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domingo, 15 de outubro de 2017

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

No dia 28 de agosto em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

Reynolds recomendou aos ambientalistas exageradores que em vez de cobrar dos outros a abertura dos olhos se esforcem em fechar a própria boca para conter as tolices.

Desastres naturais por ano: estabilidade nos eventos,
oscilações nas vítimas, diminuição dos danos. Nenhum agravamento
Atribuir culpas à “mudança climática” sem olhar para os fatos é típico daquilo que o filósofo Karl Popper chamou de “pseudociência”.

A teoria que não pode ser testada não é ciência. Exemplos arquetípicos de “pseudociência” segundo Popper são o comunismo e a psicanálise.

Reynolds também passou em revista outros profetas de desgraça que sempre que faz mal tempo, o atribuem a mudança climática.

Mas nunca fazem o mesmo quando temos bom tempo.

O perito do Cato Institute observou que as chuvas trazidas pelo Harvey – apresentadas como sinais da morte futura do planeta – são estatisticamente indistinguíveis das do furacão Amélia, de há 48 anos.

O aumento da temperatura das águas do Golfo do México tampouco diz nada a respeito de um aumento global da temperatura dos mares ou de intensificação dos furacões. É só matéria de fé de profetas sem provas.

Desde 1998 a 2012, houve quatro grandes estudos para medir a temperatura da superfície dos mares. Dois concluíram um “fraco aquecimento” e outros dois um “esfriamento coincidente com o estancamento da temperatura da superfície global”, diz Reynolds. Nada relevante

Reynolds conclui com simplicidade: o clima é altamente mutável. É impossível atribuir um furacão ou uma enchente a uma ligeira mudança de temperatura.

“Que o furacão Irma nos sirva de lição!”, bramou o Ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot. “A força de negar a realidade, ela vai nos pegar e nós não estamos prontos para isso”, disse para completar as banalidades reproduzidas por “Le Parisien”.

Hulot é um velho agitador ambientalista, mas o cada vez mais desprestigiado presidente francês Emmanuel Macron, nomeou-o ministro do meio ambiente.

Hulot falou de balanços desastrosos após a passagem do furacão Irma pelas Antilhas francesas e atemorizou o público de France 2 com uma “provável multiplicação de fenômenos do gênero por causa do aquecimento global”.

“O pior está diante de nós”, profetizou. E anunciou o engajamento de todos os recursos do Estado francês para cortar o avanço impiedoso do clima que muda.

Nicolas Hulot, ativista verde feito ministro de Meio Ambiente da França
profetizou um futuro pior
Ele insistiu no ritornelo das mudanças climáticas extremas que submergiriam países inteiros estabelecidos em arquipélagos. Segundo as velhas profecias esses já deveriam ter desaparecido. Mas o fato é que até estão aumentando de superfície

O furacão Irma causou devastações importantes nas Antilhas, mas os recordes ficaram por conta da exploração político-midiática sensacionalista.

Essa despertou mal-estar porque a dor e os danos que sofreram incontáveis seres humanos foram manipulados por interesses ideológicos.

Nos EUA por volta de seis milhões de habitantes da Florida migraram de suas cidades por medidas de emergência ou temor pessoal.

Nos EUA, a abundância de infraestruturas e a riqueza dos habitantes permitem esse enorme esforço. As vítimas fatais foram muito poucas e os danos ficaram abaixo do previsto porque os cidadãos estão acostumados de longa data a esses fenômenos e constroem com critérios de segurança especiais, observou a AFP.

Mas, não foi assim nos países em que os cidadãos não tem esse nível econômico. Pensemos sobre tudo em Cuba, o maior e mais atingido país do Caribe.

Os vídeos nos apresentam a crua realidade: o socialismo transformou cidades como Havana em imensas concentrações de cortiços que há décadas veem caindo aos pedaços, e os cidadãos vivem na miséria à mercê das desgraças, com infraestruturas abaixo do mínimo indispensável e carência quase total de sistemas de auxílio.

Pelos menos 27 pessoas teriam morrido em circunstâncias miseráveis, alguns eletrocutados, outros esmagados por uma sacada que desabou sobre um ônibus e quedas estrepitosas de prédios apodrecidos.

Tal vez nunca se saiba o número de cubanos mortos. Desde a chegada do Irma o governo socialista exibia impotência para apresentar um número aproximado.

Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Uma apuração das perdas em vidas e danos seria prejudicial ao comunismo cubano que mantém o país na mais degradante penúria.

Tampouco a confraria verde-vermelha quis indagar muito para não incomodar seus amigos da ditadura cubana.

Para encontrar um furacão igual ou superior ao Irma é preciso remontar até o ano 1935! Mas isso prova também que não há intensificação de furacões.

O furacão Allen em 1980 atingiu recordes maiores de velocidade.

Enquanto o alarmismo espalhava pânicos, muitos especialistas se perguntavam “porque eles têm que mentir tanto”?

O National Hurricane Center americano tem uma página com a listagem das maiores tempestades tropicais e furacões no Atlântico desde 1851 até 2014.

O blog “Watts Up With That” destaca que os únicos aumentos estatísticos se devem apenas às melhoras dos sistemas de medição.

Se os furacões se devessem ao aquecimento da temperatura da água ou global, a humanidade não teria sobrevivido no Período Quente Medieval.

No Período Quente Minoano (1450-1300 a.C.) deveria ter havido furacões categoria 9 – algo insonhável hoje – todos os anos!






domingo, 8 de outubro de 2017

Ditador turco confessa venalidade
no Acordo de Paris

Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário, essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário,
essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O presidente-ditador da Turquia, Recep Erdogan, admitiu que sua única razão para assinar o Acordo de Paris era tirar dinheiro dos EUA e de outras nações ricas, escreveu o site The Conservative Tree House.

Os EUA comunicaram oficialmente à ONU em 4 de agosto sua saída do Acordo, noticiou “The New York Times”. Porém, aguardam-se mais algumas tratativas.

Como com a saída dos EUA do tratado o ditador turco não vê possibilidade de auferir benefícios financeiros, ele afirmou que não parece provável que seus submissos deputados aprovem o Acordo.

Segundo a agência Reuters, Erdogan confessou a oferta venal durante conferência de imprensa na reunião do G20 em Hamburgo.

Erdogan acrescentou que a França – que exercia a presidência da assembleia da COP21 por acontecer em Paris – prometeu ao líder fundamentalista que seu país seria incluído na lista dos que ganhariam uma compensação financeira.

“Então nós dissemos que se isso acontecesse o acordo passaria no Parlamento turco. Mas se não, não passaria”, explicou cinicamente Erdogan.

Responsáveis da COP21 comemoram Acordo de Paris.
O acordo arranjado com fraudulência deu em fiasco ao pé da letra.
Ele esclareceu ao G20 que o Parlamento de Ancara ainda não se tinha pronunciado, mas que com a decisão americana era muito difícil que aprovasse o acordo. Talvez tivesse em vista alguma barganha econômica com os líderes do G20 ali presentes em troca da assinatura.

O posicionamento do ditador fundamentalista não acrescenta nada ao que vínhamos descrevendo neste blog.

O Acordo de Paris não foi formulado em função da natureza ou do clima planetário, mas de uma manobra anticivilização ocidental das forças da esquerda.

Embora procedentes de horizontes ideológicos diversos – islâmicos fundamentalistas, teologias da libertação ou socialistas –, na hora de se unirem contra os restos da civilização ocidental e cristã tais forças fecham fileiras, tirando também inescrupulosos benefícios econômicos.


domingo, 24 de setembro de 2017

Problema dos ursos polares ‘em extinção’:
estão gordos e numerosos demais

The Washington Times: a extinção dos ursos polares foi um dos espantalhos de Al Gore em 'An Inconvenient Truth'
The Washington Times: a extinção dos ursos polares
foi um dos espantalhos de Al Gore em 'Uma Verdade Inconveniente'
Luis Dufaur
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A especialista em ursos polares, Dra. Susan Crockford, expôs em sua página Polar Bear Science o perigo que está acossando os ursos brancos.

Até agora o alarmismo ambientalista explorava uma possível extinção dos ursos polares como um dos mais propagandísticos ícones das apocalípticas “mudanças climáticas”.

Mas o ícone está sumindo das manchetes alarmistas. O que houve?

Neste ano, os ursos polares da Baía de Hudson, perto de Churchill, Manitoba, apareceram em muito boa forma, apesar de um inverno muito frio. Churchill é um bom indicador e é considerada a “capital mundial do urso polar”.

