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domingo, 10 de novembro de 2019

Líder de Greenpeace abandonou a ONG por causa da infiltração marxista e explica como

Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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sócio do IPCO,
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O Dr. Patrick Moore foi um dos co-fundadores da ONG Greenpeace.

Ele partiu para as Ilhas Aleutas na missão inaugural do grupo em 1971 visando protestar contra os testes nucleares norte-americanos.

Ele liderou Greenpeace durante 15 anos até que saiu abruptamente.

Tornou-se, então, defensor de algumas das causas mais detestadas pelo ambientalismo. Por isso é menosprezado e tido como um “renegado”.

O que houve com Moore?

Entrevistado no filme “A grande farsa do aquecimento global”, ele denunciou que sua bandeira foi sequestrada por militantes da esquerda. E explicou:
“A adoção do tema do clima foi uma decisão maior e aconteceu por duas causas diversas.

“A única forma de eles continuarem contra o establishment ocidental era adotar posições ainda mais extremadas.

Moore: "Eles traziam o neo-marxismo e aprendiam a linguagem verde de uma maneira muito astuta"
Moore: "Eles traziam o neo-marxismo e
aprendiam a linguagem verde de uma maneira muito astuta"
“Por exemplo, eu deixei Greenpeace no meio de uma campanha que visava proibir o cloro.

“E eu lhes dizia: ‘mas, rapazes, trata-se de um elemento que está na tabela periódica dos elementos, vocês sabem que eu acho que não está no nosso poder proibir draconianamente um elemento químico’.

“A outra razão do aparecimento do ecologismo extremo foi que o comunismo mundial havia fracassado.

“O Muro caia e um mundo de pacifistas e de ativistas políticos se reciclava no movimento ambientalista.


“Eles traziam consigo o neo-marxismo e aprendiam a linguagem verde de uma maneira muito astuta para promover um programa que tinha mais a ver com a anti-globalização e o anti-capitalismo que com a ecologia ou a ciência”.

Posteriormente, entrevistado pela revista Newsweek ele acrescentou novos dados. Eis alguns excertos:

Moore denuncia ideologia neomarxista, ausência de ciência  e sensacionalismo propagandistico em Greenpeace
Moore denuncia ideologia neo-marxista, ausência de ciência
e sensacionalismo propagandístico em Greenpeace
“Nós estávamos tão focados no aspecto destrutivo da guerra nuclear que cometemos o erro de assimilar energia nuclear com armas nucleares, como se todas as coisas nucleares fossem más.

“De fato hoje, o Greenpeace ainda usa a palavra ‘mal’ para descrever a energia nuclear.

“Eu acho que é um erro tão grande como você amalgamar medicina nuclear com armas nucleares.

“A medicina nuclear usa isótopos radioativos para tratar com sucesso milhões de pessoas todos os anos, e esses isótopos são produzidos em reatores nucleares.

“Eu deixei Greenpeace porque meus colegas diretores, nenhum dos quais tinha qualquer formação científica, lidavam com questões sobre produtos químicos, biologia e genética, sem terem formação alguma.

Desmatar é necessário, diz o Dr Moore,  Greenpeace age sem ciência e contra o bom senso.  Foto: ativistas contra Código Florestal
Desmatar é necessário, disse Moore à TV de Vancouver,
Greenpeace age sem ciência e contra o bom senso.
Foto: ativistas contra Código Florestal
“Eles usavam da organização para um ‘ambientalismo pop’ com base no sensacionalismo, a desinformação, a tática do medo, etc, para tratar com as pessoas numa base emocional, em lugar de apelar para o arrazoado intelectual.

A continuação o ex-líder de Greenpeace mostrou distorções e falsos espalhados pelo ambientalismo a respeito de certas energias “alternativas” :

“Além de energia hidrelétrica, a tecnologia nuclear é a única de que dispomos, além dos combustíveis fósseis, como fonte de energia contínua em larga escala.

“Você pode confiar nelas 24 horas por dia, sete dias por semana.

A energia eólica e a solar são intermitentes e, portanto, não são confiáveis.

“Como você pode fazer funcionar hospitais, fábricas, escolas e até mesmo uma casa quando o fornecimento de eletricidade desaparece três ou quatro vezes por dia?


Energia solar e absurdamente cara, instável e não confiável.
Energia solar e absurdamente cara, instável e não confiável.
“O vento pode ter um papel menor para reduzir o consumo de combustíveis fósseis, porque você pode renunciar aos combustíveis fósseis mas só quando o vento está soprando.

“Substituir os combustíveis fósseis com energia solar é completamente ridículo.

“Os subsídios governamentais à energia eólica e solar por toda parte são maciços.

“A França tira 80% de sua eletricidade das usinas nucleares e não tem altos custos de energia.

“A Suécia, produz 50% de sua energia nas centrais nucleares e tem custos de energia muito razoáveis.

