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domingo, 29 de maio de 2016

Responsabilidade civil da CNBB
na ação do CIMI contra o Estado de Direito

Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Dom Leonardo Ulrich, secretário geral da CNBB
e Tito Vilhalva, da etnia Guarani Kaiowá.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs









continuação do post anterior: Produtores e indígenas vitimados pela conduta ilícita do CIMI





Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Todavia, ainda se tratando de responsabilidade civil, é de se considerar quem mais poderá responder pelos prejuízos causados pelo CIMI, além da própria entidade.

O CIMI inegavelmente é vinculado à Igreja Católica.

Consta expressamente em seu site que se trata de uma instituição ligada à Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros que, por via de consequência, é vinculada à Igreja Católica.

No sitio eletrônico da CNBB é possível encontrar, no tópico que trata das missões ou finalidades do órgão que: [página 217]

A CNBB, no âmbito de suas finalidades e competência:

• manifesta solicitude para com a Igreja e sua missão universal, por meio de comunhão e colaboração com a Sé Apostólica e pela atividade missionária, principalmente ad gentes;

• favorece e articula as relações entre as Igrejas particulares do Brasil e a San ta Sé;

• relaciona-se com as outras Conferências Episcopais, particularmente as da América, e com o Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM).Resta inequívoco que a atuação da CNBB é vinculada à Igreja Católica e, por conseguinte, o mesmo se pode concluir em relação ao CIMI.

Ainda, no depoimento prestado por D. Roque Paloschi a essa CPI, perguntado a respeito de seu incompreensível (ou conveniente) estado de ignorância quanto aos ilícitos praticados por membros do CIMI no Estado de Mato Grosso do Sul, expressamente afirmou que seria a Igreja Católica a responsável pelo acompanhamento de suas ações no Estado, devido à impossibilidade de controlar todos os seus colaboradores.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Produtores e indígenas vitimados
pela conduta subversiva do CIMI

Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Invasão de fazenda em Mato Grosso do Sul.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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continuação do post anterior: Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda estarrecedora subversão comuno-missionária pintada de verde ambientalista



Prossegue a conclusão da CPI do CIMI:

Mas, depois de analisar todos os depoimentos e provas do processo, sou forçado a concluir que também os indígenas foram prejudicados, igualmente de forma irreversível, pela conduta ilícita do CIMI.

Foram gerações de indígenas criadas com base no sentimento sectário, tendo incutido o ódio e o desrespeito às instituições, através de uma travestida defesa de seus interesses.

O CIMI não conseguiu trazer para o processo um único projeto realizado em prol da comunidade indígena, de educação, saúde, enfim, nada.

E, importante frisar, somente no ano de 2013 foram mais de R$ 7.000.000,00 recebidos de instituições estrangeiras.

Segundo dados de seus balanços, mais de R$ 4.000.000,00 seriam destinados ao pagamento de pessoal.

Ora, mas como se todos os integrantes e ex-integrantes do CIMI, inclusive o Sr. Cleber Buzato, informaram que prestavam trabalho praticamente voluntário?

Para onde vão esses recursos. De outro lado, verifica-se que há depoimento de indígenas afirmando categoricamente que Flávio Machado [página 211] forneceu recursos para a aquisição de armas no Paraguai para suportar invasões de propriedades privadas.

Os índios vêm sendo, em verdade, iludidos, ludibriados, enganados pelo CIMI.

domingo, 22 de maio de 2016

Relatório final da “CPI do CIMI” desvenda
estarrecedora subversão comuno-missionária
pintada de verde ambientalista

Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Fazenda Buriti invadida e incendiada por índios, em Sidrolândia (MS)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O verde a nova cor do comunismo? Isso não é muito exagero? – comenta por vezes algum objetante – Pode ser que alguns tresloucados fale ou façam coisas amalucadas a propósito de ecologia e meio-ambiente, mas sempre será algo colateral e episódico!

Não! – pode acrescentar um leitor logrado – não se pode achar que por trás do ambientalismo radical possa haver uma ideologia de tipo comunista, um marxismo travestido após a debacle da URSS!

