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domingo, 25 de junho de 2017

Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia,
diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.

Por isso, não papagaiar esse catecismo será com certeza um suicídio para um jovem cientista e o forçará a incluir a “mudança climática” ou o “aquecimento global” em seu trabalho, ainda que não tenha relação com ele.

É presunção ridícula achar que o aumento do CO2 faz mal. Não obstante, esse gás deve ser demonizado em qualquer projeto que queira ser financiado, explicou o prof. Lindzen.

O CO2 é bombeado nas estufas para acelerar o crescimento das plantas.

A insistência em dizer que tal ano foi um dos “mais quentes desde que se tem registro” resulta de uma manipulação estatística, porque o tal aquecimento cessou nos últimos vinte anos.

O simples leigo fica confundido com a ideia de que basta tirar uma média de todas as temperaturas do planeta para se ter o “aquecimento global”.

O que quer dizer uma média entre a temperatura de um deserto como o Vale da Morte na Califórnia e o monte Evereste? – perguntou o prof. Lindzen.

É algo como fazer uma média de todos os números de telefone que possam existir, ironizou o professor. Ele destacou a prevalência da análise qualitativa para concluir sobre a evolução do clima.

O não-cientista pode ser facilmente enganado. Por exemplo, a respeito de nível dos oceanos. Também o nível da terra seca muda em função do movimento das placas tectônicas! Tudo na Terra está em movimento.

Expansão crescente do gelo antártico. A linha verde indica a média.
Porém, a mídia sensacionalista faz crer que o derretimento é gravíssimo.
Ainda assim, em 1979 começamos a medir com satélites o nível dos mares. A surpresa foi que não obtivemos resultados muito diferentes dos recolhidos pelos métodos antigos. As diferenças foram tão pequenas que não permitem supor mudanças desastrosas.

Os temores a respeito obedecem antes a critérios propagandísticos que científicos.

Outro caso. A observação do Ártico e da Antártica com satélites começou em 1979. Todo ano se verifica um acentuado ciclo de diminuição da superfície gelada no verão e de crescimento no inverno.

O período de tempo em que este fenômeno vem sendo observado já é de 40 anos. Em termos de mudança climática, é um intervalo bem breve. Porém, tenta-se extrapolar os resultados de um período tão breve para futuros remotos, o que é obviamente inadequado.

Se fôssemos extrapolar desse modo os dados da temperatura terrestre colhidos no dia e na noite, poderíamos ter prognosticado que o mundo neste momento estaria fervendo. É ridículo.

Incorre-se no mesmo ridículo extrapolando os dados da cobertura de gelo ártico, restritos a poucas décadas.

Em 1922 houve preocupação com um eventual desaparecimento do gelo ártico. Depois voltou a crescer. A preocupação não é só de hoje. O novo é o exagero propagandístico.

Todo o que se pode dizer a respeito do gelo ártico é que as oscilações constituem um dos numerosos fenômenos interessantes na Terra para os quais não temos nem mesmo registros suficientes.

Além do mais, o derretimento dos polos provavelmente não contribuirá para um aumento do nível dos mares.

O curioso é que a abertura de uma passagem náutica pelo polo foi sempre uma aspiração considerada altamente conveniente e desejável para o transporte mundial.

A foto é pitoresca, mas a exploração é demagógica.
Os ursos polares protegidos se multiplicam até perigosamente.
E eis que agora é vista com alarmismo e pânico!

O que fica em pé é a ironia atribuída a Henry Louis Mencken: “o cerne da praxe política é manter a população alarmada com uma série intérmina de espantalhos, imaginários na maior parte”.

O movimento ambientalista foi bem mais longe até do que dizia Mencken.

A pilhéria do urso polar

Al Gore e seus imitadores encontraram um bom álibi no perigo de extinção do urso polar.

Exploraram a imagem patética trabalhada em algum photo shop de um urso polar boiando num resto de gelo.

Mas Susan Crockford, especialista na evolução dos ursos polares, mostrou que houve significativa diminuição deles no passado, porque eram caçados comercialmente.

Isso favoreceu leis que interditaram a caçada. O resultado é que agora o número deles aumentou em tal medida que foi necessário voltar a permitir sua caça.

Não há prova de que as alterações da população dos ursos polares tenham algo que ver com as mudanças climáticas.

A acidificação dos oceanos

A acidificação dos oceanos é mais uma dessas obscuras denúncias que não resistem à análise, disse.

O público se alarma com o vocábulo “ácido”, mas o fato é que os oceanos estão mais perto daquilo que em química se denomina “base” do que um “ácido”, e a tendência verificada vai mais na linha de um ligeiro aumento da “base” que neutraliza o “ácido”.

Como é costumeiro, há demasiados erros nesses alarmes.

A suposta morte de recifes de corais está relacionada com a “acidificação” dos oceanos. É um típico alarmismo oco.

O “aquecimento global” como causa de tudo

Exemplo de livro apocalíptico desmentido mas reeditado.
O resultado é que o “aquecimento global” é indiciado como causa de tudo o que pode haver de danoso. Este viés verbal atingiu o absurdo.

Alguns absurdos são por demais evidentes, como a balela propagada pela revista Nation segundo a qual o CO2, embora não tenha sido percebido, é altamente venenoso!

Pelo contrário, ele é essencial para a vida de nosso planeta!

Nossos submarinos e estações espaciais consideram que níveis muito altos de até 5000 ppm [partes por milhão, ou 5000 moléculas de cada milhão na atmosfera] de CO2 no ar que respiram os tripulantes estão dentro da margem de segurança.