Em recente livro, Moore explica como Greenpeace virou sucursal neomarxista
Em livro, Moore explica
por que deixou Greenpeace
“O custo de produção de eletricidade das 104 usinas nucleares em operação nos Estados Unidos é de 1,68 centavos de dólar por quilowatt-hora, não incluindo os custos de capital.

“O custo da energia nuclear é muito baixo e competitivo.

“A eletricidade produzida em centrais a gás custa três vezes mais do que a nuclear, pelo menos.

“O custo da eletricidade tirada de eólicas aumenta cinco vezes mais, e a gerada pelas centrais solares é 10 vezes mais”.

E refutando o medo irracional de que as usinas nucleares possam multiplicar os arsenais atômicos e gerar um holocausto planetário, disse:

“Você não precisa de um reator nuclear para fazer uma arma nuclear.

“Com tecnologia de centrifugação é muito mais fácil, mais rápido e mais barato fazer uma arma nuclear.

Energia nuclear e barata, segura, confiavel, estavel, diz Dr Moore
Energia nuclear e barata, segura,
confiável, estável, diz Dr. Moore
“Você nunca vai mudar o fato de existir pessoas más no mundo.

“A maioria das mortes em combate nos últimos 20 anos não foi causada por armas nucleares, bombas, fuzis, minas terrestres ou qualquer outra arma, mas pelo facão.

“Entretanto, o facão é a ferramenta mais importante para os agricultores no mundo em desenvolvimento.

“Centenas de milhões de pessoas o usam para limpar suas terras, cortar a lenha e fazer a colheita.

“Proibir o facão não é uma opção”.



Dr. Moore explica suas razões na TV de Vancouver (inglês)



domingo, 3 de novembro de 2019

Aquecimento global só preocupa devotos semi-religiosos diz jornalista inglês

Perigo não é o aquecimento global, mas a histeria ambientalista
Luis Dufaur
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O grande perigo não é o aquecimento, mas a histeria suscitada a seu respeito escrevera com propriedade o colunista Andrew Alexander no diário “The Mail” de Londres.

O comentário continua mais válido do que nunca. Até se diria que a histeria atingiu patamares recorde.

Os “aquecimentistas” ostentam um fervor semi-religioso típico de pastores de épocas obscuras, porém, os líderes políticos discutem a agenda irracional desses iluminados, acrescentou o jornalista.

Os pregadores ambientalistas têm em seu favor os relatórios lançados ciclicamente pelo Painel Internacional para o Câmbio Climático ‒ IPCC, o órgão político da ONU que profetiza um devastador aquecimento global e põe a culpa dele na civilização humana.

Porém, ainda que saia a publicação desses relatórios um após o outro, o clima não fez outra coisa senão desmenti-lo: chegou-se ao ponto que de dois anos de esfriamento global quase zerar 30 anos anteriores de aquecimento.É a oscilação natural da temperatura.

De quem foi a culpa? Da natureza, dos termômetros antiquados ou dos contestados “modelos de computador” manipulados por “aquecimentistas”?

domingo, 27 de outubro de 2019

Poluição tinge de vermelho o maior rio da China

Luis Dufaur
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O imenso, histórico e poético rio Yangtzé, outrora conhecido como “a correnteza de ouro”, ou “Rio Azul”, voltou a adquirir uma estranha cor vermelha, assustando os ribeirinhos e a imprensa internacional, informou The Telegraph de Londres.

O método das autoridades socialistas chinesas consiste em declarar que não têm ideia do que se trata e não se mostram determinadas a fazer nada sério em face do desastre.

O mais extenso e largo rio chinês e o terceiro maior do mundo, o Yangtze irriga as melhores terras da China.

Sua imensa bacia (de 1.800.000 a 1.942.500 km²) inclui os mais belos panoramas do país-continente hoje escravizado.

domingo, 20 de outubro de 2019

Da caverna de Marx à taba ecolo-missionária

Militantes da ONG Earth First! tentam atingir o ideal tribal-animal "integrado na natureza"
Luis Dufaur
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Karl Marx – como vimos no post anterior (Karl Marx: o profeta anticristão da vida tribal, e o Sínodo Pan-amazônico) – teceu uma fantasia a respeito dos homens vivendo como cavernícolas em tempos pré-históricos.

Esse deveria ter sido, segundo seu gosto, o ponto de partida idílico da atual fase da evolução humana rumo ao comunismo utópico.

A imagem coincide de cheio com o sonho que faz delirar o ambientalismo mais radical.

No fim das contas muitos ecologistas procedem do próprio ambiente comunista, reorganizados revolucionariamente sob a bandeira verde após a queda da URSS.

Marx adotou os devaneios de místicos ateus ou pagãos que encontraram guarida em documentos como a encíclica ‘Laudato si’ do Papa Francisco.