Não apenas puderam ser flagrados muito gordos, como também apareceram em grande número. E não só na Baía de Hudson, mas também em outros locais onde eles se fazem ver durante o derretimento sazonal do gelo do Ártico.

domingo, 17 de setembro de 2017

“Condenem-me a morte,
mas o clima não está esquentando!”

John Coleman: “Condenem-me a morte, mas o clima não está esquentando!”
John Coleman: “Condenem-me a morte, o clima não está esquentando!”
Luis Dufaur
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John Coleman desempenhou-se durante décadas como anunciador da meteorologia na TV, com grande sucesso de público. Apoiado na sua reputação, ele acabou fundando o renomado Weather Channel.

Com uma longa experiência no acompanhamento das questões climáticas, Coleman percebeu as matreirices subjacentes às alegações demagógicas feitas em nome da “mudança climática”.

Agora, em uma entrevista para MyNewsLA.com, ele mandou um “ultimato” a Al Gore e a outros ambientalistas radicais que menosprezam aqueles que não pensam como eles, e que qualificam de “negacionistas” e de “o que existe de pior da humanidade”.

Se for assim, disse Coleman, que não esconde sua recusa aos demagogos climáticos, “condenem-me à morte”.

“Sou apenas um velho idiota cético – um negacionista, como eles me chamam – que deveria ser encarcerado ou morto”, arguiu. “Eu entendo como eles se sentem. Mas você sabe de uma coisa? Eu sei que estou certo. Então eu não me incomodo”.

Para Coleman, os cientistas “algorianos” manipulam os dados e extraem bilhões de dólares em créditos para pesquisas e seu próprio bolso.

domingo, 10 de setembro de 2017

Grandes furacões
diminuíram 70% desde 1926

Dr. Roger Pielke Jr.: “o mundo está passando por um período de desastres climáticos inusualmente baixos”
Dr. Roger Pielke Jr.: “o mundo está passando
por um período de desastres climáticos inusualmente baixos”
Luis Dufaur
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A grande imprensa, escrita ou eletrônica, focou com ênfase os efeitos devastadores do furacão Harvey que a partir de 25 de agosto atingiu severamente cidades do Texas, notadamente Houston, chegando até a Luisiana.

Tratou-se de um dos mais intensos dos últimos anos, chegando a ser considerado em certo momento ‘categoria 4+’, pouco abaixo do máximo, da categoria 5.

O anterior desse nível remonta a 2004. Enquanto escrevemos a lista dos mortos, ela chega aos 30, e os danos estavam sendo estimados em volta de 45 - 75 bilhões de dólares.

Certa grande mídia – aliás, majoritária – atribuiu mais uma vez as causas às “mudanças climáticas”, ao “aquecimento global” e outras ficções.

A utopia anticivilização do ambientalismo radical não se incomoda com as vítimas, e se chora seus males é para manipulá-los no sentido de seus projetos comuno-tribais.

Porém, o professor Roger Pielke Jr., da Universidade de Colorado Boulder, uma das grandes autoridades mundiais em fenômenos climáticos extremos, pôs os pingos nos is no que se refere às causas verdadeiras do Harvey.

domingo, 3 de setembro de 2017

Não houve em 2.000 anos mudanças anormais no clima

John Abbot e Jennifer Marohasy: nos últimos 2.000 anos não houve mudanças climáticas anormais
John Abbot e Jennifer Marohasy:
nos últimos 2.000 anos não houve mudanças climáticas anormais
Luis Dufaur
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Para estudar o “aquecimento global” os cientistas australianos John Abbot e Jennifer Marohasy publicaram em GeoResJ o resultado da análise de seis séries de dados de 2.000 anos em diferentes regiões geográficas:  “The application of machine learning for evaluating anthropogenic versus natural climate change”

Eles estudaram as marcas deixadas pelo clima nos anéis de crescimento das árvores, no pólen, nos sedimentos lacustres, nos estalagmites, etc. e assim verificaram as tendências da temperatura global antes da aparição dos termômetros.

Todas as provas recolhidas sugerem que o planeta estava por volta de um grau mais quente durante o Período Quente Medieval.

