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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Americanos não acreditam na encíclica “Laudato Si”

Americanos não acreditaram na encíclica verde “Laudato Si”. Lançamento da encíclica no Vaticano.
Americanos não acreditaram na encíclica verde “Laudato Si”.
Lançamento da encíclica no Vaticano.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Caiu na insensibilidade e desinteresse geral, a encíclica “Laudato Si’” do Papa Francisco I. Com ela o Pontífice tenta amarrar o mundo católico no comboio de suposições apocalípticas do radicalismo ambientalista a respeito de um eventual colapso material do planeta.

Quem registra essa constatação é um vaticanista bem informado nos ambientes próximos do Pontífice: Marco Tosatti em seu blog “Stilum Curiae”.

Tal vez sentindo isso, a mal acolhida encíclica acrescentou uma segunda parte cuja inspiração provém da Teologia da Libertação, e uma parte final com considerações místicas engajando augures do panteísmo e do paganismo.

Tudo isso é matéria muito contestada nos ambientes católicos, e os seguidores da ‘Laudato Si’ insistiram mais em seus conteúdos supostamente científicos ou mais de acordo com o catastrofismo de moda entre os “verdes”.

domingo, 20 de novembro de 2016

O acordo de Paris vai enforcar o Brasil!

A forca verde já foi montada em Paris e Marrakesh
A forca verde já foi montada em Paris e Marrakesh
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs




Concluiu em Marrakesh, Marrocos, a Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016) que visou transformar em normas práticas as decisões utópicas do acordo de Paris.

Os resultados estão ai!

Pela generosa proposta da então presidente do Brasil Dilma Rousseff, ficou erigido um cadafalso para o País!!!

As cordas com as que pretendem enforcar os condenados já estão instaladas e balançando.

Falta enfileirar os “ci-devant”. Os nomes não foram dados a conhecer, mas a condena sem processo já foi emitida. Ou forca, ou guilhotine: é a opção da “misericórdia” verde.

O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, denunciou essa arbitrariedade à Revista Globo Rural.

Essa consiste em que o acordo de Paris custará ao Brasil U$ 40 bilhões, ou R$ 136 bilhões em valores de hoje e serão os produtores rurais brasileiros que terão que pagar a conta!

domingo, 13 de novembro de 2016

Promessas de Trump trazem esperança e semeiam confusão entre ambientalistas radicais

COP22 01, feita para impor medidas ditatorialistas caiu na confusão com a eleição de Trump
COP2: feita para impor medidas ditatorialistas caiu na confusão com a eleição de Trump
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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A Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016) iniciou em Marrakech suas sessões pouco antes da eleição presidencial nos EUA.

O objetivo era específico: transformar em normas concretas os utópicos objetivos fixados na COP21, em dezembro de 2015, em Paris.

O obstáculo máximo era – e continua sendo – a ratificação do acordo parisiense pelos EUA. Embora o presidente Obama e o Secretário de Estado John Kerry tenham assinado esse cerebrino acordo, a lei americana exige a ratificação dos acordos internacionais pelo Senado em Washington.

Porém, antes da eleição do novo presidente, já esse Senado tinha maioria republicana que tudo levava a crer que recusaria dita ratificação.

Nesse caso, o acordo de Paris, ficaria tão oco e ineficiente para os utopistas verdes como o protocolo de Kyoto.

Mas os representantes da confraria universal ambientalista reunidos e bem pagos pela ONU e pelos respectivos ministérios e secretarias do Meio Ambiente do mundo todo pareciam ter acreditado na imensa mentira de uma vitória da democrata Hillary Clinton.

domingo, 6 de novembro de 2016

Alarmistas 'formam uma máfia que se apossou da questão clima', diz cientista dinamarquês

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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Na primeira semana de novembro entrou em vigência o acordo de Paris, assinado na COP21 em dezembro de 2015.

Ainda falta muito para saber se vai ser posto em prática pelas maiores economias responsabilizadas do "aquecimento global".

Uma primeira tentativa de implementação, descendo das abstrações para a prática, é o que tentará dizer que faz a 22º conferência climática da ONU iniciada nesta semana em Marrakesh, no Marrocos.

Nas circunstâncias atuais, continuam válidas as posições expostas por Bjorn Lomborg, cientista político dinamarquês, em entrevista a VEJA na sede da COP15, em Copenhague.

As suas declarações giraram em volta do escândalo do “Climagate” um caso de corrupção científica-ideológica que tinha no fulcro grandes ativistas do "aquecimento global".

Chama a atenção o quanto a situação atual de deturpação de dados continua vigente, e acrescida, nos ambientes aquecimentistas. Por isso a reproduzimos a continuação 

Qual foi o estrago do "climagate"?

O que está claro é que havia uma inclinação evidente para não compartilhar dados com pesquisadores cujos trabalhos não reforçariam a teoria do aquecimento global. Possivelmente, os dados foram mascarados, o que não significa exatamente uma falsificação.

O escândalo não pode ser considerado apenas uma tempestade em copo d’água. O que eles fizeram é muito sério e perturbador. Tem implicações muito maiores.

Esses cientistas formam uma máfia que se apossou da questão do clima.