Ele foi também ecoado por teólogos ‘católicos’ evolucionistas como Teilhard de Chardin SJ. E, nem é preciso dize-lo, por teólogos da libertação das mais variadas tendências.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Karl Marx: o profeta anticristão da vida tribal,
e o Sínodo Pan-amazônico

Luis Dufaur
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Voltar à vida tribal – e por que não na caverna? – é o objetivo da evolução sonhada por Karl Marx como desfecho da luta de classes.

Como ?

A explicação foi fornecida pelo psicanalista marxista Erich Fromm (1900-1980), célebre entre os comunistas mais iniciados.

Fromm dirigiu a Escola de Frankfurt desde 1930 (o Frankfurter Institut für Sozialforschung).

Também foi um dos homens chaves na criação do marxismo freudiano, doutrina enquistada na Revolução Cultural que está demolindo nossa civilização.

A afinidade do pensamento do fundador do comunismo – e, de Fromm é claro – com o ecologismo mais extremado e com o comuno-progressismo que está tirando a máscara no Sínodo Pan-amazônico não poderia ser mais plena.

Fromm acrescenta uma grossa e apimentada dose de liberalismo sexual tirada de Sigmund Freud, para destruir a moral e a família.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Segure o riso: a ONU pediu comer menos carne para conter o aquecimento global

Não é a vaca que ficou loca, foi o IPCC!.
Não é a vaca que ficou louca, foi o IPCC!.
Luis Dufaur
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Em 2015, os países membros da ONU assinaram o Acordo de Paris para “manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais”, entre outras metas.

Esse objetivo logo se verificou inviável. Os EUA saíram do Acordo e vários outros países que bancavam de arautos de sua aplicação trapaceavam fingindo uma execução que não faziam, por interesses nacionais e também porque impossível.

Em nome desse quimérico Acordo uma comissão da ONU produziu agora um relatório-sofisma para dar visos de objetividade a essa exigência ambientalista, noticiou “Clarín” de Buenos Aires.

Segundo ele, a humanidade só poderá atingir a meta de conter o aquecimento global se muda o uso da terra e transforma seus hábitos alimentares.

Uma das principais recomendações com essa finalidade é que os homens comam menos carne e mais vegetais.

domingo, 22 de setembro de 2019

Pedido aos Padres Sinodais: que a Igreja na Amazônia espelhe a Santa Face de Cristo!

Luis Dufaur
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Prezados leitores de “Verde: cor nova do comunismo”:

Não é costume deste blog veicular petições ou abaixo assinados, ainda que muito bem-intencionados.

Porém, desta vez, o Brasil e a América do Sul sofrem uma ameaça até agora nunca imaginada.

Corremos o risco de cair numa das piores formas de comunismo e de Teologia da Libertação, travestidas de verde e “ecologia integral”.

Por isso convidamos a quem deseje, a assinar a petição promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Para isso basta clicar nos links e proceder a assinatura.

domingo, 15 de setembro de 2019

Encíclica Laudato Si’ regozijou as esquerdas e preparou o Sínodo Pan-amazônico




No dia 16 de julho de 2015, por iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, no Club Homs da capital paulista o autor deste post pronunciou uma palestra sobre a Encíclica do Papa Francisco  Laudato Si' .

Naquela oportunidade estávamos longe de imaginar a atualidade que viria a ter, especialmente diante de um Sínodo pan-Amazônico que ruma a abalar a Igreja e a civilização.

Relembrando que é um documento de grande autoridade magisterial dirigido a todo o orbe católico, destaquei a minha surpresa vendo o entusiasmo com que ele foi acolhida pelo comunismo, não só o velho saudosista da URSS mas o "novo" verde, tribalista, anarquista, e extremistas afins no mundo todo.

Tal vez no momento atual seja ainda mais oportuno relermos essas inacreditáveis afirmações da esquerda vermelha, hoje tão tingida por fora de verde com ares eclesiásticos, num contexto "sinodal" e "amazônico"!


A Laudato Si'  não se dirige só aos católicos, mas, segundo explicou o Prof. Alberto Gambino, da Universidade Europeia de Roma, “a todos os que têm sensibilidade pela [...] deterioração do meio ambiente”, crentes ou não.

domingo, 8 de setembro de 2019

Religião verde enferma os parisienses, diz acadêmico

François d’Orcival na presidência da Academia Francesa de Ciências Morais e Políticas
François d’Orcival na presidência da Academia de Ciências Morais e Políticas da França
Luis Dufaur
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insensatos pânicos ambientalistas ecoados com tanta obstinação que fazem nosso cérebro rolar dentro do crânio. É a observação, que parafraseamos, de François d’Orcival diretor do comitê editorial do semanário “Valeurs Actuelles” e membro da Academia de Ciências Morais e Políticas da França.

Para ele nesse trabalho sobressaem a Prefeitura de Paris e os militantes “verdes” que enchem seus escritórios e parecem determinados a parar o trânsito da Cidade Luz.

Em nome da ecologia, nem mesmo a lógica ou o raciocínio interessam mais.