Os autores concluíram que portanto não há nada de antinatural ou sem precedentes na tão falada “mudança climática” do fim do século XX e no início do XXI.

domingo, 27 de agosto de 2017

“Igreja da Eutanásia”: no fundo inconfessável do ambientalismo radical

Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer.  Mas agita uma bandeira para a qual tendem os "moderados" do ambientalismo
Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer.
Mas agita uma bandeira para a qual tendem os "moderados" do ambientalismo
Luis Dufaur
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Andando pelas ruas, é frequente bater os olhos em novas igrejas das mais inesperadas denominações, em sua maioria de inspiração evangélica ou de cultos e práticas orientais,

Mas nos arraiais ambientalistas radicais surge de vez em quando alguma seita ainda mais inesperada. É o caso da Igreja da Eutanásia, fundada no ano de 1992 em Boston, EUA, por Chris Korda.

Antinatalista, transgênero e vegana, Chris, nascida em 1962, é sobrinha-neta do magnata húngaro Sir Alexander Korda, muito conhecido na indústria cinematográfica britânica, e filha única do renomado escritor e romancista Michael Korda, antigo editor-chefe da rede de livrarias Simon & Schuster.

O dogma fundamental de sua igreja é único, muito simples e de acordo com as crenças verdes radicais: “Salva o planeta, suicida-te”!

Essa igreja verde se autodefine como “associação sem fins lucrativos cujos esforços se encaminham para restabelecer o equilíbrio entre os seres humanos e as demais espécies da Terra”, noticiou o jornal “El Mundo”, de Madri.

Dito equilíbrio planetário só seria possível com uma redução voluntária e massiva da população humana.

Parece uma singularidade de alguns exaltados, mas temos recolhido neste blog abundantes testemunhos de arautos do antinatalismo verde que ocupam altas posições no establishment político-midiático, possuem fortunas enormes e são recebidos com sorrisos nos ambientes vaticanos impregnados pela encíclica Laudato Si’.

domingo, 20 de agosto de 2017

Agricultura lidera preservação no Brasil
mas é hostilizada pelo ambientalismo

Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil é potência em preservação ambiental
Chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite
demonstra que o Brasil é potência em preservação ambiental
Luis Dufaur
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O Dr. em Ecologia Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil grande produtor de alimentos, energia e fibras, é uma potência em preservação ambiental, em artigo para “O Estado de S.Paulo”.

Mais de 66% do território nacional é recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados.

Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão...), fibras (algodão, celulose...) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas...) ocupa 9% do País.

Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%)!

Mais de 4,1 milhões de imóveis rurais, somando uma área superior a 410 milhões hectares, estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

Os agricultores informaram detalhadamente, num mapa com base em imagens de satélite e em diversas fichas, todo o uso e ocupação de suas terras, em conformidade com o Código Florestal.

É como se ao declarar o Imposto de Renda o contribuinte informasse a planta da casa, a disposição de cada móvel, o uso de cada cômodo e ainda, na Amazônia, por exemplo, deixasse claro que não utiliza 80% de seu apartamento a título de reserva legal. 

E que cuida de tudo e paga impostos, mesmo sobre o que lhe é vedado usar.

Os dados finalizados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) demonstram o papel único da agropecuária na preservação ambiental.

domingo, 13 de agosto de 2017

“Mínimo solar” pode trazer surpresas
para a atividade humana

A desaparição das manchas na superfície solar é sinal típico do 'Mínimo Solar'
A desaparição das manchas na superfície solar é sinal típico do 'Mínimo Solar'
Luis Dufaur
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A NASA publicou relatório ilustrado com um vídeo avisando que a sociedade deve estar atenta para eventuais desarranjos dos equipamentos magnéticos e eletrônicos.

A causa não é o “aquecimento global”, mas algo que parece o inverso: a entrada do sol em seu mínimo de atividade.

O ‘mínimo solar’ é cíclico – cada 11 anos – e em geral não provoca catástrofes, mas excepcionalmente pode gerar transtornos ao homem.

O problema é a fragilidade dos instrumentos digitais em que repousa a organização humana.

Com muito pouca influência magnética perturbadora os chips podem se desarranjar e acarretar graves contratempos.

O relatório da NASA intitula-se “O mínimo solar está chegando”. Ele sublinha que a cada 11 anos o sol oscila ciclicamente entre seu “mínimo” e seu “máximo” de atividade.

Hoje o sol está entrando no “mínimo”, explicou Dean Pesnell, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

“É um momento periódico do ciclo solar” em que a atividade do astro-rei é relativamente baixa. Porém a atividade é a mais fraca desde 1906.