Mas os alarmistas gritam porque a Terra atingiu níveis de apenas 400 ppm [0,04% da atmosfera]! O artigo da Nation chegou à bizarrice de dizer que o “efeito estufa” aqueceu a temperatura do planeta Vênus até os altíssimos níveis atuais [457ºC].

Qualquer um sabe que a alta temperatura da superfície de Vênus é devida à proximidade do sol e à presença de densas nuvens de ácido sulfúrico envolvendo aquele planeta.

O planeta Marte tem muito mais CO2 que a Terra: sua atmosfera é composta em 95,32% por CO2, mas não aqueceu globalmente. Pelo contrário, é muito mais frio que a Terra [importantes oscilações em torno de -50ºC].

Analisando os alarmistas, temos visto repetidamente que estão burlando a opinião pública e que os dados científicos constituem para eles meros detalhes.

Conclusões

A acumulação dessas invenções na mídia é apresentada como ‘esmagadora evidência’ de uma catástrofe que se aproxima. Mas vendo o que os catastrofistas dizem, podemos nos perguntar se eles têm prova do que quer que seja.

Para concluir, as alegações de mudanças climáticas justificaram numerosas políticas que na maior parte das vezes fizeram mais mal do que bem. E têm capacidade para gerar ainda mais males.

O melhor que se pode dizer dessas iniciativas é que, apesar de seu imenso custo, terão pouco impacto nos níveis de CO2.

Dediquei muito tempo ao estudo do caso das perturbações do CO2 na atmosfera do planeta, disse o prof. Lindzen, e acabei achando que supor que esse gás possa mudar o clima é algo muito próximo de acreditar na magia.

Mas os catastrofistas dizem que é preciso acreditar na ‘ciência’. Se for assim, tal ‘ciência’ teria virado uma ‘crença’ e deixado de ser um sistema de conhecimento.










domingo, 18 de junho de 2017

De um lado e outro
cientistas desclassificam o ‘acordo de Paris’

Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:  “nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:
“nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Nenhuma das estratégias propostas pelo governo americano, pelo seu Ministério de Meio Ambiente (Environmental Protection Agency – EPA) ou por quem quer que seja, tem a mais remota possibilidade de alterar o clima, ainda que de fato este seja controlado pelo CO2”, defendeu o Dr. Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia.

“Em termos de leigo, para efeitos de clima, todas as supostas ‘soluções’ para o aquecimento global são meras falas simbólicas.

“Por isso, ainda que estivéssemos diante de uma catástrofe climática, se nós tivéssemos que confiar num acordo climático da ONU, estaríamos todos perdidos”, comentou Marc Morano, diretor de comunicações do Committee For A Constructive Tomorrow (CFACT) e diretor do site ClimateDepot.com baseados em Washington.

Por isso, a saída dos EUA do ‘Acordo de Paris’ “será uma vitória da ciência. Ninguém se engane, os militantes que pretendem controlar o clima por meio de arranjos da ONU e regulamentos do EPA são culpados por acreditarem na superstição”, acrescentou.

A expectativa foi grande antes do anúncio do presidente Trump, que caiu como bomba sobre a militância verde mais radical.

O Dr. James Hansen, um dos líderes máximos do aquecimentismo planetário, que galgou altos postos de direção na NASA, representa a posição oposta à de Morano.

Mas também ele, de seu ponto de vista ambientalista radical, repudiou a incompetência do acordo:

“[O acordo de Paris] é realmente uma fraude, uma falsificação. É mera besteira ele dizer: ‘Teremos como objetivo um aquecimento de apenas 2ºC e depois tentaremos fazer um pouco melhor a cada cinco anos’.

“Trata-se de palavras sem valor. Não há ação, apenas promessas. Enquanto os combustíveis fósseis andarem mais baratos por aí, eles continuarão a ser consumidos”.

James Hansen (chapéu) em passeata, Coventry, Inglaterra: “[O acordo de Paris] é realmente uma fraude, uma falsificação Trata-se de palavras sem valor”.
James Hansen (chapéu) em passeata, Coventry, Inglaterra:
“[O acordo de Paris] é realmente uma fraude, uma falsificação
Trata-se de palavras sem valor”.
O acordo repudiado pelos EUA não faz sentido do ponto de vista científico. Ele apraz sobretudo aos beneficiados com cargos públicos, desde que ajam como fiéis repetidores do sistema. Mas isso não é ciência.

O pânico aquecimentista vive em função de uma meta ideológica travestida de ciência.

O cientista político dinamarquês Bjørn Lomborg, professor adjunto da Copenhagen Business Scholl, diretor do Centro de Consenso de Copenhague e ex-diretor do Instituto de Avaliação Ambiental na capital da Dinamarca, também achou correto que Trump tenha abandonado o Acordo de Paris.

Para ele, a renúncia ao acordo “parará a procura de um fim mortal caríssimo”. Porque ainda que os argumentos da ONU sejam verdadeiros, o acordo “tem muito pouco a ver com o aumento da temperatura”.

E deu como exemplo a Alemanha, que gastará 110 bilhões de dólares tendo como único retorno um adiamento de 37 horas no suposto “aquecimento global”.

O Dr. Lomborg calcula que a humanidade “gastará pelo menos cem trilhões de dólares para reduzir lá pelo fim do século a temperatura global num máximo de três décimos de grau centígrado… e isto usando os próprios modelos para predizer o clima da ONU! (...)

