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domingo, 17 de dezembro de 2017

Terra entrou em mini-era glacial, mas IPCC ainda discute o furado Acordo de Paris

Fonte congelada pela atual onda polar, Bryant Park, Nova Iorque
Fonte congelada pela atual onda polar, Bryant Park, Nova Iorque
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A Terra ingressou numa mini-era de gelo que poderá durar entre 60 e 80 anos e diminuirá a temperatura global em 0,2º C segundo relatório do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM). 

O investigador Víctor Manuel Velasco explicou que o fenômeno é causado pela diminuição da atividade solar que vem sendo registrada há anos.

Velasco estudou os períodos glaciares e interglaciares da Terra e a variabilidade solar. Os resultados apoiam uma teoria que poderá quantificar a diminuição da atividade solar e seu impacto na Terra.

“Hipótese alguma sobre mudança climática consegue explicar por que que acontecem esses períodos”, esclareceu ele.

Para o cientista, a diminuição da temperatura global é devida a “um ciclo natural da natureza” já verificado em outros séculos com lapsos de 120 anos e que depende exclusivamente do sol.

Já em 2010 partes do planeta entraram nessa “mini” era de gelo e “as ondas de neve históricas que estão acontecendo no mundo são mostra disso”, acrescentou.

Por exemplo, no século VI houve um mínimo de atividade solar conhecida como “mínimo medieval”.

Posteriormente veio o “período quente medieval”, seguido de mais uma “mini” era de gelo no Ancien Régime e um novo período quente que se prolongou até o fim do século XX.

O fenômeno, aliás, é bem conhecido pelos cientistas sérios. Porém, como fere o mito do “aquecimento global” a mídia e os ativistas alarmistas menosprezavam-no aduzindo ser invenção de “céticos” pagos pelas multinacionais.

Victor Manuel Velasco Herrera
A última conferência mundial do IPCC, COP-23, foi realizada em Bonn em novembro de 2017, para a aplicação do acordo de Paris atingido de morte pela saída dos EUA.

O fiasco dessa reunião tornou mais fácil que informações importantes como as fornecidas, aliás há tempos, pela UNAM cheguem ao grande público.

A onda polar na passagem de ano 2017-2018 qualificada de “ciclone bomba” ou “furacão de inverno” é apenas uma amostra dessa tendência natural.

Mas tem inspirado incontáveis comentários sarcásticos dos americanos sobre o “aquecimento global” ou sobre a manipulação abusiva da expressão “mudanças climáticas”, aliás genérica e até inexpressiva demais de tão banal e corriqueira  que é.


domingo, 10 de dezembro de 2017

Festa de “energias renováveis” depaupera espanhóis

Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca. Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca.
Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A grande crise que abalou a economia mundial no início do século foi pretexto para o governo socialista espanhol de Zapatero empurrar as energias alternativas.

Sempre haverá possíveis novas fontes de energia e é desejável que sempre apareçam novas. O planeta as possui ou recebe – como é do caso do sol – em volumes que superam todo cálculo.

O problema é ter a tecnologia para aproveitá-las. E não desativar aquelas que de momento se apresentam viáveis em troca de um pulo no vazio. Quando atingirmos um conhecimento técnico que justifique a mudança, essa acontecerá naturalmente.

Mas a enigmática e anárquica turma ambientalista quer que o mundo pule no precipício do ignoto. Ou, pior, que se jogue no abismo do que se sabe que agora não é rentável nem viável.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Desenvolvimento sustentável: uma bobagem sem sentido, disse “pai da hipotese Gaia”

Para Lovelock “o desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”
Lovelock: “desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O britânico James Lovelock é uma espécie de patriarca ainda vivo do ambientalismo mais radical.

Ele cunhou a "hipotese Gaia", o mito que atribui à Terra o caráter de um ser vivo. A ideia é antiquíssima, muitos índios sulamericanos lha explicariam melhor, como a superstição da Pachamama andina.

Mas Loveloch a revestiu de roupagens pseudo-científicas e o ambientalismo mundial a acolheu como a última palavra em matéria de profecia. E assim continua sendo.

Esse guru do ambientalismo impactou o mundo reconhecendo corajosamente que tinha errado adotando o catastrofismo climático. E ele repetiu declarações que convém sempre lembrar e q ajudam a por em seu lugar os mitos ambientalistas.

Lovelock não está sozinho nesta evolução de fanáticos do ambientalismo que forçados pela realidade corrigem pelo menos algum ponto de vista.

O patriarca Lovelock disse coisas que desgostaram a seus adeptos e, sobre tudo, a seus patrocinadores político-ideológicos.