Tampouco pode se supor uma organização com milionário financiamento internacional, uma articulação que usa a fraude e a malícia para introduzir uma nova religião afim com o marxismo, e que para isso manipula as causas da natureza e das tribos indígenas para subverter o Brasil e o mundo!

Ainda mais irreal, continua o imaginário objetante, é supor que essa crença, ou religião, de fundo comunista pretenda acabar com o progresso, extinguir a civilização e a cultura como nós a conhecemos, e reduzir a humanidade a uns míseros bandos que vagueiam pelas florestas ou pelos desertos desnutridos, adoentados, como se esse fosse o ideal dos filhos de Deus!

domingo, 15 de maio de 2016

Água doce, recurso escasso? Suas reservas subterrâneas poderiam sepultar a superfície terrestre

Este é o primeiro mapa-múndi das águas subterrâneas.
Este é o primeiro mapa-múndi das águas subterrâneas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Certa feita, visitando a catedral católica de uma cidade do oeste do Paraná, chamou-me a atenção o esmero com o qual duas senhoras tentavam arrumar uma montagem com papéis coloridos no fundo do templo.

Quando cheguei perto, fiquei pasmo. O tema era a Campanha da Fraternidade falando que a água doce é um recurso cada vez mais raro, escasso e caro.

Não preciso dizer quanto chove no Paraná. Nem toda a água doce do rio do mesmo nome. Nem tampouco toda a água do Iguaçu que cai na foz desse rio, tão visitado por pessoas do mundo inteiro pela sua grandiosidade.

domingo, 8 de maio de 2016

Oceanos de tinta numa bacia de papel

Embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho: a assinatura é só 'tinta em papel'
Embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho:
a assinatura é só 'tinta em papel'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Na reunião da ONU de 22 de abril (Dia da Terra, como quase ninguém sabe e talvez não queira saber) em Nova York, os representantes de mais de 170 países assinaram o acordo de Paris que pretende regulamentar as mudanças do clima.

“Estamos batendo um recorde nesta sala com o número de signatários” gabou-se o Secretário Geral da ONU, Ban Ki Moon, no início da cerimônia, informou o jornal “El Mundo” de Madri.

Ele fingiu esquecer que nessas horas o que importa não é o número, mas a intenção séria de cumprir o que está nos papéis assinados.

Quantos tratados foram eufórica e insinceramente rubricados e comemorados não muito antes de grandes tragédias mundiais?

Veja-se só o Acordo de Munique com Hitler. Menos de um ano depois o führer alemão aliado com Stalin estava invadindo a Polônia e desencadeando a mais mortífera guerra mundial da História. O tão celebrado Acordo de Munique não tinha passado de uma enganação grafada sobre um “farrapo de papel”.

Nesse sentido, em São Paulo, o embaixador da União Europeia no Brasil, João Cravinho falou com clareza: a assinatura é só 'tinta em papel', informou a “Folha de S.Paulo”.

domingo, 1 de maio de 2016

Graças ao CO2 nos últimos 33 anos
a Terra ficou mais verde!

Mapa mostra o aumento da superfície foliar nos últimos 33 anos. Fonte CREAF.
Mapa mostra o aumento da superfície foliar nos últimos 33 anos. Fonte CREAF.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os vegetais são os mais diretamente beneficiados pela presença do CO2 (ou gás carbônico) na atmosfera, embora constitua apenas entre 0,03% e 0,04% dela.

Mas dizer “beneficiado” é muito pouco: sem o CO2 toda a vegetação do planeta morreria como nós pereceríamos se desaparecesse ou diminuísse dramaticamente o oxigênio do ar.

E falar em extinção dos vegetais implica em falar do fim das espécies animais que se alimentam deles. E obviamente do fim da humanidade que se nutrem com todos eles.

O combate ao CO2 apresenta-se como uma ideia irracional sob numerosos pontos de vista. Mas se trata de uma irracionalidade congruente com muitos outros dislates que a filosofia “verde” arquitetou em sua guerra contra o homem e a civilização.