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domingo, 17 de dezembro de 2017

Terra entrou em mini-era glacial, mas IPCC ainda discute o furado Acordo de Paris

Ilhas Britânicas cobertas pela neve
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








A Terra ingressou numa mini-era de gelo que poderá durar entre 60 e 80 anos e diminuirá a temperatura global em 0,2º C segundo relatório do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autônoma de México (UNAM). 

O investigador Víctor Manuel Velasco explicou que o fenômeno é causado pela diminuição da atividade solar que vem sendo registrada há anos.

Velasco estudou os períodos glaciares e interglaciares da Terra e a variabilidade solar. Os resultados apoiam uma teoria que poderá quantificar a diminuição da atividade solar e seu impacto na Terra.

“Hipótese alguma sobre mudança climática consegue explicar por que que acontecem esses períodos”, esclareceu ele.

Para o cientista, a diminuição da temperatura global é devida a “um ciclo natural da natureza” já verificado em outros séculos com lapsos de 120 anos e que depende exclusivamente do sol.

Já em 2010 partes do planeta entraram nessa “mini” era de gelo e “as ondas de neve históricas que estão acontecendo no mundo são mostra disso”, acrescentou.

Victor Manuel Velasco Herrera
Por exemplo, no século VI houve um mínimo de atividade solar conhecida como “mínimo medieval”.

Posteriormente veio o “período quente medieval”, seguido de mais uma mini era de gelo no Ancien Regime e um novo período quente que se prolongou até o fim do século XX.

O fenômeno, aliás, é bem conhecido pelos cientistas sérios. Porém, como fere o mito do “aquecimento global” a mídia e os ativistas alarmistas menosprezavam-no aduzindo ser invenção de “céticos” pagos pelas multinacionais.

O fracasso da última conferência do IPCC, COP-23 realizada em Bonn, para a aplicação do acordo de Paris atingido de morte pela saída dos EUA, tornou mais fácil que informações importantes como as fornecidas, aliás há tempos, pela UNAM cheguem ao grande público.


domingo, 10 de dezembro de 2017

Festa de “energias renováveis” depaupera espanhóis

Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca. Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca.
Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A grande crise que abalou a economia mundial no início do século foi pretexto para o governo socialista espanhol de Zapatero empurrar as energias alternativas.

Sempre haverá possíveis novas fontes de energia e é desejável que sempre apareçam novas. O planeta as possui ou recebe – como é do caso do sol – em volumes que superam todo cálculo.

O problema é ter a tecnologia para aproveitá-las. E não desativar aquelas que de momento se apresentam viáveis em troca de um pulo no vazio. Quando atingirmos um conhecimento técnico que justifique a mudança, essa acontecerá naturalmente.

Mas a enigmática e anárquica turma ambientalista quer que o mundo pule no precipício do ignoto. Ou, pior, que se jogue no abismo do que se sabe que agora não é rentável nem viável.

Assim precipitam os homens num pauperismo energético que se avizinha lentamente a uma quase morte. Tudo em nome de uma utopia miserabilista e anti-humana!!

O primeiro ministro socialista Zapatero instalou centenas de moinhos de vento – não como os de don Quixote, mas modernas eólicas – e incontáveis painéis solares nas montanhas e planícies da Espanha célebres pelo seu tórrido sol.

As inversões – de fabuloso volume com um dinheiro que teoricamente não havia – duplicaram a capacidade instalada de energia renovável de 15.000 a 30.000 megawatts.

O líder socialista se gabou nos foros internacionais de que a Espanha liderava o ranking mundial de países verdes. Discutível, mas político não pensa muito na verdade.

Para a festa vieram inversores de todos os cantos do planeta.

Mas não durou muito. Já em 2009 o governo que convidou os comensais os deixou na sua fome.

A festa impaga acabou numa “guerra” de processos de todos contra todos nos tribunais nacionais e internacionais, segundo o jornal “El Mundo” de Madri.

Erros de planificação ligados a tecnologias ainda não dominadas provocaram uma escalada vertical da conta que pagam os lares: 32% mais cara que em 2007 malgrado as promessas sedutoras – em verdade mentirosas – das “energias alternativas”.

Acresce enorme déficit – perto de 30 bilhões de euros – a ser pago, é claro, não pelo governo responsável mas pelos consumidores. Na prática, 40% da conta que hoje pagam os lares para ter energia vão para tampar esse buraco.

Cartaz  convoca a manifestação para fechar a central nuclear de Santa Maria de Garoña.
Cartaz  convoca a manifestação
para fechar a central nuclear de Santa Maria de Garoña.
A perspectiva de tirar petróleo em território espanhol usando o fracking foi abortada pela pressão dos incansáveis verdes que arruinavam o país com imensos ventiladores e tetos solares ainda contra-produtivos.

