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segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Cardeal Müller: “os fiéis não são obrigados a seguir a agenda eco-esquerdista do Papa”

Cardeal Müller: o Papa não é infalível em ecologia ou meio ambiente
Cardeal Müller: o Papa não é infalível em ecologia ou meio ambiente
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O Cardeal Gerhard Müller que se desempenhou como máximo guardião da ortodoxia católica até o Papa Francisco não lhe renovar o encargo, voltou a reafirmar uma evidência de todo tamanho:

os católicos não são obrigados a seguir a agenda eco-esquerdista do Papa Francisco de se opor a combustíveis fosseis e de favorecer acordos acerca de assuntos ambientais.

O Cardeal alemão reafirmou essa evidência, pois não se trata de matéria religiosa mas de assunto climático sobre o qual o sucessor de Pedro não tem autoridade e ainda menos infalibilidade.

E o fez em entrevista ao conceituado jornal australiano The Australian durante visita a Sidney no mês de julho do presente ano.

Obviamente, a sensata opinião caiu mal nos ardidos amigos “verdes” do pontífice argentino que viu sua ‘encíclica’ ecologista posta em seu devido lugar.

O Cardeal Müller esteve em Sydney para discursar na conferência da Confraternidade Australiana do Clero Católico, hoje engajada em defender o sigilo canônico da confissão ameaçada por leis anticlericais. Cfr.: Sacerdotes australianos preferem prisão a violar o secreto da confissão

“Não somos um partido verde”, acrescentou. E sublinhou:

“Política ambiental não tem nada a ver com a fé e moral. Esses assuntos são para políticos e para o povo votar no partido ao qual adere”.

“Os bispos não são cientistas, especialistas em meio-ambiente ou políticos”. Müller recomendou que os líderes da Igreja se concentrassem na religião.
Veja também: Cardeal Pell: “A Igreja não tem mandato divino para falar sobre questões científicas”

Segundo Müller o Papa Francisco e os cardeais e bispos que o rodeiam, aliás em sempre menor número, precisam “dar clareza, baseada na palavra de Deus” para curar o “cisma” existente entre “conservadores” e “progressistas” na Igreja.

As incursões pontifícias na ecologia baseadas em cientistas militantes anarco-tribalistas e teólogos desqualificados como o ex-frei Leonardo Boff, tiram toda seriedade às propostas do clero “progressista”.

E constituem mais um fator de confusão na Igreja e na sociedade.

Cardeal Coccopalmerio: até se envolver em escândalo repugnante foi arauto ecologista no Vaticano
Cardeal Coccopalmerio: até se envolver em escândalo repugnante foi arauto ecologista no Vaticano
O jornal australiano evocou as propostas do Cardeal Francesco Coccopalmerio, presidente emérito do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos no Vaticano.

Ele chegou a propor o disparate de incluir no Código de Direito Canônico (máximo código de leis da Igreja) a condenação da ‘conduta anti-ecologista’ e que ‘seja instaurada como nova obrigação legal uma atitude de respeito, prevenção e tutela do meio ambiente’.

Em segundo lugar postulou que seja instituído um serviço que elaboraria um rating com critérios ambientalistas classificando as empresas pela atenção dada à doutrina social da Igreja, segundo informou o site “La Nuova Bussola Quotidiana”.

Obviamente as empresas que tentassem ou dissessem tentar aplicar as teorias extravagantes da ‘Laudato si’ seriam premiadas ‘a priori’.
br /> A China com seu tráfico de órgãos humanos já ganhou o recorde do rating nas palavras de Mons. Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e da Pontifícia Academia das Ciências Sociais. Cfr.: Apoio a nossos irmãos católicos perseguidos na China

Segundo o Cardeal Mueller, os líderes da Igreja deveriam se concentrar no ensino e na prática de religião.

Especialmente evangelizar os jovens e não transformar as igrejas em locais de festas litúrgicas onde a Missa é um mero “entretenimento religioso”.

Imagine-se o que virariam essas igrejas e Missas com a implantação das propostas ambientalistas não obrigatórias porque não católicas do Papa Francisco, do hoje afastado Cardeal Coccopalmerio, de Mons. Sánchez Sorondo ou do ex-frei Boff.


domingo, 16 de setembro de 2018

Cercear as liberdades para “salvar o clima”?
O totalitarismo verde confessa

François-Marie Bréon: “Não voltaremos a temperaturas normais,
se a população humana não é reduzida à décima parte
Luis Dufaur
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Na ótica ambientalista, o que seria necessário para “salvar o planeta”? As respostas vão da banalidade demagógica ao disparate extremado.

François-Marie Bréon, diretor adjunto do laboratório de Ciências do Clima e do Meio Ambiente (LSCE) do Centre National de Recherches Scientifiques francês (CNRS), resumiu o essencial.

No entanto, “essencial” não quer dizer básico ou sensato, mas significa “medidas radicais” segundo o jornal “Libération” de Paris.