O mínimo de manchas solares prolongadas é conhecido como Mínimo de Maunder.

domingo, 6 de agosto de 2017

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Luis Dufaur
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Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

domingo, 30 de julho de 2017

Suprimir filhos para impedir a mudança climática?! O anti-humanismo verde fala

A propaganda ambientalista contra os filhos atinge patamares inimagináveis e com o pretexto de combater a mudança climática!!!
A propaganda ambientalista contra os filhos atinge patamares inimagináveis
e com o pretexto de combater a mudança climática!!!
Luis Dufaur
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Seth Wynes, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e Kimberly A. Nicholas, da Universidade Lund, na Suécia, com ar de ciência publicaram na revista “Environmental Research Letters” um estudo com conclusões que até há pouco só se ouviam em grupos niilistas extremamente “anti-humanos”.

Em poucas palavras, resumiu Agenda Europe, os autores defendem: “Salve o clima, não tenha filhos. Ou, ainda melhor, erradique a humanidade”.

O pretexto é muito batido e bem fajuto: combater as mudanças climáticas e reduzir a emissão de CO2.

Para isso, eles propõem a introdução em nível planetário de quatro costumes fundamentais: alimentação vegana, parar de viajar de avião, deixar de usar carro e limitar a família.

domingo, 23 de julho de 2017

Noticiário enviesado sobre um iceberg inusual, mas comum

A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo. Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo.
Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
Luis Dufaur
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Todos os anos blocos de gelo desprendem-se das calotas árticas e antárticas, gerando uma galáxia flutuante de icebergs.

Alguns desses ficaram famosos, como o que afundou tragicamente o Titanic. Outros chamam a atenção pelo seu tamanho, e obviamente são mais raros que os menores.

Foi o caso do iceberg de 5.800 km2 que se destacou da banquisa Larsen C, da Antártica Ocidental. Provavelmente será batizado “A68” e assim será conhecido em sua efêmera existência, escreveu o “Clarín”.

Neste momento ele está sendo levado pelas correntezas para o norte, rumo ao destino inevitável de todos os icebergs: ir se fracionando e, em dois ou três anos, derreter-se inteiramente.

Por ser o maior dos últimos 30 anos, ele foi acompanhado por especialistas da Universidade galesa de Swansea e de outras missões científicas que trabalham no continente branco. No passado foram detectados outros ainda maiores.

O Instituto Alfred Wegener de oceanografia e investigação polar de Bremerhaven, na Alemanha, informou que o iceberg estava sendo acompanhado desde que uma rachadura de 175 km de extensão e uma largura de até 50 quilômetros na banquisa Larsen C era já há tempo perceptível.

Em qualquer hipótese, o “A68” não traz perigo algum para as pessoas, explicou o Instituto alemão.

domingo, 16 de julho de 2017

Dupla face ambientalista: sempre a favor do comunista e contra o não comunista

A visibilidade  cai ao mínimo em Pequim pela poluição onipresente. Mas a China é tida como líder na luta contra a mudança climática. Quem são os culpados? Os "ricos capitalistas"!
A visibilidade  cai ao mínimo em Pequim pela poluição onipresente.
Mas a China é tida como líder na luta contra a mudança climática.
Quem são os culpados? Os "ricos capitalistas"!
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Após desistir do Acordo de Paris, o presidente Trump ordenou os procedimentos diplomáticos para encerrar a participação dos EUA.

Obviamente, muitos governos, ONGs e altas figuras do Vaticano que têm propensão pelas esquerdas manifestaram o seu desacordo.

Alguns poucos governos transluziram sua aprovação e até a vontade de imitar o exemplo dos EUA ou pelo menos dar de ombros ao acordo à sombra da rejeição americana.

Desacordos e concordâncias são frequentes nas relações internacionais. Para harmonizá-las existem as vias diplomáticas, escolhidas pelos países que respeitam o direito internacional.

A China optou por outra via: a do escárnio sistemático dos compromissos adotados, ao mesmo tempo em que se ergue como paladina de tudo aquilo que desrespeita. Dispõe das vias diplomáticas para sair se quiser, mas não é o que está fazendo, ficando para promover seu sonho de hegemonia planetária.

Uma incoerência ovante, mas que não é algo de novo na China.

O estranho é que a atitude dos EUA tenha sido satanizada, enquanto a da China tenha sido endeusada.

Em certo sentido, tampouco houve nada de novo do lado da aliança ecolo-socialista-Teologia da Libertação.

domingo, 9 de julho de 2017

Professor de Princeton pede mais CO2 para nutrir os homens!

