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domingo, 31 de maio de 2015

O planeta? Melhor do que nunca!
Mas para o Chicken Little, o céu está caindo!

O fim está próximo! O céu desta vez deveras está caindo!
anuncia o Galinho Chicken Little
Luis Dufaur





Do ponto de vista dos recursos naturais, inclusive o energético, não houve melhor época na história da humanidade do que a nossa, escreveu Stephen Moore, economista da Heritage Foundation e colunista da Fox News, no Washington Times.

Quase todas as medições objetivas do estado do planeta e do progresso humano delineiam uma vasta e larga melhoria na escala do tempo.

Mas, ao mesmo tempo, nunca se espalhou um tão generalizado e exagerado pessimismo sobre esses melhoramentos.

Por quê? O enigma atormentava a Stephen Moore, economista amante dos números precisos, que não atentava para a matreirice verde.

Ele assistiu aos discursos oficiais pronunciados no National Mall de Washington no Dia da Terra e achou que estavam estufados com fantasias boas para contos de criança, anunciando a chegada do apocalipse.

Ele viu a CNN convidando os telespectadores a “pensar em super-secas, em mares que sobem, extinções de massa e oceanos se acidificando”, para concluir: “Adeus, animais!”

Moore se lembrou da velha lenda do Chicken Little, levada ao cinema pela Disney com o nome do “Galinho Chicken Little”. Trata-se de um conto oral, folclórico e moralizador, que foi posto no papel no início do século XIX.

domingo, 24 de maio de 2015

Austrália: medos climáticos
servem de ardis para achatar as soberanias nacionais

Newman: catastrofismo climático “não tem nada a ver com fatos ou com a lógica”
Newman: catastrofismo climático “não tem nada a ver com fatos ou com a lógica”
Luis Dufaur





O principal assessor econômico do primeiro-ministro australiano Tony Abbott afirmou em artigo publicado no influente jornal The Australian que a ONU manipula os dados sobre as mudanças climáticas para consolidar seu poder em nível internacional, noticiou o G1.

“A mudança climática é a isca” para obter o verdadeiro objetivo da ONU, que é “concentrar a autoridade política”, declarou Maurice Newman, presidente do conselho consultivo do primeiro-ministro.

domingo, 17 de maio de 2015

Ambientalista radical estudou, percebeu que o alarmismo é blefe pediu perdão

Mark Lynas: "a oposição aos OGM, transgênicos, impede acabar com a fome no mundo"
Luis Dufaur





Mark Lynas já foi ativista “verde” dos mais radicais e um dos mais influentes jornalistas britânicos. Seus livros chegaram a ser traduzidos para o português e editados no Brasil, onde se encontram à venda.

Mas ele fez uma coisa inusual. Um crime horrível: estudou! E estudou a matéria contra a qual montou seu alarmismo demagógico.

Ele teve a honradez de reconhecer que errara feio. A embriaguez dos aplausos leva a cair em deslizes desses. Mas na conferência anual dos agricultores britânicos ele pronunciou um autêntico mea culpa.

E passou a apoiar os OGM (organismos geneticamente modificados, como certas sementes) que outrora combatia como o diabo: “Eu estava errado, sinto muito”, disse ele, segundo a revista italiana Tempi.

domingo, 10 de maio de 2015

“Não há mudanças climáticas atualmente, o homem não controla, absolutamente o clima global”

O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
O climatologista Luís Carlos Baldicero Molion
Luis Dufaur





No Fórum de Sustentabilidade, promovido pela Folha em 2014, o climatologista Luís Carlos Baldicero Molion, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pesquisador do Inpe, defendeu mais uma vez que a fala sobre efeito estufa e aquecimento global é para ser esquecida, porque nada disso existe, escreveu “Notícias Agrícolas”. 

Há uma tendência obsessiva na grande mídia, especialmente aquela que mais faz uso de um viés esquerdizante na apresentação da informação.

Ela insiste repetidamente nas assustadoras e fantasmagóricas ameaças que se abateriam sobre os homens caso estes prossigam na estrada do progresso e das melhorias nas condições de vida.

Entre esses fantasmas está o do ‘aquecimento global’ que derreteria os polos, afogaria centenas de milhões de moradores da orla marítima planetária ou os condenaria a um êxodo miserável, desertificaria a Amazônia, derreteria geleiras como a do Himalaia. No cenário extremo, a Terra azul viraria um planeta morto como o vermelho Vênus.

domingo, 3 de maio de 2015

Ambientalismo radical pede o auxilio do Vaticano para a revolução “verde”

Mons Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler das Pontifícias Academias de Ciências foi o anfitrião do workshop
Mons Marcelo Sánchez Sorondo,
chanceler das Pontifícias Academias de Ciências
foi o anfitrião do workshop
Luis Dufaur



O ambientalismo radical e suas teorias catastrofistas ressoaram no Vaticano durante o encontro promovido pelas Pontifícias Academias de Ciências e de Ciências Sociais, segundo Vatican insider que noticiou o evento com beneplácito.

O relato do acontecido manifestou, entretanto, uma séria crise no movimento “verde”: ele não está conseguindo convencer à opinião pública. Em desespero de causa acorreu ao Vaticano a pedir auxílio.

Segundo o Vatican insider ele precisa do impulso de uma “revolução moral”.

O objetivo, é claro, vem revestido pelo véu de enfrentar as mudanças climáticas, respeitar o meio ambiente e reduzir a “ameaça potencialmente catastrófica” que pairaria sobre a humanidade, especialmente sobre os mais pobres e sobre as futuras gerações.

O catastrofismo se exibiu na hora de pedir o apoio do Vaticano. O documento conclusivo do workshop internacional na famosa Casina Pio IV professa o alarmismo. Ele se apoiou na presença do Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon, aceso arauto dos temores apocalípticos sem base científica.