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domingo, 9 de agosto de 2020

Líder ‘verde’ pede perdão
pelos danos do pânico ambientalista

Michael Shellenberger
Michael Shellenberger
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Michael Shellenberger foi um ardido militante ambientalista proclamado “Herói do Meio Ambiente 2008” pela revista “Time”. Ganhou também em 2008 o Green Book Award; foi co-autor do “Manifesto Ecomodernista”; e, entre muitos outros destaques, candidato a governador da Califórnia em 2018, e é presidente da Environmental Progress.

Além do mais, escreveu vários livros, o mais polêmico dos quais é o último “Apocalipse nunca – Por que o alarmismo ambientalista faz mal a todos” (“Apocalypse Never – Why environmental alarmism hurts us all”, Harper, New York, julho 2020), best-seller nos EUA.

Neste livro ele defende chapadamente: “Em nome de ambientalistas de todos os lugares, gostaria de me desculpar formalmente pelo pânico climático que nós criamos nos últimos 30 anos”.

E ainda reforça “não é o fim do mundo. Nem o ambiental é o nosso problema mais sério”.

E explica num artigo de pesar “Eu posso parecer uma pessoa estranha por estar dizendo tudo isso. Sou ativista do clima há 20 anos e ambientalista há 30”.

O artigo foi reproduzido em muitos sites, mas severamente reprimido em outros. Nós o citamos como foi reproduzido em “ClimateChangeDispatch”.

Repressão ideológica no estilo da da Gestapo ecológica em “Forbes”
Repressão ideológica no estilo da da Gestapo ecológica em “Forbes”
Mas ficamos pasmos quando esse site nos reenviava a ler mais na famosa revista “Forbes”. E clicando no link verificamos que um véu esbranquiçado impedia a leitura do artigo que, entretanto, se podia adivinhar ali presente.

Uma “Nota do Editor” diz “Esta página não está mais ativa”.

Supressão ideológica, bem no estilo da democracia ambientalista, ou da Gestapo ecológica. Confira o leitor, se ainda existe essa página em “Forbes”.

“Mas, como especialista em energia, diz Michael, eu fui solicitado pelo Congresso para fornecer testemunho objetivo, e convidado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) para servir como revisor especialista de seu próximo Relatório de Avaliação, e sinto a obrigação de me desculpar pelo mal que os ambientalistas temos feito enganando o público.

“Aqui estão alguns fatos que poucas pessoas sabem:

Os seres humanos não estão causando uma ‘sexta extinção em massa’.

A Amazônia não é ‘pulmão do mundo’.

A mudança climática não está piorando os desastres naturais.

Os incêndios florestais caíram 25% em todo o mundo desde 2003.

A quantidade de terra que usamos para a pecuária – o maior uso da terra pela humanidade – diminuiu numa extensão quase tão grande quanto o Alasca.

As mudanças climáticas não são a causa dos maiores incêndios verificados na Austrália e na Califórnia, mas sim o acúmulo de lenha nas casas cada vez mais numerosas perto das florestas.

As emissões de carbono vêm diminuindo nos países ricos há décadas e atingiram o pico na Grã-Bretanha, Alemanha e França em meados dos anos setenta.

A adaptação à vida abaixo do nível do mar tornou os Países Baixos ricos e não pobres.

Produzimos 25% mais alimentos do que precisamos e os excedentes de alimentos continuarão a aumentar à medida que o clima do mundo esquentar.

As mudanças climáticas não são ameaças maiores para as espécies, mas sim a perda de habitat e a matança direta de animais selvagens.

Os combustíveis fósseis não são os piores para as pessoas e para a vida selvagem, mas sim os naturais como a lenha.

Para prevenir futuras pandemias se requer mais, e não menos, agricultura ‘industrial’”.

Michael Shellenberger reconhece que essas afirmações iriam atrair sobre ele os impropérios do establishment verde/vermelho contra os “negacionistas climáticos”.

Essa catarata denegridora pode impressionar muitos, mas para ele, apenas mostra o poder carente de argumentos típico do alarmismo climático.

Porque ele chegou às conclusões com os dados dos melhores estudos científicos aceitos pelo ‘cerne duro’ da fábrica de pavores ambientalistas: o IPCC da ONU, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e outros organismos científicos líderes na cúpula planetária ecologista.

Michael Shellenberger não é um reacionário, mas ficou escandalizado com os males do alarmismo ambientalista. Na foto no Maranhão em 1995
Michael Shellenberger (dir.) não é um conservador, mas ficou escandalizado
com os males do alarmismo ambientalista. Na foto no Maranhão em 1995
Michael diz que ele não virou à direita. Conta que com 17 anos aderiu à revolução socialista sandinista. Aos 23 anos, arrecadou dinheiro para cooperativas guatemaltecas.

No início dos 20 anos militou com agricultores do MST no Maranhão, e com 26 anos fez campanha contra as fábricas da Nike na Ásia.

Ele conta que assistiu a abusos contra cientistas de valor ‘objetivos’ ou ‘negacionistas’. Porém, em 2019 não aguentou mais.