Sim, numa perspectiva ambientalista moderada, para “combater o aquecimento global” devem-se aplicar “medidas radicais” contra o homem, acusado de ser o responsável pela extinção da vida no planeta.

“Nós jamais poderemos voltar a temperaturas ditas normais, a menos que a população humana seja reduzida à décima parte”, dispara Bréon. Ele acrescenta que esse genocídio será o único meio para reduzir o efeito dos gases estufa.

Em consequência, teríamos “menos aviões, menos casas aquecidas, etc. Hoje seria necessário reduzir à quarta parte nossas emissões, para estabilizar o clima dentro de um aquecimento limitado a 2° C” [N.R.: como recomenda o acordo de Paris, assinado em 2015 na COP 21], prossegue.

Bréon reconhece que os signatários do Acordo de Paris não estão cumprindo as promessas e metas que se fixaram. Nem mesmo a França, anfitriã do Acordo e que se ufana de ser sua zelosa aplicadora, na prática no ano passado [2017] aumentou 2 % suas emissões, o contrário do que deveria reduzir.

A vida nômade primitiva numa terra mal explorada está mais perto da utopia ecologista.
A vida nômade primitiva numa terra mal explorada está mais perto da utopia ecologista.
Segundo o especialista pregador da religião verde-niilista, é necessário ferir a civilização moderna em pontos chaves, simbólicos, mas muito sensíveis:

“É preciso desencorajar as pessoas que querem andar de avião ou de carro. Sabemos que a diminuição da velocidade nas estradas poderá diminuir os gases estufas.

“Será também necessário aumentar o preço do gás, da gasolina, triplicar o valor das passagens de avião, melhorar o isolamento dos prédios existentes.

“Mas todas essas medidas não serão boas para a economia e seriam claramente impopulares.

A luta contra a mudança climática é incompatível com o turismo internacional e com numerosos setores econômicos.

As medidas que será preciso adotar dificilmente vão ser aceitas”.

Com total despudor, explica: “Podemos dizer que a luta contra a mudança climática é contrária às liberdades individuais e, portanto, sem dúvida alguma, à democracia”.

“O ar condicionado, sobretudo, utiliza muita energia e emite gases estufa. Na França, seu uso não causa grande problema ecológico, porque a produção de nossa eletricidade não emite CO2 ou muito pouco [N.R.: provém em máxima parte de centrais nucleares].

Decrescimento e miserabilização: verdadeiros objetivos da ofensiva verde
Decrescimento e miserabilização: verdadeiros objetivos da ofensiva verde
“O problema provém das energias fósseis, como na Alemanha, onde a eletricidade é produzida majoritariamente por centrais movidas a carvão ou gás.

“As centrais consideradas ‘seguras’ pela Autorité de Sûreté Nucléaire (ASN) não devem ser fechadas.

“A luta contra a mudança climática na Franca deve concentrar-se nos transportes e no aquecimento dos lares, os grandes emissores de CO2, não na eletricidade”.

O cientista, apesar de seu extremismo, reconhece que a atual tentativa de aproveitar a energia solar com painéis geradores de energia alternativa “é dinheiro jogado pela janela”.

Segundo ele, os painéis fotovoltaicos fornecem pouca eletricidade no inverno, quando o consumo atinge o máximo, e produz muito no verão, quando o consumo é mínimo.

Mas o ataque para reduzir drasticamente o número dos seres humanos e seus atuais níveis de consumo deve acontecer custe o que custar.

Bréon não manifesta religião definida nem mesmo muito pobremente, pois senão poderia aduzir a encíclica verde do Papa Francisco ‘Laudato si’.


domingo, 9 de setembro de 2018

Convite a uma revolução de fundo comunista e de espírito supersticioso abismal

Índios invadem sede do IBAMA em Altamira.
Índios invadem sede do IBAMA em Altamira.
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Liturgia esotérica cósmica para celebrar a divindade que vive nos abismos da Mãe Terra



O Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019], não fica em afirmações teóricas. Ele pede um engajamento concreto, reclamando “uma hierarquia de urgências da Amazônia”.

Para isso, cita “o Documento de Aparecida [que] menciona a necessidade de uma ‘coerência eucarística’ (nº 436) para a região amazônica, ou seja, que não exista somente a possibilidade de que todos os batizados possam participar da Missa dominical, mas também que cresçam novos céus e nova terra como antecipação do Reino de Deus na Amazônia” (nº 80, id. ibid).

Que “novos céus e nova terra são esses”? Que “Reino de Deus na Amazônia”? Seria aquele em que Cristo, a Igreja e seus autênticos representantes foram denegridos e enxotados ao longo do Documento Preparatório?

Não se demora muito a entender.

Notam-se há décadas por todo o País, em diversos campos da atividade católica, impulsos que tentam conduzir clara ou veladamente a opinião pública para uma posição sempre mais receptiva à doutrina comunista.