“O custo do Acordo de Paris será de cerca de um ou dois trilhões por ano. É um dos mais caros tratados na história do mundo.” Veja: Bjørn Lomborg: ‘Germany Spends $110 Billion to Delay Global Warming by 37 Hours’

Usando os seus próprios métodos, o Prof. Lomborg concluiu que se o tratado parisiense for cumprido, a redução total da temperatura por volta de 2100 será de apenas 0,086º Fahrenheit. Uma quantia desprezível estatisticamente. O número é semelhante ao concluído por cientistas do Massachusetts Institute of Technology. Cfr USA Today.

A única via para se atingir a meta dos entusiastas do anti-“aquecimento global” seria uma recessão econômica de grande envergadura.

De alguma maneira isso seria obtido pelo Acordo de Paris onerando os combustíveis com uma ‘taxa de carbono’, que os tornaria mais caros, e degradando o crescimento econômico. Mas seria perverso.

A outra opção seria desenvolver novas tecnologias. Então, que se ponham a trabalhar para desenvolvê-las! Mas o verbo ‘trabalhar’ não tem muita entrada entre os ativistas verdes!

Tratados da ONU não resolvem essa questão, sobretudo a custos pecuniários e humanos inimagináveis até hoje, concluiu Lomborg.


Vídeo: Por que o ‘acordo de Paris’ é uma fraude que não pode resolver nada (em inglês)





domingo, 11 de junho de 2017

Verdes sem argumentos: o Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas!

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar e implica importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos. Outra grande economia, o Japão, teve que importar US$ 68,9 bilhões. E a gigantesca China flagelada por uma reforma agrária socialista e confiscatória bateu recorde com US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, doutor em Ecologia e Chefe Geral de Monitoramento por Satélite da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), e publicados em artigo da “Revista Agro DBO”.

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, sobre um não menos fantasioso excesso de habitantes acrescidos de uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

Só a nossa produção de grãos é suficiente para alimentar quatro vezes a população brasileira ou mais de 850 milhões de pessoas.

Mais de 40 milhões de toneladas de frutas por ano. Foto no CEAGESP.
Mais de 40 milhões de toneladas de frutas por ano. Foto no CEAGESP.
Além de grãos, o Brasil produz anualmente cerca de 35 milhões de toneladas de tubérculos e raízes (mandioca, batata, inhame, batata-doce, cará, etc.). Comida básica para mais de 100 milhões de pessoas.

Acrescentem-se mais de 40 milhões de toneladas de frutas, entre as quais 7 milhões de toneladas de banana, ou uma banana/habitante/dia. A laranja e outros citros totalizam 19 milhões de toneladas/ano. E cresce todo ano a produção de uva, abacate, goiaba, abacaxi, melancia, maçã, coco…

Hortaliças?: 10 milhões de toneladas por ano, com uma diversidade impressionante, resultado do encontro da biodiversidade nativa com os aportes de verduras, legumes e temperos trazidos por portugueses, espanhóis, italianos, árabes, japoneses, teutônicos. E por aí vai longe.

Cerca de um milhão de toneladas de castanhas, amêndoas, pinhões e nozes, além dos óleos comestíveis, da palma ao girassol, e de uma grande diversidade de palmitos. E se não bastar, 34 milhões de toneladas de açúcar/ano.

Por isso, o especialista conclui que a produção vegetal do Brasil já alimenta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo, usando apenas 8% do território nacional.

E depois vem a produção animal. Em 2015, o País abateu 30,6 milhões bovinos, 39,3 milhões de suínos e quase 6 bilhões de frangos. Quer dizer, produziu cerca de 25 milhões de toneladas de carnes!

35,2 bilhões de litros por ano. Gado leiteiro da fazenda Agrindus
35,2 bilhões de litros por ano. Gado leiteiro da fazenda Agrindus
O consumo médio de carne dos brasileiros é da ordem de 120 kg/habitante/ano ou 2,5 kg por pessoa por semana.

Desses, 42 kg/habitante/ano são de carne bovina; 45 kg de frango e 17 kg de suínos, além do consumo de ovinos e caprinos (muito expressivo no Nordeste e no Sul), de coelhos, de outras aves (perus, angolas, codornas…).

Há ainda os peixes, camarões e crustáceos (cada vez mais produzidos em fazendas), além de outros animais.

Em matéria de leite, o Brasil produziu 35,2 bilhões de litros (contra 31 bilhões de litros de etanol); 4,1 bilhões de dúzias de ovos e 38,5 milhões de toneladas de mel em 2015.

Em 50 anos, observa Evaristo de Miranda, de importador de alimentos o Brasil se tornou uma potência agrícola, o preço dos alimentos caiu pela metade, permitindo à grande maioria da população o acesso a uma alimentação saudável e diversificada, e a erradicação da fome.

CNBB, MST e verdes contra a verdade conhecida enquanto tal.
CNBB, MST e verdes contra a verdade conhecida enquanto tal.
Essas realizações são também fruto da modernização agrícola.

O que teria ocorrido na sociedade sem esse desenvolvimento da agricultura? Certamente, uma sucessão de crises intermináveis.

Portanto, devemos agradecer todos os dias aos agricultores pelo seu esforço de modernização e por tudo que fazem pelo País.

A Nação e suas lideranças devem assumir a promoção e a defesa da agricultura e dos agricultores, com racionalidade e visando ao interesse nacional.

Mas, acrescentamos nós, não é isso o que fazem os ativistas embandeirados de vermelho e símbolos socialistas, ou os pretensos arautos “verdes”. 

