Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 31 de janeiro de 2016

Criança nasce verde-vermelha e berra:
2015 foi o ano mais quente!
Quem é o pai do mostrengo?

Manipulação de dados para fazer acreditar que 2015 foi o ano mais quente da história
Manipulação de dados para fazer acreditar que 2015 foi o ano mais quente da história
Luis Dufaur





Como virou costumeiro na passagem do ano, a mídia espalhou relatórios anunciando que o ano que findou foi o mais quente “desde que existem registros”. Assim, 2015 teria batido os recordes históricos de calor global.

Para se justificar, a ideologicamente incansável confraria alarmista apela para estudos que ela trombeteia ruidosamente, mostrando dados parciais e ocultando outros verdadeiramente cruciais.

Como o simples leigo não tem tempo nem condições de compulsar os complicados relatórios e análises dos cientistas, acaba sendo enganado por uma informação enviesada.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

“Profecias” catastroficamente erradas
não desanimam catastrofismo verde! –2

Paul Ehrlich profetizava a virtual extinção da humanidade pela fome num planeta sem recursos naturais pelo ano 2000 ou antes
Paul Ehrlich profetizava a virtual extinção da humanidade pela fome
num planeta sem recursos naturais pelo ano 2000 ou antes
Luis Dufaur





continuação do post anterior: “Profecias” catastroficamente erradas não desanimam catastrofismo verde! –1



8. Peter Gunter, professor da North Texas State University, também escreveu em 1970:
“Os demógrafos concordam quase unanimemente na seguinte lista de acontecimentos: por volta de 1975 se produzirão fomes generalizadas na Índia; elas vão se espalhar por toda a Índia, Paquistão, China, Extremo Oriente e África. Pelo ano 2000 ou, como se pode supor, ainda mais cedo, as Américas do Sul e Central lutarão para sobreviver, carentes de víveres. Pelo ano 2000, o mundo inteiro, com exceção da Europa Ocidental, América do Norte e Austrália, terá falta do necessário para comer”.

9. Em janeiro de 1970, a então renomada revista “Life” informava que
“os cientistas têm provas experimentais e teóricas sólidas que abonam as seguintes predições: em uma década os habitantes das cidades terão que usar máscaras anti-gás, para sobreviver à poluição do ar... por volta de 1985 a poluição da atmosfera terá reduzido pela metade a quantidade de luz solar que chega até a superfície da Terra...”

domingo, 17 de janeiro de 2016

“Profecias” catastroficamente erradas
não desanimam catastrofismo verde! –1

O que profetizavam os arautos do catastrofismo no primeiro Earth Day em 1970? Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
O que profetizavam os arautos do catastrofismo
no primeiro Earth Day em 1970?
Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
Luis Dufaur





Se o caro leitor acredita no “aquecimento global”, no estiolamento iminente do planeta, no derretimento dos polos, na desertificação da Amazônia e outros pânicos ambientalistas, em sã lógica deveria achar que não está lendo este post, pois a vida e a civilização na Terra já teriam acabado, de acordo com as mesmas aterradoras crenças.

Também deveria acreditar que o planeta virou um astro morto inabitado e inabitável, ou, na melhor das hipóteses, que os últimos humanos estariam morrendo de fome e sede a um ritmo de 100 ou 200 milhões por ano, numa atmosfera mortalmente poluída e num deserto coberto de cadáveres insepultos, em meio a uma Era Glacial.

Então, o que o prezado leitor está fazendo diante da tela de seu dispositivo eletrônico, após ter comemorado as festas do fim do ano?

A pergunta pode parecer atrevimento da nossa parte, mas de fato não é.

Isso está escrito, anunciando e profetizado em livros, ensaios, entrevistas de rádio e TV, numa data em que a Internet e as redes sociais eram um sonho utópico.

Sim, em 1970, quando nasceu o primeiro “Dia da Terra”, os infalíveis gurus, adivinhos e profetas do Apocalipse verde, anunciavam a incontornável agonia e extinção da humanidade e de toda civilização num prazo máximo de 30 anos.

Hoje esses mesmos arautos do catastrofismo pouco se importam de ter errado – e quão catastroficamente! Eles estão nos governos, na ONU, nas ONGs, leem encíclicas verdes e repetem incansavelmente o mesmo realejo.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Alerta vermelho pela poluição na China.
COP21 deu de ombros e socialismo comemorou
o achatamento da população

Guarda na Praça Tiananmen,durante a alarme vermelha.
Guarda na Praça Tiananmen,durante a alarme vermelha.
Luis Dufaur






Mais uma vez a cidade de Pequim, na China, atingiu sucessivos patamares de poluição altamente danosa para a saúde de dezenas de milhões de habitantes da capital comunista e cidades vizinhas.

Desta feita, a poluição desencadeou o nunca antes atingido “alerta vermelho”.

Esse é o mais grave grau na escala de periculosidade: proíbe a circulação de metade dos veículos, restringe a atividade de fábricas e de trabalhos a céu aberto, além de fechar escolas.

O Escritório de Proteção do Meio Ambiente recomendou que as pessoas utilizassem máscaras ou outras medidas de proteção.

A poluição recorde de uma imensa área em volta de Pequim não é nova, pois o governo comunista chinês apela para métodos primitivos maciços para aumentar a produção, visando à hegemonia econômica comunista mundial.

O alerta estava em laranja, o segundo mais crítico, até que tocou o vermelho, ou a poluição de pesadelo.