Mais de uma década de petismo patenteou isso de um modo irrefutável entre nós. Mas não é só o Brasil.

domingo, 2 de setembro de 2018

Liturgia esotérica para cultuar
a divindade dos abismos da “Mãe Terra”

Bruxo prepara alucinogeno ayahuasca para ritual em Novo Segredo, Acre. Os 'brancos' deverão modelar o culto segundo misturas de crenças ecológicas esotéricas xamânicas indígenas para entrar em comunhão com a natureza.
Bruxo prepara alucinogeno ayahuasca para ritual em Novo Segredo, Acre.
Os 'brancos' deverão modelar o culto segundo misturas
de crenças ecológicas esotéricas xamânicas indígenas
para entrar em comunhão com a natureza.
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Por trás da utopia pan-amazônica: luta de classes planetária, ruptura com a Igreja e ingentes danos aos índios



Em posts anteriores, reproduzimos análises e comentários da escritora Jeanne Smits sobre o Documento Preparatório do Sínodo previsto para 2019, nos quais ela o vê como fundador de uma igreja pan-amazônica modelo para a humanidade na crise atual (Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019]).

Na medula desse documento-chave Smits identifica a tentativa de “uma conversão pastoral e ecológica” visceralmente panteísta e comunista.

Um aspecto central dessa tentativa consiste em criar confusão entre a ordem natural e sobrenatural, citando abundantemente a encíclica Laudato si’, do Papa Francisco, e lhe atribuindo os mais espantosos erros:

“No mistério pascal de Cristo, a criação inteira se estende até um cumprimento final, quando ‘as criaturas deste mundo já não nos aparecem como uma realidade meramente natural, porque o Ressuscitado as envolve misteriosamente e guia para um destino de plenitude.

“As próprias flores do campo e as aves que Ele, admirado, contemplou com os seus olhos humanos agora estão cheias da sua presença luminosa’ (Laudato Si’, 100)” (nº 41, id. ibid).

domingo, 26 de agosto de 2018

Por trás da utopia pan-amazônica:
luta de classes planetária,
ruptura com a Igreja e
ingentes danos aos índios

Manifestação indígena com armas primitivas na região amazônica
Manifestação indígena com armas primitivas na região amazônica
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: O materialismo da Igreja ecológica amazônica deixa Karl Marx atrás



Os redatores do Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019], visam a “conversão pastoral e ecológica” para uma nova religiosidade panteísta.

A analista holandesa Jeanne Smits observa que embora eles não revelem seus nomes, ela acha razoável atribuir a iniciativa, pelo menos em parte, ao Secretariado do Sínodo, presidido pelo Cardeal Lorenzo Baldisseri no próprio Vaticano.

Esses redatores se mostram admirados pela diversidade dos grupúsculos tribais cada um deles afundado em seu primitivismo, sem cultura e com crenças rudimentares peculiares:

“390 povos e nacionalidades diferentes. (...) Cada um desses povos representa uma identidade cultural particular, uma riqueza histórica específica e um modo próprio de ver o mundo e de relacionar-se com este, a partir de sua cosmovisão e territorialidade específica”, diz. (nº 17, id. ibid)

Obviamente esses matizes diferenciadores geram a também admirada multiplicidade de “pajés, curandeiros, mestres, wayangas ou xamãs entre outros”, mencionada no nº 31.

Mas a obsessão anticivilizatória e anticapitalista supera qualquer outra reflexão.

domingo, 19 de agosto de 2018

O materialismo da Igreja ecológica amazônica deixa Karl Marx atrás

O então ministro da Justiça Tarso Genro (PT) em cerimônia Kuarup pelos mortos no Xingu, 2007. Foto Beth Begonha-ABr
O então ministro da Justiça Tarso Genro (PT) em cerimônia Kuarup
pelos mortos no Xingu, 2007. Foto Beth Begonha-ABr
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Igreja ecológica amazônica dispensa a Redenção. Os únicos pecados são a catequização e a civilização





O Documento Preparatório, comentado por Jeanne Smits evidentemente não foi escrito por índio algum, mas sim por teólogos de cenáculos fechados com forte predominância europeia.

Ele adota um vocabulário e modos pagãos para definir a “admiração sem limites pela natureza”. E a põem no cerne da religiosidade da Igreja ecológica-panteísta amazônica que excogitaram em seus conventículos:

“É a água, através de suas cachoeiras, rios e lagos, que representa o elemento articulador e integrador, tendo como eixo principal o Amazonas, o rio mãe e pai de todos.

“Num território tão diverso, pode-se imaginar que os diferentes grupos humanos que o habitam precisavam adaptar-se às distintas realidades geográficas, ecossistêmicas e políticas”. (nº 8, Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019])

Segundo a concepção panteísta do Documento, o elemento “integrador” do homem com a natureza é a matéria, a água. Mas não se trata do materialismo grosseiro de Marx.

domingo, 12 de agosto de 2018

Igreja ecológica amazônica dispensa a Redenção. Os únicos pecados são a catequização e a civilização

Pajé em transe místico (esquerda), jornalista recebe unção do pagé (direita).
Modelo da 'conversão ecológica' ensinada pela 'igreja panamazônica'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação do post anterior: Igreja ecológica panamazônica enxota Jesus Cristo e endeusa o pajé


Como comentamos em anterior post, a jornalista holandesa Jeanne Smits, embora muito conhecedora dos mais obscuros meandros do progressismo e do ambientalismo radical, ficou pasma vendo as propostas avançadas no Documento Preparatório do Sínodo dos Bispos para a Assembleia Especial para a Pan-Amazônia [outubro de 2019].