Professor de Princeton, William Happer, defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Professor de Princeton, William Happer,
defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
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William Happer, 77, professor emérito da Universidade de Princeton e ex-diretor de Ciência no US Department of Energy durante a administração do presidente George H. W. Bush, disse em entrevista ao jornal “The Telegraph” de Londres que o Acordo de Paris “é um completo desperdício”. A entrevista foi reproduzida no The Global Warming Policy Forum.

Happer acrescentou: “Acho que o Acordo de Paris é profundamente imoral. Na África as pessoas precisam de eletricidade que nós podemos fornecer. O que há de mal na prosperidade? Estamos diante de um exemplo da loucura humana”.

domingo, 2 de julho de 2017

“Chega!” diz povo a socialistas e a ambientalistas. E comemora o “Amerexit”!

“Arrepende-te!”: a Inquisição aquecimentista não tolerava nem a dúvida. A opinião pública estava sendo sufocada até que disse “Chega!”
“Arrepende-te!”: a Inquisição aquecimentista não tolerava nem a dúvida.
A opinião pública estava sendo sufocada até que disse “Chega!”
Luis Dufaur
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Ao anunciar a saída dos Estados Unidos, o presidente Trump enterrou o acordo de Paris, lamentou o jornal socialista espanhol “El País”.

É próprio de um regime observante da democracia, das liberdades e dos relacionamentos civilizados renunciar a um acordo como o de Paris, respeitando os procedimentos diplomáticos preestabelecidos, como dispôs o presidente americano.

Mas a chuva de impropérios e execrações de políticos e da macromídia significa o oposto disso.

Na verdade, ela se aproxima mais dos pogroms públicos –perseguição contra uma determinada classe ou raça – da Revolução Cultural chinesa contra os dissidentes, intelectuais ou proprietários.

“Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não de Paris. Não se pode colocar os trabalhadores em risco de perder seus empregos”, disse Trump entre aplausos, ao se referir aos empregos industriais da Pensilvânia, onde fica Pittsburgh.

Mas a confraria verde-vermelha da alta política e do supercapitalismo publicitário, que se autoproclama defensora dos operários, tripudiou.

O presidente norte-americano alegou também que o referido acordo é prejudicial à soberania dos EUA, além de beneficiar a China e, por isso, ouviu ainda mais impropérios da mesma poderosa confraria.

domingo, 25 de junho de 2017

Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia,
diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen: acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Luis Dufaur
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Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.

Por isso, não papagaiar esse catecismo será com certeza um suicídio para um jovem cientista e o forçará a incluir a “mudança climática” ou o “aquecimento global” em seu trabalho, ainda que não tenha relação com ele.

É presunção ridícula achar que o aumento do CO2 faz mal. Não obstante, esse gás deve ser demonizado em qualquer projeto que queira ser financiado, explicou o prof. Lindzen.

domingo, 18 de junho de 2017

De um lado e outro
cientistas desclassificam o ‘acordo de Paris’

Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:  “nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:
“nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Luis Dufaur
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Nenhuma das estratégias propostas pelo governo americano, pelo seu Ministério de Meio Ambiente (Environmental Protection Agency – EPA) ou por quem quer que seja, tem a mais remota possibilidade de alterar o clima, ainda que de fato este seja controlado pelo CO2”, defendeu o Dr. Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia.

“Em termos de leigo, para efeitos de clima, todas as supostas ‘soluções’ para o aquecimento global são meras falas simbólicas.

“Por isso, ainda que estivéssemos diante de uma catástrofe climática, se nós tivéssemos que confiar num acordo climático da ONU, estaríamos todos perdidos”, comentou Marc Morano, diretor de comunicações do Committee For A Constructive Tomorrow (CFACT) e diretor do site ClimateDepot.com baseados em Washington.

Por isso, a saída dos EUA do ‘Acordo de Paris’ “será uma vitória da ciência. Ninguém se engane, os militantes que pretendem controlar o clima por meio de arranjos da ONU e regulamentos do EPA são culpados por acreditarem na superstição”, acrescentou.

domingo, 11 de junho de 2017

Verdes sem argumentos: o Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas!

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar e implica importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos. Outra grande economia, o Japão, teve que importar US$ 68,9 bilhões. E a gigantesca China flagelada por uma reforma agrária socialista e confiscatória bateu recorde com US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, doutor em Ecologia e Chefe Geral de Monitoramento por Satélite da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), e publicados em artigo da “Revista Agro DBO”.