Nem sequer aqueles órgãos da CNBB criados para subverter a vida nos campos e nas cidades.




domingo, 4 de junho de 2017

Brasil e o mundo respiram: fantasma da morte verde saiu pela porta. Que não volte pela janela!

O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo
O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O pesadelo de uma massiva redistribuição das riquezas planetárias, que tal vez só Marx imaginou nos horizontes fumacentos de sua futurologia, e o estabelecimento de um superpoder planetário anarco-tribalista radical foi adiado.

Queira Deus que seja para sempre sepultado.

Tinha um nome e era “Acordo de Paris”. Os EUA caíram fora. Sem eles vai ser difícil que a esmagadora canga verde seja carregada por muitos países que assinaram com um pé atrás.

O “acordo de Paris” poderá sobreviver no limbo da papelada da ONU que o mundo venera mas arquiva. Foi o caso do histórico precedente do Protocolo de Kyoto.

O Brasil só tem a comemorar. As esquerdas e grande parte do mundo político enleado em investigações, processos e até prisões berraram ao uníssono contra a decisão americana. Mas logo a seguir terão que cuidar de seus problemas pessoais.

O País ficou, porém, com sua parte da canga do “acordo de Paris”, uma das piores heranças do governo de Dilma Rousseff.

Os proprietários agrícolas brasileiros estão ameaçados de ter que pagar por volta de 40 bilhões de dólares de seu próprio bolso para se adequar às exigências do  acordo.

O volume a pagar ainda está sendo discutido. A única coisa certa é que esse é apenas o primeiro de uma enxurrada de controles e opressões que poderão vir em decorrência do acordo.

'Acordo de Paris' reuniu 'todos os revoltados da Terra'
'Acordo de Paris' reuniu 'todos os revoltados da Terra'
Esperamos que na terra de Nossa Senhora Aparecida também prevaleça o bom senso e a justiça. Que a tempestade seja afastada como nos EUA.

Uma boa metade dos americanos tinham fortes razões para achar que o acordo parisiense é péssimo. Em pequenas cidades comemoraram nas ruas a saída do acordo como se fosse uma Copa do Mundo, segundo informou o “The New York Times”.

Pois acham que esse Acordo foi mal negociado pela administração Obama. Sem dúvida foi um péssimo negócio, mas não faltou habilidade nos negociadores obamistas. Até sobrou para esconder o que verdadeiramente estava sendo cozinhado.

Se houve um negócio desastroso foi por causa de uma ideologia comuno-anarquista que sonha extinguir a nossa organização civilizacional e retroagir o mundo a um estado utópico sonhado por Marx e radicalizado pela Teologia da Libertação.

De acordo com um estudo da NERA Economic Consulting cujos dados teriam sido ouvidos pelo presidente Trump, atender aos compromissos assumidos por Obama no Acordo de Paris custaria à economia dos EUA cerca de US$ 3 trilhões nas próximas décadas.

Custo socialmente mais devastador teria sido a perda até 2040 de 6,5 milhões de empregos no setor industrial (inclui 3,1 milhões de empregos do setor manufatureiro).

As milhares de folhas assinadas em Paris, como já tivemos ocasião de tratar neste blog, tem um viés faccioso contra os países que respeitam, bem ou mal, a propriedade privada e a livre iniciativa.

A China duplica EUA na emissão dos gases proibidos, mas é a heroína do clima! Os EUA que está reduzindo as emissões é o 'vilão'! Gráfico do "The New York Times"
A China duplica EUA na emissão dos gases proibidos, mas é a heroína do clima!
Os EUA que está reduzindo as emissões é o 'vilão'! Gráfico do "The New York Times"

O acordo exibe uma incompreensível condescendência com os países socialistas ou comunistas.

Esses – é o caso eminente da China – poderiam desrespeitar o acordo à vontade. Enquanto o látego ambientalista do “acordo de Paris” cairia sobre as economias livres.

A China teria “passe livre” para poluir, produzir gazes estufa, CO2, etc., etc. E ainda há quem a apresente como a heroína líder dos salvadores do planeta ameaçado pelo bicho papão do “aquecimento global”.

O jornal “The New York Times”, contrário à decisão do presidente Trump, publicou elucidativos quadros estatísticos.

Esses mostram que as emissões condenadas que causariam o “aquecimento global” estão crescendo em ritmo vertiginoso na China!!!

O mesmo gráfico mostra que os EUA (e as economias desenvolvidas) estão diminuindo gradual e estavelmente suas emissões, equivalendo em números absolutos à metade do que emite a heroína chinesa da salvação do globo.

O CO2 não tem nada de ruim. Pelo contrário é altamente positivo e indispensável. Ele está no ponto de partida da vida na Terra.

Porém, para tentar tranquilizar a agitação verde-vermelha, os EUA e os países industrializados aplicaram programas para reduzir a produção humana de CO2.

Então desde 2006, as emissões americanas de CO2 diminuíram 12%, e espera-se que continuem a fazê-lo. Mas mesmo assim os EUA seguem sendo o diabo. No mesmo período, a China multiplicou suas emissões de modo alucinado. Mas é vermelha comunista, então tudo bom!

Além da devastação na máquina produtiva americana, a administração Obama comprometeu US$ 3 bilhões no Fundo Climático Verde que deveria reunir US$ 100 bilhões em 2020, e como início de conversa.

Trump anuncia saída do 'acordo de Paris'.
Trump anuncia saída do 'acordo de Paris'.
Esse Fundo será destinado a promover energias e formas econômicas alternativas no planeta. Leia-se vai ser o grande financiador das ONGs e projetos socialistas ambientalistas que infernizarão a vida dos homens que querem trabalhar e produzir racionalmente.