“Tornei-me ambientalista aos 16 anos quando entrei numa campanha de arrecadação de fundos para a Rainforest Action Network. (...)

“Nos meus 30 anos, advoguei fontes renováveis e ajudei a persuadir o governo Obama a investir US $ 90 bilhões nelas”.

Mas Michel já no ano passado (2019) sentia vergonha interiormente porque, escreve ele:

“Afinal, sou tão culpado de alarmismo quanto qualquer outro ambientalista. Durante anos, me referi à mudança climática como uma ameaça ‘existencial’ à civilização humana e a chamei de ‘crise’.

“Mas principalmente eu estava com medo. Fiquei quieto sobre a campanha de desinformação climática porque tinha medo de perder amigos e financiamento.

“Nas poucas vezes em que reuni a coragem de defender a ciência climática daqueles que a deturparam, sofri duras consequências.

“Por isso, quase não fiz nada enquanto meus colegas ambientalistas aterrorizavam o público”.

Ele ouviu da ativista comunitária e congressista pelo Partido Democrata nos EUA, Alexandria Ocasio-Cortez que “o mundo terminará em doze anos se não enfrentarmos as mudanças climáticas”.

O jornalista verde mais influente do mundo, Bill McKibben, chamava a mudança climática de ‘o maior desafio que os humanos já enfrentaram’ porque ‘destruiria as civilizações’.

Os principais jornalistas insistiam que a Amazônia é um dos “pulmões do mundo” e que o desmatamento era como uma bomba nuclear explodindo.

A metade das pessoas consultadas em sondagens no mundo diziam que a mudança climática extinguiria a humanidade.

Num outro absurdo, o grupo ambiental mais destacado da Grã-Bretanha afirmava: “a mudança climática mata crianças”. E em sondagem de janeiro de 2019, uma de cada cinco crianças britânicas respondiam que tinham pesadelos sobre as mudanças climáticas.

Michel teve que conversar com a filha para tranquiliza-la. Mas suas amigas continuavam profundamente desinformadas e assustadas.

Então Michel decidiu vencer o medo que amarrava sua consciência num silêncio daninho e culpado.

Decidiu falar e percebeu que escrever alguns artigos contra um abismo de pavores sem fundo não seria suficiente. Ele precisava de um livro para apresentar todas as provas.

Redigiu assim um pedido formal de desculpas em forma de livro: “Apocalipse nunca – Por que o alarmismo ambientalista faz mal a todos” (“Apocalypse Never – Why environmental alarmismo hurts us all”).

Não é um livro qualquer. É baseado em duas décadas de pesquisa e três décadas de ativismo ambiental.

Com 400 páginas, das quais 100 são notas finais, ‘Apocalypse Never’ cobre pontos sensíveis como mudanças climáticas, desmatamento, resíduos plásticos, extinção de espécies, industrialização, carne, energia nuclear e fontes renováveis.

'Apocalipse nunca' o best-seller polêmico
'Apocalipse nunca' o best-seller polêmico
Eis alguns pontos defendidos no livro, que o próprio Michael seleciona para os leitores de seu artigo ‘penitencial’:

1. Fábricas e agricultura moderna são as chaves para a libertação humana e o progresso ambiental.

2. A coisa mais importante para salvar o meio ambiente é produzir mais alimentos, principalmente carne, em menos terra.

3. A coisa mais importante para reduzir a poluição do ar e as emissões de carbono é passar da madeira ao carvão, ao petróleo, ao gás natural, ao urânio (nuclear).

4. 100% de fontes renováveis (com destaque para a eólica e a solar) exigiriam o aumento da terra usada para energia dos atuais 0,5% para 50%.

5. Devemos desejar que cidades, fazendas e usinas de energia tenham densidades de energia mais altas, e não menores.

6. O vegetarianismo reduz as emissões em menos de 4%.

7. O Greenpeace não salvou as baleias trocando óleo de baleia para o petróleo e o óleo de palma.

8. A carne de vaca “caipira” exigiria 20 vezes mais terra e produziria 300% mais emissões.

9. O dogmatismo do Greenpeace piorou a distribuição florestal da Amazônia.

10. A abordagem colonialista da conservação de gorilas no Congo produziu uma reação que pode ter resultado na morte de 250 elefantes.

O artigo do experiente Michael Shellenberger é de tal maneira extenso e ricamente fundamentado que nosso resumo não coube no post. Continuaremos no próximo, sem dúvida.


Continua no próximo post: Perdão pelo mal que o alarmismo está fazendo aos homens


Por que deixei de ser contra a energia nuclear e fiquei a favor. Michael Shellenberger. TEDxBerlin (em inglês)




domingo, 2 de agosto de 2020

Por qué o aquecimento global é uma farsa?

Ricardo Augusto Felício professor de geografia da USP e climatologista
Ricardo Augusto Felício professor de geografia da USP e climatologista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Farsa para mascarar interesses geopolíticos é a definição do aquecimento global mostra Ricardo Augusto Felício, professor de geografia da USP e climatologista.