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, sobre um não menos fantasioso excesso de habitantes acrescidos de uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

domingo, 4 de junho de 2017

Brasil e o mundo respiram: fantasma da morte verde saiu pela porta. Que não volte pela janela!

O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo
O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O pesadelo de uma massiva redistribuição das riquezas planetárias, que tal vez só Marx imaginou nos horizontes fumacentos de sua futurologia, e o estabelecimento de um superpoder planetário anarco-tribalista radical foi adiado.

Queira Deus que seja para sempre sepultado.

Tinha um nome e era “Acordo de Paris”. Os EUA caíram fora. Sem eles vai ser difícil que a esmagadora canga verde seja carregada por muitos países que assinaram com um pé atrás.

O “acordo de Paris” poderá sobreviver no limbo da papelada da ONU que o mundo venera mas arquiva. Foi o caso do histórico precedente do Protocolo de Kyoto.

O Brasil só tem a comemorar. As esquerdas e grande parte do mundo político enleado em investigações, processos e até prisões berraram ao uníssono contra a decisão americana. Mas logo a seguir terão que cuidar de seus problemas pessoais.

O País ficou, porém, com sua parte da canga do “acordo de Paris”, uma das piores heranças do governo de Dilma Rousseff.

Os proprietários agrícolas brasileiros estão ameaçados de ter que pagar por volta de 40 bilhões de dólares de seu próprio bolso para se adequar às exigências do  acordo.

sábado, 3 de junho de 2017

EUA desiste de acordo “mãe da natureza” assinado em Paris

O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015. Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015.
Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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As quimeras se complicam na hora de tomar contato com a realidade. É o caso do Acordo de Paris, aprovado na 21ª Conferência das Partes (COP-21) da Convenção-Quadro das Nações em dezembro de 2015.

Dito acordo pretendia conter um não provado aquecimento global, dentro de certos limites, segundo informou a agência AFP. 

O objetivo declarado é que pelo fim do século a temperatura global não suba mais de 2ºC acima da “temperatura média da era pré-industrial”. Qual foi essa média pré-industrial, desde quando se contabiliza a era industrial e qual é a média atual?

Segundo os promotores ideológicos verdes do “acordo de Paris” a “era pré-industrial” de cujo clima se tem vestígios abarca por volta de 130.000 anos.

Mas os indicadores são muito aproximados e nesse lapso de tempo enorme houve oscilações sumamente grandes para mais e para menos.

O saída dos alarmistas foi uma simplificação: a partir da década de 1850 começou o uso de termômetros!. Então a comparação é com essa década. Na nossa década a temperatura média global estaria por volta de 0,8ºC acima da década de 1850, após significativas oscilações.

Os dados da natureza não dizem muito sobre o futuro super-aquecimento acenado como um espantalho.

domingo, 28 de maio de 2017

Ecologistas preocupados: a Terra tem 467 milhões de hectares de florestas a mais do que se dizia!

Floresta de baobás em região considerada árida no Senegal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Uma equipe internacional de pesquisadores revelou na prestigiosa revista Science que a superfície da Terra coberta por florestas é 10 % mais extensa do que se supunha, noticiou o jornal parisiense “Le Monde”.

A deficiente medição anterior não considerou as florestas das zonas áridas, distorcendo o cômputo global.

As florestas ocupam 4 bilhões de hectares ou 30% da superfície das terras acima do nível dos mares.

Normalmente se imaginam luxuriantes florestas tropicais, rústicas florestas boreais ou penteados bosques de regiões temperadas.

Tinha-se passado por cima dos bosques existentes em zonas áridas — onde a evaporação é maior que a precipitação anual. Essas zonas representam algo superior a 40% da superfície continental e não estão desprovidas de florestas.

Elas se encontram em contextos climáticos muito diversos no Sudão, na América do Sul, nas estepes da Europa Oriental e no sul da Sibéria, bem como no Canadá.

Uma trintena de cientistas de treze países analisou imagens satelitais fornecidas pelo Google Earth. Elas abarcavam mais de 210.000 parcelas de meio hectare repartidas pelo globo.

As estimativas antigas repousavam em métodos que tinham um grau de incerteza entre 30 e 250 metros.

domingo, 21 de maio de 2017

“Psicose ambientalista”: livro de Dom Bertrand é recorde de ventas na 5ª edição

No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias. Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares
No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias.
Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares







A 5ª edição do livro Psicose Ambientalista, de autoria do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, acaba de ser lançada em São Paulo. Somada às quatro edições anteriores, perfaz um total de 30 mil exemplares.