Também, dizem os países africanos, servirá para impedir que eles saiam do subdesenvolvimento com o pretexto de não cair nos “males” da civilização ocidental, ou do (para eles) malfadado progresso.

Para acréscimo de ridículo, numerosos estudos feitos por altos cientistas, como, por exemplo, do Massachusetts Institute of Technology – MIT, se todos os requisitos do acordo de Paris fossem cumpridos à risca pelos países assinantes, o impacto sobre o clima seria insignificante!!!

As metas estipuladas, se atingidas, poderiam reduzir o aumento da temperatura global em menos de 0,2 graus Celsius em 2100. Uma ninharia, até para os verdes mais moderados, com um custo mastodôntico que estimulará a miserabilização dos homens.

Nos 130.000 anos dos quais se tem registros científicos, a natureza já demonstrou que pode aquecer ou esfriar muito mais do que isso sem intervenção do homem, que nestas matérias é inexpressivamente pequena.

O que visa a revolução ambientalista não é esse absurdo material. Mas a utopia comuno-tribalista anti-civilização e anti-cristianismo.

Por isso, os homens de bem, hoje comemoram.


Vídeo: Por que o ‘acordo de Paris’ terá um efeito insignificante a um preço multitrilionário (na melhor das hipóteses) (Dr. Bjorn Lomborg em inglês)





sábado, 3 de junho de 2017

EUA desiste de acordo “mãe da natureza” assinado em Paris

O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015. Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015.
Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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As quimeras se complicam na hora de tomar contato com a realidade. É o caso do Acordo de Paris, aprovado na 21ª Conferência das Partes (COP-21) da Convenção-Quadro das Nações em dezembro de 2015.

Dito acordo pretendia conter um não provado aquecimento global, dentro de certos limites, segundo informou a agência AFP. 

O objetivo declarado é que pelo fim do século a temperatura global não suba mais de 2ºC acima da “temperatura média da era pré-industrial”. Qual foi essa média pré-industrial, desde quando se contabiliza a era industrial e qual é a média atual?

Segundo os promotores ideológicos verdes do “acordo de Paris” a “era pré-industrial” de cujo clima se tem vestígios abarca por volta de 130.000 anos.

Mas os indicadores são muito aproximados e nesse lapso de tempo enorme houve oscilações sumamente grandes para mais e para menos.

O saída dos alarmistas foi uma simplificação: a partir da década de 1850 começou o uso de termômetros!. Então a comparação é com essa década. Na nossa década a temperatura média global estaria por volta de 0,8ºC acima da década de 1850, após significativas oscilações.

Os dados da natureza não dizem muito sobre o futuro super-aquecimento acenado como um espantalho.

O rugido que sai do fundo da militância verde-vermelha é a vontade dissimulada de extinguir a civilização em que vivemos para nos encaminharmos a uma vida utópica tribal-anarquista.

O índio vivendo nu na mata em aldeamentos paupérrimos e raquíticos seria o ideal possível para a sobrevivência do planeta. Em suma, o comunismo utópico de Karl Marx acrescido de requintes totêmicos no gosto da Teologia da Libertação.

Políticos animados pela utopia de esquerda fingem vitória para esconder fracasso previsível.
Christiana Figueres, secretária-executiva; Ban-ki-moon, secretário geral da ONU;
Laurent Fabius, presidente da COP21; François Hollande, presidente socialista da França

As utopias costumam ser loucas. E esta o é também em nome de uma metafísica igualitária.

Mas, como essa proposta não será acompanhada pela humanidade que quer melhorar seu nível de vida, então ela tem que ser apresentada por fatias. E o “acordo de Paris” é a fatia que está sendo discutida.

A aplicação desse acordo envolveria uma sangria faraônica de recursos econômicos e sociais em nível planetário, numa aventura rumo ao inverossímil. O homem é impotente diante das colossais forças naturais que determinam o clima e os sacrifícios que lhe seriam impostos visam esse inverossímil.

Então não espanta que toda forma de inconvenientes inviabilize a aplicação desse Acordo assinado em Paris. Porém, a aliança ecológico-comunista não cessa de promover iniciativas que sob pretexto de evitar um apocalipse climático, achatará o nível de vida dos homens.

Os 196 países signatários voltaram a se reunir em maio para preparar a reunião geral da COP 23, que se realizará em novembro em Bonn, Alemanha. Essa assembleia voltará a discutir quem faz o quê para impedir o suposto aquecimento do planeta.

A reunião prévia consistiu num fabuloso palavrório, que terá ainda outros capítulos, regados por milhões de euros desembolsados por contribuintes de todo o mundo.

Show “Fiat Lux” projetado sobre a basílica de São Pedro enfatizou a meta tribalista panteísta miserabilista contida na COP21 e na carta “Laudato Si'”
Show “Fiat Lux” projetado sobre a basílica de São Pedro enfatizou
a meta tribalista panteísta miserabilista contida no acordo de Paris e na carta “Laudato Si'”
As discussões já estavam difíceis na COP21 e na COP2 (realizada em Marrakesh em 2016).

Depois veio a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA. Quando candidato, ele já havia anunciado que se fosse eleito abandonaria o acordo de Paris.

Elegeu-se e veio então o pânico!

As autoridades nomeadas para a direção da área de Meio Ambiente provocaram mais calafrios...