Para demonstra-lo vem pronunciando infatigavelmente doutas palestras. Extraímos neste post algumas afirmações da pronunciada a convite da edição de 2019 do Circuito Universitário, promovido pela Aprosoja-MT.

Os ativistas, estudiosos ou não, mas fanatizados pela suposição aquecimentista seguem uma linha de ação oposta ao do prof. Felício e de outros cientistas sérios.

Sem argumentos convincentes rotulam ao cientistas como o prof. Felicio com dizeres menosprezadores como “negacionista”.

Mas Felicio está acostumado e refuta com veemência:

“Somos cientistas céticos, explica. Nos chamar de negacionistas é pejorativo. Usam esse termo chulo para nos difamar e nos desqualificar. Negacionismo é fazer alusão àqueles que negaram os grandes holocaustos que aconteceram no planeta”, disse.

O aquecimento global se apoia na afirmação de que temperatura do planeta todo – e não apenas alguma parte – está subindo.

A hipótese acrescenta que os fatores externos causados pelo homem – como desmatamento, emissão de CO2 na atmosfera e o agronegócio – são os grandes responsáveis dessa mudança destinada a transformar a Amazônia num deserto, e até a Terra toda num astro morto como Vênus ou Marte.

O professor e seus colegas repelem essa fantasia.

“As variações de temperatura são mínimas. Aproveitam de dias extremamente quentes para defender a ideia do aquecimento. Como se o aquecimento escolhesse dias alternados para dar as caras”, diz.

Sem meias palavras, o estudioso respondeu 5 perguntas para o site “O Livre” que condensamos a continuação.


1 – Por que essa teoria é uma farsa?

Ricardo Felício:– Na verdade não é uma teoria e sim uma hipótese. Não existem evidências que a corroborem.

Nem que, primeiro: o CO2 controle a temperatura;

segundo: não há evidencias de que o CO2 controla o macroclima do planeta e, pior ainda, não provam que a temperatura global média signifique alguma coisa em relação a climatologia.

Já se passaram 31 anos desde que surgiu a tal hipótese do aquecimento global e nada aconteceu. Os termômetros não subiram sequer 1 grau.

A mídia trabalha para esse sistema e ganha dinheiro com isso. O aquecimento global se tornou uma grande indústria nos últimos 30 anos.

2 – Qual o motivo para não desmistificar o aquecimento global no Brasil?

Ricardo Felício: – A lavagem cerebral é feita nas escolas, com material didático totalmente comprometido e com base ideológica completa.

Quando tivemos a queda do muro de Berlim, em 1989, por exemplo, a maioria dos comunistas se tornaram “verdinhos”, ou seja, ambientalistas.

A Ângela Merkel é da juventude comunista e ainda tem parceria com o Putin porque depende do gás da Rússia. Então os laços geopolíticos são mais profundos e o interesse de expô-los à população é zero.

3 – O quanto esse ciclo climático interfere no calendário agrícola?

Ricardo Augusto Felício falando na Aprosoja
Ricardo Augusto Felício falando na Aprosoja
Ricardo Felício: – Os reflexos na agricultura já começaram. Por que os grandes líderes políticos batem de frente diretamente com o Brasil?

Emmanuel Macron está fazendo uma “treta” porque a França é um grande exportador agrícola e não quer concorrência do Brasil.

A China e os EUA vão sofrer com as baixas temperaturas e por isso querem garantir reserva de alimento no Brasil.

Brasil é uma nação com uma área tropical gigantesca e pode produzir com climas mais frios. Quando dobrar a área agrícola, iremos alimentar metade da população mundial.

Isso vai acontecer por necessidade. E o real interesse do “aquecimento global” será descoberto.

4 – Você está atônito com a demissão de uma colega sua de pesquisa. Teme que aconteça o mesmo com você?

Ricardo Felício: – A minha colega de pesquisa e zoóloga Susan Crockford, que atuava como professora adjunta, foi demitida da academia de estudos ligados ao clima e aos ursos polares.

Ela rebate com dados e muito estudo o fato de que a população de ursos polares está diminuindo devido ao aquecimento global. Por isso ela foi cortada.

Boa parte dos muitos cientistas céticos têm medo de ser revelar. Estamos mexendo com poderosos.

Sou professor da Universidade de São Paulo e meu salário foi cortado para mil e setenta reais, depois de 10 anos lecionando. Desafio qualquer um a justificar meu corte de salário que não seja boicote.

5 – Que argumentar ao defensor do aquecimento global que manda abaixo-assinado no Facebook e levanta a bandeira ‘salvem o planeta’?

Ricardo Felício: – Basta explicar de forma simples de que o homem é insignificante perante a natureza.

No podemos desprezar o poder que a natureza tem em se recuperar. Tudo na natureza é de proporção gigantesca.

Inclusive a explosão da vida em algas, vegetação. Um dia de chuva na Amazônia e tudo começa a ficar verde. É assim que funciona a natureza.

Se o homem tenta esquentar ou esfriar, o planeta não está nem aí. A escala humana é ridiculamente pequena.

Falar que o homem controla a variabilidade do clima é ridículo.

