Change) e Prêmio Nobel por sua luta contra o “aquecimento global”, fortificaram a impressão de estarmos sendo manipulados pela ciência.

O objetivo dessa manipulação é extracientífico e até anticientífico, e obedece a tendências ambientalistas de esquerda e extrema-esquerda.

Mas certa mídia volta uma vez ou outra à carga, sem levar em conta os desmentidos científicos e o desnudamento das fraudes dos “verdes” mais militantes.

“Não há mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente o clima global”
“Não há mudanças climáticas atualmente,
o homem não controla, absolutamente o clima global”
Esse procedimento não límpido força a reproduzir sempre os novos desmentidos dos velhos “bichos-papões” do ambientalismo catastrofista.

O professor Luís Carlos Baldicero Molion é uma eminência, tanto pelo seu saber quanto por sua recusa em queimar incenso ao ídolo do aquecimento global.

Se há algo que ele queima, é o próprio ídolo. E o faz em nome da ciência, pelo bem do Brasil.

“Não existem mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente, o clima global. Na verdade, vai haver um ligeiro esfriamento global nos próximos 15 anos”, explicou ele no evento referido por “Notícias Agrícolas”, que só agora chegou até nós.

Reproduzimos alguns excertos:


Polêmico, diz o site, o professor prega que os modelos climáticos usados pela maioria dos ambientalistas e climatologistas estão errados. Com isso, todas as projeções de aumento de temperatura “são fictícias”.

O professor usa o exemplo do gás carbônico, cuja emissão é criticada pela maioria dos ambientalistas. De acordo com Molion, o mundo natural – plantas, animais, o mar – jogam, por ano, 200 bilhões de toneladas de CO2 no ar; a ação humana, no entanto, é responsável por “apenas 7 bilhões” de toneladas.

“O gás carbônico não controla o clima global, não faz sentido essa discussão toda em cima da emissão de gás carbônico. Ele não é um vilão, não é tóxico, é o gás da vida. Se acabasse o gás carbônico, acabariam as plantas”, fala Molion.

O professor mostrou que, apesar da emissão do gás ter aumentado, a temperatura tem se mantido nos continentes.

Segundo dados de satélite, a temperatura dos trópicos tem oscilado entre 1,5 grau positivo e 1,5 negativo desde 1979; os números desta medição mostram, inclusive, que desde 2007 a temperatura média dos trópicos vem caindo, mesmo com o aumento da emissão dos gases.

Molion vai ainda mais além desta tese.

“Quanto mais CO2 na atmosfera melhor. Alguns estudos mostram que se dobrar o gás carbônico, as plantas aumentaram de produtividade. Reduzir as emissões é gerar menos energia elétrica é aumentar miséria e desigualdade no planeta”, diz o professor.

Para ele, o efeito estufa não existe. “O efeito estufa nunca foi provado cientificamente”.

Segundo Molion, a Terra já passou por quatro períodos quentes, alternados com outros mais frios. “O mundo está resfriando, o sol tem ciclo de 100 anos, ele já está 'no mínimo' desde 2008, o que leva os oceanos a esfriar”.

Molion afirma que esse “esfriamento global” já aconteceu no século XX, entre 1943 e 1978, quando a temperatura do Pacífico esfriou como ele vê acontecendo agora.

“Foi uma época ruim para São Paulo, as chuvas no Estado, e também onde fica o sistema Cantareira, foram reduzidas”.

“Catástrofes sempre existiram, esteja o clima quente ou frio”, sentencia.

“O clima varia por causas naturais. Afinal, se soubéssemos com certeza para onde o clima vai, para que existem os climatologistas?”, brinca Molion.

Segundo o professor, o degelo do Ártico e do Antártico “não está acontecendo”.

O Ártico, mostra Molion a partir de dados de satélite, tem uma variação na cobertura de gelo desde 1979.

“Desde 1979 o gelo começou a cair, em 1995 atingiu o mínimo, se recuperou um pouco, em 2007 voltou a cair, mas atingiu a sua mínima em 2012. Os dados mostram que o gelo já está voltando a subir desde então”.

Na Antártica de 1979 para cá, o gelo só tem aumentado. “A Antártica tem ganho 60 bilhões de toneladas de massas de gelo por ano”. Assim, a maré não está aumentando.

Molion não é contra a preservação do ambiente, nem nenhuma pessoa razoável pode sê-lo.

A irracionalidade está do lado dos que distorcem a própria realidade cientificamente comprovada em aras de uma utopia “verde” que realize o sonho anárquico do comunismo mais radical.


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