Várias centrais de carvão foram fechadas com mais pressões anarco-ecologistas. Resultado: essas fontes diminuíram em 16% a potência instalada da produção nacional, as regiões produtoras de carvão pararam e os operários acabaram na rua, na greve ou na aposentadoria antecipada obrigatória.

Mais um estrago do ativismo ambientalista: a central nuclear de Santa María de Garoña, foi fechada na província de Burgos. Greves políticas, discussões intérminas alimentadas por comunistas e ambientalistas fizeram dela um símbolo da frustração.

Para completar, o governo da União Europeia bem instalado em Bruxelas e bem trufado de radicais ecologistas, empurra Espanha a se jogar mais rápido e com mais entusiasmo no mesmo precipício.

O Ministério de Energia tenta relançar as renováveis e por em funcionamento as instalações sabotadas pelos verde-vermelhos. É mais do mesmo, mas serve para estender a mão chorando para receber subsídios da tirânica UE.

O grande desafio é abaratar as contas das famílias e das empresas, vítimas deste pesadelo “alternativo”. Sete de cada 10 espanhóis não entende o que está pagando em contras de luz complicadas e astronômicas.

A reputação do setor elétrico tal vez só nas guerras esteve tão baixa. Motivo único: os preços básicos sempre mais caros em nome de mirabolantes teorias.

Após empobrecer todo o mundo os fanáticos verde-vermelhos anunciam pomposamente que chegou o momento de definir o modelo energético do país. E enquanto falam utopias, pedem fechar mais duas usinas de carvão “para reduzir suas emissões de CO2”.

Esse fechamento, segundo o novo ministro de energia Álvaro Nadal, elevará mais 15% o preço da luz neste inverno que está começando.

O objetivo é só um: abaixar o nível de vida dos homens. No fim, o índio na choça será o modelo de baixo consumo energético.


domingo, 3 de dezembro de 2017

Desenvolvimento sustentável: uma bobagem sem sentido, disse “pai da hipotese Gaia”

Para Lovelock “o desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”
Lovelock: “desenvolvimento sustentável é bobagem sem sentido”
Luis Dufaur
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O britânico James Lovelock é uma espécie de patriarca ainda vivo do ambientalismo mais radical.

Ele cunhou a "hipotese Gaia", o mito que atribui à Terra o caráter de um ser vivo. A ideia é antiquíssima, muitos índios sulamericanos lha explicariam melhor, como a superstição da Pachamama andina.

Mas Loveloch a revestiu de roupagens pseudo-científicas e o ambientalismo mundial a acolheu como a última palavra em matéria de profecia. E assim continua sendo.

Esse guru do ambientalismo impactou o mundo reconhecendo corajosamente que tinha errado adotando o catastrofismo climático. E ele repetiu declarações que convém sempre lembrar e q ajudam a por em seu lugar os mitos ambientalistas.

Lovelock não está sozinho nesta evolução de fanáticos do ambientalismo que forçados pela realidade corrigem pelo menos algum ponto de vista.

O patriarca Lovelock disse coisas que desgostaram a seus adeptos e, sobre tudo, a seus patrocinadores político-ideológicos.

Não espanta então que a grande mídia voltasse a silenciar as novas declarações de Lovelock, sobre tudo no Brasil que sedeou a Rio+20.

A própria Rio+20 prestigiada especialmente pelos governos de esquerda do mundo – com a ausência dos governantes mais prudentes – fingiu não tomar conhecimento.

“Nós nos jogamos pelas energias renováveis  sem nenhum tipo de reflexão”, disse Lovelock.  Foto: energia solar no desero de Neguev, Israel.
“Nós nos jogamos pelas energias renováveis
sem nenhum tipo de reflexão”, disse Lovelock.
Foto: energia solar no desero de Neguev, Israel.
Lovelock foi entrevistado por Leo Hickman, colunista para o meio ambiente do jornal de tendência socialista “The Guardian”, de Londres, no dia 6 de junho 2012. Há cinco anos portanto. Mas os fanáticos ambientalistas não se deram por aludidos.

Hickman publicou a transcrição completa da entrevista no dia 15 em seu “The environment blog, The Guardian, The world’s leading journalist on climate, energy and wildlife”.

Para Lovelock “o chamado ‘desenvolvimento sustentável’, é uma bobagem sem sentido”.

Ele defendeu que é menos absurdo do que esse talismã de que chegou a falar a Rio+20 pensar “no futuro cultivar dentro da cidade os alimentos necessários. É uma via a percorrer muito melhor que o chamado ‘desenvolvimento sustentável’, que é uma bobagem sem sentido”.