‘Ah, mas as cidades estão aquecendo o planeta’, acham alguns.

Meu! olha o tamanho das cidades em relação ao planeta: é de 0,05% da superfície.

Não dá para comparar isso com o tamanho do Oceano Pacifico, por exemplo, que cobre perto de 30% da Terra ou quase180 milhões de km² (as águas todas 71%).


Veja como tudo o que ocupa o homem é pequeno e incapaz de mudar o clima



domingo, 26 de julho de 2020

Derretimento do Ártico: ignorância ou fraude ambientalista?

Washington Post 2-11-1922

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A toda hora, a mídia sensacionalista e ativistas do apocalipse ecológico espalham descabidas focalizações e conclusões a respeito do derretimento do Ártico.

A tendência é bem conhecida e preconcebida: bloquear o progresso e reduzir a civilização ocidental, com o argumento de que eles levam o planeta a um colapso fatal.

Para esses propagandistas, seria bem interessante lerem a seguinte notícia sobre o derretimento do Ártico veiculada pelo Washington Postem 2 de novembro de 1922. Há quase um século!!!

Ela reproduz um despacho da Associated Press. Matéria semelhante porém bem mais extensa fora publicada pela Monthly Weather Review de 10 de outubro daquele remoto ano.

As matérias patenteiam que o degelo do Ártico não é novidade, e confortam a posição científica de estarmos diante de ciclos de oscilação térmica ainda insuficientemente conhecidos.

Portanto, nada de catastrofismo nem de fim do mundo como quer fazer certa ideologia ecologista, empenhada, como o transato comunismo, em arrefecer e afogar a cultura ocidental.

A notícia foi recuperada por John Lockwood na Livraria do Congresso e foi objeto mais uma vez de matéria do Washington Times de 14 de agosto de 2007.

Também foi comentada em diversos blogs e algumas poucas colunas jornalísticas brasileiras (cfr “Correio do Povo, 29/6/2008).

Catastrofismo ecológico midiático a respeito do  Ártico Porém, a grande mídia abafou e deixou a maioria dos brasileiros na ignorância do achado.

Eis uma tradução do secular recorte do Washington Post:


The Washington Post, 2 de novembro de 1922


O Oceano Ártico esta esquentando; as focas desaparecem e os icebergs derretem

Associated Press

O oceano Ártico está esquentando, os icebergs estão ficando cada vez mais escassos e, em alguns lugares, as focas estão achando as águas quentes demais, de acordo com um relatório para o Departamento de Comércio, enviado ontem pelo cônsul (George Nicolas) Ifft a Bergen, Noruega.

Relatos de pescadores, caçadores de focas e exploradores, afirma o relatório, todos eles apontam uma mudança radical das condições climáticas e até agora inauditas temperaturas na zona do Ártico. Expedições de exploradores relataram que muito pouco gelo foi encontrado, e com dificuldade, em latitudes tão ao norte como 81º 29’.

Sondas mostraram que numa profundidade de 3.100 metros a Corrente do Golfo está ainda muito quente. Onde havia grandes massas de gelo agora pode se ver terra e pedras, continua o relatório, enquanto em muitos pontos glaciares bem conhecidos desapareceram inteiramente.

Encontram-se muito poucas focas e peixes brancos no Ártico oriental, enquanto que vastos cardumes de arenques e eperlanos, que nunca antes tinham se aventurado tão ao norte, estão sendo encontrados em antigas áreas de caça de focas.

domingo, 19 de julho de 2020

Ambientalismo engana sobre clima e desmatamento, reitera prof. Molion

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca
e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Luis Dufaur
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O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação.

Ele representou a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e lecionou na Universidade Federal de Alagoas. 


Uma e outra vez, com a paciência que o caracteriza, em palestras que ministra pelo país todo além da mídia, refuta com dados sempre atualizados os mitos e falsidades espalhados pelo fanatismo ambientalista.

Tínhamos na mão uma delas no dia 19 de dezembro de 2014 aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), em que o climatologista fazia uma previsão científica de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutava a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar na oportunidade.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou como naquele ano choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion concluiu que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

Mas o ativismo ideológico do ambientalismo radical não tem sossego.

O climatologista desmistificou a importância do desmatamento da Amazônia discorrendo sobre a linha do tempo da metade do século XX até agora, onde foram registrados volumes baixíssimos de chuvas nas décadas de 50 e 60.

Segundo Molion, as mesmas tendências se repetem de décadas em décadas.

Exemplo de exagero ambientalista: estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Exemplo de exagero "verde":
estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Em São Paulo, há registros de seca no final do século XIX e no início do século XX, nos anos 30.

Por esse motivo, é possível afirmar que não é o homem com suas atividades agrícolas e industriais o responsável pelas grandes mudanças climáticas no planeta.

NÃO! berra o ecologismo, está até escrito  nas encíclicas do Papa Francisco! Até algum deles lembra baixinho que está na cartilha anticapitalista marxista.