E alívio para os cientistas sérios e os cidadãos americanos arrepiados pelo utopismo apocalíptico dos funcionários da administração Obama que deixaram seus cargos.

A demagogia verde estourou. “Esse acordo internacional é a última esperança para os pequenos Estados insulares”, disse chorosamente Thoriq Ibrahim, ministro de Meio Ambiente das Ilhas Maldivas nas conversações prévias em Bonn, com base nas vantagens que pensava arrecadar para mirabolantemente impedir o aumento do nível dos oceanos.

Veja mais sobre essa tapeação:

Ilhas do Pacífico crescem em altura e extensão e desmentem alarmismo climático

Ambientalismo: o clima não muda? Falsifiquemos os mapas!

Aumento do nível dos mares é a “maior mentira já contada”

Os compromissos espalhafatosamente anunciados em Paris seriam especialmente ruinosos para o Brasil.

Prévia da COP23 em Bonn aguardava ansiosa a anunciada desistência dos EUA
Prévia da COP23 em Bonn aguardava ansiosa a anunciada desistência dos EUA
Mas serviria para impulsionar o tipo de comunismo tribalista apregoado pelas ONGs ambientalistas mais radicais e órgãos como o Conselho Indigenista Missionário, extensão subversiva da CNBB.

As normas, regulamentos e leis deverão ser necessariamente muito dolorosas para os cidadãos e as economias nacionais, que serão gravemente atingidas e restringidas.

Para os políticos, regras impopulares significam perder eleições e as benesses dos cargos públicos. Então, nessas reuniões os representantes tentam aparentar que farão maravilhas, enquanto retorcem os termos dos imensos regulamentos para não se exporem às críticas dos eleitores em seus países.

Para os verdes, trata-se de apertar o cumprimento da insanidade assinada.

O neocomunismo fantasiado de verde visa primariamente derrubar a maior das economias capitalistas. Mas se os EUA caírem fora desse bailado, tudo muda.

No Centro Internacional de Congressos de Bonn, Yvon Slingenberg, representante da União Europeia, comentou com ansiedade que “nós todos aguardamos a decisão final da administração americana”.

Os povos europeus serão outras das grandes vítimas das draconianas medidas miserabilistas desejadas pelos fanáticos verdes. Mas, para os burocratas de Bruxelas, intoxicados de utopismo, isso importa pouco.

Em Washington, uma fonte do Departamento de Estado esclareceu que o país quer “ficar garantido de que as decisões da COP23 não trarão prejuízo” à sua política, à competitividade de suas empresas, nem ao seu crescimento econômico.

É o que todos querem para os seus países, menos os fanáticos ambientalistas.

Trump anuncia saída dos EUA do acordo de Paris, em roda de imprensa, Washington
Trump anuncia saída dos EUA do acordo de Paris,
em roda de imprensa, Washington
Ainda em Bonn, os negociadores se pavoneavam pelos corredores anunciando que recusavam renunciar às “conquistas” do Acordo de Paris, obtidas após árduos anos de discussões.

A China, máximo poluidor do planeta, assinou o acordo com a ressalva de que só aplicará à medida que sua economia o permita. O que significa que fará o que lhe der na telha.

Obama fez uma trapaça legal para assinar. Dilma Rousseff prometeu uma meta mais irrealizável do que os outros países, a qual poderá custar no mínimo 40 bilhões de dólares e servirá para perseguir o produtor rural.

Mas o furor verde-vermelho concentrado contra os EUA tomou um balde de água fria quando o presidente Trump anunciou no 1º de junho que pulava fora dessa insanidade.

O anúncio teve grande repercussão mundial, como testemunhou "The New York Times". A utopia comuno-tribalista saiu como fera ferida de morte.

Ainda haverá passos complementares para encerrar a presença americana no Acordo. Porém é certo que o gigante tendo caído fora, muitos outros países farão pelo menos corpo mole e o "acordo de Paris" pode ficar tão aleijado quanto o extinto "Protocolo de Kyoto".

Para salvar a cara, a propaganda catastrofista anuncia que a China e a Índia se transformarão nos líderes planetários na luta para controlar a temperatura global.

O “acordo mãe da natureza” não é mais poderoso do que as forças colossais da própria natureza! E não adianta os radicais utopistas chorarem as mágoas de seu sonho alucinado!



domingo, 28 de maio de 2017

Ecologistas preocupados: a Terra tem 467 milhões de hectares de florestas a mais do que se dizia!

Floresta de baobás em região considerada árida no Senegal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Uma equipe internacional de pesquisadores revelou na prestigiosa revista Science que a superfície da Terra coberta por florestas é 10 % mais extensa do que se supunha, noticiou o jornal parisiense “Le Monde”.

A deficiente medição anterior não considerou as florestas das zonas áridas, distorcendo o cômputo global.

As florestas ocupam 4 bilhões de hectares ou 30% da superfície das terras acima do nível dos mares.

Normalmente se imaginam luxuriantes florestas tropicais, rústicas florestas boreais ou penteados bosques de regiões temperadas.

Tinha-se passado por cima dos bosques existentes em zonas áridas — onde a evaporação é maior que a precipitação anual. Essas zonas representam algo superior a 40% da superfície continental e não estão desprovidas de florestas.

Elas se encontram em contextos climáticos muito diversos no Sudão, na América do Sul, nas estepes da Europa Oriental e no sul da Sibéria, bem como no Canadá.

Uma trintena de cientistas de treze países analisou imagens satelitais fornecidas pelo Google Earth. Elas abarcavam mais de 210.000 parcelas de meio hectare repartidas pelo globo.

