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domingo, 20 de março de 2016

Suprema Corte adia
plano ambientalista de Obama

Projetos utópicos verdes só podem passar apavorando com cenários de terror.
Projetos utópicos verdes só podem passar apavorando com cenários de terror.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





A Corte Suprema de Justiça americana suspendeu uma iniciativa do presidente Obama denominada Plano Americano por uma Energia Limpa (America’s Clean Power Plan).

O presidente tinha apresentado o Plano na Conferência de Paris em dezembro de 2015, informou o jornal de Paris “Le Monde”.

O Plano, como outras propostas utópicas trombeteadas nessa reunião planetária, propunha reduzir em 32% até 2030 as emissões de gases com efeito estufa em relação às emissões de 2005.

Iniciativas como essa já eram apontadas como irreais e inviáveis, mas garantiam boa publicidade na mídia aos políticos que as promovessem.

E Barack Obama correu atrás dos aplausos, ignorando a ciência e o bom senso.

Clean Power Plan de Obama: projetos ambientalistas geram controles burocráticos esmagadores
Clean Power Plan de Obama:
projetos ambientalistas geram controles burocráticos esmagadores
Voltando aos EUA, o presidente deparou-se com a revolta de 27 Estados que sofreriam graves danos na sua atividade econômica, entre os quais Kentucky, Virginia ocidental e Wyoming.

domingo, 13 de março de 2016

Como a revolução comuno-ambientalista
está destruindo o Brasil e até os próprios índios

Agitações e pressões em Brasília. A população honesta e trabalhadora foi um das primeiras vítimas.
Agitações e pressões em Brasília.
A população honesta e trabalhadora foi um das primeiras vítimas.

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



continuação do post anterior: Quando um cacique fala toda a verdade, brilha a falácia da “revolução ambientalista”



Catolicismo —  Como vem sendo a atuação do Conselho Indígena de Roraima (CIR) lá na Raposa/Serra do Sol?

Silvestre — O CIR sempre atuou, mas para desmoronar. Os cabeças da entidade estão todos empregados na Secretaria do Índio, do INCRA, com bons salários, eles sempre viveram assim, sempre viveram por trás da população indígena que está lá sofrendo.

Catolicismo — Essa Secretaria do Índio é do Governo do Estado ou do Governo Federal?

Silvestre —  É do Governo do Estado, embora não seja da competência dele. O estado vem se obrigando a fazer coisas que seriam da competência do Governo Federal. A Secretaria do Índio ajuda um aqui, outro ali, porque não dá pra ajudar todo mundo.

No caso da energia elétrica, numa recente entrevista eu até citei o senador Romero Jucá.

Ele vai à televisão e fala assim: “A luz para todos em Roraima está consumada, a luz para todos atingiu todo mundo em Roraima”. Apesar de dizer “energia para todos”, a 100 km daqui, no Boqueirão, onde eu morei, eles negociaram para a luz passar dentro de Guri e descer 15 km com a rede, pois hoje estão lá 19 pais de família sem energia.

A luz foi colocada só no centro da comunidade e o resto ficou sem nada. Eles estão falando que vão colocar.

Catolicismo — E na Raposa/Serra do Sol, não tem energia?

Silvestre — Alguns têm, porque o governo deu um motor de luz pra eles lá. Ou aqueles que têm uma condiçãozinha para comprar um motorzinho. Mas os outros estão lá sem energia! É brincadeira...

domingo, 6 de março de 2016

Quando um cacique fala toda a verdade,
brilha a falácia da “revolução ambientalista”

O índio Silvestre Leocádio da Silva viu injustiças verde-vermelhas contra os índios e a natureza
O índio Silvestre Leocádio da Silva viu injustiças verde-vermelhas contra os índios e a natureza
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A questão indígena no Brasil tem servido a movimentos de esquerda e a certas ONGs como pretexto na luta contra o direito de propriedade, o que tem prejudicado os próprios indígenas.

É uma das revelações que narra nesta entrevista Silvestre Leocádio da Silva, 66, antigo tuxaua (cacique, na língua macuxi).

Ele dá o exemplo da reserva indígena Raposa/Serra do Sol, que se transformou — após sua demarcação e consequente expulsão dos antigos moradores — numa verdadeira “favela indígena”.

A mídia vezeira em noticiar alarmismos eco-ambientalistas, ela não o é quando se trata de denúncias sobre a ação criminosa de ONGs, por vezes ditas católicas, e organizações oficiais que manipulam os índios para investirem contra propriedades particulares.

Eis um depoimento revelador do caráter subversivo “vermelho” comuno-tribalista da revolução ecologista que está sendo feita no Brasil, “para salvar o planeta”.



Revolução Tribalista sob investigação


Catolicismo — O senhor é índio macuxi?

Silvestre — Sim, tenho duas etnias no meu sangue: meu pai é macuxi e minha mãe é ingaricó.

Catolicismo — Qual é a situação hoje da Raposa/Serra do Sol, depois da saída dos arrozeiros e dos senhores de lá?

Silvestre — Uma tragédia. Se não fosse essa tragédia, hoje os índios estariam muito bem, ganhando dinheiro, recebendo projetos do Governo Federal, do Governo do estado, na Raposa/Serra do Sol, com 1.750.000 hectares.

Mas o Governo Federal simplesmente abandonou a população indígena. E não foi só a da Raposa/Serra do Sol não, foi em todo o estado de Roraima.

Catolicismo — E os ianomâmis, o senhor tem notícias deles?

Silvestre —  Os ianomâmis estão aí ao léu, andando pelas ruas de Boa Vista com vassouras no ombro para trocar por um calção, por uma camisa, por vestidos para suas mulheres.