Já não sofismam nem fantasiam. Cansaram de perseguir os parisienses com circunlóquios enganadores.

Acabaram com os truques de “rodízios”, “fechamentos temporários”, “tráfego alternado ou diferenciado”, etc.

Agora é direto: se trata de proibir.

Coleção de “infamantes selos Crit'Air” na cidade de Lyon
Coleção de “infamantes selos Crit'Air” na cidade de Lyon
A polícia barrará o trânsito nos acessos da capital e nas periferias.

Os carros portadores de um sinal que para os franceses evoca a estrela de Davi amarela imposta aos judeus durante a ocupação nazista (agora é o “infamante Crit'Air”, certificado de qualidade do ar classificado de 1 a 5) são proibidos de circular durante as horas de trabalho.

O argumento é o acostumado: combater a poluição atmosférica.

Numa cruel ironia do céu, no dia 1º de julho de 2019 quando ficaram proibidos os portadores do “Crit'Air 5” e os interditados para sempre (mais de 20 anos), os 6 milhões de sensores da AIRPARIF (órgão que que mede a poluição do ar na capital), indicavam não só que essa era fraca, mas que só chegava a 25% do necessário para declarar uma alerta.

A mesma instituição, no 26 de junho, no meio de um pânico midiático pela passagem de uma onda de calor, observava que o pico o auge de poluição por ozônlo aconteceu em 12 de julho de 1994. Há um quarto de século!

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

A ‘humanofobia’ tem algo a ver com a ‘ecologia integral’ ou a ‘mística indígena’?

Máscara do deus mexicano Tezcatlipoca. Museu Britânico. A morte ritual voluntária era tida como uma salvação entre esses índios. A humanofobia retoma o demoníaco costume
Máscara do deus mexicano Tezcatlipoca. Museu Britânico.
A morte ritual voluntária era tida como uma salvação entre esses índios.
A humanofobia retoma o demoníaco costume
Luis Dufaur
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No post anterior (Sínodo age com base em mitos em que nem Boff acredita), comentamos o ódio filosófico-teológico contra o ser humano pregado pelo tal vez maior teólogo da “libertação da Terra”, o franciscano renegado Leonardo Boff.

O anti-humanismo do ex-frade não é exclusivo dele. No nosso blog temos reproduzido inúmeros outros exemplos nesse sentido provenientes da Europa e dos EUA.

Eis alguns outros dados mais ou menos próximos ou relacionados com o Sínodo Pan-amazônico de outubro de 2019.

No site Religión en Libertad, o escritor e ex-âncora de TV e rádio, Luis Antequera, afirma que se revela cada vez mais a existência de um lobby que ele define como humanófobo, ou que despreza o ser humano.

Esse professa uma ideologia humanofóbica porque é teológica e filosoficamente contra o homem, qualquer que seja sua condição, de selvagem ou de civilizado.

domingo, 1 de setembro de 2019

Pânico induzido das queimadas
esconde plano anticristão

A área em verde escuro é a floresta amazônia Destaca-se a escasez aguda de fogos, com exceção das áreas de fronteira. Fonte: FIRMS ou Fire Information for Resource Management System
A área em verde escuro é a floresta amazônica
Destaca-se a escasez aguda de fogos, com exceção das áreas de fronteira.
Fonte: FIRMS ou Fire Information for Resource Management System
Luis Dufaur
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Segundo explica a NASA, estamos na ‘estação do fogo’ na floresta amazônica. Segundo o mais acatado órgão do mundo que acompanha os fenômenos da atmosfera e do espaço não há razão alguma para o alarme.

O estrondo mundial pelas queimadas na região amazônica é um fato estritamente midiático.

O ‘pânico dos incêndios amazônicos’ é tal vez a maior manobra de ‘fake news’ de que a história tem lembrança.

E, como veremos, incuba sorrateiramente um objetivo ideológico há tempos que pode causar gigantesco dano ao Brasil.

Vamos por partes.

O que diz a NASA

Na página “Fires in Brazil”, o Earth Observatory da NASA (National Aeronautics and Space Administration, ou Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, agência do Governo Federal dos EUA) explica tranquila, sisuda, breve, técnica e documentada online o seguinte:

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Sínodo Pan-amazônico se baseia em mitos
em que nem Boff acredita

Casamento de Martín García de Loyola (descendente indireto de Santo Inácio) e Beatriz Clara Coya (da famía real dos Incas). Igreja da Compañía, Cuzco, século XVII
Casamento de Martín García de Loyola (descendente indireto de Santo Inácio)
e Beatriz Clara Coya (da família real dos Incas).
Igreja da Companhia de Jesus, Cusco, Peru, século XVII.
Luis Dufaur
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Em seu blog pessoal, o ex-frade Leonardo Boff, incensado “teólogo da libertação da Mãe Terra” e redator entre outros da encíclica ‘Laudato si’’ do Papa Francisco, increpou o próximo Sínodo Pan-amazônico por desconhecer o ecossistema amazônico.

