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domingo, 18 de novembro de 2018

Menti, menti, menti… que afinal sairá a governança verde mundial!

Miguel Arias Cañete, comissário da UE para o clima. ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Miguel Arias Cañete, então comissário da UE para o clima.
ficou empolgado com a ... fraude de Belgrado!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Desinvestir em combustíveis fósseis – quer dizer, naqueles viáveis para a atividade humana no mundo – é uma palavra de ordem repetida incessantemente nos arraias do fanatismo verde.

É fora de dúvida que aparecendo combustíveis melhores, menos onerosos, mais eficazes ou acessíveis, será bom ir fazendo a devida substituição, com sensatez e com toda a presteza possível.

Mas nada disso está acontecendo. Os verdes exigem desinvestir sem fornecer alternativas viáveis. O que equivale a parar a civilização hodierna.

Com esse objetivo, eles não hesitam em apelar até para desonestidades científicas, políticas ou administrativas.

Um exemplo típico desses procedimentos desonestos deu-se com a Sérvia.

A manobra visou influenciar a famigerada conferência de Paris sobre o clima – COP 21, de dezembro de 2015 –, hoje quase frustrada mas objeto de tentativas desesperadas para conseguir implantá-la.

A COP 21 produziu o Acordo de Paris que no papel introduziu uma espécie de governança mundial ambientalista, ou governo arbitrário verde, por cima dos países soberanos.

A ocasião foi propícia para anúncios demagógicos, sobretudo se servirem para precipitar os governos no mau caminho, ou na estrada verde.

Naquele contexto, a Sérvia anunciou objetivos “exemplares” em matéria de corte de emissões de CO2. Mas, como esses são inviáveis, as fraudes oficiais se multiplicaram.

O plano “exemplar” da Sérvia só produziria o contrário do que anunciava: aumentararia em 15% as emissões de CO2, segundo denunciou o jornal “The Guardian”, jornal que aderiu à campanha 'desinvestimentista', referido pela agência também ‘desinvestimentista’ VoxEurop.

O trapaceiro compromisso climático anunciado pela Sérvia foi aclamado pela Comissão Europeia como um passo “exemplar” para os demais países da União Europeia.

Faire flèche de tout bois, diz o adágio francês... Inventar pretextos com base em qualquer coisa...

Termoelétricas a carvão em Kostolac estão no centro do espalhafatoso e falso anúncio. Mas, se a tecnologia é da China, tudo bem....
Termoelétricas a carvão em Kostolac estão no centro do espalhafatoso e falso anúncio.
Mas, se a tecnologia é da China, tudo bem....
Belgrado anunciou que em relação a 1990 – quer dizer, à era soviética – até 2030 reduzirá 9,8% de suas emissões de CO2. O aplaudido anúncio foi feito na presença do vice-presidente da Comissão Europeia e comissário da União energética, Maroš Šefčovič.

Na realidade, as emissões de CO2 na Sérvia já diminuíram 25% desde 1990, devido ao colapso da vetusta indústria pesada remanente da era comunista.

Assim, somando e subtraindo, o enganoso anúncio dizia na prática que a Sérvia iria aumentar 15,3% a emissão do incompreensivelmente denegrido CO2. O aumento do CO2 é ótimo para o meio ambiente, especialmente para os vegetais. Mas o fanatismo verde demonizou esse gás da vida.

Fontes da UE reconheceram que a trapaça da Sérvia ainda pode ser maior, pois os valores de 1990 incluíam centrais a carvão de um território disputado – o Kosovo – que não serão computadas em 2030.

Mas o vice-presidente da Comissão Europeia louvou a proposta e prometeu apoiar a candidatura Sérvia de adesão à UE, cujos países-membros se comprometeram a reduzir as emissões de CO2 em 40% até 2030.

“O vosso sucesso atual, na adoção das contribuições previstas e determinadas em nível nacional, constitui um passo exemplar”, enalteceu ainda o líder da UE.

O comissário da UE para o Clima, Miguel Arias Cañete, também incensou a enganação de Belgrado, acrescentando que a Sérvia deu provas de “liderança na região” e que o “exemplo” – não se sabe se é o da fraude – devia ser rapidamente imitado pelos vizinhos.

“A proposta sérvia é uma anedota, mas agora que a Comissão diz que é um passo exemplar para a adesão à UE, ninguém ri”, comentou Garret Tankosić-Kelly, responsável do think thank bósnio SEE Change Net, também membro da confraria verde.