Esse Sínodo visaria a “conversão pastoral e ecológica” para uma nova interpretação da religião católica que acaba dando no contrário do Antigo e do Novo Testamento.

Prosseguindo na análise das observações da jornalista, verificamos que Jeanne sublinha a total ausência da noção da Salvação, básica no cristianismo, até em suas versões mais deturpadas.

Não há pecado, exceto as desigualdades entre os homens, o capitalismo, a propriedade privada, o agronegócio, a alteridade dos seres, a família monogâmica, o sacerdócio hierárquico, a lei moral objetiva, etc., etc.

Na utopia da 'igreja pan-amazônica' esses ‘pecados’ seriam banidos.

O raciocínio é simplista: se na vida ecológca-tribal não há pecado, não há necessidade de Redenção nem de Salvação.

Se não precisa de Salvação, para que serve o Sacrifício do Calvário do Divino Redentor?

domingo, 5 de agosto de 2018

Igreja ecológica panamazônica enxota Jesus Cristo e endeusa o pajé

Cultura e crenças pagãs e primitivas inspirariam nova Igreja mais 'cristã' e 'ecologicamente correta'. Maloca na fronteira com o Peru
Cultura e crenças pagãs e primitivas inspirariam
nova Igreja mais 'cristã' e 'ecologicamente correta'.
Maloca na fronteira com o Peru
Luis Dufaur
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A jornalista holandesa Jeanne Smits ficou estarrecida quando tomou conhecimento do documento preparatório do Sínodo especial sobre a Amazônia.

Esse será realizado em outubro de 2019, em Roma, reunindo os bispos da “Pan-Amazônia” – portanto, dos nove países que dividem a soberania sobre essa imensa região geográfica.

Jeanne está acostumada a ler os documentos comuno-católicos mais radicais, dos quais, aliás, não comparte nem os pressupostos nem os fins.

Porém, o que se está preparando em ambientes católicos “progressistas” para a Amazônia superou todos os erros e horrores filosóficos e morais que já viu, escreve pormenorizadamente em seu site.

A nota dominante, segundo ela, é seu “caráter horizontal”, quer dizer, seu igualitarismo extremado. Pois não é a mera igualdade niveladora da sociologia marxista que, infelizmente, desabrocha em tantos documentos eclesiásticos de nova data.

Trata-se de um igualitarismo materialista e evolucionista ecológico – e nisto nos adiantamos na apresentação – que nivela radicalmente todos os seres.

O homem fica no nível do animal, da planta, do minério, a ponto de desaparecer num magma erigido em divindade: a “Mãe Terra”, a “Pachamama”, “Gaia” ou qualquer outro nome usado nas utopias panteístas, pagãs ou ecologistas.

domingo, 29 de julho de 2018

ONG verde profetiza:
apocalipse deste ano começa 1º de agosto

Terrorismo midiático 'verde': em 2018 a autofagia apocalíptica começaria 1º de agosto. Em 2012 foi no dia 22 de agosto. Mas nós nem ficamos sabendo! E se repetiria todo ano. Doidice? Não. Há ideologia por trás!
Terrorismo midiático 'verde': em 2018 a autofagia apocalíptica começaria 1º de agosto.
Em 2012 foi no dia 22 de agosto. Mas nós nem ficamos sabendo!
E se repetiria todo ano. Doidice? Não. Há ideologia por trás!
Luis Dufaur
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Não é piada. Pretende ser algo muito sério.

A ONG Global Footprint Network – GFN anuncia que no dia 1º de agosto a humanidade terá acabado de consumir todos os recursos naturais que o planeta nos concede no ano. 

A partir desse fatídico dia estaremos consumindo o que não podemos, caminhando para a morte do planeta.

Essa data 'trágica', estipulada a partir de cômodos escritórios governamentais e de saborosos restaurantes pagos pelos impostos dos cidadãos, é levada muito a sério pelo jet-set ambientalista.Se é que leva algo a sério, excetuada a imensa revolução que querem nos impor.

O dia foi batizado de “Global Overshoot Day”, ou o “Dia da ultrapassagem”.