E se propôs desfazer mitos que deturpariam as noções e os objetivos dos padres sinodais que entretanto o Papa quer ver concretizados.

Quando comentei o artigo com meus amigos, esses não conseguiam acreditar. O Boff falando contra esses mitos?

A surpresa – como a minha também – foi maiúscula ouvindo os sofismas do guru da mística verde alucinada. Mas, logo apareceram incubados abismos ideológicos inimagináveis. Vejamos.

1. Boff: índio não é um ser consubstanciado com a natureza


Segundo ele, o “primeiro mito” é acreditar no “indígena como selvagem genuinamente natural e por isso em perfeita sintonia com a natureza”.

domingo, 25 de agosto de 2019

Sínodo Pan-amazônico debate extinguir as missões católicas pretextando ecologia

A verdadeira missão: entre morrer mártires ou salvar batizando as almas dos índios.
Anchieta e Nóbrega pregam na cabana de Pindobuçu, Benedito Calixto (1853 — 1927)






Entre os dias 6 e 27 de outubro realizar-se-á em Roma a Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para região Pan-Amazônia, englobando o Brasil e oito países vizinhos.

Apesar de ser uma assembleia voltada para a Amazônia, esse Sínodo tomou uma dimensão universal, sendo apresentado pelos seus organizadores como um modelo para outras regiões e até para o mundo inteiro.

Seu documento preparatório “Amazônia: novos caminhos para a Igreja para uma ecologia Integral” é eloquente nesse sentido.

Ele afirma seu caráter universal: “As reflexões do Sínodo Especial superam o âmbito estritamente eclesial amazônico, por serem relevantes para a Igreja universal e para o futuro de todo o planeta”.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Sínodo: ambientalismo anticristão pediu ao Vaticano alavancar a revolução do neocomunismo “verde”

Mons Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler das Pontifícias Academias de Ciências foi o anfitrião do workshop
Mons Marcelo Sánchez Sorondo,
chanceler das Pontifícias Academias de Ciências
foi o anfitrião do workshop
Luis Dufaur
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O ambientalismo radical e suas teorias catastrofistas ressoaram como um angustiado pedido de auxílio no Vaticano em abril de 2015.

Foi durante o encontro promovido pelas Pontifícias Academias de Ciências e de Ciências Sociais.

Segundo o grande jornal de Turim La Stampa  o círculo de eclesiásticos que fecha fileiras em torno do Papa Francisco acolheu o apelo do secretário geral da ONU Ban-ki-moon e numerosos ativistas radicais com beneplácito.

Os ativistas e macro-capitalistas representados exigiram uma “revolução moral” em favor de suas metas, que por trás de uma fachada naturalista, são visceralmente anticristãs.

Todos os esforços tocados na base de projetos e propagandas milionárias não estão convencendo os homens. É preciso que a Igreja Católica com seu imenso prestígio passe a promover uma “revolução religiosa" rumo à ecologia integral neocomunista.

O relato do acontecido manifestou a séria crise que aflige o movimento “verde”: ele não está conseguindo convencer à opinião pública. Em desespero de causa acorreu ao Vaticano a pedir um novo impulso:

“As religiões institucionalizadas -- diz o documento -- podem e devem assumir a liderança e uma nova atitude em relação à criação”.

“A Igreja Católica, trabalhando com os líderes das outras religiões, poderá exercer um papel decisivo”, acrescentaram, noticia La Stampa .

domingo, 18 de agosto de 2019

Molion fez crítica científica da encíclica que antecipa as conclusões do Sínodo Pan-amazônico

Molion: a encíclica acolhe mistificações sem base na ciência
Molion: a encíclica acolhe mistificações sem base na ciência
Luis Dufaur
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No dia 16 de julho de 2015, por iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, palestraram no Club Homs da capital paulista o Prof. Luiz Carlos Molion e o autor deste post.

O Prof. Molion é meteorologista, pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), PhD em Meteorologia e pós-doutor em Hidrologia de Florestas. Ele assestou o foco nos aspectos científicos da Encíclica Laudato Si'.

Suas observações continuam mais atuais do que nunca. Não somente os fenômenos climáticos e ecológicos em pauta continuam os mesmos pois se estendem com grande durabilidade no tempo.

Mas a agitação ideológica "verde" cresceu em insuspeitadas proporções.

Criou-se também um coro de vozes, aliás muitas anticristãs, que sintoniza com o Sínodo Pan-amazônico que se desenvolverá em Roma no próximo mês de outubro (2019).

E o cerne das conclusões desse Sínodo já está inscrito com antecedência na referida encíclica.

O professor Molion observou múltiplas impropriedades, do ponto de vista da ciência, contidas nessa Encíclica, pois adota hipóteses controvertidas ou falsas como se fossem resultantes de um consenso entre os especialistas.