É impossível o desmatamento mudar o clima até mesmo, como lembra sempre o prof. Molion, pelo fato de a porção de terra, onde habitamos, representar apenas 29% da massa no planeta, enquanto os oceanos representam 71%.

E a área desmatada e/ou suscetível de desmatamento é uma tênue fração desse 29%.

A diminuição das chuvas não depende do desmatamento, mas coincide com o período em que o oceano Pacífico esfria ou fica "neutro".

Os pluviômetros localizados apontam que há um ciclo de chuvas que dura de 50 a 60 anos.

A cada 25/30 anos chove bem, e nos próximos 25/30 anos chove pouco.

Algumas regiões do país estão passando por um período semelhante ao que houve entre os anos de 1948 e 1976, com menos dias de chuva no ano, e dias mais frios.

Entre os anos de 2015 a 2020, as chuvas estarão abaixo da média de longo prazo, ou seja, a média dos últimos 60 anos.

O que determina as variações climáticas da Terra é justamente a variação cíclica dos oceanos.

Esses representam a maior parte da massa do planeta, absorvem bastante luz solar e controlam as chuvas.

Quando a temperatura dos oceanos esfria, a atmosfera também esfria, porque é aquecida ou esfriada por baixo.

Os oceanos esfriando, evaporam menos água e chove menos.

Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos oceanos são verdadeiros determinantes das chuvas e das secas. Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.
Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos oceanos
são verdadeiros determinantes das chuvas e das secas.
Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.
O processo contrário, o aquecimento dos oceanos e em consequência da atmosfera, provoca mais chuvas.

O Pacífico ocupa 33% da superfície da Terra, e por isso exerce grande influência climática nos continentes lindeiros.

Quando ele aquece, surge o fenômeno chamado de “El Niño” que traz muitas chuvas para o sul e o sudeste do Brasil.

“La Niña” é o processo oposto.

Mas, quando o oceano está neutro, não se tem previsão do que pode acontecer. E isso é o que está acontecendo: o Pacífico está neutro desde 2012.

Para analisar as variações climáticas, cerca de 70 boias estão espalhadas pelos mares no mundo todo, e medem as temperaturas das águas em até 1.000 metros de profundidade.

Além disso, avançados softwares e computadores também estão dedicados às medições climáticas.

Segundo Molion, o período de chuvas ficará um pouco abaixo da média, e será vantajoso para o café, que não necessita de muita umidade.

Tudo isso é bom senso e nada tem a ver com os exageros do ecologismo radical, que não pensa na natureza e nos homens, mas tem objetivos ideológicos contrários ao progresso do Brasil e da civilização, observamos nós.


Prof. Luiz Carlos Molion: não existe aquecimento global


domingo, 12 de julho de 2020

O que é o CO2 (dióxido de carbono)?
É tão ruim como dizem? É bom?
Dados básicos, escolares

Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Por vezes, um simples verbete ou pequeno resumo escolar sobre determinado assunto pode ser mais esclarecedor do que um aprofundado tratado de vários volumes.

A popular enciclopédia digital Wikipedia, no verbete “Dióxido de Carbono” – o famoso CO2 – fornece informações que um aluno recebe na escola, mas que os “aiatolás” da religião verde fingem desconhecer.

“O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. É um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese – processo pelo qual os organismos vegetais transformam a energia solar em energia química.
Esta energia química, por sua vez, é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar e é vital para a manutenção dos seres vivos.

“O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta.

“O CO2 é um dos gases do efeito estufa que menos contribui para o aquecimento global, já que representa apenas 0,03% da atmosfera.

domingo, 5 de julho de 2020

“Comemoremos o aumento do CO2”,
explicou ex-cofundador de Greenpeace

“Comemoremos o aumento do CO2”, diz ex-cofundador de Greenpeace
“Comemoremos o aumento do CO2”, diz cofundador de Greenpeace
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Dr. Patrick Moore é cofundador, diretor e chefe dos cientistas da Greenspirit Strategies. É todavia mais famoso enquanto líder internacional ambientalista por mais de 40 anos.

Nesse período, também foi cofundador de uma das maiores ONGs, a qual fez do ambientalismo uma bandeira militante anti-progresso: Greenpeace.

Porém, ao perceber que os objetivos iniciais dessa ONG haviam sido substituídos por uma infiltração neocomunista, Patrick Moore a abandonou.

Moore declara-se “cético” quanto à afirmação de que os humanos constituem “a principal causa da mudança climática e de que o futuro próximo será catastrófico.

“Não há provas científicas para essas hipóteses, porém nos dizem que ‘o debate já está encerrado’ e que ‘a ciência foi definitivamente estabelecida’”.

Para ele, essas são afirmações de ‘crentes’, cujo único fundamento é um programa de computador criado por eles.

domingo, 28 de junho de 2020

Alarmismo ambientalista na baixa

A Torre Eiffel sob as águas ou no deserto: vale tudo
Luis Dufaur
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Há uma depressão palpável e crescente na “religião” catastrofista. Nesses ambientes procura-se algum slogan ‒ ou “verdade revelada” ‒ que possa servir para os mesmos efeitos que o “aquecimento global” gasto demais.