Na entrevista, defendeu o “fracking” tecnologia para tirar gás e petróleo fraturando camadas inferiores da terra e gerar a pressão que puxará para fora esses combustíveis de origem fóssil.


Uma blasfêmia horrorosa para os ambientalistas que cultuam Gaia!

Ele defendeu que é um método barato e rápido para se obter energia na quantidade necessária para manter o atual nível de vida.

Para maior ultrajem do fanatismo verde Lovelock reconheceu que a fonte de energia “boa” é a nuclear.

E tentou justificar seu passado dizendo:

Nós nos jogamos pelas energias renováveis sem nenhum tipo de reflexão.

“E elas se mostraram de modo desesperançador ineficientes e desagradáveis.

“Eu, pessoalmente, não suporto as eólicas a qualquer preço.

“As energias tiradas da biomassa, solar, etc, todas elas trazem uma grande promessa, mas não estão disponíveis para amanhã, nem mesmo para daqui a 10 anos”.
“Energias como a eólica não estão disponíveis nem mesmo para daqui a 10 anos”
Lovelock há tempos vem sendo pressionado seus discípulos mais anti-capitalistas que exigem deles posições mais radicais.

“Os ideólogos – explicou – vieram nos dizer de parar de queimar qualquer material com carbono já. Foi como no caso todo dos CFCs. Eu fiquei muito abalado e percebi o problema ao vivo.

“Eles começaram a me chamar de negacionista porque eu disse que não se poderia parar de fazer CFCs de modo imediato. Ficaríamos sem geladeiras no mundo todo e poderiam acontecer intoxicações alimentares em massa.

“Eu disse que era necessário dar tempo ao setor industrial para encontrar alternativas seguras. Esse teria sido o modo correto de agir. E o mesmo se pode dizer sobre o clima”.

Falando ainda sobre o serviço meteorológico inglês – o Met Office – explicou:

“Eu mantenho contato com o Centro Hadley. Eles são um dos melhores centros de clima no mundo. Algo para se orgulhar. ...

Eles estão sob enorme pressão do governo e não estão autorizados a dizer o que realmente pensam”.

Climatólogos ingleses “não estão autorizados a dizer o que realmente pensam”
A nova governança ecológica mundial que quer se instalar a partir da Rio+20 obviamente não gosta de cientistas que falem objetivamente em nome da ciência.

Porque dizem coisas que prejudicam os rumos arbitrários do super-governo planetário verde que pretende se instalar sob disfarce de ciência!

Que verde é esse? Que quer essa supergovernança? O que é que é a “economia verde” apregoada?

Diante dessas interrogações ficam ainda mais preocupantes as afirmações do guru inglês sobre a “religião verde”.

Carnaval caótico esquerdista e ôco
distrai as atenções de uma aventura totalitária
A religião verde – disse Lovelock – agora está passando por cima da religião cristã. Isso mostra como os verdes são religiosos”.

Não é que Lovelock tenha mudado muito suas posições.

É que ele percebe que a agressividade da ofensiva verde está tornando a opinião pública avessa à meta visada pelo ambientalismo.

Explicou isso reafirmando:

eu acho que as pessoas ainda não notaram que a religião verde usa todo tipo de conceitos próprios das religiões.

“Os verdes acostumam apontar culpados. Mas você não pode ganhar a adesão das pessoas que te rodeiam dizendo que eles são culpados por colocar CO2 no ar”.

Esses religiosos de uma religião sem ciência, sem escrúpulos e sem Deus querem assumir o controle do mundo.

Mas, essa não foi a estrada das aventuras totalitárias que flagelaram a humanidade nos momentos mais negros da História?


domingo, 26 de novembro de 2017

A proliferação dos ursos polares e a ideologia ambientalista anti-humana

Avanço dos ursos preocupa e crianças não podem ir tranquilas à escola
Avanço dos ursos preocupa e crianças não podem ir tranquilas à escola
Luis Dufaur
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Turistas no Ártico russo não podiam acreditar. E a distância acharam que se tratava de blocos de gelo na praia. Mas eram 200 ursos polares, “em perigo de extinção” segundo o mito ambientalista, se banqueteando com uma baleia.

“Nós todos ficamos atônitos”, contou Alexandre Gruzdev, diretor da reserva natural da ilha Wrangel, no Extremo Oriente russo, citado por “Clarín” de Buenos Aires.

Os ursos polares fizeram a festa ao borde da água com uma baleia que foi empurrada pelas ondas.

E o grupo ursino era muito familiar, incluindo duas mães ursas cada uma com quatro crias. Essa quantidade de filhotes é pouco comum explicou Gruzdev, mas indica boa saúde.

Com o degelo cíclico do Ártico em andamento há menos superfície gelada e os ursos polares passam obviamente mais tempo em terra firme. Caçam mais, comem mais, engordam mais e se multiplicam mais, como já tivemos ocasião de comentar neste blog.