As estimativas antigas repousavam em métodos que tinham um grau de incerteza entre 30 e 250 metros.

domingo, 21 de maio de 2017

“Psicose ambientalista”: livro de Dom Bertrand é recorde de ventas na 5ª edição

No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias. Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares
No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias.
Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares







A 5ª edição do livro Psicose Ambientalista, de autoria do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, acaba de ser lançada em São Paulo. Somada às quatro edições anteriores, perfaz um total de 30 mil exemplares.

Um especialista em divulgação de livros dos EUA afirma que a tiragem de cinco mil exemplares de uma obra doutrinaria é considerada muito boa.

O sucesso de Psicose Ambientalista como verdadeiro best-seller deve ser atribuído não só à nomeada do autor, mas também ao conteúdo “politicamente incorreto” de seu livro, que denuncia o ecoterrorismo.

“Preservar sim, mas não esquecer que o País produz alimentação farta e barata para mais de 200 milhões de brasileiros, além de 1 bilhão de pessoas mundo afora, o que nos faz, a justo título, sermos considerados celeiro do mundo”.

É o que vem afirmando Dom Bertrand nos lançamentos já realizados em cerca de 100 cidades.

domingo, 14 de maio de 2017

Aquecimento global: pai da “hipótese Gaia” se retratou de seu alarmismo

James Lovelock, pai da “hipótese Gaia”,
se retratou de seu alarmismo em matéria de “mudança climática”
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A grande mídia martela incessantemente no mito do "aquecimento global". E agora que a a nova administração americana afasta ideólogos de esquerda que defendiam esse mito na EPA (Environmental Protection Agency) espécie de Ministério de Meio Ambiente, a gritaria midiática ficou mais forte.

Mas essa mídia não informa que até o glorificado ambientalista inventor da ainda mais fantasiosa “hipótese Gaia” há alguns anos havia se afastado do “alarmismo” em matéria de “mudança climática”.

James Lovelock, criador da hipótese ambientalista segundo a qual a Terra formaria um só organismo “vivo” apelidado “Gaia”, admitiu em entrevista à MSNBC que foi “alarmista” a respeito de “mudança climática”.

À guisa de desencargo de consciência, comentou que também outros ambientalistas famosos, como Al Gore, caíram no mesmo erro.

Um dos pais fundadores do ambientalismo hodierno, Lovelock tem esperança de que a suspirada “mudança climática” ainda aconteça, mas lamentou que não virá tão rápido quanto ele anunciava.

domingo, 7 de maio de 2017

Poluição chinesa impede ver a Terra, mas "verdes" só querem estrangular o Brasil e o Ocidente

Norte da China desaparece sob poluição em 10/01/2012.
Foto: Earth Observatory/NASA
Luis Dufaur
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A NASA publica periodicamente imagens da névoa de poluição que impede qualquer visibilidade sobre a imensa planície do norte da China.

A poluição é tão grave que pode ser verificada a milhares de quilômetros no espaço, noticia há anos a imprensa internacional, como fez “Il Corriere della Sera” no já afastado ano de 2012.

A visibilidade na superfície fica limitada a 200 metros, impedindo a partida normal dos voos no aeroporto da capital chinesa.

O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão.

A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.

Em 2017 foi empossado o novo presidente dos EUA, Donald Trump. Ele deixou claro que não acredita nos blefes apocalípticos do ambientalismo radical e acenou com a possibilidade dos EUA abandonar o irreal Acordo de Paris assinado por seu predecessor na COP21.

Esse Acordo mirabolante poderá custar ao Brasil "ninharias" na ordem de 40 bilhões de dólares!

domingo, 30 de abril de 2017

Amazônia lar de uma grande civilização perdida

Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Luis Dufaur
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Sabia-se, mas não era politicamente correto lembrar, que “as florestas da Amazônia foram moldadas pela ação humana ao longo de milhares de anos, num processo que transformou boa parte da mata em gigantescos ‘pomares’, repletos de espécies domesticadas de árvores.

“O manejo habilidoso dessas plantas pelos antigos habitantes da região acabaria criando deleites gastronômicos que hoje chegam ao mundo todo, como o cacau e a castanha-do-pará.

“Esses são os exemplos mais famosos, mas a lista completa é bem mais extensa: 85 espécies de árvores foram domesticadas em algum grau na floresta, calculam os autores de um estudo internacional que acaba de ser publicado na revista especializada ‘Science’”, escreveu a “Folha de S.Paulo. 

“Em alguns lugares da bacia do Amazonas – prossegue o matutino paulista – as espécies selecionadas e alteradas pela atividade humana chegam a ser as mais comuns da mata, apesar da gigantesca diversidade natural de vegetais da região.

domingo, 23 de abril de 2017

Descoberta exorciza pânico de falta de água doce

O óxido de grafeno permite criar membranas altamente eficiente e econômica para dessalinizar a água do mar.
O óxido de grafeno permite criar membranas
altamente eficientes e econômicas para dessalinizar a água do mar.
Luis Dufaur
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Felizmente, mais um pesadelo maquinado nos laboratórios do ambientalismo neocomunista parece ter-se desfeito como um pesadelo à luz do sol. E isso em virtude do talento humano aplicado, da ciência e da tecnologia bem ordenadas a seus fins.

“Verdes”, mas também alumbrados das esquerdas e Campanhas da Fraternidade, entre outros, ficavam martelando que a água doce escasseia, é rara e cara. E jogavam a culpa na civilização moderna, que a usaria inescrupulosamente.