O ex-frei Leonardo Boff, sem renegar seu passado de teólogo para-além-de-marxista agora é  teólogo do extremismo verde. E ele explorou essa data até em discursos na ONU e foi convocado pelo Papa Francisco para colaborar na redação da encíclica verde 'Laudato Si'.

domingo, 22 de julho de 2018

“Rios perdidos”: malha hidrográfica do planeta deve ser 44% maior

O hidrólogo Tamlin Pavelsky da Universidade da Carolina do Norte com imagens de satélite Landsat constatou que superfície de água doce é 44% maior do que se dizia.
O hidrólogo Tamlin Pavelsky da Universidade da Carolina do Norte
com imagens de satélite Landsat constatou que superfície de água doce
é 44% maior do que se dizia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um estudo realizado com novas tecnologias pelo Departamento de Pesquisas Geológicas da Universidade da Carolina do Norte, EUA, e publicado na revista Science, mostrou que a área coberta pelos rios no mundo é, no mínimo, 44% maior do que se acreditava, noticiou a BBC News reproduzida pela "Folha de S.Paulo".

O temor de uma quimérica desertificação da Terra que seria precedido por um esgotamento da água doce em consequência da atividade humana ficou gravemente esvaziado.

A manipulação demagógica até servira de pretexto para uma Campanha da Fraternidade da CNBB, que apresentava a água doce como um bem “cada vez mais raro, escasso e caro”.

Cfr.: Água doce, recurso escasso? Suas reservas subterrâneas poderiam sepultar a superfície terrestre . Também: água doce

O estudo da Departamento de Pesquisas Geológicas da Universidade da Carolina do Norte, constatou que a superfície de rios e riachos — dos caudalosos aos mais ínfimos, excetuando-se apenas aqueles congelados — é de 773 mil quilômetros quadrados.

domingo, 15 de julho de 2018

Índios: modelo da “conversão ecológica” postulada pelo Papa Francisco

Imagem de aborígenes primitivos projetada na sagrada basílica de São Pedro
Imagem de aborígenes primitivos projetada na sagrada basílica de São Pedro
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.









continuação do post anterior: Agenda “verde”, governança mundial e mística ambígua no novo paradigma do Papa Francisco


Excerto do livro: “A mudança de paradigma do Papa Francisco: continuidade ou ruptura na missão da Igreja? Relatório de cinco anos do seu pontificado” Veja o texto completo no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira



Os índios, modelo de respeito ecológico à natureza


O reverso da medalha das críticas ao desenvolvimento é a visão romântica que o Papa Francisco apresenta dos povos indígenas, os quais seriam modelos de sabedoria no seu relacionamento com a natureza: 
“Para eles, a terra não é um bem econômico, mas dom gratuito de Deus e dos antepassados que nela descansam, um espaço sagrado com o qual precisam interagir para manter a sua identidade e os seus valores. Eles, quando permanecem nos seus territórios, são quem melhor os cuida”[1].

domingo, 8 de julho de 2018

Agenda “verde”, governança mundial e mística ambígua no novo paradigma do Papa Francisco

O Papa Francisco privilegia indígenas na Jornada Mundial de Juventude do Rio
José Antonio Ureta
Membro fundador da “Fundación Roma”,Chile;
membro da “Société Française pour la Défense
de la Tradition, Famille et Propriété”;
colaborador do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
e autor do livro: “A mudança de paradigma
do Papa Francisco: continuidade ou ruptura
na missão da Igreja?
Relatório de cinco anos do seu pontificado”.








Segundo a doutrina social da Igreja reiterada muitas vezes —, há questões sobre as quais os católicos são obrigados a ter uma posição homogênea, como, por exemplo, em matéria de aborto, divórcio, estrutura natural do matrimônio. 

Outros temas, pelo contrário, são deixados ao julgamento da consciência bem formada dos fiéis. 

Abraçando a ideologia ambientalista, o Papa Francisco, porém, estabelece um novo paradigma.

Excerto do livro: “A mudança de paradigma do Papa Francisco: continuidade ou ruptura na missão da Igreja? Relatório de cinco anos do seu pontificado” Veja o texto completo no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


A encíclica Laudato Sì assume as teorias ecológicas catastrofistas — apesar de não existir um fundamento científico definitivo em apoio delas — e convida os fiéis a se empenharem prioritariamente nessas causas, em lugar daquelas nas quais eles devem falar com uma só voz, como a defesa da vida. 
 
A Santa Sé vem organizando nos últimos anos congressos internacionais, oferecendo uma tribuna a expositores que sempre promoveram a redução da população mundial (mediante a contracepção e o aborto) para “poupar” o planeta Terra. 

E não apenas isso. Como afirmou uma alta figura do Vaticano, pela primeira vez na história a agenda do Vaticano coincide com a das Nações Unidas, a qual se opõe em muitos pontos à verdade católica.

domingo, 1 de julho de 2018

A diplomacia vaticana submisa a um projeto de governo global “verde” anticristão?

O Papa Francisco com os líderes das grandes multinacionais do petróleo.
Fonte: Quartz 9-6-2018.
Rockefeller: a Igreja “deve reconstruir sua visão do mundo
e da ética à luz do pensamento ecológico”
Luis Dufaur
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O ecologismo em seu nascedouro se manifestou como uma nova religiosidade que eleva a natureza à categoria de divindade de tipo panteísta.

