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domingo, 29 de janeiro de 2017

Para Prêmio Nobel
o “ aquecimento global é uma nova religião”

Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973.
Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973 renunciou à famosa American Physical Society (APS) em 13 de setembro de 2011 como forma de condenar a posição oficial da associação em favor do "aquecimento global".

Giaever é professor emérito do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York, e da Universidade de Oslo.

Em 2007, a APS adotou uma declaração oficial segundo a qual as atividades humanas estão mudando o clima da Terra.

“As evidências são incontestáveis: O aquecimento global está ocorrendo”, afirmava o documento repelido pelo Prêmio Nobel.

“Se não forem empreendidas ações mitigadoras provavelmente acontecerão rupturas significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, nos sistemas sociais, atingindo a segurança e a saúde humana. Precisamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora”, martelava o documento.

Giaever enviou na oportunidade um e-mail para Kate Kirby, chefe da APS, explicando que “ele não pode conviver com essa declaração” quando a temperatura global continua “surpreendentemente estável”.

Na APS, explicou o cientista, pode-se discutir todos os temas científicos, menos um que é tratado como tabu intocável: “o aquecimento global deve ser tratado como evidência indiscutível?”

“A alegação de que a temperatura da Terra passou de 288,0 para 288,8 graus Kelvin em cerca de 150 anos, se for verdade significa que a temperatura tem sido surpreendentemente estável, e a saúde humana e a felicidade melhoraram indiscutivelmente neste período de 'aquecimento'”, acrescentou o Prêmio Nobel.

“Aquecimento global”, guerra ao desmatamento, etc.: dogmas de uma nova religião

Para o Prêmio Nobel, “o aquecimento global se tornou uma nova religião”

“Ouvimos muitas advertências semelhantes sobre a chuva ácida, há 30 anos e o buraco de ozônio de 10 anos atrás ou o desmatamento”, defende ele apontando profecias catastrofistas que não se verificaram.

“O aquecimento global tornou-se uma nova religião. Nós frequentemente ouvimos falar do número de cientistas que o apoiam. Mas o número não é importante:... Só importa saber se os cientistas estão corretos. E, realmente nós não sabemos no que é que consiste o efeito real da atividade humana sobre o temperatura global”, acrescentou.

Giaever é um dos cientistas mais proeminentes citados em Relatório hoje histórico da Comissão do Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado dos EUA.

Ele figura entre os 400 “cientistas dissidentes” que denunciaram em manifesto o mito do “aquecimento global” e que hoje aumentaram para 700.

Giaever também foi um dos mais de 100 signatários da carta de 30 de março de 2009 ao presidente Barack Obama, criticando sua postura sobre o aquecimento global.

É de se desejar que o novo presidente americano Donald Trump que mostra sensibilidade para posições afastadas do utopismo "verde" reconheça agora os méritos de cientistas como Giaever.

Ele é figura de destaque numa legião de cientistas objetivos que vêm sendo menosprezados e até punidos pelo radicalismo ambientalista instalado na administração pública americana.



domingo, 22 de janeiro de 2017

Aquecimento e esfriamento do clima
são humanamente imparáveis

Atividade na superfície solar
Atividade na superfície solar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




No fim de 2016, o Met Office, instituto de meteorologia do Reino Unido, previu que 2016 desbancará 2015 como o ano mais quente desde o início dos registros, em 1880.

A previsão é de que a temperatura média global será 1,14ºC acima da observada antes da Revolução Industrial.

O jornal “O Globo” carregava a manchete dizendo: “2016 será o ano mais quente da História, diz instituto”. Entre o início dos registros, acontecido quase 140 anos atrás, e o início da História há uma diferencia de não se sabe bem quantos milhares, milhões ou bilhões de anos – os cientistas discutem isso. Por certo, um aluno que confundir esses termos em qualquer escola séria pode levar estrepitosa nota zero.

Mas isso pouco importa na hora de semear pânico com o ritornelo do “aquecimento global”.

Dois cientistas líderes no estudo do clima, os Dres. David Russell Legates, professor de Geografia na Universidade de Delaware e ex-diretor do Centro de Pesquisa Climática dessa universidade e Wei-Hock “Willie” Soon, pesquisador da Divisão de Física Solar e Estelar (SSP) do Centro para Astrofísica do Harvard-Smithsonian, prepararam um vídeo para explicar que a contestada tendência ao aquecimento global, se existe é devida a fenômenos naturais cíclicos alheios ao homem.

Mais concretamente, de ciclos no astro-rei – o Sol – que é de longe o que determina se faz calor ou frio na Terra com sua capacidade de gerar quantidades de energia, na forma de luz, calor e raios diversos, impossíveis de emular com recursos humanos.

Em consequência, dizem os dois especialistas, os fenômenos de aquecimento e arrefecimento da temperatura da Terra são “imparáveis”.

Sendo assim ao pé da letra imparáveis, o homem achar que pode mudar um fenômeno determinado pelo gigante do nosso sistema espacial é mais ridículo do que construir castelos de areia para conter as ondas do mar.