Confira: Problema dos ursos polares ‘em extinção’: estão gordos e numerosos demais

Mas essa multiplicação empurra os predadores para perto das cidades vizinhas, que se tornam cada vez mais perigosas para os humanos.

Parce gado, mas o 'rebanho' é de perigosos ursos polares 'em extinção'
Parece gado, mas o 'rebanho' é de perigosos ursos polares 'em extinção'
Os ursos polares descansam entre agosto e novembro na ilha de Wrangel, no nordeste siberiano antes de recomeçar a caçar focas.

As fotos da devoração, tão natural e satisfatória para os ursos, contradizem as imagens divulgadas pela propaganda ambientalista fazendo crer que os fofinhos – em verdade ferozes – ursos estão em 'perigo de extinção'.

Mas na ilha russa de Wrangel estão aparecendo mais e mais numerosos, explicou Eric Regehr, especialista da Universidade de Washington.

Foram contabilizados 589, um número “anormalmente alto” e mais do dobro das estimativas precedentes, alertou Regehr, quem acresceu que estão “com boa saúde”.

“O problema agora é saber quando a população humana começará a sentir os efeitos negativos”, pois “esse umbral vai se alcançar”, disse o especialista.

“São animais engenhosos e capazes de se adaptar” e isso gera um conflito inevitável com os homens.

A partir da metade de outubro, eles passaram a se aproximar perigosamente da aldeia de Ryrkaipi, a 200 km da ilha de Wrangel. Um deles “quebrou a janela de uma casa”, contou Viktor Nikiforov, especialista e coordenador do centro russo de mamíferos marinos.

A cidadinha tem 600 habitantes e está alarmada: as crianças estão proibidas de irem a pé até a escola pois os ursos não são os bichinhos bonzinhos que se faz crer.

O crescimento é constante. Em 2015 cientistas russos ficaram cercados e pediram a intervenção armada do governo.
O crescimento é constante.
Em 2015, cientistas russos ficaram cercados e pediram a intervenção armada do governo.
Ficaram cancelados os atos públicos e guindastes estão tirando esqueletos de morsas trazidos pelo mar.

Agora são os habitantes de Ryrkaipi que poderiam ser declarados em “perigo de extinção”. Mas isso não serve para a propaganda ecologista e as eventuais vítimas não interessam ao militantismo ecologista.

“A concentração de seres humanos e animais na mesma zona aumenta e há conflitos”, denuncia Nikiforov. “Temos que nos preocupar com as transformações que acontecem na natureza”, acrescentou.

Por certo, sim, sobre tudo diante de animais tão perigosos.

Até a pouco a propaganda nos dizia que o “aquecimento global” estava ameaçando a espécie. E agora que a espécie está quase superdimensionada, o que diz a demagogia?

Pois que a culpa toda é do “aquecimento global” provocado pelo homem! Não é piada. É ideologia anti-humana repetida pelos realejos da macromídia.


domingo, 19 de novembro de 2017

Professor alemão: discurso 'verde' sobre o fim da vida na Terra é mentiroso

Ulrich A Glasmacher, da Universidade de Heidelberg, Alemanha
Luis Dufaur
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Há 350 milhões de anos o planeta Terra enfrentava mudanças climáticas semelhantes às vividas atualmente, explicou o pesquisador alemão Ulrich A. Glasmacher, da Universidade de Heidelberg.

Porém, isso não causou catástrofe alguma . Cá estamos nós.

O cientista disse que as mudanças climáticas “não são fenômenos novos na história.

“Há 350 milhões de anos tivemos os mesmos problemas de hoje. Estamos no mesmo ponto daquela época”, explicou ele durante a 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), segundo reportagem de Heloisa Cristaldo para a Agência Brasil.

De acordo com Glasmacher, a temperatura do planeta não está aumentando, mas apenas oscilando: “As temperaturas estão flutuando – sobem e descem. Mas estamos muito influenciados pela mídia”.

domingo, 12 de novembro de 2017

Vaticano acolhe maiores inimigos da vida
com pretextos ambientalistas radicais

Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, denunciou que o Catholic Relief Services da Conferência Episcopal dos EUA promove abortivos e a contraceptivos no Quênia
Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, denunciou
que o Catholic Relief Services da Conferência Episcopal dos EUA
promove abortivos e a contraceptivos no Quênia
Luis Dufaur
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O cientista social e escritor Steven Mosher, presidente do Population Research Institute, qualificou o sofisma do “aquecimento global” de inimigo da santidade das vidas humanas inocentes.

Ele falou durante o simpósio internacional “Ambientalismo e mudança climática: uma avenida para a limitação da população”, sobre a natureza anticristã do controle da população mundial.