Esse substrato visceralmente anticristão é habilidosamente ocultado para o grande público. Para esse, os militantes do ecologismo radical apresentam uma careta simpática de defensores da natureza.

Mas em seus ambientes fechados e em seus escritos restringidos a conversa é outra: o panteísmo. Em algumas circunstâncias deixam transluzir esse fundo.

Foi o que se verificou por ocasião de recente encontro dos grandes potentados das multinacionais do petróleo com o Papa Francisco e altas personalidades do Vaticano.

A surpresa geral não foi pequena, pois esses dirigentes do negócio mundial dos combustíveis fósseis são apresentados pela propaganda “verde” como os piores responsáveis de uma futura morte do planeta.

Por outro lado, o pontificado do Papa Francisco adotou uma política acintosamente oposta a esses líderes do capitalismo. E se engajou numa política que vai de mãos dadas com a propaganda ecologista radical, e que está expressa na encíclica ‘Laudato Si’.

Porém, no referido encontro verificou-se que em lugar de oposição há um fundo de cooperação. E para fazer o que?

O site italiano “La Nuova Bussola Quotidiana” que acompanha atentamente o andamento das políticas vaticanas com olho crítico apontou o princípio geral que inspiraria esse conjunto macrocapitalista formulado por Steven C. Rockefeller em 1997:

“Se as religiões querem ter um papel construtivo como membros da nova comunidade mundial que está emergindo, devem reconstruir sua visão do mundo e da ética à luz do pensamento ecológico”.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cientista falsário aclama o Papa Francisco como “herói dos climatólogos”!

O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
Luis Dufaur
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Michael E. Mann é o cientista criador de um dos maiores escândalos científicos do decadente século XX e do incipiente milênio. Ele forjou um quadro estatístico da evolução das temperaturas globais na Terra no último milênio.

Foi o controvertido “hockey stick graph” ou “gráfico do taco de hóquei” que acabou ganhando títulos de “ciência infame”. Tal vez hoje ganharia o apelativo de “fake science”.

O escândalo fez correr rios de tinta e montanhas de papel. Alguns de seus compinchas foram processados por impropriedade administrativa, pois tinham manipulado e feito desaparecer dados de grandes organismos públicos que estudam o clima.

O “gráfico do taco de hóquei” esteve no centro do “Climategate”, e serviu de “prova do revolver fumegante” das fraudes aquecimentistas.

Ele apresentava a forma de um taco de hóquei. As oscilações conhecidas da temperatura planetária durante mil anos forneciam uma figura estatística quase retilínea, respeitadas as mudanças havidas para cima e para abaixo.

domingo, 10 de junho de 2018

Transposição do São Francisco
tira 1 milhão do colapso
em que bispo comuno-ecologista
quase os jogou

Campina Grande recebe a água do São Francisco. Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Campina Grande recebe a água do São Francisco.
Pesadelo acaba e esperança para gerações futuras renasce
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Após seis anos de seca, o açude Boqueirão, única fonte de abastecimento de Campina Grande (PB), registrava apenas 2,9% de sua capacidade.

Foi o nível mais baixo desde a inauguração, em 1957, escreveu a “Folha de S.Paulo”.

“Só tinha água duas vezes por semana. Enchia uns bocados de baldinho, porque não podia comprar a caixa-d’água”, lembra a pensionista Teresinha Peres, 77, citada pelo quotidiano paulistano.

“E cheirava horrível, tinha um mau gosto”, acrescentou Teresinha.

À beira do abismo, em abril de 2017 a água do São Francisco começou a encher o Boqueirão. Não havia plano B, escreve o jornal.

“É quase impossível imaginar o atendimento de Campina Grande com carro-pipa”, diz Ronaldo Meneses, gerente regional da Cagepa (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba).

“Teria sido o caos. A transposição chegou no momento do quase colapso”, acrescentou.

domingo, 3 de junho de 2018

“Aquecimento global”: a maior “fake news” da História

Timothy Ball, prof. emérito da Universidade de Winnipeg, Canadá: “Aquecimento global” é a maior “fake news” da História
Timothy Ball, prof. emérito da Universidade de Winnipeg, Canadá:
“Aquecimento global” é a maior “fake news” da História
Luis Dufaur
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O aquecimento global antropogênico é a maior, mais espalhada e mais persistente ‘fake news’ veiculada até o presente, observou o Dr. Timothy ‘Tim’ Ball, professor emérito no Departamento de Geografia da Universidade de Winnipeg, Canadá, autor de diversos livros sobre as questões climatológicas em artigo para o especializado blog “Watts up with that”.

Em parte essa enganação persiste porque os apelidados “céticos” – cientistas objetivos que recusam a “fake news” – não explicam o problema do aquecimento global em termos acessíveis para as pessoas simples.

Segundo o prof. Ball as pessoas numa maioria de 85% acham arcanos os bons argumentos contra a enganação.

Por outro lado, a dificuldade reside na falta de dados sobre os problemas climatológicos polêmicos.