Um especialista em divulgação de livros dos EUA afirma que a tiragem de cinco mil exemplares de uma obra doutrinaria é considerada muito boa.

O sucesso de Psicose Ambientalista como verdadeiro best-seller deve ser atribuído não só à nomeada do autor, mas também ao conteúdo “politicamente incorreto” de seu livro, que denuncia o ecoterrorismo.

“Preservar sim, mas não esquecer que o País produz alimentação farta e barata para mais de 200 milhões de brasileiros, além de 1 bilhão de pessoas mundo afora, o que nos faz, a justo título, sermos considerados celeiro do mundo”.

É o que vem afirmando Dom Bertrand nos lançamentos já realizados em cerca de 100 cidades.

domingo, 14 de maio de 2017

Aquecimento global: pai da “hipótese Gaia” se retratou de seu alarmismo

James Lovelock, pai da “hipótese Gaia”,
se retratou de seu alarmismo em matéria de “mudança climática”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A grande mídia martela incessantemente no mito do "aquecimento global". E agora que a a nova administração americana afasta ideólogos de esquerda que defendiam esse mito na EPA (Environmental Protection Agency) espécie de Ministério de Meio Ambiente, a gritaria midiática ficou mais forte.

Mas essa mídia não informa que até o glorificado ambientalista inventor da ainda mais fantasiosa “hipótese Gaia” há alguns anos havia se afastado do “alarmismo” em matéria de “mudança climática”.

James Lovelock, criador da hipótese ambientalista segundo a qual a Terra formaria um só organismo “vivo” apelidado “Gaia”, admitiu em entrevista à MSNBC que foi “alarmista” a respeito de “mudança climática”.

À guisa de desencargo de consciência, comentou que também outros ambientalistas famosos, como Al Gore, caíram no mesmo erro.

Um dos pais fundadores do ambientalismo hodierno, Lovelock tem esperança de que a suspirada “mudança climática” ainda aconteça, mas lamentou que não virá tão rápido quanto ele anunciava.

domingo, 7 de maio de 2017

Poluição chinesa impede ver a Terra, mas "verdes" só querem estrangular o Brasil e o Ocidente

Norte da China desaparece sob poluição em 10/01/2012.
Foto: Earth Observatory/NASA
Luis Dufaur
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A NASA publica periodicamente imagens da névoa de poluição que impede qualquer visibilidade sobre a imensa planície do norte da China.

A poluição é tão grave que pode ser verificada a milhares de quilômetros no espaço, noticia há anos a imprensa internacional, como fez “Il Corriere della Sera” no já afastado ano de 2012.

A visibilidade na superfície fica limitada a 200 metros, impedindo a partida normal dos voos no aeroporto da capital chinesa.

O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão.

A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.

Em 2017 foi empossado o novo presidente dos EUA, Donald Trump. Ele deixou claro que não acredita nos blefes apocalípticos do ambientalismo radical e acenou com a possibilidade dos EUA abandonar o irreal Acordo de Paris assinado por seu predecessor na COP21.

Esse Acordo mirabolante poderá custar ao Brasil "ninharias" na ordem de 40 bilhões de dólares!

domingo, 30 de abril de 2017

Amazônia lar de uma grande civilização perdida

Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Luis Dufaur
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Sabia-se, mas não era politicamente correto lembrar, que “as florestas da Amazônia foram moldadas pela ação humana ao longo de milhares de anos, num processo que transformou boa parte da mata em gigantescos ‘pomares’, repletos de espécies domesticadas de árvores.

“O manejo habilidoso dessas plantas pelos antigos habitantes da região acabaria criando deleites gastronômicos que hoje chegam ao mundo todo, como o cacau e a castanha-do-pará.

“Esses são os exemplos mais famosos, mas a lista completa é bem mais extensa: 85 espécies de árvores foram domesticadas em algum grau na floresta, calculam os autores de um estudo internacional que acaba de ser publicado na revista especializada ‘Science’”, escreveu a “Folha de S.Paulo. 

“Em alguns lugares da bacia do Amazonas – prossegue o matutino paulista – as espécies selecionadas e alteradas pela atividade humana chegam a ser as mais comuns da mata, apesar da gigantesca diversidade natural de vegetais da região.