Divulgada pelo “Life Site News”, sua palestra teve o seguinte título: “Como os inimigos radicais da vida estão tocando sua agenda global para acabar com a pobreza eliminando os pobres”,

Especialista em política interior da China, Mosher começou lembrando que a temperatura da Terra sempre está oscilando, por vezes de modo dramático.

“Fiz um estudo histórico das mudanças climáticas na China, o qual mostra que há 2.000 anos a temperatura média do país era vários graus mais quente do que hoje. E precisou passar muito tempo para que ocorresse a alguém falar em mudança climática e aquecimento global”.

domingo, 5 de novembro de 2017

Vegetação consome quase 20 vezes o CO2 produzido pelos combustíveis fósseis

Soja na Argentina
Luis Dufaur
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As plantas retiram dióxido de carbono (CO2) da atmosfera para a fotossíntese em proporções que desanimam a demagogia catastrofista.

Christian Beer, do Instituto Max Planck (Alemanha), e colegas afirmam que as plantas consomem cerca de 123 bilhões de toneladas de CO2 da atmosfera por ano.

O estudo foi publicado online pela revista Science.

Para se ter uma ideia, segundo os cientistas a quantidade total de carbono injetada na atmosfera pela queima de combustíveis fósseis é de cerca de 7 bilhões de toneladas por ano.

domingo, 29 de outubro de 2017

Oráculo do pinguim: o gelo da Antártica cresceu demais. Parem a demagogia!

Pinguim de Adélia emitiu seu oráculo em Hope Bay: gelo aumenta e morrem de fome
Pinguim de Adélia emitiu seu oráculo em Hope Bay: gelo aumenta e morrem de fome.
Luis Dufaur
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Dogma aquecimentista incontestável: a Terra esquenta! Uma das provas mais aterrorizadoras é que a superfície gelada da Antártida está diminuindo!

Esta é a posição da ONU, das ONGs, dos cientistas no vento premiados com altos cargos nos governos, nas instituições oficiais, reconhecidos como oráculos pela ‘Laudato Si’ e pela mídia.

domingo, 22 de outubro de 2017

“Igreja pan-amazônica”: “a última loucura” para desfazer o Brasil?

“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
“Igreja pan-amazônica” seria “a última loucura” para desfazer o Brasil?
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Luis Dufaur
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Criar um santuário ecológico desmembrando oito nações sul-americanas?

Forjar uma nova realidade místico-tribal no território amazônico apagando fronteiras e passado das nações?

Parece absurdo, mas essa é a ideia que explica o fundo do chamado Corredor Tríplice A ou Caminho da Anaconda.

O projeto engoliria de início 200 milhões de hectares desde os Andes até o Atlântico, ou uma terça parte da superfície amazônica.

O projeto é tido por seus promotores como a “última loucura” em matéria ambientalista.

O principal promotor é a Fundação Gaia Amazonas, presidida por Martin von Hildebrand, que há três anos vem arregimentando ONGs internacionais, ministérios, academias de ciência, reservas indígenas e o próprio Vaticano.

Uma grande reportagem sobre o ameaçador projeto foi publicada pelo jornal colombiano “El Espectador”. Ela foi divulgada em português pelo Instituto Humanitas Unisinos – ADITAL

A reportagem sublinha, bem no espírito da manobra, que “a ideia é tão maluca que, por isso mesmo, é possível”.

domingo, 15 de outubro de 2017

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
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O último período estival no Golfo do México foi, como todos os anos, marcado pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

No dia 28 de agosto em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

domingo, 8 de outubro de 2017

Ditador turco confessa venalidade
no Acordo de Paris

Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário, essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Erdogan explica em Hamburgo: o clima do planeta era secundário,
essencial era  - e segue sendo - tirar dinheiro dos EUA e dos "ricos".
Luis Dufaur
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O presidente-ditador da Turquia, Recep Erdogan, admitiu que sua única razão para assinar o Acordo de Paris era tirar dinheiro dos EUA e de outras nações ricas, escreveu o site The Conservative Tree House.

Os EUA comunicaram oficialmente à ONU em 4 de agosto sua saída do Acordo, noticiou “The New York Times”. Porém, aguardam-se mais algumas tratativas.

Como com a saída dos EUA do tratado o ditador turco não vê possibilidade de auferir benefícios financeiros, ele afirmou que não parece provável que seus submissos deputados aprovem o Acordo.

Segundo a agência Reuters, Erdogan confessou a oferta venal durante conferência de imprensa na reunião do G20 em Hamburgo.

Erdogan acrescentou que a França – que exercia a presidência da assembleia da COP21 por acontecer em Paris – prometeu ao líder fundamentalista que seu país seria incluído na lista dos que ganhariam uma compensação financeira.

