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domingo, 31 de julho de 2016

O Sol anuncia: vem aí uma mini era de gelo

Explosões solares nas últimos três ciclos (1985-2015 em diante) estão diminuindo. Foto cortesia Dr. David Hathaway, NASA-MSFC.
Explosões solares nas últimos três ciclos (1985-2015 em diante) estão diminuindo.
Foto cortesia Dr. David Hathaway, NASA-MSFC.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




No dia 7 de julho (2016) o Sol ficou completamente ‘em branco’, o que quer dizer que não se observou nele mancha alguma de explosão solar.

O fenômeno não durou muito, mas foi suficiente para caracterizar a baixa atividade solar que os cientistas vêm observando nos últimos anos. O atual ciclo solar, o mais fraco do último século, corresponde ao 24º, desde que começaram os registros em 1755.

A diminuição não implica tragédia alguma, pois se inscreve no atual ciclo solar normal. Mas é um sinal de que o “mínimo solar”, ou período de baixa atividade do astro-rei, está se aproximando.

domingo, 10 de julho de 2016

“Barbárie científica”: chutes e distorções oficiais
sobre o CO2 no Brasil

A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2, mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2, criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2,
mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2,
criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




“Barbárie científica” foi o título do artigo de Eduardo Castanho da SISFLOR (Instituto Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo), que tem como objetivo difundir o conceito de agronegócio florestal sustentável.

A “barbárie” referida apareceu relatada em dois editoriais da “Folha de S. Paulo” a respeito dos gases de efeito estufa e seu possível efeito sobre as mudanças climáticas.

Os editoriais mostraram de modo explícito o equívoco científico em que a COP21 incorreu e ao qual temos nos referido extensamente no nosso blog. Confira: COP21

O fato é que a simples revisão das emissões brasileiras em ocasiões diversas mostrou uma decalagem de quase um terço (28,6%) entre um resultado e outro.

Esse número implica uma margem de erro de um terço do total das emissões brasileiras. Em outros termos, o “erro” teria sido de mais de 300 milhões de toneladas de CO2, algo equivalente ou igual ao total das emissões de um país como a França.

domingo, 3 de julho de 2016

Ambientalistas e Putin
aliados contra Ocidente

Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Quando, em junho de 2014, o ex-secretário geral da NATO Anders Fogh Rassmussen denunciou que a Rússia estava financiando o movimento anti-fracking no Ocidente, a gritaria dos militantes ambientalistas foi geral.

Órgãos da mídia e políticos tidos como sisudos julgaram ser uma aliança contra natura.

Porém, uma investigação levada adiante pela Washington Free Beacon and Environmental Policy Alliance revelou aquilo que o movimento verde não queria que fosse revelado. Steve Komarnyckyj fez um apanhado para a agência Euromaidan.

Uma fundação, a Sea Change, canalizava os financiamentos provenientes do círculo mais íntimo de Putin para três grandes grupos ambientalistas: o Sierra Club, o National Resources Defense Council e a League of Conservation Voters.

Em troca, o movimento verde ecoava largamente a propaganda russa em favor da invasão armada da Ucrânia. O site Resistência Popular, dos ativistas verdes Margaret Flowers e Emanuel Sferios, foi característico.