É o problema dos slogans: no início causam furor, depois saturam e viram biscoito lambido.

E a “religião” ambientalista tem muito de fanatismo: precisa logo encontrar substituto para atingir logo seu objetivo extremado.

Grande esforço intelectual desenvolve-se nestes momentos nos cenáculos da religiosidade apocalíptica e pouco veladamente socialista.

Novas fórmulas estão sendo discutidas. Outras são velhas, mas suscetíveis de manipulação. Pouco importa se a religião socialista é bem servida.

domingo, 21 de junho de 2020

UE prepara novos arrochos “verde/vermelhos”

Ursula von der Leyen: impor uma Europa verde explorando a crise do coronavírus
Ursula von der Leyen: impor uma Europa verde explorando a crise do coronavírus
Luis Dufaur
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A União Europeia sempre obcecada pela implantação de seu igualitarismo filosófico fundacional e pouco atenta às verdadeiras necessidades dos europeus trabalha para “estabelecer uma Europa mais social”.

Nisto se aproximava muito aos objetivos que o Papa Francisco fixou para os movimentos sociais e na promoção de um tribalismo comuno miserabilista visceralmente igualitário.

A Comissão de Bruxelas, espécie de soviete supremo da UE, repete como mantra budista a necessidade de “equilibrar a dimensão econômica e social” da Europa.

O palavreado é gasto e embute o sofisma para achatar cada vez mais os cidadãos, os quais por sua vez se mostram cada vez mais queixosos e o exprimem votando pelos partidos anti-UE.

Com a troca da liderança da Comissão e a ascensão de Ursula von der Leyen a UE não deu sinais de atender as apetências genuínas dos europeus e mandou pisar no acelerador do igualitarismo.

domingo, 14 de junho de 2020

Engenheiro espacial nega mudança climática

Hal Doiron à NASA: ‘Eu estou aqui fornecendo um relatório: esse problema não existe”.
Hal Doiron à NASA: ‘Eu estou aqui fornecendo um relatório: esse problema não existe”.
Luis Dufaur
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Hal Doiron, físico da NASA-Houston, desenvolveu em 1963 o software para o pouso na Lua e o posterior retorno dos astronautas ao Módulo Lunar Apolo.

Ele também se destacou em estudos dinâmicos para o Programa do Skylab, primeira estação espacial norte-americana tripulada, e dirigiu a equipe que eliminou as vibrações estruturais indesejáveis nos ônibus espaciais reutilizáveis Space Shuttle.

Após 16 anos junto à NASA, ele trabalhou em grandes empresas como a McDonnell Douglas Space Systems para corrigir efeitos indesejados na Estação Espacial Internacional, tendo encerrado a sua carreira como consultor da NASA e de empresas desenvolvedoras de foguetes propulsores.

Uma sucinta biografia de sua vasta folha de serviços foi feita pelo site Climate Report. Nessas funções Hal Doiron lidou com problemas relacionados com a atmosfera do planeta.

Ele teve ocasião de ressaltar em conferências, que “utilizando-se dos mesmos métodos específicos que permitiram levar o homem à Lua”, os cientistas da NASA concluíram que não existe o ‘problema climático’ de que tanto falam os pregoeiros ambientalistas.

domingo, 7 de junho de 2020

O lado obscuro das energias alternativas

Linfen é a cidade mais poluída do mundo mas, a China é 'líder mundial' contra o aquecimento global
Linfen é a cidade mais poluída do mundo
mas, a China é 'líder mundial' contra o aquecimento global
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Linfen na China, já ganhou o título de cidade mais contaminada do mundo.

Para atender às exigências de desenvolvimento do Partido Comunista ela consumia tanto carvão, que se dizia da poluição de seu ar que se podia mastigá-lo, segundo noticiou o jornal “La Nación”.

O regime anunciou uma ambiciosa transformação industrial rumo às energias renováveis e limpas.

Elas exigem os chamados metais e terras raras, que não são extraídos pelos países ocidentais devido ao formidável efeito poluidor de suas minas.

domingo, 31 de maio de 2020

Ambientalismo sem escrúpulos explora medo do coronavírus

IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
Luis Dufaur
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A epidemia do coronavírus ensejou o aparecimento de muitos cientistas e médicos esclarecendo a natureza do contágio e as cautelas a serem observadas.

Porém, muito mais numerosos parecem ser os políticos e ativistas – cientistas ou não – que se aproveitaram da angústia da humanidade para com absoluta falta de escrúpulos puxarem a água para o seu moinho.

Foi o que fez uma turma de cientistas ambientalistas reunidos na IBPES, plataforma internacional que em nome da ciência pressiona os políticos, segundo reportagem do “The Daily Mail” britânico.

Em vez de levarem auxílio ou desafogo aos povos atingidos, aumentaram suas angústias martelando o velho realejo “verde” e anti-humano àqueles que os procuravam em busca de alguma informação esclarecedora ou salvadora.