“Então nós dissemos que se isso acontecesse o acordo passaria no Parlamento turco. Mas se não, não passaria”, explicou cinicamente Erdogan.

domingo, 24 de setembro de 2017

Problema dos ursos polares ‘em extinção’:
estão gordos e numerosos demais

The Washington Times: a extinção dos ursos polares foi um dos espantalhos de Al Gore em 'An Inconvenient Truth'
The Washington Times: a extinção dos ursos polares
foi um dos espantalhos de Al Gore em 'Uma Verdade Inconveniente'
Luis Dufaur
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A especialista em ursos polares, Dra. Susan Crockford, expôs em sua página Polar Bear Science o perigo que está acossando os ursos brancos.

Até agora o alarmismo ambientalista explorava uma possível extinção dos ursos polares como um dos mais propagandísticos ícones das apocalípticas “mudanças climáticas”.

Mas o ícone está sumindo das manchetes alarmistas. O que houve?

Neste ano, os ursos polares da Baía de Hudson, perto de Churchill, Manitoba, apareceram em muito boa forma, apesar de um inverno muito frio. Churchill é um bom indicador e é considerada a “capital mundial do urso polar”.

Não apenas puderam ser flagrados muito gordos, como também apareceram em grande número. E não só na Baía de Hudson, mas também em outros locais onde eles se fazem ver durante o derretimento sazonal do gelo do Ártico.

domingo, 17 de setembro de 2017

“Condenem-me a morte,
mas o clima não está esquentando!”

John Coleman: “Condenem-me a morte, mas o clima não está esquentando!”
John Coleman: “Condenem-me a morte, o clima não está esquentando!”
Luis Dufaur
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John Coleman desempenhou-se durante décadas como anunciador da meteorologia na TV, com grande sucesso de público. Apoiado na sua reputação, ele acabou fundando o renomado Weather Channel.

Com uma longa experiência no acompanhamento das questões climáticas, Coleman percebeu as matreirices subjacentes às alegações demagógicas feitas em nome da “mudança climática”.

Agora, em uma entrevista para MyNewsLA.com, ele mandou um “ultimato” a Al Gore e a outros ambientalistas radicais que menosprezam aqueles que não pensam como eles, e que qualificam de “negacionistas” e de “o que existe de pior da humanidade”.

Se for assim, disse Coleman, que não esconde sua recusa aos demagogos climáticos, “condenem-me à morte”.

“Sou apenas um velho idiota cético – um negacionista, como eles me chamam – que deveria ser encarcerado ou morto”, arguiu. “Eu entendo como eles se sentem. Mas você sabe de uma coisa? Eu sei que estou certo. Então eu não me incomodo”.

Para Coleman, os cientistas “algorianos” manipulam os dados e extraem bilhões de dólares em créditos para pesquisas e seu próprio bolso.

domingo, 10 de setembro de 2017

Grandes furacões
diminuíram 70% desde 1926

Dr. Roger Pielke Jr.: “o mundo está passando por um período de desastres climáticos inusualmente baixos”
Dr. Roger Pielke Jr.: “o mundo está passando
por um período de desastres climáticos inusualmente baixos”
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A grande imprensa, escrita ou eletrônica, focou com ênfase os efeitos devastadores do furacão Harvey que a partir de 25 de agosto atingiu severamente cidades do Texas, notadamente Houston, chegando até a Luisiana.

Tratou-se de um dos mais intensos dos últimos anos, chegando a ser considerado em certo momento ‘categoria 4+’, pouco abaixo do máximo, da categoria 5.

O anterior desse nível remonta a 2004. Enquanto escrevemos a lista dos mortos, ela chega aos 30, e os danos estavam sendo estimados em volta de 45 - 75 bilhões de dólares.

Certa grande mídia – aliás, majoritária – atribuiu mais uma vez as causas às “mudanças climáticas”, ao “aquecimento global” e outras ficções.

A utopia anticivilização do ambientalismo radical não se incomoda com as vítimas, e se chora seus males é para manipulá-los no sentido de seus projetos comuno-tribais.

Porém, o professor Roger Pielke Jr., da Universidade de Colorado Boulder, uma das grandes autoridades mundiais em fenômenos climáticos extremos, pôs os pingos nos is no que se refere às causas verdadeiras do Harvey.

domingo, 3 de setembro de 2017

Não houve em 2.000 anos mudanças anormais no clima

John Abbot e Jennifer Marohasy: nos últimos 2.000 anos não houve mudanças climáticas anormais
John Abbot e Jennifer Marohasy:
nos últimos 2.000 anos não houve mudanças climáticas anormais
Luis Dufaur
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Para estudar o “aquecimento global” os cientistas australianos John Abbot e Jennifer Marohasy publicaram em GeoResJ o resultado da análise de seis séries de dados de 2.000 anos em diferentes regiões geográficas:  “The application of machine learning for evaluating anthropogenic versus natural climate change”

Eles estudaram as marcas deixadas pelo clima nos anéis de crescimento das árvores, no pólen, nos sedimentos lacustres, nos estalagmites, etc. e assim verificaram as tendências da temperatura global antes da aparição dos termômetros.