Ilulissat é a terceira maior cidade da Groenlândia, ilha gélida de proporções continentais que chegou a ser coberta de vegetação na Idade Média.
Ilulissat é a terceira maior cidade da Groenlândia, ilha gélida de proporções continentais
que chegou a ser coberta de vegetação na Idade Média.
Os autores do vídeo mostram como esses ciclos de aquecimento e esfriamento são históricos. Em face deles, o que homem pode fazer de mais inteligentes é adaptar-se.

Portanto, não é sério montar um banzé universal, assinar tratados como o Acordo de Paris e impor legislações draconianas, as quais não podem senão revelar a insignificância das forças humanas quando comparadas com o poder do Sol.

Legates e Soon mostram isso com um exemplo paradigmático: o da Groenlândia, ou Greenland, literalmente “terra verde”, hoje quase totalmente coberta pelo gelo.

Eles documentam como essa grande ilha já foi muito mais quente quando o ciclo solar de aquecimento em que vivemos estava em seu auge, e que desde o período quente medieval está em declínio, com alternâncias cíclicas.

Malandramente, o noticiário alarmista – como o gerado pelo Met Office, que citamos no início e que “O Globo” exagerou na manchete até o delírio – silencia a verdadeira dimensão científica dos ciclos solares que regem os períodos de aquecimento e esfriamento da temperatura terrestre.

Mas, se o alarmismo verde, fundamentalmente contrário à civilização, decidisse virar a casaca e pregar que o clima está esfriando pavorosamente e exigisse a adoção de qualquer teoria e/ou tratado louco, esse vídeo poderia vir a calhar perfeitamente.

O Met Office poderá anunciar que o clima de 2016 foi devastadoramente mais frio do que no tempo dos Vikings, quando a Groenlândia era verde, e manchetes delirantes como a citada poderão nos anunciar que o mundo em mais alguns séculos ficará reduzido a um cubo de gelo.

Assim funcionam os pânicos ambientalistas.

Em 2014, “The Economist” noticiou que o aquecimento na última década havia sido de 0,04°C. Mas em Paris o ex-presidente Obama anunciou que 14 dos últimos 15 anos haviam sido os mais quentes desde que há registros. Cientistas clamaram que 2014 foi o mais quente de todos esses, embora reconhecessem que só tinham 38% de chances de estarem certos.

Hoje a Groenlândia está coberta de gelo em imensa parte . A inteligência de seus habitantes consistiu em se adaptar ao atual período climático.
Hoje a Groenlândia está coberta de gelo em imensa parte .
A inteligência de seus habitantes consistiu em se adaptar ao atual período climático.
Em seguida os mesmos alarmistas clamaram que 2015 foi o mais quente, embora os dados não fossem confirmados pelos satélites. Agora o Met Office montou mais uma treta no jogo das comparações para 2016.

Ligado a esse terror do aquecimento global, espalha-se que os oceanos estão subindo. Contudo, o site The Daily Wire noticiou que nos últimos 50 anos o nível dos mares registrou um crescimento de menos de um milímetro, algo normal e até irrelevante estatisticamente.

O vídeo abaixo também fornece provas, depoimentos de cientistas e outros argumentos no sentido de que o CO2 não modifica em nada a temperatura da Terra. A verdade científica é que quando a Terra esquenta por efeito sol, aumenta o CO2 apenas como uma das muitas consequências da atividade solar.

O Dr. Niv Shariv, da Hebrew University, conclui: “Ainda que reduzíssemos a emissão de CO2 pela metade, o efeito sobre a temperatura global será insignificante”.

Se os EUA conseguissem reduzir suas emissões de CO2 num 80% por volta de 2050, como chegaram a prometer o então governador da Califórnia, Jerry Brown, o então presidente Barack Obama e a ex-candidata presidencial Hillary Clinton, entre outras consequências, verificar-se-ia o seguinte:

— A Califórnia teria seu nível de vida rebaixado ao atual da Coreia do Norte, segundo cálculo de Robert Bryce, do Manhattan Institute. Ou seja, um PIB per capita de U$1.800 anuais;

— Os EUA ficariam mais pobres que o México.

Esses e outros dados econômicos apontam que as esquerdas estão usando o bicho papão do aquecimento global para promover uma agenda denominada por seus ideólogos de “decrescimento”.

Seria possível tal irracionalidade? Pode ser possível não por razões da natureza, mas por obra de uma ideologia sectária de esquerda. O “socialismo do século XXI” na Venezuela prova que essa loucura é visada nos laboratórios das esquerdas comuno-progressistas.

Em um país com as maiores reservas de petróleo do mundo faltam neste momento os alimentos e remédios básicos, a metade de sua população perdeu peso pela fome e foge por terra e mar para os países vizinhos.

Se o mundo todo for jogado nessa situação para evitar o “aquecimento global” exagerado até o paroxismo, não teremos país vizinho para onde fugir.



Os imparáveis ciclos solares – O exemplo concreto da Groenlândia