Segundo Ball há diálogos nos contos de Sir Arthur Conan Doyle sobre sua figura Sherlock Holmes que ajudam a entender os problemas didáticos.

“É erro capital teorizar antes de termos dados, explicava Sherlock Holmes. Porque insensivelmente a gente começa a escorregar nos dados para afundar em teorias, quando são as teorias que devem vir atrás dos dados”.

domingo, 27 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (4)

A finalidade da revolução verde não é poupar a Terra,
mas demolir a atual ordem de coisas, abrindo espaço para o comunismo anárquico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs











A economia do ambientalismo


Uma vez rejeitadas as utopias, e entendido que, por exemplo, 10 milhões de pessoas que vivem numa cidade grande não podem exigir que o ar seja igual ao de uma aldeia de 50 pessoas, podemos então finalmente nos dedicar a resolver os verdadeiros problemas ambientais, utilizando para tal o único mecanismo realmente possível: propriedade privada e sistema de preços.

Quando o sistema de preços funciona livremente, ele garante que oferta e demanda estejam quase sempre em equilíbrio, garantindo que os recursos sejam alocados para seus fins mais produtivos.

Já quando o governo intervém no sistema de preços, ele garante desperdícios, dificulta o empreendimento e empobrece as pessoas.

Se o café — por quaisquer razões — se tornar mais escasso, seu preço subirá, alertando aos consumidores para que bebam menos.

Se mais café entrar no mercado, os preços cairão, avisando aos consumidores que eles podem beber mais. Preços, portanto, constituem um sistema de preservação de recursos.

domingo, 20 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (3)

Luis Dufaur
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Aquecimento global


No dia 22 de abril de 1970, celebrou-se o primeiro Dia da Terra, evento criado pelo burocrata Gaylord Nelson, senador do estado de Wisconsin.

Na época, os ambientalistas estavam alarmados com um iminente resfriamento global. O mundo viveria uma nova era do gelo caso os governos não tomassem providências imediatas.

Recentemente, utilizando praticamente a mesma mensuração, o alerta era sobre a inevitabilidade do aquecimento global.

Como as tendências futuras revelaram-se muito incertas, optou-se então por chamar o “fenômeno” de 'mudanças climáticas' (primavera para verão?), só pra garantir.

domingo, 13 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (2)

Luis Dufaur
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Os nazistas foram pioneiros


Sempre soubemos que, em termos econômicos, os nazistas eram esquerdistas (Nazi vem de Nationalsozialismus ou Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães), mas hoje - graças aos estudos de Robert N. Proctor, que os compilou em seu livro Racial Hygiene: Medicine Under the Nazis (Higiene Racial: a Medicina dos Nazistas) - sabemos que eles eram fanáticos por saúde, maníacos por exercícios físicos, ecologistas radicais, entusiastas de comidas orgânicas e defensores ferrenhos dos direitos dos animais, além de nutrirem profundo menosprezo por álcool e tabaco.

Como os ambientalistas de hoje, que colocam qualquer percevejo ou erva daninha acima dos seres humanos, os nazistas eram ardorosos conservacionistas. Eles implantaram uma série de leis com o objetivo de proteger “a natureza e seus animais”, especialmente as plantas e os animais “ameaçados”.

Os nazistas proibiram pesquisas médicas com animais, e o simpático Hermann Göring ameaçou “deportar para um campo de concentração” qualquer um que se atrevesse a desobedecer à lei.

Ele encarcerou um pescador por seis meses apenas porque este cortou a cabeça de um sapo - que seria utilizado como isca - quando o batráquio ainda estava vivo. A revista alemã de humor Simplicissimus publicou um desenho no qual um pelotão de sapos fazia a saudação nazista para Göring.

Como crentes da “medicina orgânica”, os nazistas conclamaram o povo alemão a comer apenas frutas e vegetais crus, uma vez que a conservação, esterilização e pasteurização dos alimentos significavam sua “alienação da natureza”.

Eles odiavam até mesmo o pão branco.

“Em 1935, o Führer da Saúde, Gerhard Wagner, empreendeu uma luta contra a recente mudança de hábito, que havia abandonado o pão integral natural em prol do pão branco altamente refinado”, diz Proctor.

domingo, 6 de maio de 2018

As raízes anti-humanas do movimento ambientalista (1)

Lew Rockwell
Luis Dufaur
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Lew Rockwell, presidente do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, e editor do website LewRockwell.com, autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State, escreveu relevante matéria sobre a substância do movimento ambientalista.

No momento em que as grandes tubas da publicidade, mais ou menos eivadas de esquerdismo, rememoram até com saudades a explosão anárquica de Maio de 68, ou da Sorbonne, em Paris, o artigo volta à tona.

Com efeito o anarquismo extremista dos revolucionários de 68 permeou profundamente o movimento anarco-ecologista, e esse se comunicou aos estudantes revolucionários sorbonnianos.