A ficção vem acompanhada de ilustrações propagandisticamente aterradoras e projeções para um futuro que nenhum dos homens hoje vivos poderá conferir.

Porém, o bom senso e a ciência objetiva falavam outra linguagem: água há à vontade no planeta. E se ela vier a faltar, a inteligência que Deus deu ao homem aí está para resolver os problemas até nas regiões naturalmente mais secas.

Mais de 70% da superfície do planeta está coberta pela água salgada dos mares. Ela não poderia ser dessalinizada e aproveitada?

A dificuldade consistia em que as técnicas para dessalinizar em grande escala são caras.

Agora, pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, excogitaram uma ‘peneira’ de grafeno que remove o sal da água do mar a baixo custo. A invenção, segundo a BBC, tem o potencial de ajudar milhões de pessoas sem acesso direto à água potável.

domingo, 16 de abril de 2017

Biomas preocupam a CNBB,
mas não as dezenas de milhões de católicos
que abandonaram a Fé

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão. Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão.
Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Luis Dufaur
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A Campanha da Fraternidade de 2017 abordou mais uma vez a questão ambiental, como já fez em edições anteriores. O tema foi “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”.

Quando falei isto a meus amigos, aliás muito enfronhados na problemática ambientalista brasileira, iniciou-se uma conversa amável que degenerou na máxima confusão.

Afinal de contas o que e que é a CNBB entende como bioma e o que tem a ver essa campanha com a religião católica, perguntavam todos.

Por isso quando vi o artigo “Biomas brasileiros — cultivar e cuidar” do Emmo. Cardeal arcebispo de São Paulo D. Odílio Scherer, achei que iria a ouvir algo bem definido e esclarecedor.

E acabei estarrecido pela radicalidade dos propósitos expostos com dulçurosa redação.

domingo, 2 de abril de 2017

Devaneios ambientalistas-ocultistas no “L’Osservatore Romano”

Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico no jornal criado para defender a Igreja!
Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico
no jornal criado para defender a Igreja!
Luis Dufaur
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Em editorial do dia 4 de janeiro de 2017, com o pretexto de libertar a cidade de Aleppo e a Síria da pobreza, das mudanças climáticas e do desequilíbrio demográfico, o jornal “L’Osservatore Romano” estampou uma apologia de métodos ocultistas pretensamente ambientalistas.

O autor da proposta anticristã é Carlo Triarico, presidente da Associação para a Agricultura Biodinâmica. Essa divulga o método de cultivo inventado há um século pelo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), idealizador da “antroposofia”, sistema derivado da Teosofia, com liturgias e rituais próprios voltados para as ciências ocultas.

Veja mais sobre essa forma de macumba ambientalista em:

O que é a ecologia? 3. O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

O que é a ecologia? 4. O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

Governo italiano promove esoterismo ecológico

domingo, 26 de março de 2017

Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram pesquisas

Luis Dufaur
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Philippe Bouchet, zoólogo
Philippe Bouchet
A se prestar ouvidos ao catastrofismo ecologista, as espécies vivas vegetais e animais estariam no risco de desaparecer mais cedo ou mais tarde por culpa da intromissão da civilização criada pelos humanos.

Nesse contexto, toda medida, até a mais descabelada, para se salvar alguns insetos ou parasitas estaria justificada.

Entretanto, os pesquisadores especializados na classificação dos seres vivos apresentam um panorama muito mais objetivo, e por isso mesmo mais otimista.

Eles julgam que no nosso planeta há ainda nada mais e nada menos que entre 8 e 30 milhões de espécies a serem descobertas, já havia noticiado o jornal “Le Monde” de Paris.

Recente expedição na selva colombiana anunciou a feliz descoberta de mais cem espécies, notadamente de borboletas.

domingo, 12 de março de 2017

Profecias ambientais alarmistas da ONU erraram, constatou cientista

Patrick Michaels
Luis Dufaur
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Quando nossos amigos “verdes” da ONU perceberão que não é boa ideia fazer predições de desastres vindouros?, indagou o cientista Patrick Michaels, do Cato Institute, em seu blog em Forbes.

De fato, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em 2005 predisse que em 2010 haveria 50 milhões de “refugiados climáticos” ‒ população que emigra pela deterioração climática. O UNEP até elaborou um mapa mostrando exatamente de onde emigrariam todos esses milhões.

Foi um erro mortal, segundo os censos recentes, diz Michaels. Pior ainda, a população está crescendo rapidamente onde o UNEP dizia que iria emigrar.

O realejo “verde” insistia que fluxos de refugiados ambientais sairiam das ilhas tropicais de nível pouco acima do mar, por causa dos furacões cada vez piores e mais frequentes.

domingo, 5 de março de 2017

Comer a barata no pão, ou na farinha?
Rumo ao pesadelo da alimentação ecológica tribal

Comer barata está no cardápio do nojo verde.
Comer barata está no cardápio do nojo do mundo "verde".
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Pesquisadoras estudantes da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) acertaram o passo com o bafo das centrais ambientalistas mais radicais favorecidas pela ONU e ONGs.

As alunas de Engenharia Química de Alimentos, desenvolveram uma farinha feita de baratas ! (sic!), noticiou a revista Galileu da Editora Globo.

O pretexto é que essa farinha possui 40% mais proteínas do que a farinha de trigo.

O sofisma é reforçado com o espantalho bem do gosto do extremismo ambientalista de que a Terra ou diminui drasticamente a população ou a humanidade passará fome.