“Como é que o resto do mundo pode levar a sério as propostas da UE relativamente ao clima, quando podemos demonstrar que esta permite que os países candidatos à adesão manipulem os dados das suas políticas climáticas na esperança de que ninguém repare?”, perguntou.

“É uma espécie de manipulação”, disse uma fonte da UE.

A Sérvia está fortemente engajada na construção de centrais a carvão – essas sim produtoras de gases poluentes –, para substituir as periclitantes infraestruturas comunistas.

Ela havia assinado um acordo de 600 milhões de dólares com a China, o maior poluidor do planeta, para construir uma nova central em Kostolac.

Mas não houve qualquer protesto dos heróis ‘salvadores do Planeta’. Quando a imagem do socialismo ou do comunismo pode ser lanhada em algo, os ambientalistas radicais guardam obsequioso silêncio.

Esses silenciosos arrebentam em aplausos quando alguém anuncia que se jogou no abismo da utopia anticivilizatória, ainda que seja mentindo.

O importante para eles é que o mundo ex-cristão corra para a depauperação geral.

Essa impostação contra a civilização e a cultura de países cristãos explica a hostilidade contra o Brasil quando se fala que pode sair do escravizador Acordo de Paris no próximo governo.

Essa é uma decisão que qualquer país livre por meio de suas autoridade legítimas pode -- e até deveria -- fazer sem ser demonizado.



20 índices mostram que a poluição na China atingiu níveis 'apocalípticos',
mas a confraria ambientalista acha que China é líder "verde"



terça-feira, 13 de novembro de 2018

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

domingo, 11 de novembro de 2018

Agricultor brasileiro é o maior preservador dos recursos naturais, demonstram estudos

Evaristo de Miranda, coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Evaristo de Miranda, coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica
da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Quem mais preserva recursos naturais hoje no Brasil é o agricultor. A afirmação resulta de levantamento feito baseado no Cadastro Ambiental Rural e concluído pela Embrapa, apontou a ABAG, Associação Brasileira do Agronegócio.

“Não tem uma categoria profissional no Brasil que preserve mais o meio ambiente do que o produtor rural”, garantiu o agrônomo Evaristo de Miranda, coordenador do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), citou a Agência Brasil.

A afirmação foi feita numa das exposições mais aplaudidas da sexta edição do Fórum de Agricultura da América do Sul, acontecida em Curitiba.

Miranda se dedicou a “desmistificar” acusações de que o setor é uma ameaça ao meio ambiente.

“Qual a categoria do Brasil dedica seu patrimônio pessoal, privado e mobiliza R$ 3 trilhões para o meio ambiente? É uma poupança não remunerada que ainda gera custo para ser mantida e, se pegar fogo, a culpa é sua, se roubarem madeira você é o responsável.”, assegurou.

Miranda afirmou que, somado às áreas protegidas – mais de 1,8 mil unidades de conservação e outras áreas indígenas – e terras devolutas, o total do território preservado no Brasil ultrapassa os 66% do total.

“E a lavoura ocupa 7,8%. Essa parcela para toda a produção de cana, de soja, de milho”, disse. Segundo ele, as áreas de pastagens também vem decrescendo, assim como o volume de rebanho.

“Ser acusado de não proteger suas florestas é um absurdo”, criticou.

domingo, 4 de novembro de 2018

Quem aqueceu o clima sul-americano na Idade Média? Os índios?

Estudos sobre o aquecimento do clima na América do Sul  no período quente medieval.  Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno
Estudos sobre o aquecimento do clima na América do Sul
no período quente medieval.
Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um novo estudo liderado pelo Dr. Sebastian Lüning, do Instituto de Hidrografia, Geoecologia e Ciências do Clima da Suíça, e pelo Prof. Fritz Vahrenholt do Departamento de Química da Universidade de Hamburgo, Alemanha, voltou a focar o “aquecimento global” verificado na América do Sul durante a Idade Média.

Obviamente esse não pode ser atribuído aos índios, únicos habitantes do continente naquela época, nem às suas primitivas técnicas de supervivência. Técnicas essas que nos são apresentadas como tábua de salvação do planeta ameaçado pela civilização industrial.

O relatório postado na web em 31 de outubro do presente ano [2018] no Quaternary International só confirma aquilo que vem reafirmando os cientistas sérios – não alarmistas: o clima planetário passa por períodos cíclicos de aquecimento e resfriamento.

Um apanhado traduzido do original alemão foi facilitado pelo site NoTricksZone.