Em relatório publicado no final de abril, desceram o porrete no gênero humano: “Há uma única espécie culpada pela pandemia da Covid-19: nós!”.

domingo, 24 de maio de 2020

Coronavírus serve de pretexto para infatigáveis blefes ecologistas

Al Gore fez pirueta verbal para
associar coronavírus e aquecimento global
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






As angústias e preocupações da atual epidemia estão sendo exploradas pelo ecologismo para puxarem água para a seu moinho.

Também o ex-vice-presidente americano Al Gore “descobriu” uma relação entre o aquecimento global e a atual epidemia, embora suas previsões estejam caindo cada vez mais no vazio.

Em entrevista à MSNBC ele afirmou que as emissões dos combustíveis fósseis e o CO2 foram responsáveis por criar as condições prévias para multiplicar o coronavírus. Uma hipótese tirada da cartola.

O multibilionário fundador da Microsoft Bill Gates é outro que foi posto nos cornos da lua pela grande mídia por atribuir causas ecológicas à epidemia.

O fato de ser um grande arauto do aquecimento global, do derretimento dos polos e do aumento dos níveis dos mares — entre outros pânicos gratuitos — não impediu que em plena doença universal Bill Gates comprasse uma casa de 43 milhões de dólares bem em frente ao mar, em Del Mar, perto de San Diego, Califórnia, informou “The Wall Street Journal”.

domingo, 17 de maio de 2020

Rumo a uma ditadura ecológica universal?

O ex-vicepresidente Al Gore ficou como o bardo do catastrofismo tirânico com qualquer pretexto
O ex-vicepresidente Al Gore ficou como
o bardo do catastrofismo tirânico com qualquer pretexto
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Os ecoprofetas erram? Então exageram mais!




Houve tempo em que as grandes cidades maravilhavam a todos.

Mas hoje a ecologia, sob o pretexto de ciência e de natureza, montou contra elas uma agressão que só lhes deixa como saída a vida na selva, ou no máximo em comunas tipo hippie.

Essa ofensiva é potencialmente mais destrutiva e perigosa que uma guerra mundial.

domingo, 10 de maio de 2020

Os ecoprofetas erram? Então exageram mais!

Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Atemorizar para impor um comunismo ecumênico-panteísta




Pelo fim dos anos 70, James Lovelock modernizou a velha superstição da deusa pachamama e batizou a Terra de Gaia, alegando que nosso astro é um único ser vivo.

No livro A vingança de Gaia Lovelock defende, como os índios primitivos, que essa deusa se vinga – é claro que dos civilizados capitalistas e/ou cristãos – com espantosas catástrofes geológicas ou climáticas.

Mas em 2014 Lovelock reconheceu que suas profecias estavam erradas pelo menos numa sensível parte:

“Eu mesmo caí no alarmismo. O fato certo é que as temperaturas não aumentaram na superfície terrestre como se aguardava. (El Mundo

domingo, 3 de maio de 2020

Tentam impor um comunismo ecumênico-panteísta que o Brasil e o mundo não querem

“Arautos do apocalipse querem levar à miséria povos e nações”
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: A Amazônia não desertificou, o Polo não derreteu, o mundo não acabou, mas querem tiranizar o Brasil




Em 2008, o Prof. José Carlos de Almeida Azevedo, ex-reitor da UnB, alertava:

“Os pseudo-ambientalistas arautos do apocalipse querem levar à miséria povos e nações [...].

A irracionalidade dos alarmistas é tanta que desconhecem os estudos científicos recentes sobre o clima, publicados nas mais importantes revistas de geociências, física e geofísica [...].

“Os adeptos da versão irracional do ‘CO2 antropogênico’ [...] agem como os ‘Hitlerjugend’ [juventude hitlerista]”. (Folha de S. Paulo, 1/9/2008)

domingo, 26 de abril de 2020

A Amazônia não desertificou, o Polo não derreteu, o mundo não acabou, mas querem tiranizar o Brasil

Montevidéu: cartazes anunciando fim do mundo, que obviamente estava errada
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Cientistas sérios recusam pânicos irracionais




Os profetas do derretimento da calota antártica estão passando tão mal quanto o pastor Harold Camping que profetizou o fim do mundo para 21 de maio de 2011, comentou, não sem bastante ironia, em sua coluna na revista “Forbes”, James M. Taylor, membro sênior da política ambiental do Instituto Heartland.

Mas o realejo catastrofista não arreda, o “Palm Beach Post” republicou um artigo escrito no ano de 1979 por Steven Schneider, um dos mais destacados alarmistas do aquecimento global dos últimos 30 anos.

Schneider profetizava que o manto de gelo da Antártida ocidental poderia derreter antes do ano 2000 e inundar as costas americanas elevando osoceanos em até 25 metros acima de seus níveis de então.