Todas as provas recolhidas sugerem que o planeta estava por volta de um grau mais quente durante o Período Quente Medieval.

Os autores concluíram que portanto não há nada de antinatural ou sem precedentes na tão falada “mudança climática” do fim do século XX e no início do XXI.

domingo, 27 de agosto de 2017

“Igreja da Eutanásia”: no fundo inconfessável do ambientalismo radical

Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer.  Mas agita uma bandeira para a qual tendem os "moderados" do ambientalismo
Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer.
Mas agita uma bandeira para a qual tendem os "moderados" do ambientalismo
Luis Dufaur
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Andando pelas ruas, é frequente bater os olhos em novas igrejas das mais inesperadas denominações, em sua maioria de inspiração evangélica ou de cultos e práticas orientais,

Mas nos arraiais ambientalistas radicais surge de vez em quando alguma seita ainda mais inesperada. É o caso da Igreja da Eutanásia, fundada no ano de 1992 em Boston, EUA, por Chris Korda.

Antinatalista, transgênero e vegana, Chris, nascida em 1962, é sobrinha-neta do magnata húngaro Sir Alexander Korda, muito conhecido na indústria cinematográfica britânica, e filha única do renomado escritor e romancista Michael Korda, antigo editor-chefe da rede de livrarias Simon & Schuster.

O dogma fundamental de sua igreja é único, muito simples e de acordo com as crenças verdes radicais: “Salva o planeta, suicida-te”!

Essa igreja verde se autodefine como “associação sem fins lucrativos cujos esforços se encaminham para restabelecer o equilíbrio entre os seres humanos e as demais espécies da Terra”, noticiou o jornal “El Mundo”, de Madri.

Dito equilíbrio planetário só seria possível com uma redução voluntária e massiva da população humana.

Parece uma singularidade de alguns exaltados, mas temos recolhido neste blog abundantes testemunhos de arautos do antinatalismo verde que ocupam altas posições no establishment político-midiático, possuem fortunas enormes e são recebidos com sorrisos nos ambientes vaticanos impregnados pela encíclica Laudato Si’.

domingo, 20 de agosto de 2017

Agricultura lidera preservação no Brasil
mas é hostilizada pelo ambientalismo

Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil é potência em preservação ambiental
Chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite
demonstra que o Brasil é potência em preservação ambiental
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Dr. em Ecologia Evaristo de Miranda, chefe geral da EMBRAPA Monitoramento por Satélite demonstrou, mais uma vez que o Brasil grande produtor de alimentos, energia e fibras, é uma potência em preservação ambiental, em artigo para “O Estado de S.Paulo”.

Mais de 66% do território nacional é recoberto por vegetação nativa. E esse número sobe para quase 75% quando agregadas as áreas de pastagem nativa do Pantanal, do Pampa, da Caatinga e dos Cerrados.

Toda a produção de grãos (milho, arroz, soja, feijão...), fibras (algodão, celulose...) e agroenergia (cana-de-açúcar, florestas energéticas...) ocupa 9% do País.

Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%)!

Mais de 4,1 milhões de imóveis rurais, somando uma área superior a 410 milhões hectares, estavam cadastrados no Serviço Florestal Brasileiro até maio de 2017.

Os agricultores informaram detalhadamente, num mapa com base em imagens de satélite e em diversas fichas, todo o uso e ocupação de suas terras, em conformidade com o Código Florestal.

É como se ao declarar o Imposto de Renda o contribuinte informasse a planta da casa, a disposição de cada móvel, o uso de cada cômodo e ainda, na Amazônia, por exemplo, deixasse claro que não utiliza 80% de seu apartamento a título de reserva legal. 

E que cuida de tudo e paga impostos, mesmo sobre o que lhe é vedado usar.

Os dados finalizados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) demonstram o papel único da agropecuária na preservação ambiental.

domingo, 13 de agosto de 2017

“Mínimo solar” pode trazer surpresas
para a atividade humana

A desaparição das manchas na superfície solar é sinal típico do 'Mínimo Solar'
A desaparição das manchas na superfície solar é sinal típico do 'Mínimo Solar'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A NASA publicou relatório ilustrado com um vídeo avisando que a sociedade deve estar atenta para eventuais desarranjos dos equipamentos magnéticos e eletrônicos.