Também sublinhou que o termo “consenso” jamais pode ser usado na ciência. Ele é aplicável na política e em seus conchavos. A ciência é questionadora por natureza.

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

São Gabriel da Cachoeira e Sínodo Pan-amazônico: jogar uma terra de promessas nas trevas da vida tribal?

Missão salesiana de Taracuá, rio Uaupés, São Gabriel da Cachoeira
Missão salesiana de Taracuá, rio Uaupés, São Gabriel da Cachoeira
Luis Dufaur
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São Gabriel da Cachoeira é um simpático município brasileiro do estado de Amazonas, Região Norte do país, segundo a básica descrição da Wikipedia.

Malgrado sua remota e selvática situação, ele encarna todo ao contrário a luta de classes comuno-tribalista que anda sendo pregada com pretexto do próximo Sínodo Pan-amazônico.

A benemérita ação dos missionários salesianos desde o início do século XX foi muito bem acolhida pela população indígena que não se envergonha de exibir sua adesão à Igreja Católica e se orgulha de ser brasileira.

Localizado na fronteira com a Colômbia e Venezuela, no extremo noroeste do Brasil, o município é conhecido como “Cabeça do Cachorro”, por seu território ter forma semelhante à da cabeça desse animal.

domingo, 4 de agosto de 2019

Sínodo Pan-amazônico: lance chave na metamorfose do comunismo?

Sínodo Pan-amazônico: lance chave na metamorfose do comunismo
Sínodo Pan-amazônico: lance chave na metamorfose do comunismo?
Luis Dufaur
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Certas propostas do ambientalismo radical – contra as quais temos alertado no nosso blog –soam tão estapafúrdias que compreendemos que muitas pessoas razoáveis, as julguem coisas de doidos sem futuro.

Muitas propostas – teológicas ou não – que estão sendo baralhadas a propósito do próximo Sínodo Pan-amazônico caem nessa categoria.

Desfazer o Brasil e mais oito países vizinhos com uma área de oito milhões de quilômetros quadrados para ali estabelecer, como postulam os documentos oficiais pré-sinodais, uma área ecológica, cultural e religiosa inspirada no primitivismo das últimas, minúsculas e mais decadentes tribos que ainda subsistem, soa a sonho doentio.

Em qualquer caso, não é uma novidade.

Esse sonho alucinado já estava contido nos utopistas do comunismo e do socialismo anárquico.

Segundo eles o homem deveria viver como o “bon sauvage” de Jean-Jacques Rousseau pulando nu na natureza.

Malgrado o fracasso repetido das “experiências”, essa fantasia essencialmente anticristã nunca abandonou os antros mais recônditos do comunismo.

domingo, 28 de julho de 2019

Ideólogo ‘verde’ condena homem como 'assassino serial' da Criação (sic!)

Yuval Noah Harari e seu livro contra o homem
Yuval Noah Harari e seu livro contra o homem
Luis Dufaur
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Do ponto de vista da ecologia, o ser humano é um assassino serial se se acreditar em Yuval Noah Harari, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém.

As teses furibundas do ambientalista o encheram de louvores das grandes tubas do macrocapitalismo publicitário. Ele foi citado mais recentemente pelo colunista e militante verde João Lara Mesquita.

“A Revolução Agrícola foi a maior fraude da história”, “as plantas domaram o Homo Sapiens e não o contrário”, “se a culpa é do Homo sapiens ou não, o fato é que, tão logo eles chegavam a um novo local, a população nativa era extinta”, são alguns dos pensamentos desse arauto contra o ser humano.

Yuval nem adota a fantasia de Jean-Jacques Rousseau do “bom selvagem” ou a quimera comuno-progressista de índios que viveriam “em plena harmonia com a natureza”.

Todos os homens são malignos, mas aquele que raciocina é o pior deles.

domingo, 21 de julho de 2019

Xavantes querem trator e agronegócio
para sair da miséria e da fome

Índios Xavante se reúnem para aprender a dirigir tratores. Foto Pedro Silvestre
Índios Xavante se reúnem para aprender a dirigir tratores. Foto Pedro Silvestre
Luis Dufaur
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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) capacitou 15 índios da etnia Xavante para operar tratores.

Buscar conhecimento para trabalhar na agricultura foi o primeiro passo dos indígenas para mudar o cenário de miséria e fome, que tem castigado aldeias no sudeste de Mato Grosso, noticiou o Canal Rural da UOL.

O jovem Mauro Jacinto, de 19 anos, gostou da experiência.

Ele concluiu o ensino médio e sonha em fazer agronomia, para ajudar toda a reserva Sangradouro.

“Para mim, é um grande caminho esse em que estou entrando. Vai agregar renda a minha comunidade”, disse ao Canal Rural.

Clever Cunico, instrutor de Operação de Máquinas do Senar-MT, está trabalhando pela primeira vez com o povo indígena e está bastante surpreso.