Obviamente, não aconteceu, e o pastor ficou entre envergonhado e desapontado. Tampouco o gelo da Antártida ocidental derreteu e cidades como Nova York não desapareceram, mas os alarmistas não tiveram rubor na cara.

domingo, 19 de abril de 2020

Cientistas sérios recusam pânicos irracionais

A ECO 92 no Rio fez a ponte entre o velho comunismo vermelho
e o novo verde, missionário comunista
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Pânicos globais trazem no bojo uma ditadura universal




Na Eco92 (assembleia da ONU que deu partida, em 1992, à atual onda ecologista), 52 detentores de Prêmios Nobel e mais de 212 renomados cientistas de 29 países escreveram aos chefes de Estado:

“Nós estamos preocupados ao assistir, no limiar do século XXI, à emersão de uma ideologia irracional que se opõe ao progresso científico e industrial e prejudica o desenvolvimento econômico e social”. Le Figaro, 01/06/1992)

Essa preocupação bem fundamentada abrangia até mesmo o mito que serviu de base ao Sínodo Pan-amazônico de 2019:

domingo, 12 de abril de 2020

Pânicos globais trazem no bojo
uma ditadura universal

Profetas ambientalistas erraram mais do que Nostradamus. Mas continuam igualzinhos: tem ideologia por trás!
Profetas ambientalistas erraram mais que Nostradamus.
Mas continuam igualzinhos: tem ideologia por trás!
Luis Dufaur
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Ativistas e pensadores do ecologismo radical “profetizaram” catástrofes e geraram pânico, mas é grande o abismo entre essas “profecias” e os fatos.

O bom senso pede analisar as ameaças e afugentar os pânicos.

Grande parte da mídia insiste em repetir que a organização atual da humanidade é a responsável pelo futuro colapso do planeta Terra.

O leitor perspicaz terá percebido o acúmulo de contradições e exageros contidos nas ladainhas de cataclismos que o macrocapitalismo publicitário não cansa de repetir, como se estivesse tomada por crises histéricas ou fantasias de dementes.

Essa onda de terrores se espalha como se alguém a soprasse, seguindo o conselho anticristão atribuído a Voltaire: “Menti, menti, alguma coisa ficará sempre”.

Essa onda prognostica que, se continuar agindo assim, o calor extinguirá a vida no globo, cuja temperatura será semelhante à de Vênus (média de 461ºC); ou se esfriará como Marte (média de -63ºC), onde os cientistas procuram água congelada!

domingo, 5 de abril de 2020

Terra reverdece com aumento de CO2

CSIRO: dados de satélite mostram o aumento da folhagem de 1982 a 2010
Luis Dufaur
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O crescimento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera terrestre propiciou um aumento notável da folhagem verde nas regiões áridas do planeta durante os últimos 30 anos.

Esse aumento agiu como uma verdadeira “adubação com CO2”, escreveu o blog “Watts Up with that”, premiado como o melhor blog do mundo pelo Weblog Award 2013 na categoria ciência.

O estudo foi patrocinado pela ‘Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation’ – CSIRO, agência nacional australiana considerada como um dos mais renomados institutos mundiais de pesquisa.

A CSIRO baseou seus trabalhos em dados coletados via satélite, tendo contado com a colaboração da Australian National University – ANU, a grande universidade federal da Austrália.

Segundo o responsável pelo trabalho, Dr. Randall Donohue, os estudos constataram uma fertilização induzida pelo CO2 que elevou em 11% a folhagem existente nas regiões áridas da Austrália, América do Norte, Oriente Médio e África no período 1982-2010.

domingo, 29 de março de 2020

Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

A epidemia de um vírus altamente infeccioso
causará mais estragos que a bomba atômica (Bill Gates)
Luis Dufaur
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Já tinha acontecido algo parecido na ECO-92 e vem se repetindo nas assembleias planetárias da ONU sobre o estado do clima planetário.

Por exemplo, durante a reunião dos chefes de Estado na Rio+20, em 2012, 105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” para diminuir a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra e vem sendo levantado novamente com o pretexto do novo coronavírus.

Uma conferência TED de Bill Gates em 2015 foi trazida de novo à primeira página dos maiores sites do mundo. O magnata acena com um vírus assustador que favoreça essa drástica redução dos humanos.

domingo, 22 de março de 2020

Ambientalismo é imoral: estagna na miséria e atenta contra a humanidade, diz ex-prof. do MIT

Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Luis Dufaur
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Um dos mais prestigiosos cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), hoje aposentado, virou ovelha negra depois de “mudar de lado”, como ele mesmo diz.

Assinante dos primeiros relatórios do IPCC, ele passou a criticar seus modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental.

Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos.

Sua mudança de posição lhe  angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, tinha contado ele há anos em entrevista ao Globo, por telefone, desde seu laboratório em Cambridge, Massachusetts.

— O senhor acredita que o dióxido de carbono é um gás de efeito estufa cuja concentração está aumentando e provoca um processo de aquecimento global?


RICHARD LINDZEN — Para começar, vamos deixar algumas coisas claras. É claro que o CO2 é um gás do efeito estufa, que sua concentração aumentou nos últimos 150 anos, que provoca leve aquecimento do planeta e que o homem tem influência nisso.

Tudo isso nunca esteve sob questão, todos os cientistas climáticos sérios acreditam nisso. O que não está claro é se tudo isso terá as implicações alarmantes que vemos apresentadas como fatos científicos.