Esse movimento comemora seu 50º aniversário no mesmo ano que o socialismo e o comunismo comemoram o segundo centenário do nascimento de Karl Marx.

Como duas cobras enroscadas ambos movimentos chegam até o presente visando subverter a ordem da sociedade e da civilização.

Para compreender o movimento anarco-tribalista vermelho-verde que se abate contra a sociedade, conserva plena atualidade o referido artigo de Rockwell publicado no site do Instituto Ludwig Von Mises Brasil. A tradução é de Leandro Augusto Gomes Roque. Os sublinhados são nossos.

A extensão desse trabalho dificultou a publicação no nosso blog, mas pela sua importância decidimos publicá-lo em posts sucessivos.




As raízes anti-humanas do movimento ambientalista

Por Lew Rockwell

Como o socialismo, o ambientalismo combina uma religião ateísta com um estatismo virulento. Existe, porém, uma diferença: o marxismo ao menos fingia ter alguma preocupação com seres humanos.

O novo socialismo

domingo, 29 de abril de 2018

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática

Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática
Prof. Molion denuncia manobras políticas que manipulam a ciência climática
Luis Dufaur
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Ao longo de décadas, o professor Luiz Carlos Baldicero Molion construiu a fama de maior autoridade brasileira em matéria de clima.

É um prêmio  à árdua e benemérita tarefa por ele empreendida denunciando as fraudes do catastrofismo ambientalista.

Em diversas ocasiões tivemos a oportunidade de reproduzir seus artigos ponderados e altamente científicos.

No momento em que os ativistas verde-vermelhos "queimam seus últimos cartuchos" do exagero ambientalista, julgamos oportuno trazer mais uma vez um de seus clarividentes artigos originalmente publicado na “Folha de S.Paulo”, e que temos o gosto de reproduzir a continuação.

O fato de ter sido publicado há quase seis anos e ter ganho atualidade é mais um argumento em favor do acerto das posições do ilustre meteorologista que honra a ciência brasileira.

Mudanças climáticas e governança global

Um resfriamento global, com mais invernos rigorosos e má distribuição de chuvas, é esperado nos próximos 20 anos, em vez do aquecimento global antropogênico (AGA) alardeado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

domingo, 22 de abril de 2018

Liderança chinesa contra aquecimento global encobre totalitarismo

Porta de Dongbianmen, parte da antiga muralha de Pequim
no país líder mundial na luta pelo ambientalismo.
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR
Luis Dufaur
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O macrocapitalismo publicitário tem um morboso prazer em comemorar a suposta futura hegemonia da China, embora uma visão mais objetiva levante sérias dúvidas a respeito.

Os incensos queimados pelo macrocapitalismo midiático incluem a atribuição ao socialismo chinês da liderança na luta planetária pelo clima, deixando abaixo os EUA e países ocidentais.

Em numerosos posts pudemos abordar o noticiário que mostra
  • a devastação da natureza operada pelo socialismo chinês, 
  • a brutal poluição desencadeada pelo desejo ideológico de liderar a economia mundial,
  • a massacre de milhões de chineses com o intuito de fazer a reforma agrária e a industrialização de massa do Grande Salto Adiante, 
  • a carência de alimentos no país, 
  • as devastações da natureza decorrentes de um desenvolvimento apressado e imprudente.

Da área financeira tampouco cessam de chegar notícias alarmantes sobre a imensa bolha prestes a uma explosão que devastaria os ganhos obtidos até hoje.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Castelos, abadias e aldeias medievais: melhor integrados na natureza que utopias “verdes”

Produtores rurais entendem mais da natureza
que ambientalistas fechados em escritórios governamentais
Luis Dufaur
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Uma equipe da Globo Rural foi até a Bélgica para contar a história de um queijo delicioso, produzido por monges de uma abadia que também fabrica cervejas.

O mosteiro de Scourmont fica em Chimay, no sul do país, uma cidadezinha tranquila com ruas estreitas e fachadas antigas.

E um imponente castelo: o dos Príncipes de Chimay, uma das mais nobres famílias belgas.

domingo, 8 de abril de 2018

CO2 multiplica produção de vegetais
até na Antártica!

Daniel Schubert, diretor do projeto na base alemã Neumayer Station III, na Antártica.
Daniel Schubert, diretor do projeto na base alemã Neumayer Station III, na Antártica.
Luis Dufaur
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Cientistas da base alemã Neumayer Station III coletaram 3,6 quilos de alface, 18 pepinos e 70 rabanetes numa estufa de alta tecnologia, enquanto a temperatura exterior ficava abaixo de -20 graus Celsius, noticiou o diário portenho “La Nación”.

Trata-se da primeira colheita de vegetais cultivados sem terra, sem luz solar e sem pesticidas, no âmbito de um projeto que visa ajudar os astronautas a cultivar alimentos frescos em outros planetas.

Em maio, os cientistas do Centro Aeroespacial da Alemanha (DLR) esperam colher entre quatro e cinco quilos de fruta e vegetais por semana, incluídos morangos.