Eles fazem perguntas e estão realmente interessados em aprender”, afirma.

A entidade já tem mapeados outros cursos, segundo a mobilizadora Márcia Gonçalves.

domingo, 14 de julho de 2019

O Sínodo a serviço da agenda neopagã

Ex-frei Leonardo Boff colaborou na redação da Laudato si'. Sínodo Amazônico traz a Teologia de Libertação com cores de índio
Ex-frei Leonardo Boff colaborou na redação da Laudato si'.
Sínodo Amazônico traz a Teologia de Libertação com cores de índio
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.







O jornalista Edward Pentin, do National Catholic Register, solicitou amavelmente minhas primeiras impressões sobre o Instrumentum laboris para a próxima Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, divulgado ontem. Eu o faço com muito gosto, como editorial para este observatório.

Em minha opinião, o Instrumentum laboris representa a abertura de par em par das portas do Magistério à Teologia Indígena e à Ecoteologia, dois derivados latino-americanos da Teologia da Libertação, cujos corifeus, após o desmantelamento da URSS e do fracasso do “socialismo real”, atribuíram aos povos indígenas e à natureza o papel histórico de força revolucionária, em clave marxista.

Tal como a Teologia da Libertação, o Instrumentum laboris toma como base de suas elucubrações não a Revelação de Deus contida na Bíblia e na Tradição, mas a realidade da suposta “opressão” a que estaria sujeita a Amazônia, que de simples área geográfica e cultural passa a ser “interlocutor privilegiado”, “lugar teológico”, “lugar epifânico” e “fonte de revelação de Deus” (números 12, 18 e 19).

Do ponto de vista teológico, o Instrumentum laboris não só recomenda o ensino da Teologia Indígena “em todas as instituições educativas” com vistas a “uma melhor e maior compreensão da espiritualidade indígena” e para que “sejam tomados em consideração os mitos, tradições, símbolos, ritos e celebrações originais” (nº 98), como repete ao longo do documento todos os seus postulados.

Ou seja, que as “sementes do Verbo” não apenas estão presentes nas crenças ancestrais dos povos aborígenes, mas que já “cresceram e deram frutos” (nº 120), pelo que a Igreja, em lugar da evangelização tradicional que procura convertê-los, deve se limitar a “dialogar” com eles, uma vez que “o sujeito ativo da inculturação são os mesmos povos indígenas” (nº 122).

Nesse diálogo intercultural, a Igreja deve também enriquecer-se com elementos claramente pagãos e/ou panteístas de tais crenças, como “a fé em Deus-Pai-Mãe Criador”, as “relações com os antepassados”, a “comunhão e harmonia com a terra” (nº 121) e a conectividade com “as diferentes forças espirituais” (nº 13).

domingo, 7 de julho de 2019

Professor da Califórnia:
comer carne ajuda à Humanidade

O prof. Frank M. Mitloehner ficou espantado com os exageros contra o consumo de carne
O prof. Frank M. Mitloehner ficou espantado com os exageros contra o consumo de carne
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Frank M. Mitloehner é professor especializado em Qualidade do Ar, no Departamento de Ciência Animal na Universidade da Califórnia – Davis.

Ele ficou espantado pela frequência com que a grande mídia pressiona para comer menos carne a pretexto de salvar o clima.

Alguns ativistas chegam a propor um imposto à carne para reduzir o consumo, comentou “El País” de Madri.

O sofisma é que essa produção gera mais gases estufa que todo o setor do transporte.

Porém, diz o professor, isso é falso.

Trata-se de propaganda veiculada por uma mídia que se diz séria e que leva a suposições inexatas sobre a relação do consumo de carne e a mudança climática.

domingo, 30 de junho de 2019

Índios ampliam lavoura, desafiam controles asfixiantes e desmentem utopias comuno-missionárias

Índios paresis querem ampliar lavoura e dominam atualizada tecnologia.
Índios paresis querem ampliar lavoura e dominam atualizada tecnologia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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O povo paresi da terra indígena Utiariti saiu este ano para a colheita de perto de 4.000 hectares de milho que ele mesmo semeou com atualizada tecnologia.

Em fevereiro, suas modernas máquinas haviam colhido 9.000 hectares de soja, informou reportagem da “Folha de S.Paulo”, rica em informações.

Nove carretas estavam a postos em Campo Novo do Parecis (410 km ao noroeste de Cuiabá), cidade mais próxima, para transportar a produção de soja e vendê-la.

O exemplo é característico de uma feliz integração dos paresis na grande família brasileira.

Trata-se de mais uma amostra que contradiz as ideologias comuno-ecologistas que pretendem mantê-los presos à vida “selvagem” e miserável sonhada pelos teorizadores do missionarismo comunista.

domingo, 23 de junho de 2019

Dalai Lama na ECO-92: um 'papa' do deus imanente da anti-ordem 'verde'?