A causa não é o “aquecimento global”, mas algo que parece o inverso: a entrada do sol em seu mínimo de atividade.

O ‘mínimo solar’ é cíclico – cada 11 anos – e em geral não provoca catástrofes, mas excepcionalmente pode gerar transtornos ao homem.

O problema é a fragilidade dos instrumentos digitais em que repousa a organização humana.

Com muito pouca influência magnética perturbadora os chips podem se desarranjar e acarretar graves contratempos.

O relatório da NASA intitula-se “O mínimo solar está chegando”. Ele sublinha que a cada 11 anos o sol oscila ciclicamente entre seu “mínimo” e seu “máximo” de atividade.

Hoje o sol está entrando no “mínimo”, explicou Dean Pesnell, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.

“É um momento periódico do ciclo solar” em que a atividade do astro-rei é relativamente baixa. Porém a atividade é a mais fraca desde 1906.

O mínimo de manchas solares prolongadas é conhecido como Mínimo de Maunder.

domingo, 6 de agosto de 2017

Religiosos e indígenas querem decidir na Noruega sobre as florestas brasileiras

Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Iniciativa 'interreligiosa' reuniu agitadores tribalistas e ONGs esquerdistas
patrocinada pelo governo da Noruega e se imiscuindo na vida do Brasil
Luis Dufaur
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Uma Iniciativa Inter-religiosa da Floresta Tropical, promovida pelo Ministério do Clima e Ambiente da Noruega, reuniu em Oslo líderes de diversas crenças e povos, como os pigmeus africanos e etnias indígenas sul-americanas.

O inédito encontro se inseriu numa longa serie de ingerências de governos e ONGs internacionais no Brasil e em outros países.

O governo norueguês vai cortar em 2017 pelo menos 50% de suas doações ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, aduzindo o aumento no desmatamento nos últimos dois anos.

O ministro norueguês do Meio Ambiente, Vidar Helgesen, agradeceu o apoio que essas ingerências encontram em líderes religiosos locais.

“Em lugares onde o Estado não tem presença ou controle, sempre há comunidades de fé. Sempre há uma igreja ou outro lugar de adoração. Essa infraestrutura é um recurso que pode ser mobilizado em favor das florestas de uma forma mais consistente”, disse.

domingo, 30 de julho de 2017

Suprimir filhos para impedir a mudança climática?! O anti-humanismo verde fala

A propaganda ambientalista contra os filhos atinge patamares inimagináveis e com o pretexto de combater a mudança climática!!!
A propaganda ambientalista contra os filhos atinge patamares inimagináveis
e com o pretexto de combater a mudança climática!!!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Seth Wynes, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e Kimberly A. Nicholas, da Universidade Lund, na Suécia, com ar de ciência publicaram na revista “Environmental Research Letters” um estudo com conclusões que até há pouco só se ouviam em grupos niilistas extremamente “anti-humanos”.

Em poucas palavras, resumiu Agenda Europe, os autores defendem: “Salve o clima, não tenha filhos. Ou, ainda melhor, erradique a humanidade”.

O pretexto é muito batido e bem fajuto: combater as mudanças climáticas e reduzir a emissão de CO2.

Para isso, eles propõem a introdução em nível planetário de quatro costumes fundamentais: alimentação vegana, parar de viajar de avião, deixar de usar carro e limitar a família.

domingo, 23 de julho de 2017

Noticiário enviesado sobre um iceberg inusual, mas comum

A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo. Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo.
Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
Luis Dufaur
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Todos os anos blocos de gelo desprendem-se das calotas árticas e antárticas, gerando uma galáxia flutuante de icebergs.

Alguns desses ficaram famosos, como o que afundou tragicamente o Titanic. Outros chamam a atenção pelo seu tamanho, e obviamente são mais raros que os menores.

Foi o caso do iceberg de 5.800 km2 que se destacou da banquisa Larsen C, da Antártica Ocidental. Provavelmente será batizado “A68” e assim será conhecido em sua efêmera existência, escreveu o “Clarín”.

Neste momento ele está sendo levado pelas correntezas para o norte, rumo ao destino inevitável de todos os icebergs: ir se fracionando e, em dois ou três anos, derreter-se inteiramente.

Por ser o maior dos últimos 30 anos, ele foi acompanhado por especialistas da Universidade galesa de Swansea e de outras missões científicas que trabalham no continente branco. No passado foram detectados outros ainda maiores.

O Instituto Alfred Wegener de oceanografia e investigação polar de Bremerhaven, na Alemanha, informou que o iceberg estava sendo acompanhado desde que uma rachadura de 175 km de extensão e uma largura de até 50 quilômetros na banquisa Larsen C era já há tempo perceptível.

Em qualquer hipótese, o “A68” não traz perigo algum para as pessoas, explicou o Instituto alemão.