Em torno do Dalai Lama dizia-se que ele era o Papa 'da outra metade do mundo'. A bem dizer da metade inferior, ou abismos infernais. Assim representou melhor o deus da nova religião comum da Terra.
Em torno do Dalai Lama dizia-se que ele era o Papa 'da outra metade do mundo'.
A bem dizer da metade inferior, ou abismos infernais.
Assim representou melhor o deus da nova religião comum da Terra.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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continuação do post anterior: ECO-92: o materialismo panteísta para o mundo ecológico




Mas ainda haveria de chegar uma espécie de pontífice supremo dessa confusão. Deu-se com a chegada do Dalai Lama, às 6.h45.

O Dalai Lama, foi hóspede do Cardeal-arcebispo de Rio de Janeiro, Dom Eugênio Sales.

Por sua parte, Dom Eugênio tinha celebrado uma “High Ecological Mass”, na plataforma do Cristo Redentor, pelo sucesso da Rio-92, na presença do governador e do prefeito da cidade.

Na ocasião, o arcebispo relembrou que “Deus confiou este mundo ao homem não para explorá-lo” crítica velada à agropecuária explorada também na encíclica ‘Laudato si’ do Papa Francisco (“High Ecological Mass at the Christ statue”, Jornal do Brasil, english edition, 1/6/92).

A chegada do Dalai Lama teve conotações de entronização de uma espécie de pontífice da grande força cultuada por tais religiões: a Mãe Terra, ou Gaia, ou Pachamama.

A Enciclopédia Espasa-Calpe, vol XXIX, no verbete lamaísmo, define essa prática como uma

“forma muito corrompida do budismo indiano (...) e grande número de práticas e superstições essencialmente mágicas, que conservaram sempre uma influência predominante. (…) Segundo Goden: “é quiçá a religião mais supersticiosa e sacerdotal do mundo” (in Studies in the religion of the east, Londres, 1913).”

domingo, 16 de junho de 2019

Potentados do mundo impulsionaram a utopia pan-amazônica na ECO-92

O senador Al Gore, líder da delegação oficial,
'por baixo' promovia a assembleia das ONGS mais radicais.
A seu lado John Kerry, futuro Secretário de Estado de Obama
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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continuação do post anterior: ECO-92 revelou o materialismo panteísta para o mundo ecológico



A heteróclita e caótica vigília ecumênica na noite de 5 para 6 de junho no aterro do Flamengo na ECO-92 soava para além de confusa e anti-religiosa para quem leva a religião a sério.

Mas, como comentou o Jornal do Brasil, lá era “tudo muito ecológico dentro do espírito de Rio-92” (“Religiões celebram a paz e fraternidade”, id. ibid.).

Com efeito, essa visão místico caótica regada a cantoria, droga, dança e ecumenismo religioso estava muito de acordo com o que prega a Ecologia.

O ecologismo nega o papel da razão, embora se apresente sob uma aparência científico-racional para nós “viciados” no raciocínio.

Ele professa uma espécie de filosofia anti-filosófica que lhe serve de suporte. Encontra-se em diversas escolas, desde o estruturalismo de Lévi-Strauss até na assim chamada deep-ecology.

domingo, 9 de junho de 2019

ECO-92 revelou o materialismo panteísta da utopia ecológica

Num cenário caótico, os potentados do planeta deram o empurrão de partida rumo a um mundo anárquico e panteísta agora proposto pelo Sínodo Amazônico
Num cenário caótico, os potentados do planeta deram o empurrão de partida
rumo a um mundo anárquico e panteísta agora proposto pelo Sínodo Amazônico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs







Os velhos papéis por vezes armazenam segredos que folhados muito depois nos surpreendem. Tal vez isso inspirou ao famoso historiador francês G.Lenotre a escrever uma obra referencial sobre a Revolução Francesa: “Velhas casas, velhos papeis” (“Vieilles maisons, vieux papiers”, Tallandier, Paris, 2013).

Hoje temos a Internet e seus bancos de dados. E foi assim que para surpresa minha e, creio, para a do leitor, achei documentos surpreendentes para compreender o fundo do que se está falando do Sínodo Pan-Amazônico.

Esse Sínodo ostenta a intenção de gerar uma igreja nova adaptada à cultura ecológica, que na sua integridade seria praticada pelos “povos originários”, nativos ou indígenas das selvas amazônicas.

Notadamente, adotaria e consagraria o ideário religioso que eles praticariam de forma modelar para nós, homens desnaturados pela civilização e pela Igreja hierárquica bem ordenada segundo os ensinamentos de Jesus Cristo.

Olhando com atenção, nesse ideário dos “povos originários” só há um muito pobre amontoado de superstições que nem os coitados dos indígenas sabem explicar direito.

O “ensinamento ancestral” da religião ecológica com suas elucubrações complicadas é uma criação de ideólogos escolados em grandes universidades e seminários dos países colonizadores.

Como e onde apalpar esse ideário?